Como trabalhar e manter bom desempenho na empresa com o coração partido? (por Daniela do Lago)

janeiro 20, 2016

Foi-se o tempo em que falávamos de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, afinal o conceito de equilíbrio nos remetia a ideia de áreas separadas da vida. Hoje, falamos do conceito de integração, pois esta linha divisória entre vida pessoal e profissional já não está tão evidente. Se algo ruim ou bom acontece em casa, é natural que se reflita no trabalho e vice-versa.

 

Quero falar de um assunto que raramente é tratado com seriedade nas organizações. Quando um profissional rompe o relacionamento amoroso ou enfrenta um divórcio, como trabalhar e manter bom desempenho na empresa estando com coração partido?

 

Quando sofremos um acidente, quebramos a perna, braço ou até mesmo quando contraímos uma conjuntivite, fica evidente que precisamos tirar licença para nos recuperarmos. E quando se trata de rompimento de relação amorosa? Nossa CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não prevê licença para este tipo de dor. E acredite, qualquer rompimento, seja divórcio ou término de namoro, deixa marcas em quem passa por ele.

 

Assuntos do coração são mesmo complicados, ainda mais quando se trata de um coração partido. Por isso, coloco aqui algumas dicas que podem ajudar na sua recuperação sentimental. Vale lembrar que o chefe ou as pessoas da equipe não são obrigados a se emocionar ou se envolver com seus problemas. Você não deve ficar chateado contando a todos sobre a “insensibilidade” do chefe ou de colegas. Muita cautela para não entrar nesse caminho.

 

  • Procure escuta profissional. É importante contar com alguém preparado para te ajudar e que será pago para te ouvir.

 

  • Pode parecer cruel o que direi, mas representa a mais pura realidade, nem sempre os colegas da empresa estão interessados em ouvir seus problemas profissionais, quanto mais pessoais.

 

  • Dedique-se a atividades rotineiras. Sabe aquelas tarefas que exigem pouca atenção e que estão esperando para serem realizadas há tempos na sua mesa? Pois bem, esse é um bom momento para desovar pendências rotineiras.

 

  • Procure não fazer atividades que necessitem de muita atenção, pois pode ser que deixe escapar alguma informação crucial que pode te prejudicar. Se tiver mesmo que fazer tal atividade, neste caso conte com ajuda de algum colega para ler aquele documento ou revisar a apresentação, isso não significa que deixará sob responsabilidade da outra pessoa, apenas peça ajuda.

 

  • Se sentir a pressão muito forte e for preciso, não tem nada de errado ir até o banheiro para chorar. Faça isso. Desde que seja para aliviar a tristeza daquele momento. Também não deve ficar chorando compulsivamente o dia todo na frente de todos. Se tiver possibilidade, procure tirar do banco de horas pelo menos dois dias para que possa recuperar seu controle.

 

Vá por mim, nas empresas, muitas pessoas ainda não sabem lidar com as emoções. Chegará um tempo em que não seremos julgados por nossas emoções. Mas ainda não estamos lá e, dependendo da emoção demonstrada, pode pesar negativamente na empresa.

 

No demais, dê tempo ao tempo. Gosto e apoio o conceito de um dia por vez. Trate de forma cuidadosa seus sentimentos, absorva tudo o que aconteceu e utilize para aprender, crescer e avançar na vida.

 

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Fonte: livro “Despertar profissional”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!

 

 

 

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Valorize o que você faz, não importa o que você faça (Por Max Gehringer)

fevereiro 11, 2015

No começo da carreira, é comum a gente reclamar que poderia estar fazendo algo mais desafiador do que aquilo que estamos fazendo. Por um lado, isso mostra ambição. Mas, por outro, desprestigiar o próprio trabalho não vai ajudar a conseguir outro mais importante.

