Está em dúvida sobre qual carreira deve seguir?

setembro 11, 2017

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Você já pensou que o modelo atual surgiu há mais de 50 anos e não reflete mais a atualidade? Muitos estão procurando soluções para a nova realidade, mas fórmulas mágicas ainda não existem. Por isso, avesso à simples manuais, Felipe traz aqui a esperança de que, se algumas das dicas ou aprendizados compartilhados forem colocados em prática, você poderá se tornar um profissional ainda mais realizado.

 

Você pode refletir sobre a sua carreira, mas tem que entender que isso depende de um posicionamento pessoal que exige protagonismo. A era da informação exige filtros, inteligência emocional e principalmente AÇÃO para concretizar projetos.

O futuro não lhe pertence, e isso é o que faz a vida se tornar incrível. Se tudo estivesse previsto, perderia a graça, a magia. Viver é aprender a lidar com incertezas e principalmente aprender a fazer escolhas.

A sua carreira pode lhe trazer realização e felicidade, que serão resultados das suas escolhas. Mas você tem que fazer essas escolhas aqui e agora. E você: vai ou fica?

Fonte: Carreira – O começo certo em um futuro incerto, de Felipe Maluf. Integrare Editora.

 

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Não basta parecer sério, tem que ser! (por Sidnei Oliveira)

dezembro 11, 2015

Nos tempos atuais, os jovens estão dedicando um esforço enorme para que sejam reconhecidos por suas competências e talentos. Grande parte deles sustenta uma dose de frustração porque os gestores e o mercado de trabalho não apresentam desafios compatíveis com suas capacidades, proporcionando apenas trabalhos operacionais e de baixa relevância.

 

Essa situação é recorrente nas reclamações que ouço de jovens nas sessões de mentoria que realizo. Parece que nenhum gestor está disposto a correr riscos e apostar nos profissionais mais novos, mesmo que eles apresentem certificações de suas habilidades.

 

Esse cenário teria contornos de injustiça se apenas fosse um caso de preconceito corporativo, no qual os mais veteranos buscam limitar os mais jovens para garantir a permanência de suas próprias funções, talvez ameaçadas por competentes e habilitados profissionais. Contudo, o contexto é um pouco mais complexo e merece ser analisado a partir da observação dos comportamentos que os jovens apresentam quando chegam ao mercado de trabalho.

 

Um exemplo é notar as intensas transformações, principalmente por causa das novas tecnologias, que, literalmente, estão se incorporando em nosso dia a dia. Isso permite avaliar o jovem como um profissional mais imaturo e menos competente, pois é clara uma irracional relação de dependência de smartphones, tablets e da internet, tirando o foco ou mantendo sua atenção em forma fragmentada e superficial. Outro exemplo é o recorrente discurso dos jovens profissionais de sustentar suas atividades somente se estiver “gostando de fazer”, esquecendo que, na maioria das vezes, “precisam fazer” mesmo sem gostar. Há um roteiro que torna o indivíduo sério e que faz com que seja levado a sério:

 

Primeiro, é importante que ele saiba o que pode fazer, depois é preciso considerar o que quer fazer e somente depois das duas condições atendidas é que se coloca o que gosta de fazer. A inversão dessa ordem transfere uma condição de imobilidade de gestão: Imagine que alguém, para fazer algo, primeiro precise gostar, contudo, nunca passou pela experiência. Certamente irá recuar diante do desafio ou mostrar-se inseguro. Imagine o desafio de gestão em tentar desafiar alguém a fazer algo que não quer ou ainda tentar criar condições para fazer algo que não pode.

 

O jovem profissional precisa substituir os conceitos:

Faça o que gostar

Use se te derem

Comece se quiser

 

E adotar:

Comece onde você está

Use o que você tem

Faça o que você pode

 

É chegado o momento de os jovens mostrarem que são sérios e querem ser levados a sério, mas, para que isso aconteça, não basta expor as expectativas de mudanças. É necessário que os jovens façam a mudança! Para isso, é prioritário que eles sejam sérios consigo mesmos, determinando um propósito e seguindo na direção dele.

 

Não basta mais parecer sério, é preciso ser sério, fazendo o que pode e usando os recursos que possui.

