Está em dúvida sobre qual carreira deve seguir?

setembro 11, 2017

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Você já pensou que o modelo atual surgiu há mais de 50 anos e não reflete mais a atualidade? Muitos estão procurando soluções para a nova realidade, mas fórmulas mágicas ainda não existem. Por isso, avesso à simples manuais, Felipe traz aqui a esperança de que, se algumas das dicas ou aprendizados compartilhados forem colocados em prática, você poderá se tornar um profissional ainda mais realizado.

 

Você pode refletir sobre a sua carreira, mas tem que entender que isso depende de um posicionamento pessoal que exige protagonismo. A era da informação exige filtros, inteligência emocional e principalmente AÇÃO para concretizar projetos.

O futuro não lhe pertence, e isso é o que faz a vida se tornar incrível. Se tudo estivesse previsto, perderia a graça, a magia. Viver é aprender a lidar com incertezas e principalmente aprender a fazer escolhas.

A sua carreira pode lhe trazer realização e felicidade, que serão resultados das suas escolhas. Mas você tem que fazer essas escolhas aqui e agora. E você: vai ou fica?

Fonte: Carreira – O começo certo em um futuro incerto, de Felipe Maluf. Integrare Editora.

 

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Soltar ou prender? O desenvolvimento da autonomia dos filhos. (por Maria Tereza Maldonado)

maio 1, 2015

Adriana se irrita quando sua filha de 15 anos se revolta porque tem de dizer para onde vai, com quem e a que horas volta. Não satisfeita com isso, telefona para as outras mães para confirmar a veracidade do que foi dito e fica horrorizada ao constatar que algumas amigas de sua filha são completamente soltas: os pais não tomam conhecimento dos programas nem procuram saber a que horas elas chegam das festas.

 

Por outro lado, Renata, 16 anos, diz que sente falta da vigilância dos pais, que, em suas próprias palavras, são muito “descolados”. A liberdade que tem para colocar piercings, fazer tatuagens, sair das festas quando já está amanhecendo e beber à vontade sem que os pais se preocupem tem, para ela, um gosto amargo de abandono e desamor.

 

Soltar ou prender? Essa medida é difícil já na infância. Quando a criança está pronta para usar o elevador sem estar acompanhada, sair para comprar coisas na banca de jornal ou dormir na casa dos amigos? Vários fatores influenciam essas decisões: o ambiente em que vivemos, a rede de relacionamentos e o nível de segurança pública são alguns deles.

 

“Confiança não se ganha, é preciso conquistá-la.” Para muitos pais, a confiança se quebra quando descobrem mentiras, coisas feitas às escondidas, acordos não cumpridos. Alguns mal conseguem se lembrar da própria adolescência, quando também transgrediam e ocultavam experiências que os pais não aprovariam. Outros acham que a adolescência é época de “fazer besteiras” e que a gente acaba aprendendo com a vida e com a maturidade.

 

Há desafios importantes para a família com adolescentes, no sentido de minimizar os riscos e aumentar os fatores de proteção para promover o crescimento saudável. Um deles é aumentar a flexibilidade dos limites para permitir o desenvolvimento da autonomia e da responsabilidade sem que isso represente soltar as rédeas.

 

Monitorar, orientar, proteger: isso significa que é importante, sim, saber onde estão, quem são os amigos, como se divertem, como está o rendimento na escola. Muitas vezes, o cuidado dos pais é entendido pelos adolescentes como controle, intromissão em sua privacidade. Diversos pais também se confundem com essa diferença entre cuidado e controle e espionam agendas, correspondência, telefonemas. Quebram, desse modo, a confiança dos filhos, desrespeitando sua privacidade e estimulando o fechamento da comunicação.

 

Um dos objetivos da educação dos filhos é acompanhá-los no caminho que vai da dependência do bebê para a interdependência dos adultos. O desenvolvimento da autonomia precisa estar entrelaçado com a capacidade de cuidar bem de si

 

Um dos principais ingredientes do dilema entre prender e soltar é a insegurança dos pais que não confiam plenamente na capacidade do adolescente para se proteger dos perigos e, sobretudo, resistir às pressões do grupo de amigos.

