O equilíbrio desejado. (por Eugenio Mussak)

setembro 28, 2015

Em uma sociedade que valoriza a eficácia e o resultado, as pessoas excessivamente dedicadas ao trabalho, comprometidas até o tutano com seu ofício, ganham status, são admiradas e apontadas como referência. Nada contra, mas cuidado com os exageros. A expressão workaholic surgiu para designar quem que é viciado em trabalho e não consegue se desligar dele em momento algum. Isso vira uma espécie de doença, algo que termina por prejudicar, pois um tipo assim sacrifica a vida em família, descuida da saúde, não curte hobbies, só cultiva relações ligadas ao ambiente profissional, e esse desequilíbrio acaba se voltando contra a própria carreira.

O festejado ex-presidente da GE, Jack Welch diz que “Basicamente, o equilíbrio trabalho-vida pessoal converteu-se em debate sobre até que ponto deixamos que o trabalho absorva toda nossa vida”. E ele diz isso batendo com o punho no peito, fazendo seu mea culpa por não ter, ele mesmo, conseguido tal desejado equilíbrio. Ele foi totalmente absorvido por sua carreira, pelos negócios e pela empresa, mas, em nenhum ponto de sua biografia ele credita a isso o sucesso que teve, e sim a traços de sua personalidade, como o espírito de liderança, a disposição para correr riscos e a criatividade.

Claro, ele também alega que adorava o que fazia, o que o coloca em outra categoria, a dos worklovers, os apaixonados pelo trabalho. Estes, ao contrário dos workaholics, não sentem que estão passando do limite, pois seu trabalho é uma espécie de diversão. Outro conselho do Welch: “Assuma uma atitude positiva e espalhe-a ao seu redor, nunca se deixe transformar em vítima e, pelo amor de Deus, divirta-se!”. Ótima frase, mas veja, ela se aplica à vida, e não ao trabalho apenas. Aliás, o trabalho é parte da vida, e não deve ser confundido com ela.

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Fonte: livro “Com gente é diferente: inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak- Integrare Editora

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Da paixão para o amor : um ponto final ou um ponto de mutação? (por Alfredo Simonetti)

outubro 3, 2014

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas, muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento. As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

O amor pode não ser paixão, mas tem a ver com ela, não é a ausência dela: existem no amor momentos de paixão, só que mais calma e mais duradoura.

Paixão, por definição, é sentimento em ápice, é como uma montanha, vai subindo, subindo até um pico lá no alto, e depois vai descendo, descendo, e finda. Um gráfico da paixão é agudo, intenso, mas também é breve e com final certo: termina. Por outro lado, o gráfico do amor lembra mais uma cordilheira, uma cadeia de montanhas entremeadas de vales, planícies e platôs, é longo, flutuante e de final aberto: não é tão certo o que vai acontecer.

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Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti. Integrare Editora

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Desconfiança: proteção ou muralha? Por Leila Navarro

junho 18, 2014

Nossa falta de confiança é generalizada e se estende a estranhos, colegas de trabalho, governos, instituições, projetos, empresas, mudanças, enfim, qualquer coisa que possa representar algum tipo de ameaça à nossa estabilidade ou segurança.

E assim fazemos da desconfiança a muralha que nos separa dos perigos do mundo exterior. Mas até que ponto ela nos protege e até que ponto nos aprisiona? Enquanto vivemos seguros aqui dentro, o que estamos deixando de viver lá fora? Poderemos ser pessoas autoconfiantes, realizadas e felizes nos limites de nossa muralha ou para isso teremos de nos aventurar para além dela?

A situação é no mínimo contraditória, pois enquanto desconfiamos para não sermos passados para trás não conseguimos ir em frente. A desconfiança nos aconselha a ficar nos limites do conhecido, a evitar riscos e a nos fechar para os outros, ao passo que o mundo de hoje – especialmente no que diz respeito à carreira profissional – requer abertura para o desconhecido, coragem para arriscar e integração com as pessoas.