 

 

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Fonte: livro “Mentoria”, de Sidnei Oliveira. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Você vale uma aposta? (por Sidnei Oliveira)

novembro 18, 2015

Estamos assistindo a um jogo diferente no mercado de trabalho. De um lado, estão jovens expressando suas expectativas, buscando freneticamente uma forma de equilibrar seus interesses com os dos demais jogadores, principalmente com os das empresas. Do outro lado, vemos gestores focados e pressionados por resultados, mas frustrados, porque ainda esperam um engajamento efetivo dos novos profissionais.
O cenário é estranho, pois parece que o jogo simplesmente não está acontecendo como deveria. Quando converso com profissionais veteranos, eles são quase unânimes em afirmar que o jovem de hoje não parece interessado em trabalhar. Para esses profissionais, o jovem está buscando atalhos para conquistar privilégios e benefícios sem considerar que precisa dar sua contribuição de forma equivalente ao reconhecimento que deseja. Já é clássico o exemplo do jovem que acabou de entrar na empresa e quer ser, ou melhor, acredita que merece ser gerente em poucos meses.

Há um fator que torna esse cenário ainda mais singular: o fato dos próprios veteranos sustentarem essa situação, ou seja, “a peteca não cai” porque os profissionais mais experientes não deixam. Quando eles mantém o jogo rodando no ritmo que desenvolveram em suas próprias carreiras, provocam uma reação acomodada por parte dos mais jovens.

Tudo contribui para uma sensação de impasse, afinal, as empresas precisam de resultados e parece que os únicos interessados em colocá‑los acima dos próprios interesses pessoais são os profissionais veteranos, pois, para o jovem, isso é absolutamente inaceitável.

O mais irônico é que os veteranos não aceitam mais sustentar o ritmo frenético sem a contribuição dos mais novos e, talvez, como forma de pressioná‑los, acabam adotando um comportamento de competição, deixando justamente de formá‑los como sucessores.

Há um novo jogo acontecendo, com novas regras, novas ferramentas e novas possibilidades. Parte dessas percepções existem apenas porque estamos vivendo um cenário em transformação. Contudo, vale um alerta: o profissional mais experiente não é o único responsável por construir esse novo jogo. Cabe a ele abrir espaço e apostar no novo profissional, mas ele também deverá avaliar o verdadeiro POTENCIAL do NOVATO para decidir apostar.

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Fonte: livro “Conectados, mas muito distraídos”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

junho 12, 2013

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Noites calmas: de bem com o sono! Por Dra. Carla Góes

abril 26, 2013

Uma boa noite de sono é capaz de fazer verdadeiros milagres em nossa vida, principalmente no que diz respeito à saúde física e mental. O sono renova as energias, proporciona o descanso necessário e é de extrema importância no metabolismo, pois é no momento de repouso que são produzidas substâncias como a melatonina e os hormônios, como o GH (hormônio do crescimento), essenciais para mantermos o corpo jovem e em equilíbrio. Estudos provam que quem dorme menos que o necessário tem menor vigor físico, envelhece mais precocemente e está mais propenso a infecções, obesidade, hipertensão e diabetes.

            Sabe aquela sensação de ânimo e disposição após uma noite bem dormida? Não é à toa que acontece, e o nosso corpo precisa disso.

            O sono ajuda a fortalecer o sistema imunológico, aumenta a concentração e diminui o estresse, causa este de muitas doenças. Pessoas que não conseguem ter uma boa noite de sono, como aquelas que sofrem de insônia, podem ter comprometidos o raciocínio, a aprendizagem, a realização de tarefas diárias, passando a executá-las como se fossem muito cansativas, chegando até mesmo a comprometer o ambiente de trabalho e a vida familiar. Num estudo realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, indivíduos que não dormiam havia 19 horas foram submetidos a testes de atenção. Constatou-se que cometeram mais erros do que pessoas com 0,8 g de álcool no sangue – quantidade equivalente a três doses de uísque.

            Além das essenciais horas de sono, o importante é que exista também qualidade, pois um repouso tranquilo é o ideal. Atualmente homens e mulheres muito sobrecarregados com a vida profissional, insegurança no trabalho, competição elevada, violência, entre outros fatores, chegam aos consultórios médicos com a queixa de que passam as noites resolvendo os problemas, porém, muitas vezes, acordam com a solução. Seria muito bom se isso não fosse prejudicial.

            Mas qual é a quantidade ideal de horas de sono? Embora essa necessidade seja uma característica individual, a média da população adulta necessita de sete a oito horas de sono diárias.

