Quem compartilha prospera! Por David Jones

novembro 13, 2013

Há aqueles que veem o mundo de transparência radical que as mídias sociais criaram – e com ela a capacidade dos grandes grupos de consumidores de colaborar e impulsionar os negócios na direção que desejam – como uma ameaça extremamente preocupante. Porém, ao mesmo tempo, isso apresenta uma oportunidade única e sem precedentes de trabalhar com pessoas para criar os produtos, as experiências e os serviços do futuro, e é uma das fronteiras mais empolgantes nos negócios da atualidade.

Os líderes e as empresas que entendem isso e aproveitam o imenso potencial de colaboração que a era digital possibilita terão um futuro muito promissor. Uma empresa pode não ter sido originalmente criada para ser como o Facebook, Groupon ou Wikipedia, mas pode se beneficiar aprendendo com eles.

Cada vez mais os consumidores influenciam as ações das empresas, fazendo-se ouvir ao informar o que querem e esperam delas. Eles querem que as empresas sejam responsivas. Querem que elas sejam mais sustentáveis e tenham maior responsabilidade social. Juntos, eles vão conduzir as empresas para o caminho que desejam.

E eles não querem mais apenas aceitar o que lhes é oferecido: querem fazer parte da criação, concepção e adaptação dos produtos que compram. A arquitetura do mundo digital atrai colaboração. Afinal, a própria origem da Internet vem do desejo de compartilhar informações. Creio que a marca social é o modelo do futuro, aquele que vai deixar as pessoas mais próximas das marcas, incitar a colaboração e estimular a participação criativa.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 

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Mídias sociais + Responsabilidade social, por David Jones

maio 17, 2013

A meu ver, mídias sociais e responsabilidade social não são temas distintos – na realidade, eles estão totalmente interligados. Na próxima década, as empresas com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar muito do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos.

O risco de ser uma das empresas punidas pelos consumidores com poder de decisão, por não agir corretamente, supera de longe as desvantagens de mudar e ser uma empresa melhor. Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência.

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. A conduta socialmente responsável vai tornar a minha empresa mais bem-sucedida e lucrativa? Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas também? Estou convencido de que sim. As mídias sociais atribuíram enorme poder de decisão às pessoas. E acredito que as pessoas são fundamentalmente boas e vão usar esse poder para tornar o mundo um lugar melhor.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

março 1, 2013

O novo mundo colaborativo reflete uma mudança na sociedade, na qual o poder é distribuído e compartilhado. E onde, de fato, as pessoas mais influents são aquelas que mais compartilham, e não as que tentam manter o controle e restringir o fluxo de informações.

            Para as empresas, as oportunidades comerciais de alavancar o poder da colaboração estão apenas começando a ser exploradas, e os que estão à frente vão colher os frutos.

            Embora não entremos em um mundo de consumo perfeito, no qual a criação satisfaz a fabricação, que por sua vez satisfaz o consumo, sem gerar nenhum desperdício, há uma grande oportunidade para todas as empresas e líderes.

            No final das contas, nós temos uma escolha – aceitar o emocionante mundo novo e sermos empresas e líderes abertos, transparentes e colaborativos e, com isso, mais bem-sucedidos. Ou observar as pessoas usarem o poder das mídias digitais e sociais para nos forçar a ser.

            Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jone. Integrare Ed.

 

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Compartilhamos TUDO, mas queremos privacidade…

janeiro 14, 2013

Nosso interesse de classe média passa a ser muito seletivo com quem está próximo e totalmente sem barreiras com quem está distan­e. E isso mostra o nosso contrassenso atual e o impacto do paradoxo: próximo/distante. Você fotografa o prato da sua comida na mesa de domingo para colocar no Instagram e manda pela internet para que todos vejam, mas não gosta quando o porteiro pega sua correspon­dência para lhe entregar em mãos porque isso afeta a sua privacidade. Estranho, não?

