O que acontece quando se para de inventar desculpas? (por Michael Heppell)

novembro 20, 2015

Quando você era criança e seu cérebro estava em plena produção, percebeu que, ao inventar uma desculpa por não ter feito algo, simplesmente se livrava daquilo. O problema é que isso ocorria aos 5 anos de idade. Agora, você já é adulto, mas ainda inventa desculpas para justificar o porquê de não ter feito, de não ter conseguido fazer, razões por que não fará, ou uma série infinita de modos de adiar compromissos, tudo para garantir que não precisará enfrentar uma determinada situação.

 

Se as desculpas são tão destrutivas, por que as usamos? Para saber a resposta, temos de retroceder dois passos. Encaremos de vez esta situação: muitas vezes, uma desculpa é uma mentira deslavada. “Não pude fazer isso hoje. Tive um dia cheio demais”. Tradução aproximada: “Droga! Passei metade do dia enrolando, quando devia estar fazendo o que era importante. Rápido, pense numa desculpa, mas que seja convincente. Já sei: direi que estava ocupado. Melhor ainda: direi que estava muito ocupado, tentando fazê-los sentir pena de mim”.

 

É possível que você nem soubesse dessas coisas. Isso porque talvez já estejam enraizadas no subconsciente, de modo que possam ser trazidas à tona numa fração de segundo. Parabéns! Portanto, se estão “enraizadas”, podem ser mudadas? Claro que sim, mas você terá de mudar também. Esse será o seu primeiro desafio. Na próxima vez em que se pegar inventando uma desculpa, mude e certifique-se de que sua explicação corresponde à verdade: “Essa é a verdade, a completa verdade, nada mais do que a verdade”.

 

Veja duas situações que mostram como isso pode funcionar.

 

Um homem vai ao mercado. Sua esposa lhe pede para trazer um produto de lá, mas ele se esquece completamente. Ao chegar e ser questionado por ela, ele provavelmente dirá: “Procurei no mercado inteiro e não encontrei; deve ter acabado”. Que tal mudar e dizer “Ah, não! Esqueci completamente. Não tenho desculpa. Vou voltar lá agora mesmo e buscar”.

 

Outra situação. “Como? Não recebeu meu e-mail? Bem, é que tivemos alguns problemas técnicos no sistema, deve ter sido por isso que a mensagem não chegou até você”. Que tal mudar e dizer: “Peço mil desculpas, mas ainda não enviei. Você poderia fazer a gentileza de me dar mais uma hora para completar a tarefa?”.

 

Não é melhor assim? Não sei quanto a você, mas comparando as desculpas esfarrapadas com uma boa dose de honestidade, prefiro a última opção.

 

Duas advertências:

  • Não perca seu emprego, amigo ou membro da família ao fazer isso. Antes pecar pelo excesso de cautela do que pela falta.
  • Teste seus próprios limites, indo um pouco além do que normalmente iria. Por que se preocupar?

 

Ocorre algo verdadeiramente libertador quando se para de inventar desculpas. A necessidade de justificar as ações (ou a falta delas) é significativamente reduzida. As pessoas passam a ver um outro lado seu, e você notará que elas reagem de modo diferente e mais positivo. O hábito de inventar desculpas faz seu caminho ser mais lento, cria obstáculos à criatividade e à confiança.

 

 

 

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Fonte: livro “Mude!”, de Michael Heppell. Integrare Editora

 

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Como relaxar de modo adequado (por Michael Heppell)

março 6, 2015

1. Reserve 15 minutos de seu dia. Sim, isso é possível: não assista ao telejornal, levante 15 minutos mais cedo, falte a uma reunião. Se realmente quiser, você encontrará 15 minutos.

2. Escolha um lugar onde você não será incomodado. Desligue seus telefones, feche as janelas etc.

3. Caso não se sinta confortável com o silêncio, coloque um CD relaxante para tocar.

4. Permaneça sentado. Se deitar, seu cérebro entenderá a mensagem de que você pretende tirar uma soneca, o que seria bom, mas não é esse o objetivo.

5. Respire profundamente duas vezes e feche os olhos.

6. Concentre-se em relaxar sua respiração, desacelerando-a.

7. Ao dar início ao relaxamento, concentre a mente em ideias, sons e imagens relaxantes.

8. À medida que estiver cada vez mais relaxado, concentre-se neste sentimento maravilhoso que é o estado de relaxamento.

9. Se sua mente começar a divagar, aceite o movimento criativo que ela faz mas retorne ao relaxamento.

10. Quando estiver relaxado, perceba-se transformando-se numa pessoa em forma e mais saudável. Visualize-se fazendo boas escolhas, ativo e com saúde e energia vibrantes.

