Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Idéias que, pela correria do dia a dia, se perdem! Por Douglas Miller

outubro 4, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Este Fator da sorte não diz respeito a minúcias de como gerar ideias, resolver problemas ou detectar oportunidades. Diz respeito a como criar as condições que lhe permitem fazer as coisas que são vitais para suas chances de ser feliz. Para isso, você precisará abrir a mente e pensar em meios que talvez ainda não tenha considerado.

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Fonte: livro “A sorte como Hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia” de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Para ter foco… TODOS OS DIAS! (Dulce Magalhães)

março 11, 2013

            Para desenvolver o foco precisamos aprimorar nossa percepção e capacidade de escolha. Assumir riscos calculados e ir além do que já compreendemos e assimilamos.

            Nossos sentidos não são treinados para ver o todo. Vemos a vida por etapas, partes, sequências, episódios. Nossa memória é a fragmentação da experiência. Nosso olhar vê tudo de certo ponto de vista, pois não consegue abarcar toda a realidade. Só podemos guardar a maciez daquilo que tocamos, pois o intocado não pode ser percebido. Ouvimos e falamos limitados pela linguagem e pelos conceitos que somos capazes de decodificar.

            Para ampliar nossos horizontes, rompendo as fronteiras internas que nos impusemos, precisamos percorrer de novo os caminhos conhecidos a partir de uma trajetória arquetípica, ou seja, temos de ir além do analítico racional e exercitar nossa percepção dentro da esfera do simbólico intuitivo.

          Toda a sabedoria se expressa em um espaço além das palavras, além das ideias objetivas, e da experiência tangível. O sutil, o subjetivo e o intuído são algumas das facetas da consciência. Se não há um fundo de contraste, não é possível compreender as letras da superfície. Ler a vida e ver o que está escrito, feito, experimentado, mas também perceber o todo que faz isso possível.

 

          Se prestarmos atenção, cada dia representa um movimento especial de ciclos de vida, apresenta um foco em si mesmo. Se seguíssemos o fluxo da sabedoria dos dias, levaríamos nossa existência bem mais alertas, desfrutando cada passo, reconhecendo cada encontro, permitindo que o melhor de nós aflorasse nas trilhas iluminadas de cada santo dia.

 

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Fonte: livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Fluindo com a vida!

janeiro 7, 2013

 

É preciso fluidez para viver o dia a dia sem estresse ou traumas, acolhendo cada experiência pelo que é em si mesma. Revisando nossa forma de lidar com os dias, podemos chegar a novas formas de vivê‐los. Aceitação é uma palavra‐chave para não nos frustrarmos com a natureza dos processos e sermos capazes de desfrutar de cada dia sem perder o foco.

Uma interessante e tradicional história pode nos ajudar a compreender ainda melhor essas premissas.

 

Ela conta que certo dia um pajé muito velho foi procurado por um homem que queriasaber o segredo de sua longevidade. O            pajé, que, apesar de muito idoso, ainda mostrava um semblante com poucas rugas e cabelos bem escuros, parou para pensar sobre a pergunta e depois respondeu:

— Para mim o segredo da longevidade é nunca discutir com ninguém. Aceitar e acolher todas as verdades, pois tudo é parte da grande verdade.

          O homem, que, apesar de jovem, já apresentava sinais da idade, como cabelos grisalhos, rugas ao redor dos olhos e um semblante cansado, insatisfeito com a resposta do pajé, retrucou:

— Mas o senhor não acha que o debate é muito importante? A ignorância não seria por si mesma um mal? Quando nos propomos ao debate de ideias, estamos ampliando nossa consciência e evoluindo, o senhor não concorda?

          O pajé parou, pensou longamente e, por fim, respondeu:

— É, você tem toda a razão.

 

Esse pequeno encontro com a sabedoria do pajé pode nos fazer refletir sobre o que estamos defendendo, e de que forma. Como aceitamos as opiniões discordantes e o que pensamos sobre nossas próprias ideias?

Cada dia, cada instante, todo o tempo, há múltiplas possibilidades que precisam ser acolhidas e transcendidas para mantermos o foco. O sábio nos ensina que o acolhimento ao pensamento diverso e a aceitação de opiniões discordantes não são uma fraqueza ou um sinal de ignorância de nossa parte, mas a arte da verdadeira sabedoria.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Criando condições para a mudança!

novembro 19, 2012

Há um território que chamamos de realidade e um mapa de nossas expectativas. Quando a realidade não está de acordo com nossas expectativas, tendemos a dizer que está errada. É como se, comparando o território com o mapa, afirmássemos que o território está errado por não coincidir com o mapa. Nessa situação, ficaremos em conflito com esse território até que ele se modifique para ficar igual ao mapa.

