A importância de se fazer aquilo o que se diz. (por Ken O’Donnell)

abril 1, 2015

Certa vez, uma mulher muito pobre da Índia tinha um filho de 5 anos que era diabético e, portanto, proibido de consumir açúcar. Como ele não conseguia ou não queria parar de comer doces, ela disse ao marido que levaria o filho a Delhi para ver Gandhi. Ela partiu e, depois de andar muito, pegar trens, implorar por caronas e ainda ter de esperar em uma longa fila, finalmente chegou até ele. Explicou-lhe sua história. Gandhi fez um sinal com a cabeça e disse a ela que voltasse em dois meses com o garoto.

Dois meses mais tarde, após outra exaustiva jornada, ele finalmente chegaram a Gandhi. Ele pediu à mulher que deixasse o garoto com ele por meia hora. Quando ela voltou, o garoto estava sentado no joelho de Gandhi, com os olhos arregalados. “Ele não comer açúcar novamente”, disse Gandhi. “Mas, Mahatma, por que você não me falou o que acabou de dizer a ele? Por que precisei voltar depois de dois meses?”, perguntou a mulher.

Gandhi respondeu que ele não podia dizer à criança para parar de comer açúcar já que ele mesmo não estava preparado para fazer isso. Naqueles dois meses, o próprio Gandhi não ingerira nada que tivesse açúcar.

Fazer o que se diz é uma das qualidades que um líder deve ter.

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Fonte: livro O espírito do líder : lições para tempos turbulentos, volume 1”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Os 3 pilares da sabedoria (por Ken O’Donnell)

setembro 26, 2014

Existem três principais criadores e sustentáculos do líder sábio. O primeiro é a compreensão. Ela envolve não só a habilidade para enxergar as coisas por outra perspectiva, mantendo um distanciamento imparcial dos fatos e, a partir disso, entender o contexto dos eventos. Requer, também, a percepção do que acontece além e sob sua aparência superficial. Em outras palavras, é compreender o contexto geral dos acontecimentos e não prender-se a pormenores.

O segundo ponto é a habilidade para refletir, interiorizar e tocar a essência de nosso verdadeiro valor, despertando nossa intuição adormecida.

O terceiro é o desempenho consciente dos valores, no tempo certo e de acordo com as necessidades do momento.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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As principais características de um líder. Por Ken O’Donnell

fevereiro 13, 2014

Descobri um site que transforma blocos de texto em “nuvens” que relacionam a frequência das palavras ao tamanho da fonte. Quanto maior a fonte, mais vezes a palavra ocorre no texto.

Por curiosidade, selecionei pelo menos cem textos de sites sobre liderança ou qualidades de líderes que eu tinha gravado no meu computador, passei para o programa que cria uma lista de frequência de palavras e ele selecionou apenas as virtudes ou valores.

Finalmente, submeti a nova lista ao site mencionado e ele gerou a seguinte nuvem de cinquenta valores:

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Vemos que “respeito” é a palavra em corpo maior pois é o valor que ocorreu mais vezes nos textos. “Confiança” está em segundo lugar e “resultados”, em terceiro. Sei que esse exercício tem pouco valor científico, mas pelo menos para mim confirmou algo em que sempre acreditei: o respeito é o valor mais imprescindível de um líder. É impossível criar um ambiente de confiança sem respeito. Igualmente, sem confiança e respeito, como seria possível conseguir os resultados esperados de um líder? Sem produzir resultados práticos, a conversa sobre ser um bom líder é meramente acadêmica.

A palavra “respeito” vem do latim respicere, que significa “olhar de novo ou olhar por trás”. Implica examinar uma situação ou pessoas de maneira especial, com mais profundidade. No sentido das capacidades de liderança mencionadas no quadro acima, o respeito se torna a chave para tudo o que está na lista.

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Fonte: livro “O espírito do líder 2 – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell. Integrare Ed.

 

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Líderes precisam saber como administrar efetivamente suas próprias vidas a partir de dentro! Por Ken O’Donnell

janeiro 9, 2014

Líderes precisam saber como administrar efetivamente suas próprias vidas a partir de dentro. Ser organizado em relação a pensamentos, sentimentos e ideias nos dá uma chance maior de sobreviver e ajudar aos outros nos tempos de caos.

