Você vale uma aposta? (por Sidnei Oliveira)

novembro 18, 2015

Estamos assistindo a um jogo diferente no mercado de trabalho. De um lado, estão jovens expressando suas expectativas, buscando freneticamente uma forma de equilibrar seus interesses com os dos demais jogadores, principalmente com os das empresas. Do outro lado, vemos gestores focados e pressionados por resultados, mas frustrados, porque ainda esperam um engajamento efetivo dos novos profissionais.
O cenário é estranho, pois parece que o jogo simplesmente não está acontecendo como deveria. Quando converso com profissionais veteranos, eles são quase unânimes em afirmar que o jovem de hoje não parece interessado em trabalhar. Para esses profissionais, o jovem está buscando atalhos para conquistar privilégios e benefícios sem considerar que precisa dar sua contribuição de forma equivalente ao reconhecimento que deseja. Já é clássico o exemplo do jovem que acabou de entrar na empresa e quer ser, ou melhor, acredita que merece ser gerente em poucos meses.

Há um fator que torna esse cenário ainda mais singular: o fato dos próprios veteranos sustentarem essa situação, ou seja, “a peteca não cai” porque os profissionais mais experientes não deixam. Quando eles mantém o jogo rodando no ritmo que desenvolveram em suas próprias carreiras, provocam uma reação acomodada por parte dos mais jovens.

Tudo contribui para uma sensação de impasse, afinal, as empresas precisam de resultados e parece que os únicos interessados em colocá‑los acima dos próprios interesses pessoais são os profissionais veteranos, pois, para o jovem, isso é absolutamente inaceitável.

O mais irônico é que os veteranos não aceitam mais sustentar o ritmo frenético sem a contribuição dos mais novos e, talvez, como forma de pressioná‑los, acabam adotando um comportamento de competição, deixando justamente de formá‑los como sucessores.

Há um novo jogo acontecendo, com novas regras, novas ferramentas e novas possibilidades. Parte dessas percepções existem apenas porque estamos vivendo um cenário em transformação. Contudo, vale um alerta: o profissional mais experiente não é o único responsável por construir esse novo jogo. Cabe a ele abrir espaço e apostar no novo profissional, mas ele também deverá avaliar o verdadeiro POTENCIAL do NOVATO para decidir apostar.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Vai mudar de emprego? De novo? (por Sidnei Oliveira)

setembro 16, 2015

A mudança é inevitável. Já não há mais desafios, os chefes evitam dar feedback, os benefícios são pequenos, o salário é baixo e uma eventual promoção não deve acontecer, pois é privilégio de poucos “protegidos”. Com um cenário tão ruim e com tantas possibilidades melhores, por que não experimentar um novo emprego?

Já se tornou comum ouvir dos jovens profissionais um ou mais desses argumentos. O discurso está sempre pronto na entrevista de desligamento e parece que nada mais consegue modificar o que já é visto como fenômeno da rotatividade no emprego. O cenário é estudado por consultores e gestores de RH de diversos segmentos, já que afeta e compromete uma das principais estratégias de gestão de pessoas – a formação de sucessores.

Os jovens normalmente se desligam reclamando das oportunidades limitadas de desenvolvimento e carreira, justificando o pedido de demissão na busca de novos desafios que possam expor seus “talentos” e, com isso, alcançar o reconhecimento, principalmente financeiro.

É necessário reverter esse quadro promovendo a conscientização dos jovens, pois eles ignoram que essa “estratégia” é a que mais contribui para que recebam desafios de menor valor, afinal, que liderança está disposta a permitir que a falta de experiência coloque em risco os resultados?

O jovem profissional precisa entender que, como “novato” na empresa, não receberá aquele desafio mais complexo, do tipo que afeta de maneira significativa o resultado. Para que isso aconteça, será necessário comprovar sua capacidade por meio do sucesso em desafios mais simples. Também é na condição de “novato” que o jovem recebe grandes volumes de atividades. Esse fator muitas vezes é fonte de frustração, mas pode e deve ser considerado como oportunidade de mostrar o verdadeiro potencial.

Deixar o posto de “novato” parece ser a estratégia desses jovens profissionais, mas cada vez que decidem mudar de emprego são tratados como “novatos” de novo.

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Fonte: livro “Profissões do futuro: você está no jogo?”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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A busca da felicidade. É possível ser feliz trabalhando? (por Sidnei Oliveira)

junho 26, 2015

Será possível ser realmente feliz trabalhando? Esse parece o sonho utópico de todo profissional e talvez o principal motivo de tanta rotatividade nos empregos atuais, principalmente por parte dos mais jovens, que certamente não querem estar presos na aparente armadilha da infelicidade em que veem os profissionais mais veteranos.

Quando questionado sobre o que uma pessoa normal deveria ser capaz de fazer bem, Freud teria dito: “Lieben und arbeiten” (amar e trabalhar). Na sua crença, a conjunção trabalho e família é o que permite um funcionamento psicológico sadio, vinculando o indivíduo ao sentimento de felicidade.

Então, por que os profissionais estão cada vez menos motivados com o trabalho que executam? Como construir um sentido que torne satisfatória a trajetória profissional?