Então, vou contar uma historinha rápida. Um dia, tive a oportunidade de participar de um congresso brasileiro que reuniu técnicos de laboratório clínico. Um pessoal especializado em análises. E, lá pelas tantas, eu me vi fazendo parte de um grupo no qual havia vários técnicos especialistas em exames de fezes. Com certeza, esse não era o assunto mais apropriado para uma conversa após o jantar, mas o assunto acabou girando em torno daquela atividade que, no mínimo, não cheira bem. E eu percebi que existiam três opiniões bem diferentes entre os especialistas ali presentes. Um deles foi claro e direto, e disse que seu trabalho era todo dia aquela mesma “eme”. Outro foi mais científico e disse que sua tarefa consistia em análises parasitológicas em equipamentos de última geração tecnológica. Mas foi o terceiro que mais me chamou a atenção. Ele disse que sua função era muito nobre porque dela dependiam a prevenção e o tratamento de doenças em seres humanos.

“Incrível”, pensei comigo, enquanto traçava meu pudim. A mesma atividade, e três visões diferentes. Exatamente a mesma coisa que acontece com qualquer função em qualquer empresa. Tem gente que prefere enxergar só o lado negativo daquilo que faz. Outros gostam de florear. E tem gente que vê o trabalho que faz como parte de um objetivo muito maior e mais importante. A experiência mostra que as pessoas do primeiro tipo, os que só reclamam, vão ficar fazendo o mesmo trabalho a vida inteira. As pessoas do tipo dois, as mais científicas, viram chefe dos que só reclamam. Mas são os que enxergam mais à frente que se tornam chefe das outras duas.

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Fonte: livro “Aprenda a ser chefe: um manual de dicas e sugestões para chefes presentes e futuros”, de Max Gehringer – Integrare Editora

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Cometi um erro na empresa, e agora? (por Daniela do Lago)

janeiro 14, 2015

Todos cometemos erros, não dá para acertar o tempo todo. Erros e acertos fazem parte da carreira de qualquer profissional. Somos seres humanos falíveis por natureza e, independentemente de buscarmos nosso aperfeiçoamento e acertos, temos nossos momentos de erros e fraquezas.

Só não erra quem não faz e o erro muitas vezes é necessário para nosso crescimento. Por outro lado, o erro é sinônimo de retrabalho, perda de tempo e, principalmente, dinheiro.

Assuma seus erros, sem drama, sem culpa, sem punição. Reconheça que foi responsável, aprenda com a experiência e se comprometa a mudar. É claro que não é fácil simplesmente se sentir assim. Para ajudar nessa difícil tarefa, a seguir descrevo algumas orientações de como administrar algumas situações de erros no trabalho e como evitá-los:

Responsabilidade: não esconda sua falha e nunca adie a comunicação. É importante agir com seriedade e assumir a responsabilidade do ato, procurando sempre não piorar a situação com demonstrações de “culpa exagerada”.

Agilidade e rapidez: é fundamental tomar medidas para reduzir os danos causados, identificando as falhas o mais rapidamente possível e ao mesmo tempo oferecer um plano para resolver o problema.

Seja honesto com o seu superior: seja você o portador da má notícia. Melhor ele ouvir de você do que de outro. Além disso, leve seu plano para resolver a situação.

Entre em contato com todos os que foram afetados pelo seu erro.

Não tente colocar a culpa em outros: admitir seu erro fará com que seja respeitado por seus colegas.

Procure focar no positivo de forma a mostrar que algo de bom pode ser extraído do ocorrido.

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Fonte: livro “Despertar profissional : dicas práticas de comportamento no trabalho”, de Daniela do Lago – Integrare Editora

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Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa! Por Eugenio Mussak

setembro 17, 2014

A máxima “Não basta fazer certo a coisa, tem de fazer a coisa certa” nunca foi tão verdadeira como na atualidade. E não porque os conceitos de eficiência (fazer certo a coisa) e eficácia (fazer a coisa certa) tenham sido de repente recuperados e considerados essenciais. E sim porque nunca antes tivemos tanta coisa para fazer.

Nas empresas, há pelo menos três motivos para que essa realidade tenha se instalado. Primeiro porque as equips estão ficando, gradativamente menores. Não é incomum que se diga que, antes, a equipe tinha quatro componentes, e agora são só três para fazer o trabalho de cinco. A necessidade de reduzir custos e a indisponibilidade de pessoas qualificadas estão por trás dessa dura realidade.