Ao termos consciência de que o que É simplesmente É, somos capazes de olhar o território com objetividade e verificar que modificações são possíveis a partir daquela demografia e não de nossas projeções. Essa transformação será real, ou um salto quântico, como nos ensina a física moderna.

Colocando isso na vida prática: digamos que alguém quer mudar um hábito, mas sua rotina e sua forma de organização interna produzem empecilhos para isso. Quem se baseia em ilusões sobre como deveria ser a realidade dará todas as justificativas para não mudar de hábito, afirmando que a vida está uma correria, que as pressões são muitas, que a rotina é pesada etc., com a esperança de que, ao mudar a realidade, ela, então, seja capaz de alterar o hábito. Isso é o mais comum.

Em outra possibilidade, em que a pessoa reconhece que sua realidade é uma correria e que precisará adequar e aprender coisas para fazer a mudança de hábito dentro desse contexto, essa realidade não será mais condicionante para a vida, mas material-prima da transformação. O indivíduo exercita seu poder de escolha e faz valer seus desejos, independentemente da realidade vigente, criando uma nova realidade. Isso é o extraordinário que está ao alcance de todos.

Um desejo bem formulado, com uma consciência desperta que o possa implementar, é a profecia de uma vida renovada, plena do novo texto que nenhum contexto condiciona ou limita. O fundamento da mudança é a percepção, não a condição. Não seria o momento certo para trocar de lentes? Revisar o foco para ampliar a sorte na vida.

 

 

Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos” de Dulce Magalhães – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Organizando a bagunça

setembro 7, 2012

Cada pessoa é única. Cada ser humano é composto de um conjunto de características que compõem sua personalidade. Elas não são fixas e determinantes, são plásticas e são como um pano de fundo para o nosso desenvolvimento, para a forma como vemos o mundo, como registramos os acontecimentos e o significado que damos às coisas.

Quanto mais estressados, mais essas características ficam claras. Quanto mais tranquilos estamos, mais elas se amenizam. Conforme nos apropriamos de nós mesmos e desenvolvemos nosso autoconhecimento, a intensidade dessas características passa a funcionar como termômetro de estresse e ansiedade.

Esses estereótipos nos ajudam a entender determinados funcionamentos, certas características, e a que ponto elas nos escravizam se perdermos o controle. Uma pessoa que tenha consciência de que tende a ser deprimida, por exemplo, poderá ter uma qualidade de vida melhor se reagir à depressão do que se acabar entregue a ela.

O autoconhecimento não ocorre por acaso, mas também não acredito que isso só seja possível a partir de ajuda profissional (psicoterapia). Creio que há certo nível de profundidade de autoconhecimento que realmente precise de um processo psicoterápico, mas ele pode começar com um olhar diferenciado para si, para os relacionamentos e para o contexto em que se está inserido.

Também não podemos ser onipotentes a ponto de achar que seremos capazes de neutralizar o ambiente. A vida não pode ser assim controlada e muito menos tão previsível. Podemos procurar amenizar as circunstâncias que geram dor intensa. Há um nível de sofrimento que se torna tão insuportável, que o corpo pede socorro, e sintomas começam a surgir. Quando a própria pessoa não consegue diminuir o sofrimento de forma satisfatória, deve procurar ajuda em pessoas próximas ou com um profissional (psicólogo ou psiquiatra, nesse caso).

Mesmo assim, nós, psicoterapeutas, muitas vezes, ficamos impotentes diante de determinadas situações.

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Mude!

agosto 24, 2012

Que tipo de rotina você poderia mudar em busca de inspiração? Aqui estão algumas ideias, só para começar:

Quando você muda uma determinada rotina, também vale a pena ampliar seu nível de consciência. Você pode fazer isso com a prática do “autodiálogo consciente”, obtendo maior consciência de seu diálogo interior. Ao notar alguma coisa adversa acontecendo, em vez de ficar frustrado, diga a si mesmo: “Que interessante! De que modo posso adaptar isso, fazer funcionar a meu favor etc?”.

Esse método de autoanálise é bastante distinto de nosso processo mental comum, que tende a permitir que os pensamentos vagueiem sem que tiremos proveito deles.

Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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