Vemos atualmente um quadro de muita ansiedade, intolerância, nervosismo constante e angústia. Isso leva muitos profissionais à infelicidade crônica responsável pelo afastamento e até mesmo pelo desligamento do trabalho em decorrência de quadros depressivos. Alguns fatores surgem como causadores desse estado: salários não condizentes com o volume de trabalho, pressão constante, pouco desafio e falta de mentoria estão entre as queixas mais frequentes.

É impressionante como a frustração e a indecisão se tornaram comuns e recorrentes na atual geração de jovens profissionais. São poucos os que se sentem felizes e plenos com o caminho profissional traçado. A grande maioria está confusa, desapontada, cheia de perguntas e longe de encontrar respostas. E mais do que faltar respostas, faltam objetivos, faltam propósitos, faltam metas, falta felicidade.

Hoje vejo pessoas se preparando muito e executando pouco. Vejo pessoas mais cumprindo papel do que fazendo o que realmente gostam e escolheram. Vejo corpos físicos presentes em reuniões, mas almas distantes e frustradas. E isso tem de gerar um impulso por mudança, um impulso para buscar a felicidade.

Considerando que a felicidade é relativa à percepção de cada um do que lhe cabe como medida, as pessoas precisam saber quem são para descobrirem o que de fato querem, fazendo uma relação custo-benefício que as aproxime das suas próprias intenções e de seus propósitos.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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Escolhas! (por Sidnei Oliveira)

fevereiro 18, 2015

Tudo começa com as escolhas. Vivemos momentos fantásticos e também momentos terríveis. Independente da forma como as coisas ocorrem, sempre seremos responsáveis pelas consequências, pois ao tomar nossas decisões influenciamos tudo o que nos acontece. Somos aquilo que escolhemos ser!

É evidente que há pedras no caminho, desafios que não conhecemos, momentos de pouca energia, enfim, não é fácil fazer escolhas… Contudo, uma coisa é bastante interessante – não importa o quanto erremos em nossas escolhas, sempre podemos recomeçar, pois na verdade nossa vida é feita de ciclos e sempre que um acaba outro tem início.

Nossa vida é dominada por nossas escolhas, mesmo quando inocentemente acreditamos que não escolher nos isenta das consequências. Bobagem! Não escolher também é uma escolha, mas com resultados muitas vezes inesperados. Por isso você deve fazer escolhas e estabelecer metas que levem a um efetivo envolvimento com elas.

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Fonte: livro “Geração Y: ser potencial ou ser talento? faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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É preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração! Por Sidnei Oliveira

agosto 14, 2014

Outra coisa que passa despercebida pelo jovem é que agora também temos de administrar nossa “vida digital”.

Grande parte das pessoas assumem suas vidas digitais ignorando consequências reais, acreditando estar agindo anonimamente. Esse é um grande engano, pois é justamente no mundo virtual que se deixa o maior número de rastros de seus comportamentos. Nele, os relacionamentos atingem um grau de complexidade tão grande que somente por meio das redes é possível dar conta de tantos contatos. Todos querem se conhecer, ou, pelo menos, manter uma fina camada superficial de conexão que permita se atualizar sobre a vida dos outros, ou seja, está decretado o fim da privacidade total. Qualquer pessoa hoje tem aspectos de sua vida publicada na internet, seja no perfil pessoal na rede social ou no perfil de algum conhecido.

Claro que há grandes benefícios, mas devemos lembrar que a internet é apenas uma ferramenta para alcançá‐los, portanto, devemos ter o controle sobre o seu uso. Quando perdemos esse controle, criamos uma realidade distorcida, com consequências muito intensas em nossas vidas.

Devemos nos manter ligados às novas tecnologias, sim, mas temos que nos lembrar que precisamos nos conectar com pessoas e não com ferramentas, por isso, é preciso se desconectar para conectar‐se de fato e sem distração.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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FECILIDADE = REALIDADE – EXPECTATIVAS, por Sidnei Oliveira

julho 24, 2014

O entendimento da fórmula é simples: quando a realidade da vida de alguém está melhor do que essa pessoa estava esperando, ela está feliz. Quando a realidade acaba sendo pior do que as expectativas, essa pessoa está infeliz.

Os jovens atuais compõem a geração mais conectada da história, mas está um pouco distraída, não percebendo o momento singular que está vivendo e as possibilidades que podem alcançar. Por isso, acredito que eles precisam de um tipo de apoio especial. Apoio que os veteranos tiveram durante sua juventude, mas que agora, talvez também por se distraírem com suas próprias conquistas, acabaram se omitindo de realizar. Trata‐se do exercício da mentoria.

 

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos” de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

 

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Sou eu que posso realizar meus sonhos!!!

junho 5, 2014

“Percebi que a vida é curta demais para ficar sofrendo e frustrado com os erros que tive no passado. Posso aprender com eles e também utilizar minhas realizações como fonte de confiança na minha capacidade de construir novas oportunidades de atuação.

O que não consegui hoje, posso conseguir amanhã, ou um pouco mais à frente. Daí o tesouro, presenteado por Sidnei: sou eu que posso realizar meus sonhos. Planejar, realizar, fracassar, aprender, confiar novamente, buscar um mentor, inovar e aspirar novos níveis de atuação.

Sidnei lhe ajudará a descobrir e fazer o que realmente quer, mas ele não passará a mão na sua cabeça. Você pagará um preço por isso. Escolhas, Foco e Valores.

Do que estou falando? Saberá ao ler o livro!”

Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos.

 

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

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