 

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Fonte: livro “Cá entre nós: na intimidade das famílias”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

 

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O verdadeiro amor não causa cansaço (por Mike George)

março 27, 2015

Algumas pessoas acreditam estar sempre doando, doando, doando, e têm a sensação de que isso lhes rouba a energia, que é cansativo. Esse sentimento revela apenas que o “verdadeiro amor” não está em ação. Enquanto o coração se esforça para demonstrar amor, a mente pensa: “Você está sempre tirando de mim, porque não me dá nada em troca, porque não reconhece o meu amor?”. Se existir o menor desejo de obter algo em troca, não se trata de doar, mas de receber. Por trás da aparente expressão de generosidade, existe o “desejo” de conquistar. E o amor não alimenta desejos em relação a si mesmo. É a intenção de “receber” algo, que está por trás do gesto de doar, que cria o pensamento negativo quando não há reciprocidade. E essa é a verdadeira razão do sentimento de energia roubada, de exaustão.

Um sinal claro de que a energia do amor está fluindo de verdade é que ele nunca provoca cansaço, só lhe dá energia, só o fortalece.

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Fonte: livro “Os 7 mitos sobre o amor: uma viagem da mente ao fundo da alma ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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O efeito dominó da grandeza (por Judy Rodgers e Gayatri Naraine)

março 20, 2015

Os psicólogos já documentaram amplamente os efeitos negativos da violência e das catástrofes sobre aqueles que as presenciam. Volumes e volumes foram escritos a respeito da síndrome do estresse pós-traumático e outras consequências biológicas para os espectadores de atos de terror. Menos estudado mas igualmente importante é o que acontece a quem presencia atos grandiosos.

Um dos pioneiros nessa pesquisa é Jonathan Haidt, professor de psicologia da Universidade da Virgínia. Diz ele: “Em meu trabalho, deparei com um tipo de emoção que poucos têm investigado: a que sentimos quando outras pessoas fazem coisas boas, habilidosas ou admiráveis. É uma emoção pouco usual porque, primariamente, não diz respeito a nós mesmos, nossos objetivos ou preocupações mesquinhas comuns. Ela nos proporciona uma sensação edificante, inspiradora; faz com que nos sintamos melhores; transcende a si própria”. Indagamos a Dadi Janki sobre o efeito dominó da grandeza. Ela disse: “Quando nossa intenção é pura, tem impacto vibrante nos outros. Quando somos tocados por uma qualidade boa – inspirada por uma virtude ou valor – e agimos num patamar elevado, nossa ação consegue inspirar os semelhantes. É lei natural que as almas respondam ao tipo de intenção que percebem nos outros.”

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Fonte: livro “Algo além da grandeza: conversas com o cientista Humberto Maturana e a yoguini Dadi Janki”, de Judy Rodgers e Gayatri Naraine. Integrare Editora

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O dinheiro compra a felicidade? (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 27, 2015

Sempre gostei e gosto de dinheiro. Porém, acredito que ele compra prazer, que é diferente de felicidade. O que nos confunde é que, quanto maior a frequência de compras para ter prazer, mais parecido esse prazer fica com a felicidade.

O problema é que muitas pessoas passam a vida apenas correndo atrás do dinheiro e se esquecem de que ele sozinho traz apenas momentos de felicidade, uma experiência finita, que não garante o sentido da vida.

O prazer às vezes é muito complexo, mas a felicidade é sempre simples. É a capacidade de curtir cada etapa que dá sentido maior à vida. E hoje, infelizmente, somos de uma geração que se sente refém de um falso modelo ideal para alcançar o sucesso. O sucesso não é alcançar aquilo que seu vizinho julga ser sucesso, e sim o que lhe produz a sensação de satisfação pessoal.

Se você almeja ter muito dinheiro na vida, não deixe de desejar. Não precisa mudar o destino, muitas vezes é suficiente mudar o caminho e então fazer dessa jornada algo com real sentido.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas: como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

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Por que é mais fácil motivar os outros do que a nós mesmos? (por Douglas Miller)

fevereiro 20, 2015

Fico sempre surpreso pelo modo como erguemos muralhas em torno de nossas próprias ambições (“Não consigo fazer isso agora porque…”) e, no entanto, aplicamos um pensamento muito diferente à vida dos nossos amigos e colegas (“Vai fundo! Você consegue fazer isso”). Se você usa o Facebook, provavelmente verificou como os amigos incentivam uns aos outros (embora esse encorajamento por vezes pareça ter uma certa superficialidade).

Com os amigos, vemos razões para fazer as coisas antes de buscar razões para não fazer. A conquista dos grandes objetivos e as mudanças de vida não são bem-sucedidas sem planejamento e um pensamento cuidadoso. Mas a perspectiva positiva do “Consigo fazer isso” vem primeiro.

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Fonte: livro “A sorte como hábito: o que pensam, sabem e fazem as pessoas que tem sorte no dia a dia”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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