Nossa mesa de trabalho também forma a imagem de marca pessoal (por Arthur Bender)

março 4, 2015

Nossa mesa de trabalho diz um pouco do que somos e mostra alguns sinais de nossa marca pessoal. Os objetos que estão sobre ela e a forma como está organizada revelam muito sobre a pessoa. É incrível como as salas e as mesas de trabalho podem dar claros sinais da marca de cada um. É como se sobre elas houvesse um grande luminoso com o slogan pessoal de cada um. Em algumas se vê uma enorme placa luminosa piscando: “Aqui fica um sujeito bagunçado”. Em outras, um estilo impecável, imaculado, como se ninguém trabalhasse ali. Outras ainda retratam o estilo familiar, com fotografias da família espalhadas pelas paredes. Por todo lado, há pequenos símbolos das coisas que as pessoas apreciam e que revelam um pouco da sua marca pessoal.

Na primeira oportunidade que você tiver, dê uma espiada na sua empresa. Olhe mesa por mesa e compare-as com a imagem que você tem das pessoas. Observe e comprove o que estou falando. Até as flores sobre algumas mesas têm a cara da imagem de marca do dono. Algumas estão meio secas ou mortas, outras bem cuidadas. Outras são caras e modernas.

Agora olhe a sua mesa com bastante atenção e se pergunte: os sinais que a sua mesa dá refletem aquilo que você quer vender como imagem de marca pessoal?

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Fonte: livro “Personal Branding: Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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A busca da simplicidade. (por Arthur Bender)

fevereiro 25, 2015

Cada vez mais a simplicidade terá um peso mais importante na vida de todos nós. A simplicidade será cada vez mais valiosa nas nossas vidas sabendo que elas serão cada vez mais conectadas, certamente mais disponíveis e, ao que tudo indica, mais estressadas. Nesse contexto, que por alguns anos acredito que ainda irá piorar, a simplicidade funcionará como uma espécie de Santo Graal para as nossas curas e para manter a sanidade das nossas famílias.

Acredito que boa parte das pessoas levará cada vez mais em conta o fator simplicidade em suas escolhas. E nessas escolhas se perguntarão o tempo todo: isso vale a pena? Por que eu continuaria a fazer isso? Ou, por outro lado, perguntarão a si mesmas: por que eu faria isso?

Tudo o que acrescentar mais complexidade à nossa vida tende a ser refutado, porque já estamos saturados de tanta complexidade.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Angústia e neurose por fazer tudo mais rápido (por Arthur Bender)

novembro 19, 2014

E nessa disponibilidade total em que permitimos definir nossas vi­das, todo mundo tem agenda cheia e está sempre correndo. Não importa se é uma dona de casa estressada com os afazeres, um grande executivo que viaja o mundo a negócios ou um profissional liberal de qualquer área. Empregado ou empreendedor. Está ficando difícil encontrar gente que tenha algum tempo de sobra. Pode até ter. O difícil é admitir, porque parece que a sociedade adotou isso como padrão. Todo mundo precisa ser/estar cheio de coisas para fazer para ser aceito por todos nós.

E você já reparou que parece que todo mundo está ansioso quando fala? Você ameaça falar e a pessoa completa sua frase. Você tenta de novo e ela dispara “sim, sim, sim” e não o deixa concluir. Você tenta novamente e vê que não vai dar, porque não importa o que você diga, a ansiedade é tanta que o outro fica concordando para que você conclua logo.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Viver sem propósito é viver sem paixão. E sem paixão, não existe chance de a sua marca chegar a ser reconhecida como excelente! Por Arthur Bender

julho 31, 2014

Acredito que marcas medíocres nunca entregam o que prometem porque nem elas sabem quem são, o que representam ou que valor podem entregar. São marcas perdidas, sem significado, sem causa, sem propósito, marcas sobreviventes, sem sal, sem tempero, mornas — que serão inevitavelmente atropeladas pela falta de relevância.

Fico indignado com marcas que são puro desleixo e desrespeito para com seus clientes. Marcas de produtos, de organizações e de profissionais que não estão nem aí para os seus públicos. Marcas que não cumprem acordos verbais nem escritos. Marcas que não cumprem nada do que prometem. Que vivem de armadilhas e emboscadas quando tudo de que gostaríamos, como consumidores, seria o contrário: um pouco mais de respeito. Por isso fico muito indignado com a estratégia burra de algumas marcas e com a enorme miopia de alguns profissionais do marketing e do branding.