O segundo motivo é o surgimento natural da cultura de multifuncionalidade, que tomou conta do mundo corporativo na virada do século. Hoje não basta que você seja muito bom em sua área, precisa ser multi. Todos na empresa são vendedores, diz o marketing; é preciso que cada um cuide dos custos, afirma o financeiro; esperamos sugestões e contribuições para melhorar a qualidade, informa a produção; cada gestor é um gestor de pessoas, transfere o RH. E todos têm razão.

E, para coroar, o terceiro motivo é de ordem geral, ou global. O mundo em que vivemos tem como principais características a velocidade das mudanças, a imprevisibilidade e a incerteza. A questão tem influência tão capital nas empresas que a Profa. Rita McGrath, da Columbia Business School, de Nova York, acaba de lançar um livro chamado simplesmente O fim da vantagem competitiva. O que a autora propõe (e demonstra com inúmeros exemplos) é que a dinâmica dos mercados exige uma análise permanente, quase diária, dos fatores que permitem a empresa manter-se viva e competindo. A vantagem competitiva que nos trouxe até aqui não será suficiente para nos levar adiante. Não só tudo é transitório, como a transitoriedade está com pressa.

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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A filosofia dos medíocres: o comportamento que assassina cada vez mais carreiras! Por Eugenio Mussak

setembro 10, 2014

Com frequência vemos o MDA (menor desempenho aceitável) sendo praticado por aí. É uma filosofia dos medíocres. Gente que faz o menor esforço só para cumprir tabela, sem a preocupação com o surpreender, superar, evoluir. Uma legião de acomodados no destino que eles mesmos construíram, que vão levando a vida esperando que algo melhor aconteça algum dia, por sorte. Aquele tipo que sempre passou de ano com média 6, a menor nota suficiente. Você conhece…

Esse é o tipo de comportamento que assassina carreiras, e que não cabe mais no mundo competitivo em que estamos. Nas empresas, vivemos a era da excelência, da qualidade, da preocupação com os detalhes e do aprimoramento contínuo. Definitivamente, não podemos fazer só o mínimo, pois o cliente é mais exigente e o concorrente está preparando o bote.

 

Felizmente, a filosofia do MDP (maior desempenho possível) também é adotada por muitos, em todos os lugares, e salva o nosso dia.

Gente que sabe que dá para melhorar o desempenho sempre, e não se contenta em ficar como está. Aliás, ninguém se mantém igual – ou melhora ou piora. Ficar igual é ilusório porque você sempre está sendo comparado com a média, e esta continua subindo. É que vivemos, atualmente, em um mundo mais exigente.

 

E quem vai se sair melhor no mundo mais exigente? MDAs ou MDPs?

Resposta fácil de dar, mas condição difícil de atingir em uma equipe com pessoas que têm níveis diferentes de capacitação, motivação e integração. Nada, claro, que não possa ser resolvido com uma boa Gestão de Pessoas. O ID agradece.

 

Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

fevereiro 27, 2014

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

 

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

Imagem

Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


Você é meticuloso? Entenda se isso é bom ou ruim… por Dean Cunningham

dezembro 6, 2013

Ser meticuloso significa prestar atenção aos pequenos detalhes. Como me disse, certa vez, um campeão mundial de caratê extremamente bem-sucedido, a atenção aos detalhes é o que nos distingue dos demais.

Quer obter uma conquista rápida? Fique atento aos detalhes. Há sempre algo que pode ser feito em relação a eles. Isso é uma coisa que você é capaz de melhorar instantaneamente. É como colocar uma gravata: um pequeno ajuste faz toda a diferença. Assim, procure melhorar as pequenas coisas. Faça o que é possível. Dessa forma, terá mais energia e a sensação de que, de fato, está atingindo seu objetivo.

Em todos os trabalhos ou desempenhos

excepcionais, a excelência sempre

está nos menores detalhes.

Todos sabem que o segredo para obter qualidade em cada detalhe de seu trabalho é fazer bem as pequenas coisas. Exatidão. Atenção aos detalhes. Perfeição. Isso é ser meticuloso.

Imagem

Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora Editora

 

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