 

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Fonte: livro “Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José María. Integrare Editora

 

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Não, o dinheiro não compra felicidade! Por Eduardo Almeida

maio 29, 2014

Não, o dinheiro não compra a felicidade: o dinheiro só é capaz de comprar prazeres. Por sua vez, esses prazeres, quando não estão pautados em um profundo senso de significado, mostram‑se vazios e até opressivos.

é impressionante, pois somos a primeira geração, na história da humanidade, a vivenciar tantos benefícios associados à evolução da ciência, que propiciou a melhoria da saúde, a disponibilidade de alimentos em larga escala, a facilidade dos meios de comunicação e transporte. Então, o que me choca é não poder afirmar com convicção que essas “externalidades” se converteram igualmente em paz de espírito, e em uma melhor relação de qualidade e significado para nossas vidas e aquilo que realizamos.

O mercado multimilionário associado a antidepressivos, ansiolíticos, bebidas “estimulantes”, drogas, entre outros, nos faz perceber que Bauman tem razão, pois a “alma da sociedade” anda, de fato, inquieta.

 

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Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo. Integrare Editora

 

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Sem sabedoria continuaremos a coexistir com ambientes de trabalho opressores e mecanicistas, continuaremos incapazes de encontrar felicidade no que realizamos e com as pessoas que coexistimos. Por Eduardo Almeida

maio 22, 2014

O mundo e as relações sociais que hoje desenvolvemos, incluindo o universo do trabalho, demandam um profissional que seja muito mais do que um “especialista” repleto de certezas.

 

O que buscamos é uma mudança qualitativa nessas relações, em que mais do que o que voc. sabe (conhecimento), seu valor esteja em sua capacidade de aplicar com coerência, bom‑senso e significado esse conhecimento, habilidade a qual denomino de sabedoria.

 

Sem sabedoria continuaremos a coexistir com ambientes de trabalho opressores e mecanicistas, prosseguiremos destruindo nosso ecossistema em troca de lucros rápidos e, principalmente, continuaremos incapazes de encontrar felicidade no que realizamos e com as pessoas que coexistimos.

 

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Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo. Integrare Editora

 

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Lançamento: No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida!

maio 15, 2014

Eduardo Almeida é publicitário, palestrante, especialista em treinamentos corporativos e mestre em artes marciais. Em seu livro “No Caminho da Vitória”, oferece novos pensamentos sobre como enfrentar esse imenso tatame que é o mundo corporativo. Ao mesmo tempo que preserva as raízes filosóficas das artes marciais, as aplica de uma forma contemporânea aos desafios do século XXI.

 

Faz isso de forma clara e cativante, harmonizando os antigos ensinamentos orientais com a realidade e os desafios de nosso tempo. Explica que todos nós enfrentamos batalhas, e que a luta, na grande maioria das vezes não é travada com força física ou violência, mas sim, num combate interno de desafios, estratégias e superação. A obra é dividida em duas partes: “Por que Lutar” e “Como Lutar”, onde enumera e expõe 11 princípios que oferecem os elementos para a vitória do Guerreiro Moderno nos diversos papéis de sua vida, bem como nos estudos, trabalho e aprimoramento pessoal.

 

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Fonte: livro “No caminho da vitória – As mais belas e importantes lições das artes marciais para o trabalho e a vida”, de Eduardo. Integrare Editora

 

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Líderes se qualificam pelo estado das equipes que lideram, por Ken O’Donnell

outubro 23, 2013

Uma equipe de pessoas realmente preparadas para gerar sucesso na configuração atual não é apenas um grupo de seres humanos que trabalham juntos no seu pedaço do quebra-cabeça estratégico de uma organização, como uma máquina bem lubrificada e previsível.

Os membros são os participantes de uma emocionante história em curso que produz grandes resultados e reforça a comunhão de propósitos e da interligação entre eles. O desafio é criar uma história absorvente, com capacidade de formar um compromisso excepcionalmente forte na equipe. Sem isso, os membros tendem a preencher as lacunas com suas próprias questões mesquinhas.

Grupos de trabalho podem ser formados em minutos, mas equipes que geram resultados positivos de forma consistente levam tempo e cuidado para ser formadas. Esse é o trabalho de um líder consciente e inspirador.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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