Desbloqueando a energia preciosa: o poder dizer “sim” e tirar o mundo das costas. (Caroline Ward)

maio 29, 2015

Primeiramente, diga “sim” a seu destino. Como seria se você acreditasse que não está sozinha, que a mão do Divino está sempre com você, orientando-a facilmente se você apenas ouvir.

Dizer “sim” significa que você não precisa pensar muito.

“Sim” significa que a energia do fluxo está presente em sua vida.

“Sim” significa que a resistência desaparece e isso liberta uma enorme quantidade de energia.

“Sim” aos outros significa que você parou de tentar controlar o mundo inteiro.

“Sim, mostre-me como”, a torna humilde, e a humildade leva em conta solidez, florescência e renovação.

“Sim” reconhece que, se não houver energia para alguma coisa, ela não irá acontecer de qualquer forma.

“Sim” leva em conta o fato de que o que quer que esteja alinhado ao um objetivo, ele tem espaço para crescer, mesmo se você não conseguir vê-lo no início.

“Sim” é um estado de alívio, uma condição de estar livre de ter de determinar tudo, saber tudo, examinar tudo, controlar qualquer coisa.

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Fonte: livro “As quatro faces da Mulher: Liberte seu verdadeiro Potencial ”, de Caroline Ward. Integrare Editora

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Criando ambientes de confiança. (por Leila Navarro e José María Gasalla)

maio 27, 2015

Para sobreviver no competitivo mundo globalizado, as empresas precisam ter gente comprometida com os objetivos organizacionais. Exortam seus funcionários a “vestir a camisa”, “dar o seu melhor”, buscar continuamente o autodesenvolvimento e a superação e tudo o mais. Procuram estimular a fidelidade com promoções de carreira, prêmios e outros mecanismos recompensadores. Só se esquecem de que, para criar o vínculo que desejam com os funcionários, precisam oferecer a eles um ambiente de confiança.

Se a organização não dá confiança às pessoas, as pessoas não dão confiança à organização, não criam comprometimento com ela e a abandonam na primeira oportunidade que tiverem. Ocorre com as empresas algo semelhante ao que ocorre com as famílias. Se a família faz com que os filhos se sintam estimados e respeitados, tenham abertura para discutir as regras, falar abertamente o que pensam e cometer erros, eles se manterão por perto; caso contrário, darão um jeito de sair de casa e viver em um lugar no qual se sintam melhor.

Há os profissionais que não deixam a empresa, mas também não criam comprometimento e passam a vida fazendo apenas a sua parte. Sabem que sofrerão sérias consequências se não corresponderem ao que se espera deles, mas não fazem nada além disso. Não se preocupam com o trabalho dos outros, não se interessam pelos problemas da empresa, não ousa ir além de suas funções. Agem dessa forma não por simples má vontade, mas principalmente por não confiar que sua iniciativa faça diferença.

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Fonte: livro “Confiança – a chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José María Gasalla – Integrare Editora

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Tem gente que é mais enrolada que novelo de lã! (por Maria Tereza Maldonado)

maio 25, 2015

Para a pessoa que se enrola desse jeito, a vida é uma complicação que não tem mais fim. E ela acaba pensando que tudo é difícil, que as coisas vão mal e que sempre tem gente contra ela, querendo persegui-la e prejudicá-la.

O novelo cresce tanto que a pessoa enrolada acaba até pensando que o mundo inteiro tem uma dívida com ela! Vive achando que tem de ser indenizada por perdas e danos, por tudo o que já sofreu ou deixou de ter. Lamentos, acusações, choro, confusão, brigas, tristeza, mágoa, ressentimento, inveja, ódio, tudo isso ajuda a emaranhar esse novelo de raiva sofrida. A pessoa vive se complicando e dificultando o convívio ao achar que a vida de todos está muito melhor que a dela, que não existe ninguém mais prejudicado do que ela.

Campeonato de sofrimento? Qual é o prêmio para quem tira o primeiro lugar?

Trono de vítima tem suas vantagens: a pessoa sofre, mas, se conseguir fazer alguém sofrer bastante com culpa, remorso e desespero, quem sabe acaba ganhando o que pediu ou exigiu? E se começar a deixar de gastar todo esse talento para complicar e infernizar? Talvez então consiga acreditar que, se procurar com mais afinco, acabará encontrando o fio da meada para desenrolar o novelo. Recuperando o fio, aos pouquinhos, a pessoa poderá usar a criatividade até para fazer tricô!

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Fonte: livro “Histórias da vida inteira : como transformar obstáculos em caminhos”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

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Alimentação e beleza: Antioxidantes para a pele – (por Carla Góes Souza Pérez)

maio 22, 2015

Você pode tirar dos alimentos substâncias essenciais para manter-se bonita, jovem e saudável. Alguns hábitos alimentares fazem a diferença, como a ingestão de antioxidantes naturais que retardam o envelhecimento. Portanto, lance mão de alguns alimentos indispensáveis para a sua beleza.