 

            Você coloca a foto da festinha dos seus filhos no Facebook para milhares de pessoas verem, e elas podem ser curtidas, copiadas, coladas, encaminhadas, colecionadas, mas preocupa-se com a interferência na privacidade da vida dos seus mesmos filhos quando monitorados por câ­meras na escola. Você “tuita” o tempo todo e compartilha com milhares de pessoas muitas das suas opiniões pessoais, algumas muito pessoais, que você deveria guardar somente para si, mas inexplicavelmente, não gosta que sua diarista saiba da sua vida pessoal, mesmo morando com você. Por onde você passa, faz check-in e registra os lugares para que todo mundo saiba onde foi, mas reclama da futilidade das celebridades, que divulgam fotos fazendo compras no shopping. Você publica suas fotos o tempo todo nas mais diversas e íntimas situações, mas critica o absurdo interesse das pessoas por reality shows como o Big Brother.

 

Sabemos da vida privada de gente famosa como o Neymar e nos interessamos muito pelos detalhes sórdidos das festinhas noturnas e bebedeiras de jogadores como Ronaldinho Gaúcho ou Adriano Imperador, mas não sabemos onde nosso filho estava na madrugada passada nem como ele voltou para casa esta manhã.

            Sabemos da vida dos artistas da novela e suas banalidades, mas não como vamos conversar com nossos filhos sobre álcool, sexo, drogas ou medos. Acompanhamos muitos dramas de gente distante com um interesse cada vez maior, e fugimos dos dramas que estão sentados co­nosco, solitários, dividindo o mesmo sofá.

 

Fonte: livro “Paixão e significado da marca – Ponto de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações”, de Arthur Bender – Integrare Editora

 

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Transparência Radical

novembro 28, 2012

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

Fonte: trecho do livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Prepare-se!!!

setembro 19, 2012

Uma questão fundamental é que o digital fica registrado para sempre. E coisas ditas anos atrás podem ser facilmente encontradas e voltarem a assombrá-lo. Stuart McLennan, candidato às eleições do Partido Trabalhista britânico, foi forçado a renunciar por causa de suas mensagens no Twitter; algumas delas tinham sido escritas quando ele ainda era um estudante. O que pode ter sido uma brincadeira engraçada entre colegas da faculdade tornou-se bem mais sério um ano depois, quando ele era candidato ao parlamento: “Na fila do correio. Gigantesca. Deve ser dia de pagamento da aposentadoria. Bando de velhos fazendo hora extra na Terra”. Isso não é nada engraçado quando os “velhos fazendo hora extra na Terra” tornam se os eleitores idosos.

O mesmo vale para “Johnnie Walker Red Label é tão ruim que não vende nem na Escócia”, pois a indústria de uísque é uma importante empregadora do potencial eleitorado.

 

Nas mídias digitais e sociais, os comentários podem durar para sempre.

 

Pessoas são pessoas e vamos continuar a cometer erros e gafes. Provavelmente, o conselho mais importante é que, se você cometer um erro, admita-o imediatamente. O estilista de roupas e calçados Kenneth Cole twittou uma mensagem extremamente inadequada, sugerindo que a agitação no Egito havia sido causada pelas pessoas que tentavam botar as mãos em sua nova coleção de primavera. Isso provocou uma reação furiosa imediata, inicialmente no Twitter e depois em todos os principais meios de comunicação. Mas Cole, num gesto louvável, imediatamente afastou as especulações de que um funcionário teria sido responsável, admitiu a autoria e desculpou-se. O mundo mudou.

Se hoje há um pequeno problema local, você deve supor que ele vai aumentar e se tornar global, em instantes. O lema dos escoteiros, “esteja preparado”, é um ótimo conselho para o líder empresarial de hoje. Você deve supor que não haverá tempo para formular planos sobre como lidar com problemas depois que eles surgirem. Anteveja-os e planeje como você vai reagir se eles acontecerem de fato. E, se ocorrer algo que você não esperava, tente se antecipar. Seja o primeiro a comentar. Pelo menos, a conversa pode começar em seus termos e você ficará com o mérito por ser franco e honesto.

A velocidade e a reação da empresa e de seus funcionários são extremamente importantes. Às vezes, os funcionários relutam em se envolver nas mídias sociais por causa de seus empregadores.

Em parte, isso ocorre porque muitas vezes eles não se sentem seguros sobre o que devem ou não falar, e o que poderia acontecer se dissessem algo errado. Então ninguém se manifesta – essa é a pior coisa que pode acontecer. Ao demorar muito para agir, e isso pode significar uma pequena hesitação, você dá margem para que as coisas adquiram maior proporção, muitas vezes desnecessariamente.

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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