Não basta parecer sério, tem que ser! (por Sidnei Oliveira)

dezembro 11, 2015

Nos tempos atuais, os jovens estão dedicando um esforço enorme para que sejam reconhecidos por suas competências e talentos. Grande parte deles sustenta uma dose de frustração porque os gestores e o mercado de trabalho não apresentam desafios compatíveis com suas capacidades, proporcionando apenas trabalhos operacionais e de baixa relevância.

 

Essa situação é recorrente nas reclamações que ouço de jovens nas sessões de mentoria que realizo. Parece que nenhum gestor está disposto a correr riscos e apostar nos profissionais mais novos, mesmo que eles apresentem certificações de suas habilidades.

 

Esse cenário teria contornos de injustiça se apenas fosse um caso de preconceito corporativo, no qual os mais veteranos buscam limitar os mais jovens para garantir a permanência de suas próprias funções, talvez ameaçadas por competentes e habilitados profissionais. Contudo, o contexto é um pouco mais complexo e merece ser analisado a partir da observação dos comportamentos que os jovens apresentam quando chegam ao mercado de trabalho.

 

Um exemplo é notar as intensas transformações, principalmente por causa das novas tecnologias, que, literalmente, estão se incorporando em nosso dia a dia. Isso permite avaliar o jovem como um profissional mais imaturo e menos competente, pois é clara uma irracional relação de dependência de smartphones, tablets e da internet, tirando o foco ou mantendo sua atenção em forma fragmentada e superficial. Outro exemplo é o recorrente discurso dos jovens profissionais de sustentar suas atividades somente se estiver “gostando de fazer”, esquecendo que, na maioria das vezes, “precisam fazer” mesmo sem gostar. Há um roteiro que torna o indivíduo sério e que faz com que seja levado a sério:

 

Primeiro, é importante que ele saiba o que pode fazer, depois é preciso considerar o que quer fazer e somente depois das duas condições atendidas é que se coloca o que gosta de fazer. A inversão dessa ordem transfere uma condição de imobilidade de gestão: Imagine que alguém, para fazer algo, primeiro precise gostar, contudo, nunca passou pela experiência. Certamente irá recuar diante do desafio ou mostrar-se inseguro. Imagine o desafio de gestão em tentar desafiar alguém a fazer algo que não quer ou ainda tentar criar condições para fazer algo que não pode.

 

O jovem profissional precisa substituir os conceitos:

Faça o que gostar

Use se te derem

Comece se quiser

 

E adotar:

Comece onde você está

Use o que você tem

Faça o que você pode

 

É chegado o momento de os jovens mostrarem que são sérios e querem ser levados a sério, mas, para que isso aconteça, não basta expor as expectativas de mudanças. É necessário que os jovens façam a mudança! Para isso, é prioritário que eles sejam sérios consigo mesmos, determinando um propósito e seguindo na direção dele.

 

Não basta mais parecer sério, é preciso ser sério, fazendo o que pode e usando os recursos que possui.

 

 

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Fonte: livro “Mentoria”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

 

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Não compre gato por lebre! E encare Vendas com a cabeça do século XXI – jamais com aquelas fórmulas prontas do século passado! Por Dado Schneider

dezembro 18, 2013

Não compre gato por lebre! E encare Vendas com a cabeça do século XXI – jamais com aquelas fórmulas prontas do século passado!

• Num passado recente, quem comprava algo tinha pouca ou nenhuma informação sobre aquilo que desejava comprar. Ficava muito mais fácil de vender.

• Em Vendas, no século XX, não havia tantos mecanismos de proteção como há hoje: Procon, Código de Defesa do Consumidor, Redes Sociais… Era mais fácil vender.

• Antes, muitos vendedores literalmente “empurravam” produtos/serviços goela abaixo de compradores impotentes até para reclamar. Hoje, isso mudou…

• Vendas no século XXI tornou‑se algo bem mais complexo: nunca o comprador pode se equiparar ao vendedor em conhecimento sobre aquilo que compraria.

• Hoje, com o acesso fácil e instantâneo a qualquer informação, um comprador já pode obter mais informação sobre tudo — e mais até do que seu vendedor.

• O maior segredo em Vendas é ser a fonte da informação: saber tudo sobre mercado, comportamento de compra e, mais ainda, sobre aquilo que vende. É vital!

PENSE NISSO!!!

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Fonte: livro “O mundo mudou… bem na minha vez!”, de Dado Schneider – Integrare Editora

 

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MOTIVAÇÃO… bem na minha vez! Por Dado Schneider

dezembro 4, 2013

• Ter consciência da realidade pode motivar uma pessoa. Ter consciência é ter algum conhecimento sobre algo. Ter conhecimento leva à Motivação.

• Quando uma pessoa está motivada é porque entendeu seu papel. Para que uma pessoa entenda seu papel, é preciso que outra pessoa lhe passe isso.

• Motivação é um sentimento que o receptor tem: é uma mensagem que já está dentro dele e ela é apenas despertada pelo emissor. Algo que sensibiliza.