 

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Fonte: livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem”, de Dra. Carla Góes – Integrare Editora

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Por uma vida bem vivida!

março 8, 2013

Faz muito, muito tempo que li a entrevista de Marcello Mastroianni que tanto me marcou. O belo ator italiano, já em idade avançada, dizia que ao olhar o próprio rosto marcado de rugas apreciava a expressão que estava como que congelada na face. Os vincos lhe faziam constatar que tivera uma vida em que o sorriso foi mais frequente que a angústia e que a preocupação era um pálido rascunho na face marcada pelos traços do riso.

            Jamais me esqueci disso. De lá para cá, observo atentamente a história que meu rosto escreve à medida que o tempo passa e procuro ler em meus contemporâneos os traços que podem dizer tanto sobre eles. A força e a fragilidade, a leveza e a dureza, a rigidez e a flexibilidade, o bom e o mau caráter – tudo isso fica impresso na pele, na bochecha, no cenho. E, claro, no olhar, janela devassável da nossa alma.

            Entretanto, as cirurgias plásticas, o Botox, os preenchimentos não vieram justamente para apagar todos esses vestígios de vida vivida? Não servem exatamente para confeccionar a máscara com que mostramos aos outros uma imagem ideal, opaca de todas as experiências, muda em seu relato de vivências, dores, decepções e frustrações?

            Depende. É preciso só um pouquinho de imaginação para decifrar esses rostos plastificados, de pele esticada além da conta e expressão enrijecida. O que eles nos dizem de seus donos? Refletem autoestima em harmonia com a vida ou uma busca angustiada pela juventude perdida? O que os olhos buscam no espelho? Uma imagem que conserte os desacertos da vida, que lhes devolva a impressão de que tiveram uma história que poderia ter sido e não foi?

            Nosso rosto não esconde coisa alguma. Ele fala de nós o tempo todo, não importa a qualidade da pele ou do médico. E é por isso mesmo que todo aconselhamento de beleza não pode prescindir da receita fundamental: nada é mais belo do que uma vida bem vivida; nada faz tão bem ao rosto e aos olhos do que digerir bem as coisas boas e ruins que nos acontecem, sabendo prolongar o prazo de duração das primeiras e reduzir o efeito das segundas.

            Por isso, se você procura apenas as últimas novidades para tartar da pele e da saúde no livro, saiba que a Dra. Carla Goés vai dizer que não bastam os tubos de cremes de alta tecnologia, os alimentos saudáveis e as atividades físicas. Que os tratamentos, na verdade, são coadjuvantes importantes na busca da alegria, do relaxamento e da longevidade; que uns não andam sem os outros e que beleza está ao alcance de todos, sim. Mas não são tudo.

            A era das celebridades nos faz perder tempo com muita bobagem, mas um ensinamento do nosso tempo é proveitoso. As belas que tanto admiramos nem por isso são felizes. Lembram de Nicole Kidman, magérrima, lindíssima, talentosíssima, lamentando ser abandonada por Tom Cruise? Que homem, meu Deus, largaria a fabulosa Nicole?

            No entanto, quem não conhece pessoas acima do peso, de olhos pequenos, nariz grande e cabelos opacos que exalam alegria de viver e em torno de quem gravitam pessoas de todas as idades, que permitem que sua própria história seja trançada com a de outros em convivência divertida e solidária, abertas para as novidades e as surpresas de cada dia?

            Tudo isso aprendi com o livro. Podemos sair dos consultórios de dermatologistas e cirurgiões plásticos com prescrições exatas e complexas, sofrer alguma dor, ter disciplina no tratamento e, ainda assim, o bom resultado vai depender de leveza e da disposição favorável do espírito.

            A boa notícia é que a experiência num consultório médico pode ser uma dessas experiências agradáveis da vida. É bom saber que adiar os efeitos do tempo está ao alcance da mão, que os princípios ativos de tantos produtos estão cada vez mais acessíveis em formulas manipuladas na farmácia do bairro e não são mais privilégio das atrizes de cinema e de televisão.

            Para mim, a lição de Marcello Mastroianni sobre seu próprio rosto intacto é complementar à autoindulgência sem culpa que os métodos de tratamento de beleza nos permitem. Ambas são faces da mesma moeda com que pagamos o tributo à vida que nos foi dada para viver. Mesmo porque, até onde se sabe, o tempo não para e não volta. E é bom que seja assim. É bom e bonito.

 

Mônica Waldvogel

 

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Fonte: livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem”, de Dra. Carla Góes. Integrare Ed.

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

fevereiro 6, 2013

 

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

 

 • Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

 

 • Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

 

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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