Antes de mais nada, os líderes do futuro experimentam suas transformações internas e são, desse modo, capazes de inspirar e motivar outras pessoas na mesma direção. Eles não memorizam textos nem são presos a paradigmas for a de moda, mas são aqueles que ousam, inspiram confiança, assumem e respeitam.

Apesar de tal evidente e clamorosa advertência, há ainda cinco tipos de pessoas e possibilidades:

» aquelas que ignoram a necessidade da mudar;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar, mas tentam manter o status quo operacional;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar, mas não sabem como;

» aquelas que aceitam a necessidade de mudar e fingem faze-lo;

» aquelas que aceitam sinceramente a necessidade de mudar, estabelecem um claro plano de ação e o põem em prática.

As primeiras são atropeladas pela mudança sem entender o que está acontecendo.

As do segundo tipo tentam viver inutilmente as épocas de ouro do passado, quando os paradigmas existentes funcionavam em parte.

            As do terceiro experimentam muitos processos de mudança entusiásticos, mas pouco convincentes, ou permanecem sem nenhuma perspectiva real. Elas implementam muitas ideias equivocadas, em geral com a maior competência.

As do quarto tipo enganam aos outros e a si mesmas.

As do quinto abrem as portas para novas possibilidades.

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Fonte: livro “O espírito do Líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Ed.

 

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Novas condutas e atitudes de um líder, por Ken O’Donnell

novembro 29, 2013

As qualidades de um líder verdadeiro e consciente nascem do trabalho interno realizado em nós mesmos. Elas não surgem de uma posição ocupada, de uma norma ou de um decreto. Ser ou não ser esse líder é uma questão de conduta, caráter e personalidade. O que, por sua vez, vem

das atitudes e da visão que usamos para nos guiar de dentro para fora. O equilíbrio entre três fatores:

• atitudes,

• relacionamentos e

• situações

produz a química de uma boa liderança.

Se permitirmos que a conduta de nossos colaboradores ou as adversidades das circunstâncias nos dominem, perderemos a identidade e o autocontrole necessários para sermos verdadeiros líderes. Se nos mantivermos concentrados e firmes em relação ao que realmente somos, com toda a força positiva de nosso caráter, os colaboradores e as situações tenderão a nos favorecer.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken  – Integrare Editora Editora

 

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Líderes se qualificam pelo estado das equipes que lideram, por Ken O’Donnell

outubro 23, 2013

Uma equipe de pessoas realmente preparadas para gerar sucesso na configuração atual não é apenas um grupo de seres humanos que trabalham juntos no seu pedaço do quebra-cabeça estratégico de uma organização, como uma máquina bem lubrificada e previsível.

Os membros são os participantes de uma emocionante história em curso que produz grandes resultados e reforça a comunhão de propósitos e da interligação entre eles. O desafio é criar uma história absorvente, com capacidade de formar um compromisso excepcionalmente forte na equipe. Sem isso, os membros tendem a preencher as lacunas com suas próprias questões mesquinhas.

Grupos de trabalho podem ser formados em minutos, mas equipes que geram resultados positivos de forma consistente levam tempo e cuidado para ser formadas. Esse é o trabalho de um líder consciente e inspirador.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Lições para tempos turbulentos, por Ken O’Donnell

outubro 16, 2013

É muito melhor estar preparado para qualquer coisa que venha a acontecer do que planejar meticulosamente um futuro incerto.

Muito se fala em relação ao poder do pensamento para mudar o rumo de um indivíduo em um mundo complexo, mas o poder da vontade é ainda mais forte. Associado a

nosso potencial inato, torna-se irresistível!

Está na hora de parar de fazer de conta que podemos continuar insensíveis às necessidades de nosso planeta. A única utopia é acreditar que podemos caminhar rumo a um futuro melhor sem fazer transformações fundamentais na maneira como pensamos e agimos.

A crise mundial não é apenas uma questão de conservar e administrar recursos. É o espírito humano, que literalmente nos dá vida, que precisa de renovação. Quando o trabalho é movido por um propósito maior e imbuído de paixão, tanto os atos como o palco e os atores ganham nova vida.

Espiritualidade não é uma resposta simplista aos inúmeros problemas do mundo. É uma dimensão com capacidade de mudar nossas inclinações porque se encontra na raiz delas. Como Einstein nos alertou, não é possível resolver os problemas com a mesma mentalidade que os criamos.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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