PENSE NISSO!!!

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Fonte: livro “O mundo mudou… bem na minha vez!”, de Dado Schneider – Integrare Editora

 

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O mundo mudou… bem na minha vez! Por Dado Schneider

novembro 27, 2013

Em português bem simples: o futuro nos reserva momentos inesquecíveis, organizados e divertidíssimos para quem estiver familiarizado com o mundo DIGITAL. Mas também reserva um inferno para quem não acompanhar as mudanças.

Por que não viver naturalmente neste século? É porque esse conhecimento vem de baixo para cima, de uma geração mais jovem para uma mais velha! E isso não havia ocorrido antes na humanidade.

Jovens ensinando aos mais velhos é uma afronta, um acinte, uma ofensa, para quem acha que o mundo continua sendo regido e comandado pelos mais velhos. Meu manifesto pela ”Digiriatria” é um alerta a muita gente boa, legal, bacana e competente que está se boicotando e atrasando sua evolução.

Gente que, se demorar mais uns dois ou três anos para acordar, não conseguirá mais acompanhar o ritmo da sociedade.

Atualmente, o poder está nas mãos de

quem tem entre 40 e 60 anos de idade,

pois estes mesclam experiência com

atualização.

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Fonte: livro “O mundo mudou… bem na minha vez!”, de Dado Schneider – Integrare Editora

 

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

junho 12, 2013

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

fevereiro 6, 2013

 

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

 

 • Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

 

 • Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

 

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Como é difícil tirar as rodinhas!

outubro 15, 2012

            Ganhar a bicicleta era o principal sonho daquela criança. Foram muitos os momentos de expectativa em frente à vitrine da loja. A felicidade sonhada já estava nos planos dos pais havia algum tempo. Contudo, contrariando toda ansiedade do coração, a razão insistia em criar um momento especial para realizar o desejo da criança.

Aqueles pais viveram no tempo das bolinhas de gude, das pipas, dos jogos de queimada e de pular corda. Já estava distante o tempo em que a televisão era um instrumento disputado ruidosamente pelas crianças e, algumas vezes, silenciosamente pelos pais. Eram dias em que desenhos, seriados, noticiários e novelas colocavam pais e filhos em lados opostos. Naqueles anos, poucas crianças podiam usufruir de um quarto individual, quanto mais de um brinquedo.

Compartilhar era uma condição imposta pela realidade de famílias ainda numerosas. Quando o presente chegou, ficou evidente a dimensão do planejamento dos pais. A bicicleta era moderna e estava acompanhada de todos os acessórios possíveis: capacete, bomba de ar, buzina, luzes de sinalização, amortecedores hidráulicos e, principalmente, as indispensáveis rodinhas de segurança. Tudo para garantir que os momentos alegres não fossem estragados por quedas e machucados.

A primeira volta que a criança deu na nova bicicleta foi um momento mágico, com sorrisos em todos os rostos. Sob o olhar atento dos pais, a criança pedalava e ganhava velocidade. Algumas vezes, ousava passar com a roda por cima de uma pedra, buscando novas emoções nos pequenos saltos. Depois de alguns dias, a criança adquiriu uma relação íntima com a nova companheira de alegrias, libertando-se dos acessórios mais pesados e se aventurando por caminhos mais sinuosos. O único acessório que mantinha em sua bicicleta eram as rodinhas de segurança. Elas permitiam uma série de manobras emocionantes sem que isso representasse um tombo.

Os pais tentaram tirar as rodinhas, mas não tiveram sucesso. A criança já estava tão acostumada que não aceitava a retirada do equipamento. Quando as rodinhas eram retiradas, a criança simplesmente abandonava a bicicleta.

A criança foi crescendo e seus pais, sempre preocupados em proporcionar grandes alegrias a ela, foram substituindo as rodinhas por modelos maiores e mais resistentes: as novas aventuras eram muito mais desafiadoras e exigiam cada vez mais proteção. Há alguma coisa estranha nesse comportamento, aparentemente aceitável e natural. Não podemos condenar a criança, afinal, todos nós gostamos de rodinhas nos protegendo, facilitando nossos caminhos e nossos desafios. Também é compreensível a atitude dos pais, que sempre irão se preocupar em proteger seus filhos. Eles nunca terão forces para tirar as rodinhas. Quem já aprendeu a andar de bicicleta sabe que somente uma decisão pessoal pode retirá -las.

Esse é o desafio dos jovens da Geração Y. Eles precisam assumir uma postura menos acomodada e mais proativa em relação às suas próprias escolhas. As rodinhas podem proteger, mas também limitam os movimentos e as chances de alegrias. Também precisam aprender a confiar em seu talento e na força que os erros acrescentam ao crescimento pessoal, porque, mesmo não andando de bicicleta, tombos e machucados acontecerão.

A única ajuda que podem desejar é a de ter o apoio de alguém segurando o banco por alguns instantes antes da grande aventura.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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