Está em dúvida sobre qual carreira deve seguir?

setembro 11, 2017

2017-09-11_Carreira_Post Blog

Você já pensou que o modelo atual surgiu há mais de 50 anos e não reflete mais a atualidade? Muitos estão procurando soluções para a nova realidade, mas fórmulas mágicas ainda não existem. Por isso, avesso à simples manuais, Felipe traz aqui a esperança de que, se algumas das dicas ou aprendizados compartilhados forem colocados em prática, você poderá se tornar um profissional ainda mais realizado.

 

Você pode refletir sobre a sua carreira, mas tem que entender que isso depende de um posicionamento pessoal que exige protagonismo. A era da informação exige filtros, inteligência emocional e principalmente AÇÃO para concretizar projetos.

O futuro não lhe pertence, e isso é o que faz a vida se tornar incrível. Se tudo estivesse previsto, perderia a graça, a magia. Viver é aprender a lidar com incertezas e principalmente aprender a fazer escolhas.

A sua carreira pode lhe trazer realização e felicidade, que serão resultados das suas escolhas. Mas você tem que fazer essas escolhas aqui e agora. E você: vai ou fica?

Fonte: Carreira – O começo certo em um futuro incerto, de Felipe Maluf. Integrare Editora.

 

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Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

março 1, 2013

O novo mundo colaborativo reflete uma mudança na sociedade, na qual o poder é distribuído e compartilhado. E onde, de fato, as pessoas mais influents são aquelas que mais compartilham, e não as que tentam manter o controle e restringir o fluxo de informações.

            Para as empresas, as oportunidades comerciais de alavancar o poder da colaboração estão apenas começando a ser exploradas, e os que estão à frente vão colher os frutos.

            Embora não entremos em um mundo de consumo perfeito, no qual a criação satisfaz a fabricação, que por sua vez satisfaz o consumo, sem gerar nenhum desperdício, há uma grande oportunidade para todas as empresas e líderes.

            No final das contas, nós temos uma escolha – aceitar o emocionante mundo novo e sermos empresas e líderes abertos, transparentes e colaborativos e, com isso, mais bem-sucedidos. Ou observar as pessoas usarem o poder das mídias digitais e sociais para nos forçar a ser.

            Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jone. Integrare Ed.

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Tudo depende da forma como você encara a vida!

janeiro 9, 2013

 

Se você reduzir as coisas, certamente terá uma visão decepcionante de quase tudo — da maioria das empresas, das profissões e dos cargos que conhece hoje. Ao contrário, se você se permitir olhar as coisas de um modo diferente, mais amplo e buscando significado, terá outra interpretação de muitas funções ou profissões que talvez considere pesadas, insignificantes ou tediosas.

O processo de reduzir e de ampliar pode ser aplicado em quase tudo o que você imaginar — sempre com a mesma lógica de resultados. Você baixa o farol e vê tudo sob as lentes do “apenas lógico” e tudo fica pequeno, frio, básico e, no máximo, necessário. Pelo contrário, se você levantar o farol, tentará dar um significado maior para as coisas, verá encadeamento, sairá do padrão e verá as coisas sob outro ângulo — as coisas ganham um novo sentido.

Funciona desta forma: pense de maneira reduzida numa rede de varejo de eletro e móveis e ela se tornará um lugar que empurra coisas e mais coisas de que as pessoas não precisam, transformando-as em consumidores endividados e cheios de coisas inúteis em casa, que logo precisarão ser trocadas de novo. Se você for o empreendedor de um varejo assim ou se apenas trabalhar lá aprovando o crédito por essa lógica pequena e dura, acabará admitindo que vive para causar prejuízo aos seus clientes. Ou seja, você trabalha para lesar os outros. Faz sentido? Espero que não, por isso quero que você conheça outros exemplos dessa forma reduzida de ver e avaliar o que está ao nosso redor.

Pense nos bancos e diminua completamente o valor desse negócio — você dirá que eles vivem para achacá-lo com taxas de toda ordem. E que eles só lhe emprestam dinheiro para que você afunde em dívidas e não tenha como pagar. Ou seja, você passa a acreditar que os bancos existem para que você viva afundado no cheque especial todo mês. Faz sentido?

Dessa forma, você poderia creditar as mortes no trânsito somente à indústria automotiva e não incluiria os motoristas. Compreende a distorção? Seria como creditar a responsabilidade pela preguiça a quem fabrica camas. Ou ainda responsabilizar a Nigella Lawson ou o criador da receita do sorvete Häagen-Dazs de doce de leite pela obesidade no mundo.

Você compreende o que quero lhe mostrar? Quero que você perceba que pode estar vendo as coisas por uma perspectiva, no mínimo, míope. E a falta de foco pode estar fazendo você entender que o culpado é o mensageiro que lhe traz a notícia. Você pode estar julgando os resultados pelo meio e não pelo fim em si. Talvez pareça muito simplório isto que vou dizer, mas tudo — absolutamente tudo — pode ganhar um novo sentido partindo da sua perspectiva e do significado que você atribui ao contexto. Tudo depende de como você encara as coisas. Há gente que sempre olhará tudo pelo negativo e transformará qualquer coisa em algo sem nenhum significado.