E me incomoda muito mais o conformismo que tomou conta de todos nós. Porque, dessa forma, estamos sendo igualados e arrastados para a lama da média. Essa média sofrível que arranha a imagem, subtrai valor das marcas e destrói a reputação das organizações.

Nessas horas, me pergunto: por quê? Por que avançamos tanto em algumas coisas e ainda estamos tão atrasados em outras? Por que nos indignamos tanto com algumas coisas no mercado e em relação a outras baixamos a cabeça e simplesmente toleramos? Por que aceitamos isso?

 

Creio que na raiz da “baixa qualidade de entrega” do que recebemos em muitos dos serviços que adquirimos está a NÃO COMPREENSÃO DO PRÓPRIO SENTIDO DESSAS MARCAS. Por quê? Porque quando não encontramos significado no que fazemos, nos distanciamos muito de qualquer possibilidade de FAZÊ-LO COM EXCELÊNCIA. Não interessa o quê. E isso, irremediavelmente, destrói qualquer possibilidade de fazer brotar paixão e brilho nos olhos.

 

 

Fonte: livro “Paixão e Significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Pior do que a estabilidade é o sucesso momentâneo! Por Arthur Bender

junho 26, 2014

A estabilidade e o sucesso momentâneo funcionam como uma lente for a de foco para a autoavaliação. Pior do que a zona de conforto proporcionada pela estabilidade é o sucesso momentâneo. Muitos profissionais ficam tão impressionados com seu sucesso na empresa que se esquecem completamente da sua marca pessoal. Esquecem que, por

trás do cargo que está escrito no cartão de visita, existe uma marca pessoal, e esta sim é a coisa mais importante a ser trabalhada. No cartão, a marca pessoal adquire um sobrenome – com o status do nome da empresa, só isso, nada mais.

O que não podemos esquecer é que os cargos mudam, as empresas mudam – são vendidas, juntam-se a outras, alteram planos, quebram, não precisam mais de você, falham. Sua marca pessoal deve resistir, crescer e prosperar, independentemente das empresas. O que vale aqui é o nome – seu nome, sua marca, sua reputação –, e não o sobrenome da empresa.

 

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal”, de Arthur Bender. Integrare Editora

 

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Você não vai mais conseguir vencer fazendo do jeito que sempre fez! Por Arthur Bender

março 20, 2014

O marketing deste século é menos racional e muito mais emocional. É o marketing que se redescobre mais intuitivo, menos cartesiano, mais verdadeiro, mais feminino. É o marketing 3.0, proposto por Philip Kotler, menos vertical e com interações mais horizontais entre as marcas e seus consumidores.

É a vez do marketing criado e sustentado pelos próprios consumidores que ditam as regras em torno de si mesmos, de seus líderes ou de suas aspirações. Um marketing diferente que tem verdade, integridade, espiritualidade e que busca SIGNIFICADO E RELEVÂNCIA PARA AS RELAÇÕES. E a cola que une tudo isso? Emoção. É a vez de o lado direito do cérebro prevalecer. E é justamente desse lado que é criada e acionada a paixão que nos move.

Você não vai mais conseguir vencer fazendo do jeito que sempre fez, porque existe um contexto diferente que exigirá um comportamento igualmente diferente do padrão atual. A EMOÇÃO pode ser a porta de acesso à mente de um consumidor que não aguenta mais o estresse de uma sociedade saturada de informação e com argumentos racionais que não convencem mais.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca” de Arthur Bender. Integrare Editora

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O poder está na concentração! Por Arthur Bender

março 6, 2014

Se você não tem objetivos, não tem foco; e, infelizmente, neste momento, ainda não tem nada. Depois que estabelecer um foco, agarre-se a ele com todas as forças. Concentre seus sinais nesse sentido, reforçando sempre uma única posição. Lembre-se disto: o poder está na concentração; a fraqueza, na diversificação. Al Ries diz o seguinte: “Se você quiser ter sucesso um dia, terá de estreitar seu foco, a fim de representar alguma coisa na mente do prospect”.

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora Editora

 

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