Família e amigos no processo de separação. (por Maria Tereza Maldonado)

fevereiro 12, 2016

O processo de “digerir” o término do casamento é demorado, não apenas para o casal e os filhos, mas também para os familiares. Em muitos aspectos, é idêntico ao processo de luto pela perda de uma pessoa querida: fala-se sobre o assunto muitas vezes, há períodos em que a sensação de perda é aguçada, há a possibilidade de redimensionar os acontecimentos com o passar do tempo ou a possibilidade de paralisar-se na tristeza e no inconformismo. As repercussões no círculo de amigos, são também bastante extensas, com o término de algumas amizades, a permanência de outras e o início de novas relações.

 

 

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Fonte: livro “Casamento, término e reconstrução”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

 

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Espaços vazios. (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 5, 2016

Nada é mais urgente do que a necessidade de parar. Os espaços vazios se tornaram luxo em nossas vidas aceleradas. Temos a percepção da escassez do tempo, quando, na verdade, o tempo não mudou. O que mudou é a forma como vivemos diante do tempo. Como já dizia Shakespeare, o bom e o ruim são produzidos apenas pelos pensamentos.

 

Nesses últimos anos, tenho aprendido a dar pausas na minha vida. Tenho aprendido a desenvolver o olhar apreciativo. E a única forma de apreciar o mundo a nossa volta é estarmos conectados com o aqui e o agora. Nada mais. Viver o que estamos vivendo. Observar o que estamos observando. Explorar os momentos de silêncio, de vazio, de nada.

 

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Fonte: livro “Ponto Ágape”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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Ao anunciar mudanças na empresa, não assuste as pessoas! (por David Miller)

fevereiro 3, 2016

Uma vez tendo enxergado as mudanças através das lentes do controle, você pode começar a perceber o que acontece às pessoas quando você anuncia mudanças. Isso é particularmente verdade quando anuncia mudanças que elas não estão esperando.

 

As mudanças rompem com os fortes sentimentos de controle conscientes ou inconscientes que as pessoas desenvolvem no status quo ou no estado atual. Consequentemente, as pessoas no meio das mudanças geralmente se sentem inseguras e amedrontadas. Elas estão preocupadas que lhes possa faltar a capacidade de mudar; elas podem ter tantas outras mudanças acontecendo que simplesmente não têm mais a capacidade de lidar com isso. Elas também podem estar preocupadas em não ter as habilidades necessárias. A ideia de aprender uma nova forma de produzir pode causar desconforto, já que geralmente as pessoas têm dúvidas se ainda possuem as competências que precisarão para terem sucesso. Além disso, pode lhes faltar a confiança de que serão capazes de produzir da nova forma.

 

As pessoas geralmente constroem certo nível de confiança na forma como trabalham hoje; sua confiança pode balançar se elas tiverem de desaprender tudo isso e produzir de uma nova forma. E elas ficarão desconfortáveis com as novas formas de trabalho e com as novas relações de trabalho; existe um nível de conforto em poder fazer seu trabalho bem o suficiente para não causar qualquer estresse. Além do mais, quando as tarefas e as responsabilidades mudam, as relações de trabalho podem ser alteradas; as pessoas geralmente perdem as relações estabelecidas e se preocupam sobre como as novas serão.

 

 

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Fonte: livro “Gestão de mudança com sucesso”, de David Miller – Integrare Editora

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Sobre “100 frases de Içami Tiba” por Eugenio Mussak

fevereiro 1, 2016

Tiba era capaz de escrever sobre liberdade e disciplina (Disciplina, limite na medida certa), chamando nossa atenção para a importância desses dois valores, especialmente quanto à educação das crianças, mas também da condução de nossa vida adulta. Para tanto, valia-se da mesma naturalidade com que analisava as diferenças entre homens e mulheres (Homem cobra, mulher polvo). As diferenças, as nuances e as linhas limítrofes eram temas que lhe interessavam. Que lhe faziam cócegas no sangue.

 

Era intransigente com confusões que as pessoas fazem com frequência e que prejudicam enormemente suas vidas. Insistia em que não devemos confundir liberdade com libertinagem, autoridade com autoritarismo, dar afeto com sufocar, repreensão com repressão. Entender as diferenças entre essas posturas e aplicá-las adequadamente – desenvolvendo algumas, livrando-se de outras – estava na base de sua terapia extremamente libertadora pela simplicidade.

 

Dizia acertadamente que o comportamento do jovem na sociedade vai reproduzir o comportamento que teve em casa quando criança. Por isso insistia: Quem Ama, Educa! – mas não mima. Crianças mimadas em excesso, poupadas dos pequenos sofrimentos do cotidiano e das responsabilidades crescentes, tornam-se adultos “folgados”, que esperam do mundo mais do que estão dispostas a dar a ele. Ou seja, Tiba não queria cidadãos com grande tendência ao fracasso e à falta de ética. “Nutrir, sim, hipersaciar, jamais”. OK, mestre.
Esta coletânea de frases e pensamentos é o mosaico de um cérebro privilegiado, fértil, responsável e feliz. Mostra a diversidade de seu pensamento, a profundidade de sua visão e a simplicidade de sua interpretação.