 

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Permita-se experimentar olhar as coisas sob uma nova perspectiva

dezembro 31, 2012

 

O que eu gostaria de provar a você é que podem existir outros pontos de vista que geram novas perspectivas para o que VOCÊ TEM HOJE, para ONDE VOCÊ ESTÁ ou para o que VOCÊ PERSEGUE e, talvez, neste momento, não esteja conseguindo enxergar com clareza.

E o valor maior ou menor atribuído por você para esse seu patrimônio atual, para a perspectiva ou para o caminho que tem pela frente só depende do seu olhar e do seu julgamento. QUEM DETERMINA O SENTIDO DA SUA VIDA É VOCÊ. O crédito ou o descrédito, a chama acesa ou apagada, a abundância ou a limitação podem não ser uma unanimidade, dependendo de quem e de como os interpreta. QUEM DÁ O SIGNIFICADO PARA A SUA MARCA É VOCÊ. Lembre-se da frase: “O cor-de-rosa é o azul-marinho da Índia”.

“Quando estiver em dúvida, adote automaticamente o padrão Steve Jobs. Pergunte como o seu projeto, por exemplo, se sairia em uma escala cujo grau máximo é: insanamente genial.” Tom Peters

Bom. Se você está insatisfeito ou se acredita que as coisas poderiam estar acontecendo de outra forma, eu lhe proponho o seguinte exercício, com algumas alternativas. Marque com um X a sua opção:

A (     ) Continue a se lamentar, chore na frente do espelho e reclame o tempo todo pelo resto da sua vida. Alugue as pessoas à sua volta com suas chorumelas, dores, cansaço, estresse e reclame sempre da empresa na hora do almoço. Todo mundo adora pessoas assim. Fale mal do se chefe para todos os colegas. Isso ajuda muito. E reclame da falta de espaço, de perspectiva e de quanto você está cansado dessa vida. Se possível, coloque suas lamúrias nas redes sociais. É ótimo abrir sua página no Facebook e, mesmo sem conhecê-lo, constatar pelas suas declarações como você deve ser uma pessoa legal!

B (     ) Faça alguma coisa por você e dê sentido à sua vida.

C (     ) Faça alguma coisa por você e dê sentido à sua vida.

D (     ) Faça alguma coisa por você e dê sentido à sua vida.

E (     ) Faça alguma coisa por você e dê sentido à sua vida.

Você pode ver as coisas como quiser

Você pode olhar as coisas como quiser e atribuir a perspectiva que achar melhor. Você é você e suas crenças. Você é você e suas circunstâncias. Você pode decidir e fazer o que quiser. Mas minha provocação segue o espírito crítico (e de certa forma cínico) do Tom Peters, de encarar a busca pela excelência e a ideia de construir catedrais, perguntando:

Se não for isso, será o quê? Se não for agora, quando será?

 

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Lançamento!!! Novo livro de Arthur Bender: Paixão e significado da marca

dezembro 21, 2012

 

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Neste livro, Arthur Bender mostra por que a emoção se tornou um ativo valioso para a sociedade e como ela impacta o consumo e os relacionamentos. Por que a emoção passou a ser um ponto vital para a sustentabilidade e a perpetuação de valor de marcas e organizações. E por que PAIXÃO pode ser o Santo Graal para o sucesso de profissionais e para a geração de valor de carreiras.

Seja explicando o êxito de determinadas marcas, seja abordando as possíveis causas da apatia do consumidor ou analisando com afiado senso crítico as várias facetas do comportamento humano, Arthur Bender deslinda com maestria as tendências do mercado, a fim de montar um painel atual e abrangente sobre estratégia e posicionamento de marcas, tanto corporativas como pessoais.

Este livro é voltado não apenas àqueles que já são apaixonados pelo que fazem, mas também àqueles que abriram mão das suas paixões. Aqui encontrarão insights para reforçar suas crenças… ou buscar caminhos para se reinventar.

“O objetivo do livro é sacudir você como gestor de pessoas, gestor de marcas ou como profissional de marketing e negócios. É balançar o tedioso cinza da sala de reuniões da sua empresa e questionar paradigmas sagrados do gerenciamento de pessoas ou da competição de marcas.”

 

“No livro, resgato a ideia de SIGNIFICADO no centro da estratégia de geração de valor para marcas. Defendo a ideia de que um posicionamentoúnico – que é vital não só para a sobrevivência, mas para a prosperidade, dependerá cada vez mais da competência em encontrar para as marcas UM SIGNIFICADO MAIOR QUE O PRÓPRIO NEGÓCIO QUE ELAS REPRESENTAM.”

Arthur Bender

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Leia aqui uma parte do livro!


Sem medo de perguntar

dezembro 19, 2012

 

O que eu quero mesmo da vida?

O que eu REALMENTE quero da vida?

Qual é a minha busca?

O que me move?

Qual é a minha grande paixão?