Antioxidantes para a pele:

Soja: na pele há receptores naturais para receber o fitormônio da soja, as isoflavonas, que melhoram o ressecamento e a falta de elasticidade, que se intensificam a partir do período de climatério.
Chá verde: conhecido cientificamente como Camellia sinensis, possui ação antioxidante contra a poluição e os raios ultravioleta. O consumo diário de chá verde, assim como o uso de filtro solar, tem efeitos preventivos contra o câncer de pele. Ingira de três a quatro xícaras (chá) por dia, sem açúcar, porque ao ser adoçado perde seus efeitos. O chá verde apresenta ainda flavonoides e polifenóis, que auxiliam na perda de peso.

Gérmen de trigo cru: rico em vitamina E, é um potente antioxidante. Consuma uma colher (sopa) por dia, adicionando ao iogurte, às frutas, ao caldo do feijão, às sopas etc.

Castanha-do-pará: rica em selênio, possui forte ação contra os radicais livres. Consuma de duas a três unidades por dia, como se fosse a cápsula de juventude diária.

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Fonte: livro “Beleza sustentável: como pensar, agir e permanecer jovem”, de Carla Góes Souza Pérez. Integrare Editora

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Ter um plano B. (por Daniela do Lago)

maio 20, 2015

Nada é para sempre, essa máxima se aplica para todos os aspectos de nossas vidas, inclusive a profissional. É comum pessoas com menos de 35 anos já terem trabalhado em mais de três ou quatro empresas. E isto se deve à globalização e à nova economia, onde são evidentes novas oportunidades, novas profissões e maior competitividade.

Por outro lado, essa globalização também traz muitas incertezas. Como você se imagina daqui a dez anos? No mesmo emprego, com um cargo melhor, dono do próprio negócio, vivendo de seus investimentos. Se você está empregado hoje, amanhã poderá não estar, e a sua demissão pode chegar sem aviso prévio, sem você estar esperando. Caso isto aconteça, você está preparado? Você já pensou nas consequências? Se a sua resposta for não, mesmo estando feliz e satisfeito com o que faz ou no início de sua carreira, então é bom pensar em um bom plano B e começar a se preocupar com seu futuro.

Manter uma carreira ou uma atividade paralela ou fazer planos para iniciar seu próprio empreendimento são ideias que já estão se tornando realidade.

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Fonte: livro “Despertar professional: dicas práticas de comportamento no trabalho”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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Amadurecimento cerebral para serem pais. (por Içami Tiba)

maio 18, 2015

Este sentimento reforça o instinto de perpetuação da espécie que se faz presente na mulher desde que ela ficou grávida. Quanto maior a evolução da espécie, mais esse sentimento está presente, pois mais dependente o filho nasce. O feto nasce com 25% do cérebro amadurecido. O restante vai crescendo fisicamente até o adolescente atingir o final do seu estirão. Este final é marcado na mulher pela chegada da menstruação e no homem ao engrossar a voz.

O amadurecimento funcional do cérebro (especificamente o córtex orbito frontal e o sulco temporal superior) vai ocorrendo até os 30 anos, em média, como demonstram os estudos de neurofisiologia em humanos. A maturidade funcional do cérebro humano chega em torno dos 24-26 anos de idade, quando a pessoa se torna mais responsável e faz prospecções para o futuro com maior seriedade.

Enquanto a mãe vai vivendo tão intensamente toda essa evolução, o pai pode estar totalmente ausente, meio presente, até se fazer totalmente presente e participativo, estimulado pela sua esposa ou até mesmo pelos seus próprios pais. O instinto de sobrevivência no homem torna-se mais forte quanto ele assume a paternidade. Quanto mais ele acompanhar e educar o seu filho, tanto maior será o seu sentimento paterno. Com isso aumenta o instinto de preservação da espécie. Quem é mãe ou pai se preserva muito mais do que quem não é. Os pais tornam-se tão responsáveis pelos seus filhos que não se arriscam tanto em cada ação, procuram moradia com maior segurança e salubridade do que se fossem sozinhos.

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Fonte: livro “Família de alta performance: conceitos contemporâneos na educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A importância de dar ouvidos aos nossos “barulhos” interiores. (por Natércia Tiba)

maio 15, 2015

Quando não ouvimos nossos próprios barulhos, o corpo se encarrega de manifestá-los e pode fazê-lo das formas mais estranhas, desde sintomas físicos até tiques nervosos. É a somatização aparecendo como um grito de socorro e nos alertando para o fato de que não temos nos ouvido o mínimo necessário para cuidar de nós mesmos.

Pode acontecer também de experimentarmos um prazer enorme ao ouvir nossos próprios barulhos, sejam eles batuques, zunidos, chiados, gritos ou sussurros.