 

 

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Fonte: livro “100 frases de Içami Tiba” – Integrare Editora

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Ioga e sexo. (por Ruth Barros e Mario Americo)

janeiro 29, 2016

Quem procura a prática normalmente vai em busca de melhora física e eventualmente mental. Acaba encontrando outros aspectos e de quebra uma grata surpresa, que pode incluir melhora do desempenho sexual, já que além da onipresente respiração, os músculos internos diretamente envolvidos no caso também são trabalhados, como o períneo. Não que o objetivo primordial seja esse, é apenas uma espécie de bônus e dos mais agradáveis. E os asanas são capazes de soltar a imaginação para performances nunca imaginadas. Qualquer dúvida é só lembrar as imagens do Kama Sutra e suas exóticas posições sexuais – exóticas para nós, bem entendido.

 

Sexualidade é uma energia da qual dispomos para conhecer e amar, abertura para um diálogo mais amplo e profundo. Estresse e problemas traduzem-se em irritação e, definitivamente, esse não é o jeito ideal para encarar sexo. Ioga relaxa tanto a mente quanto o corpo, permite desfrutar melhor das sensações. Isso pode transformar principalmente os apressadinhos, alvos de grandes queixas, em tipos mais controlados e com maior capacidade de usufruir da relação. É aquela velha história de curtir o caminho em vez de procurar chegar ao destino rapidamente.

 

Menos remédio – Reza a lenda que a atividade sexual diminui com a idade, mas a ioga está aí para tentar contrariar essa dura realidade. Além da óbvia melhora da circulação, fundamental principalmente no caso masculino, trabalha ainda flexibilidade, força e oxigenação, além dos aspectos de determinação, superação e contentamento. De quebra apura os sentidos, é quase uma questão de pele. Esse conjunto é bom caminho para maior longevidade e qualidade da relação. Se mais brasileiros seguissem por ele, o país sem dúvida cairia alguns pontos no ranking que o coloca como segundo maior consumidor mundial de medicamentos para disfunção erétil.

 

As mudanças da menopausa, que afetam profundamente a sexualidade feminina, também têm novas possibilidades com a ioga. A ginecologista Helena Hachul, chefe do ambulatório de Distúrbios do Sono do Ambulatório de Climatério da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aplica tratamentos complementares em grupos de voluntárias que lidam com distúrbios dessa fase da vida. Além de ioga, são usados também fisioterapia, massagens, RPG, alongamento e ingestão de cálcio. Apesar de não mensurar exatamente sexo, pois os questionários abordam aspectos da qualidade de vida geral, ela observa que esse é um dos aspectos que apresenta ganho. “Se a gente pergunta, respondem que a vida no geral melhorou. Espontaneamente não declaram, mas, se formos esmiuçando cada item, dizem que melhorou inclusive a parte sexual.”

 

A médica aponta o crescimento da autoestima como um dos fatores mais significativos da mudança: “Elas começam a usar brinco, a se arrumar mais, a postura muda diante da vida. O que a gente observa é que a paciente que tem uma melhora apresenta essa melhora de maneira geral. Sentindo-se melhor, consegue ficar melhor diante da vida. Esse progresso é relatado em vários aspectos, no relacionamento com o parceiro, seja no dia a dia, seja na parte sexual, em todas as coisas ela vai tendo um ganho”.

 

 

 

 

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Fonte: livro “Ioga além da prática”, de Ruth Barros e Mario Americo. Integrare Editora

 

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Castigos ou consequências. (por Maria Tereza Maldonado)

janeiro 22, 2016

Gisela está preocupada, sem saber o que fazer com Rodrigo, seu filho de 10 anos: “Ele não aceita castigos. Ontem, não fez os deveres de casa; eu disse que vai ficar uma semana sem televisão. Sei que é inútil, porque, assim que saio para o trabalho, ele faz o que quer e a empregada não tem a menor autoridade com ele. Se já me desafia desse jeito, o que vai fazer comigo quando for adolescente? Em casa, estamos só nós dois, o pai casou de novo e quase não aparece, e ele já está quase do meu tamanho…”.

 

Essa é uma queixa freqüente na maioria das famílias, mesmo quando há pai e mãe dentro de casa. Porém, em algumas famílias uniparentais, o acúmulo de funções (a mãe provedora e educadora, sem participação do pai) pode dificultar o exercício da autoridade. No entanto, é bom lembrar que autoridade não é sinônimo de autoritarismo nem precisa de força física para ser exercida. O filho pode ficar mais alto e mais forte e, ainda assim, respeitar a autoridade dos pais. É uma questão de hierarquia.

 

As mensagens que comunicamos vão por três canais: a palavra, a postura corporal e as ações. Quando esses três elementos estão integrados, enviamos mensagens fortes; quando não há coerência entre os canais, é a palavra que mais facilmente fica desacreditada. A mãe sabe que o castigo é inútil porque não será cumprido; o filho sabe que não precisa levar a sério as palavras da mãe porque, como acontece em outros cenários da vida nacional, “tudo acaba em pizza”.

