Não confie em ninguém com mais de 30 anos! Por Sidnei Oliveira

novembro 20, 2013

Este é o limite imposto pela humanidade para o final da juventude – 30 anos –, estabelecendo que a partir dessa idade não é mais tolerável que uma pessoa tome decisões erradas ou tenha atitudes irresponsáveis.

Claro que esse comportamento hipócrita só contribui para tornar mais nítidas as diferenças de percepções e de expectativas, levando os jovens a desconsiderar qualquer contribuição que possa ter origem nos pensamentos de quem tem mais de 30 anos.

De alguma forma os discursos rebeldes dos anos 1960 e 1970 são hoje modelos de comportamentos implantados nas pessoas e têm como consequências mais visíveis os atuais conflitos de gerações que observamos em diversos cenários de nossa sociedade.

A atitude de distanciamento entre os jovens e os veteranos impede uma verdadeira integração, bloqueando a transferência de aprendizados por meio das decisões certas e erradas que cada juventude alcançou em sua trajetória. Um encontro de gerações somente será possível se houver entendimento adequado entre os jovens de todas as idades.

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Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

 

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Como é difícil tirar as rodinhas!

outubro 15, 2012

            Ganhar a bicicleta era o principal sonho daquela criança. Foram muitos os momentos de expectativa em frente à vitrine da loja. A felicidade sonhada já estava nos planos dos pais havia algum tempo. Contudo, contrariando toda ansiedade do coração, a razão insistia em criar um momento especial para realizar o desejo da criança.

Aqueles pais viveram no tempo das bolinhas de gude, das pipas, dos jogos de queimada e de pular corda. Já estava distante o tempo em que a televisão era um instrumento disputado ruidosamente pelas crianças e, algumas vezes, silenciosamente pelos pais. Eram dias em que desenhos, seriados, noticiários e novelas colocavam pais e filhos em lados opostos. Naqueles anos, poucas crianças podiam usufruir de um quarto individual, quanto mais de um brinquedo.

Compartilhar era uma condição imposta pela realidade de famílias ainda numerosas. Quando o presente chegou, ficou evidente a dimensão do planejamento dos pais. A bicicleta era moderna e estava acompanhada de todos os acessórios possíveis: capacete, bomba de ar, buzina, luzes de sinalização, amortecedores hidráulicos e, principalmente, as indispensáveis rodinhas de segurança. Tudo para garantir que os momentos alegres não fossem estragados por quedas e machucados.

A primeira volta que a criança deu na nova bicicleta foi um momento mágico, com sorrisos em todos os rostos. Sob o olhar atento dos pais, a criança pedalava e ganhava velocidade. Algumas vezes, ousava passar com a roda por cima de uma pedra, buscando novas emoções nos pequenos saltos. Depois de alguns dias, a criança adquiriu uma relação íntima com a nova companheira de alegrias, libertando-se dos acessórios mais pesados e se aventurando por caminhos mais sinuosos. O único acessório que mantinha em sua bicicleta eram as rodinhas de segurança. Elas permitiam uma série de manobras emocionantes sem que isso representasse um tombo.

Os pais tentaram tirar as rodinhas, mas não tiveram sucesso. A criança já estava tão acostumada que não aceitava a retirada do equipamento. Quando as rodinhas eram retiradas, a criança simplesmente abandonava a bicicleta.

A criança foi crescendo e seus pais, sempre preocupados em proporcionar grandes alegrias a ela, foram substituindo as rodinhas por modelos maiores e mais resistentes: as novas aventuras eram muito mais desafiadoras e exigiam cada vez mais proteção. Há alguma coisa estranha nesse comportamento, aparentemente aceitável e natural. Não podemos condenar a criança, afinal, todos nós gostamos de rodinhas nos protegendo, facilitando nossos caminhos e nossos desafios. Também é compreensível a atitude dos pais, que sempre irão se preocupar em proteger seus filhos. Eles nunca terão forces para tirar as rodinhas. Quem já aprendeu a andar de bicicleta sabe que somente uma decisão pessoal pode retirá -las.

Esse é o desafio dos jovens da Geração Y. Eles precisam assumir uma postura menos acomodada e mais proativa em relação às suas próprias escolhas. As rodinhas podem proteger, mas também limitam os movimentos e as chances de alegrias. Também precisam aprender a confiar em seu talento e na força que os erros acrescentam ao crescimento pessoal, porque, mesmo não andando de bicicleta, tombos e machucados acontecerão.