 

Acabamos nos esquecendo do que realmente é essencial

 

Creio que vamos ficando mais velhos e, de certa forma, vamos endurecendo em relação aos questionamentos que tínhamos acerca dos nossos sonhos e das nossas paixões pessoais e profissionais. Houve uma época em que nos perguntávamos e nos angustiávamos muito com isso, e as perguntas não saíam da cabeça: o que eu vou ser no futuro? O que eu quero ser? Por quê? Do que eu realmente gosto muito? Como vou unir o que gosto com a minha profissão?

 

Sem medo de se perguntar

 

As crianças não têm medo de perguntar. Elas pensam sempre em “o que quero ser quando creser”. Mas parece que ao nos “encaminharmos” na vida, simplesmente paramos de nos perguntar sobre de que REALMENTE gostamos e o que REALMENTE queremos ser. Seguimos os rumos que nos levaram até ali – alguns caminhos planejados, outros através de atalhos que o acaso nos forneceu, outros ainda por acidentes, adversidades, vaidades, imposições, planos frágeis ou ausência de planos – e acabamos nos esquecendo das perguntas que realmente eram essenciais em nossa vida.

Nós nos esquecemos, no meio do caminho, das perguntas que poderiam estar nos servindo de guia na caminhada. Dessa forma, tornamo-nos adultos, pais de família, homens e mulheres maduros, profissionais experientes, mas tudo isso sem grandes questionamentos. Muitos de nós passaram a vida sem se perguntar nada, apenas “se tornaram”. E acabamos premidos pelo importante e pelo urgente, ou pior ainda, somente pelo óbvio, e esquecemos do que era ESSENCIAL para a nossa vida.

 

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Um protesto pela paixão e pelo significado!

dezembro 17, 2012

 Porque viver sem propósito é viver sem paixão. E sem paixão, não existe chance de a sua marca chegar a ser reconhecida como excelente.

 

Se você não encontra significado no que faz, nunca chegará a ser tão bom a ponto de encantar alguém. Simples assim. E o pior, não sendo tão bom e não tendo brilho nos olhos, você (mesmo sem querer) acaba deixando um rastro de mediocridade por onde passa. Essa mediocridade dos serviços malfeitos, das entregas sem brilho, da qualidade sofrível arranha a reputação de marcas, rouba prestígio de grandes organizações, lesa o bolso de acionistas, rouba valor dos negócios e faz andar para trás muitas carreiras profissionais. E isso me deixa indignado porque não vejo ninguém levantando essa bandeira e porque acredito que:

 

A paixão pelo que se faz e a excelência que resulta dessa paixão tornam-se uma força invencível no mercado. É isso!

 

Isso é muito importante. Essa força é definitiva para a transformação que sonhamos para nós mesmos, para as nossas empresas, para as marcas que gerenciamos e para o mundo. Por isso defendo a ideia de que PAIXÃO E SIGNIFICADO, PAIXÃO E CAUSA, PAIXÃO E PROPÓSITO podem ser os pontos de desequilíbrio para marcas, negócios, organizações ou para a carreira de profissionais. E acredito também em outra coisa que acho vital para o sucesso das marcas na competição deste século:

 

Será muito difícil a sua marca vencer somente pela técnica. Neste terreno, marcas com propósitos e paixão farão toda a diferença.

 

Por isso a minha indignação e este manifesto urgente que escrevo gritando! Precisamos agora é de gente tão indignada que nunca mais consiga ficar calada quando o assunto for excelência. Precisamos de gente tão indignada que não se conforme com a mediocridade e que vire a mesa de reuniões de cabeça para baixo, se for possível, no próximo encontro de gestão de pessoas — ou de gestão da marca! Precisamos de gente tão indignada que não consiga mais ficar calada quando tiver de en- carar os problemas dentro da própria empresa! Precisamos de gente que invada a sala do marketing, convoque a diretoria e o CEO se for preciso, mas que não se conforme em continuar a trabalhar para uma marca que se afoga na média.

Na verdade, precisamos de gente que se envergonhe de andar na média. De gente que acredite e que ensine seus filhos que não vamos fazer nada de genial no mundo tirando 7,0 na escola e passando raspando na média. Precisamos de gente que passe a odiar e a se indignar com resultados medianos!

E como acredito que o mundo só será transformado pelos inconformados que conseguem se indignar com a realidade, espero que este livro funcione como:

 

Um manifesto contra a falta de tesão no que se faz e um sermão indignado pelo resgate do significado das marcas!

 

Que este livro seja uma bandeira empunhada pelo resgate do prazer e do sentido no que realizamos. Uma bandeira pela virada na nossa vida. Uma bandeira pela transformação da nossa empresa, da nossa marca, da nossa organização, da nossa cidade, do nosso Estado, do nosso país! Mas essencialmente uma bandeira de inconformismo.

Uma bandeira pela transformação urgente das nossas organizações e pelo resgate dos princípios e valores em que acreditávamos quando ainda tínhamos a capacidade de sonhar em transformar alguma coisa! Que este livro seja um manifesto pelo não conformismo com os olhos opacos de gente infeliz de crachá no peito, que faz coisas sem sentido, batendo ponto e se forçando a continuar.

 

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Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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