 

Na educação para a responsabilidade, as consequências são muito mais eficazes do que os castigos. Essa não é uma simples substituição de palavras, é uma mudança de conceito.

Castigo é punição, frequentemente dado na hora da raiva, sob a forma de ameaças ou de modo exagerado (“Vai ficar sem brincar na casa dos amigos até o fim do ano!”). Passada a raiva, os pais esquecem ou “atenuam a sentença”, com pena do filho, que suplica e promete não fazer de novo o que o levou à “condenação”.

 

Dar um castigo e não cumpri-lo é o caminho mais curto para a impunidade dentro de casa e estimula crianças e jovens a manipular os pais. Dar consequências é uma medida essencial na educação para a responsabilidade: primeiro os deveres, depois os prazeres (“quando terminar o trabalho da escola pode ver televisão”); estragou, tem de consertar (“sei que você não derramou o suco de propósito, mas precisa limpar a mesa”); usou, tem de colocar no lugar (“pegue a calça que você jogou no chão e ponha no cesto de roupa suja”). A consequência tem uma ligação lógica e imediata com o que foi feito de maneira errada ou deixou de ser feito, com o propósito de corrigir o erro ou a omissão. Precisa ser enunciada com firmeza e persistência para que possa ser atendida. Cumprir a consequência determinada é condição para desfrutar os privilégios desejados.

 

Isso também funciona para os adultos: imaginem como nosso país funcionaria melhor se, quando as leis não fossem respeitadas, as consequências cabíveis fossem aplicadas, as multas, cobradas, e se existisse uma real intolerância com a cultura da impunidade que vigora em todos os setores da sociedade!

 

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Fonte: livro “Cá entre nós”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

 

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Como trabalhar e manter bom desempenho na empresa com o coração partido? (por Daniela do Lago)

janeiro 20, 2016

Foi-se o tempo em que falávamos de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, afinal o conceito de equilíbrio nos remetia a ideia de áreas separadas da vida. Hoje, falamos do conceito de integração, pois esta linha divisória entre vida pessoal e profissional já não está tão evidente. Se algo ruim ou bom acontece em casa, é natural que se reflita no trabalho e vice-versa.

 

Quero falar de um assunto que raramente é tratado com seriedade nas organizações. Quando um profissional rompe o relacionamento amoroso ou enfrenta um divórcio, como trabalhar e manter bom desempenho na empresa estando com coração partido?

 

Quando sofremos um acidente, quebramos a perna, braço ou até mesmo quando contraímos uma conjuntivite, fica evidente que precisamos tirar licença para nos recuperarmos. E quando se trata de rompimento de relação amorosa? Nossa CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não prevê licença para este tipo de dor. E acredite, qualquer rompimento, seja divórcio ou término de namoro, deixa marcas em quem passa por ele.

 

Assuntos do coração são mesmo complicados, ainda mais quando se trata de um coração partido. Por isso, coloco aqui algumas dicas que podem ajudar na sua recuperação sentimental. Vale lembrar que o chefe ou as pessoas da equipe não são obrigados a se emocionar ou se envolver com seus problemas. Você não deve ficar chateado contando a todos sobre a “insensibilidade” do chefe ou de colegas. Muita cautela para não entrar nesse caminho.

 

  • Procure escuta profissional. É importante contar com alguém preparado para te ajudar e que será pago para te ouvir.

 

  • Pode parecer cruel o que direi, mas representa a mais pura realidade, nem sempre os colegas da empresa estão interessados em ouvir seus problemas profissionais, quanto mais pessoais.

 

  • Dedique-se a atividades rotineiras. Sabe aquelas tarefas que exigem pouca atenção e que estão esperando para serem realizadas há tempos na sua mesa? Pois bem, esse é um bom momento para desovar pendências rotineiras.

 

  • Procure não fazer atividades que necessitem de muita atenção, pois pode ser que deixe escapar alguma informação crucial que pode te prejudicar. Se tiver mesmo que fazer tal atividade, neste caso conte com ajuda de algum colega para ler aquele documento ou revisar a apresentação, isso não significa que deixará sob responsabilidade da outra pessoa, apenas peça ajuda.

 

  • Se sentir a pressão muito forte e for preciso, não tem nada de errado ir até o banheiro para chorar. Faça isso. Desde que seja para aliviar a tristeza daquele momento. Também não deve ficar chorando compulsivamente o dia todo na frente de todos. Se tiver possibilidade, procure tirar do banco de horas pelo menos dois dias para que possa recuperar seu controle.

 

Vá por mim, nas empresas, muitas pessoas ainda não sabem lidar com as emoções. Chegará um tempo em que não seremos julgados por nossas emoções. Mas ainda não estamos lá e, dependendo da emoção demonstrada, pode pesar negativamente na empresa.

 

No demais, dê tempo ao tempo. Gosto e apoio o conceito de um dia por vez. Trate de forma cuidadosa seus sentimentos, absorva tudo o que aconteceu e utilize para aprender, crescer e avançar na vida.

 

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Fonte: livro “Despertar profissional”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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