Um bom ponto para refletirmos!

janeiro 21, 2013

Parece óbvio, mas formalizar metas ajuda bastante. O simples fato de escrevê-las num pedaço de papel aumenta muito seu compromisso de batalhar por elas. Assim, tendo um plano, no final do ano você poderá fazer a sua retrospectiva – o que alcançou? O que ainda não deu certo? – e reiterar suas metas para o ano seguinte.

 

“O que fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz.”

Pablo Picasso (1881-1973)

 

            Mas tome cuidado para que esse plano não vire uma obsessão. Se isso acontecer, o resultado pode ser outro. É preciso equilíbrio nas nossas ambições, ou corremos o risco de nos tornar escravos delas.

           A obsessão por metas é uma força que nos mantém tão envolvidos em alcançar objetivos que chegamos a sacrificar nossos propósitos mais importantes, informa o especialista em gestão Marshall Goldsmith, no livro Reinventando o seu Próprio Sucesso. Nessa hora, podemos colocar tudo a perder. Por causa de uma visão equivocada do que queremos em nossas vidas, nos iludimos achando que seríamos mais felizes se tivéssemos mais dinheiro, menos peso ou se recebêssemos uma promoção, e corremos atrás dessas metas sem cessar. E aí pagamos um preço alto, alerta Goldsmith: negligenciamos nossas famílias, nossos entes queridos, nossos sonhos, ignoramos o verdadeiro sentido que nos move em tudo.

           Outro tipo de obsessão resulta da visão, também equivocada, do que os outros esperam de nós, acrescenta Goldsmith. É como aquele chefe que aumenta as suas metas e você, para superá-las, sai como um louco atropelando tudo e todos. No fundo, o que você realmente quer é agradá-lo. Goldsmith conclui que buscas honestas por objetivos difíceis definidos por terceiros podem nos transformar em trapaceiros.

Bom ponto para refletirmos!

 

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Fonte: livro “Será que é possível? Aprendizados, histórias e resultados na busca da harmonia entre vida profissional, pessoal e espiritual”, de Sergio Chaia – Integrare Editora

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Persistência: até que ponto devemos insistir?

julho 23, 2012

A persistência é a capacidade de insistir numa tarefa quando a maré não está favorável. Todos nós conhecemos pessoas que iniciam uma atividade e a interrompem diante do primeiro obstáculo que lhes aparece à frente.

 

          A maioria das pessoas renuncia a atividades e projetos. Não têm a perseverança necessária para atingir suas metas. O que as atrapalha talvez seja o desejo de obter resultados rápidos. Hoje em dia, as pessoas querem resultados instantâneos. O verdadeiro progresso, contudo, só acontece por meio da repetição incessante e de um esforço concentrado visando o aperfeiçoamento. São necessários tempo e trabalho duro para dominar uma habilidade. Não existem atalhos. Portanto, se você não dispõe de tempo, não espere obter resultados.

          A paciência e a persistência caminham de mãos dadas. Elas são como o yin e o yang do comprometimento. A paciência é uma qualidade passiva; a persistência é mais ativa. Se você deseja se destacar em meio ao grupo, mantenha-se firme em seu propósito até o fim. Essa é a parte ativa do comprometimento. Não desanime caso os resultados não apareçam imediatamente. Esse é o elemento passivo. O fato de a melhora estar acontecendo de maneira lenta não é relevante, o que importa é continuar. Siga praticando, mesmo quando tiver a sensação de que não está chegando a parte nenhuma. Esse é o caminho para atingir o melhor desempenho.

          O resultado virá, provavelmente, quando você menos esperar. Portanto, continue com suas atividades. Dito isso, é importante não se deixar perturbar com esse conceito. Às vezes, é necessário saber o momento de parar. Se, apesar de seus esforços, você tiver a sensação de estar regredindo ou de não sair do mesmo ponto, é sinal de que deve descansar.

Se o descanso não lhe permitir alguma recuperação, talvez você esteja no caminho errado. Considere a hipótese de iniciar outra atividade mais adequada aos seus talentos naturais. Certamente, se você for uma pessoa ambiciosa e determinada, não será fácil saber o momento de parar. Porém, não se deixe levar pelo orgulho ou pela obstinação.

Pergunte-se, com sinceridade, se está desistindo pelas razões certas. Então, terá a resposta. É claro que as pessoas não gostam de desistir das atividades. Mas não há nenhum sentido em continuar uma atividade inapropriada para você.

 

 

Fonte: livro “Viva com Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

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