A única ajuda que podem desejar é a de ter o apoio de alguém segurando o banco por alguns instantes antes da grande aventura.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Conhecer, entender, conectar…

setembro 10, 2012

Em um tempo em que é possível acessar qualquer tipo de informação com uma simples busca na internet, o conhecimento está cada vez mais superficial e, em alguns casos, até mesmo sendo dispensável.

O conceito por trás dessa realidade é arriscado, mas traz uma lógica pragmática que é difícil de contestar diante da competitividade social cada vez mais intensa. Como não concluir que, com todas as informações acessíveis e disponíveis, é uma perda de tempo acumular informações? Será que ainda há necessidade de aprender?

A resposta é sim. A necessidade existe e sempre existirá. Contudo, a forma, a quantidade e a qualidade do que se aprende estão em transformação, por isso são cada vez mais necessários processos de aprendizados intuitivos e interativos. Como o indivíduo precisa lidar com quantidades enormes de informações, deve desenvolver um olhar muito mais sistêmico e ao mesmo tempo mais seletivo, buscando identificar os temas que são relevantes para suas expectativas e somente focar neles.

Essa transformação altera o modo de obter o conhecimento e exige avanços tecnológicos que privilegiem as formas e ações mais intuitivas. Isso significa que o aprendizado tradicional está chegando ao fim. Em vez de aulas expositivas, os professores devem promover debates e estimular pesquisas e diálogos. No lugar de manuais de instruções, os equipamentos devem apresentar sistemas interativos e intuitivos para que sejam assimilados com mais facilidade pelo indivíduo.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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E você, é um Workaholic?

agosto 31, 2012

O termo workaholic (viciado em trabalho) surgiu nos Estados Unidos, e define muito bem o princípio de vida adotado pela “Geração X”: o trabalho compulsivo.

Pessoas viciadas em trabalho sempre existiram. No entanto, nas décadas de 1980 e 1990, a atitude workaholic tornou‑se comum, não apenas pela necessidade de sobrevivência das pessoas, mas também por fatores mais fúteis como vaidade, ganãncia, competitividade ou simplesmente pela necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.

Contudo, uma das mais perversas consequências é o medo de fracassar, que acaba condicionando e impulsionando o viciado a buscar resultados cada vez melhores e mais rápidos.

Essa foi, portanto, uma era de alta competitividade, de busca incessante para atender a desejos cada vez maiores e mais sofisticados, usando para isso atalhos, facilidades e pretensamente adotando as evoluções tecnológicas como estilo de vida.

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Jovens para Sempre!

agosto 13, 2012

Talvez não seja nenhuma novidade afirmar que o mundo está em transformação, tampouco que a mudança, cada vez mais rápida e intensa, impacta os seres humanos e seus relacionamentos diretamente.

Todos nós estamos inseridos nesse turbilhão de mudanças, independentemente da geração a que pertencemos, mas houve um destaque especial nos últimos anos com respeito a uma geraçãpo específica, a Geração Y.

Inicialmente, procurava‑se rotular essa geração e apresentar muito mais as características chamadas “negativas” do que buscar um entendimento mais amplo sobre o que faz os jovens de hoje serem como são.

Quando conheci Sidnei Oliveira, tive a feliz oportunidade de abordar esse tema sob um olhar diferente. Ele já dizia que as pessoas, a sociedade e as organizações deveriam passar a estudar o que estava ocorrendo às gerações e aprender a potencializar os resultados para os campos profissional e pessoal.

Estamos vivendo mais tempo e é imperioso entender como isso nos afeta, buscarmos analisar por meio de dados estatísticos o que está mudando e qual a tendência.

Os papéis já não são os mesmos, sejamos nós pais, filhos, educadores e/ou gestores de pessoas. Os diversos ciclos de nossa vida variam de geração a geração e é a partir do entendimento do que está acontecendo no mundo, suas mudanças e suas consequências, que poderemos ser reais agentes de mudança.

Nos capítulos deste livro, não somente encontraremos respostas a muitas questões que nos intrigam com relação aos conflitos geracionais, mas também um celeiro rico de aprendizagem para os jovens de todas as gerações.

Estando abertos ao aprender e sendo flexíveis para lidar com a complexidade dos dias em que vivemos, estaremos cada vez mais perto de alcançar um objetivo comum de todas as gerações, a Felicidade!

 

Paulo Amorim

Diretor de Recursos Humanos para a América Latina da Dell

Fonte: prefácio do livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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