O importante é saber da importância desse sentir, de se ouvir, olhar para dentro e se apropriar das sensações. Alguns podem ter sido construídos pelas nossas vivências, outros podem ser “sons congênitos”, que nasceram conosco, outros ainda podem ser apenas ecos de pessoas amadas, de relações importantes, pessoas que já se foram.

O mundo pós-moderno tem muitos encantamentos: a internet, as redes sociais, a facilidade para ter contato e obter informações. Vejo essas conquistas com bons olhos porque acho que o bom uso disso tudo nos beneficia muito, mas precisamos estar atentos (por nós e principalmente por nossos filhos), para que esse mundo não se torne uma grande armadilha, que abre nossos órgãos do sentido para o mundo, mas nos ensurdece de nós mesmos.

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Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba. Integrare Editora

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Preparativos para amamentação (por Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro da Costa e Marcus Renato de Carvalho)

maio 13, 2015

Já está comprovado que não é necessário preparar as mamas para o aleitamento, com aqueles exercícios de esfregar buchas e toalhas nos bicos dos peitos (mamilos). Durante a gravidez, a natureza prepara as glândulas mamárias, fazendo com que elas cresçam até quatro vezes mais. A parte escura ao redor do mamilo (a aréola) fica resistente, o que a torna menos sensível. Você notará aí uns “carocinhos”, como se fossem acnes. São as glândulas de Montgomery (uma derivação especial das glândulas sebáceas da pele) que nesta fase se tornam maiores e mais numerosas, produzindo uma oleosidade especial, que faz com que os mamilos e aréola fiquem mais lubrificados e protegidos. Por isso, você não precisa passar nenhuma substância – creme ou pomada nas aréolas ou mamilos. Em mulheres com a pele muito branca, fina e sensível, os banhos de sol pela manhã podem ser úteis. Você pode usar cremes em massagens nas mamas, porém não na aréola.

O imprescindível é preparar a “cabeça” dos pais, de modo que saibam a importância da amamentação e do leite materno, como o leite é produzido e fica disponível para o bebê, e as técnicas de como dar o peito.

O sutiã é recomendado durante a gestação em razão do grande aumento do volume mamário, para dar sustentação, e melhorando futuramente a saída do leite. Use, de preferência, um sutiã de algodão que tenha uma “base” de apoio larga.

Caso você tenha um ou os dois bicos do peito para dentro ou achatados (mamilos invertidos ou planos) saiba que isto não impedirá a amamentação. O bebê, como veremos mais adiante, tem que abocanhar toda a parte escura ao redor do mamilo e isto fará com que o leite flua. Converse com seu pré-natalista, peça que examine suas mamas e indique exercícios especiais, se for o caso.

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Fonte: livro “Da gravidez à amamentação – o dia a dia de um importante período de nossas vidas”, de Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro da Costa e Marcus Renato de Carvalho – Integrare Editora

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Somos nossos próprios carcereiros. (por Maria Tereza Maldonado)

maio 11, 2015

É muito difícil admitir, mas somos nossos próprios carcereiros. É assustador se ver como diretor da própria vida, dono de si mesmo. Por isso, é comum procurar rapidamente outra tela de projeção, perpetuando a recusa de assumir a responsabilidade pelas próprias escolhas. Isso pode acontecer quando passamos diretamente da casa dos pais para o casamento: fazendo apenas uma troca de guardiões, não aprendemos a cuidar de nós mesmos com autonomia. O mesmo pode acontecer na passagem de um casamento para outro, em que meramente trocamos o parceiro, repetindo a mesma história. “Não me casei de novo por causa dos filhos” e “O que os outros vão pensar?” são outras facetas desse processo de buscar fora de nós mesmos o nosso ponto de referência.

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Fonte: livro “Casamento, término e reconstrução: o que acontece antes, durante e depois da separação”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

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Aprender a se amar. (por Ken O’Donnell)

maio 8, 2015

A vida sem a experiência do amor verdadeiro parece bagaço sem caldo. Por isso o buscamos tanto ao tentar restaurar a inteireza do coração do ser.

Ele não é comum nem barato, não se encontra no mercado das relações, onde tudo tem preço: “Compre aqui! Está em oferta! Se você me der tanto, eu lhe dou tanto”. O vendedor recebe seu dinheiro e o comprador, um produto que dura até a semana seguinte.

O amor acaba sendo quantificado e se torna a moeda das interações humanas.

O mar interno de emoções e sentimentos às vezes parece tão agitado que a falta de ordem e de direção inspira um pedido de ajuda: “Há alguém aí fora que me entende, que me aceita, que me ama?” Esse pedido contém em si a resposta do dilema.

Eu preciso:

Entender como eu sou.

Aceitar o que há de bom em mim.

Reconhecer o que pode ser melhorado.

Aprender a me amar.

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Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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