11. Quando sentir que é a hora, conte lentamente de um a cinco e, a cada número, perceba-se cada vez mais alerta.

12. Chegando ao número 5, abra os olhos, faça um leve alongamento e aprecie o sentimento de completo relaxamento que acaba de criar.

Um relaxamento adequado requer disciplina e prática, mas os resultados são fantásticos. Esta é uma daquelas coisas que sabemos que são necessárias, mas para as quais geralmente não encontramos tempo. Bem, que tal perder o telejornal ou uma das novelas?

O relaxamento profundo é um elemento fundamental para ter uma saúde fantástica.

Fonte: livro “Mude! : como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell. Integrare Editora

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É hora de ter um corpo saudável (por Michael Heppell)

novembro 14, 2014

O.k., fanáticos pela boa forma física, estão prontos? Sim? Então, é hora de… PARAR, desacelerar, respirar fundo e relaxar. Você realmente pensou que eu fosse lhe sugerir um programa que o preparasse para enfrentar uma maratona daqui a um mês? Ora, a ideia deste livro é mudar! Nosso estilo aqui é outro.

Acredito fervorosamente que se você quiser ter um corpo saudável terá de começar por uma mente saudável. Mude e comece pelo plano interior.

Aprender a relaxar de forma adequada exige a mesma dedicação do preparo para uma maratona. A única diferença é que você usará outro tipo de músculo. Muitos associam o relaxamento a sentar-se diante da tevê, entregar-se à inércia total, a tornar-se uma pessoa largada. Mesmo que haja espaço para esse tipo de diversão, não é necessário ler um livro para descobrir como aperfeiçoá-la!

Desafio você a aprender a relaxar adequadamente e, enquanto estiver nesse estado maravilhoso, usá-lo como ponto de partida para atingir a saúde e a vitalidade perfeitas. Assim, estará muito mais inclinado a fazer aquilo que sabe que precisa fazer. Encontrará tempo para isso e se sentirá feliz com o processo todo.

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Fonte: livro “Mude – Como ajustar o ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell. Integrare Editora

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Papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos. Qual é o seu? Por Douglas Miller

dezembro 20, 2013

Tantos de nós operam em grupos – em equipes de trabalho, clubes, academias e até mesmo como parte de uma família –, que é importante ter clareza sobre o que você traz para o grupo.

Os papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos incluem:

✤ Líder. Isso não tem nada a ver com ser um gerente. É sobre os outros olharem para você em busca de orientação porque o respeitam: você tem boa reputação, sua credibilidade é alta ou você tem experiência (ou tudo isso junto). Esse papel é dividido em dois – a abordagem “ordene e diga” e o método mais colaborativo, mais consensual. Os líderes tendem a ter uma preferência por um ou pelo outro.

✤ Pensador. Você tem ideias novas ou oferece perspectivas diferentes? Por exemplo, gosta de atuar como advogado do diabo? Mas sempre expressa suas ideias? Às vezes os pensadores podem ser os mais quietos em um grupo – mas lembre-se de sempre apresentar suas ideias.

✤ Harmonizador. Aqui você fornece a cola emocional para o grupo, reparando relacionamentos, resolvendo desavenças, mostrando empatia e gerando coesão, talvez até mesmo diversão.

✤ Fazedor. Os fazedores se baseiam na ação. Eles veem possibilidades em vez de perigos, e geram positividade em torno do grupo.

✤ Realizador/consertador. Enquanto os fazedores fazem coisas, os realizadores fazem a coisa certa. Eles também são com frequência os consertadores: têm um alto grau de inteligência prática e conseguem chegar ao cerne da questão quando o grupo apresenta problemas.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Roteiro para a solução dos problemas, por Michael Heppell

dezembro 13, 2013

Roteiro para a solução dos problemas:

• Passo 1: Esta é a parte mais fácil, consiste na identificação de sua “rocha”. Ela simboliza a sua grande questão, aquilo que parece estar impedindo o progresso, lhe criando problemas ou colocando-o numa situação difícil. Provavelmente você já tem uma ideia do que esta rocha representa. Escreva isso de maneira clara na coluna “Rocha” da página seguinte.

Passo 2: Fragmente esta rocha em pequenos problemas específicos. Não importa a quantidade deles, mas, quanto mais ela for fragmentada, mais fácil será encontrar as soluções. Anote cada desafio individual na coluna “Problemas”.

Passo 3: Para cada problema individual, escreva uma solução simples na coluna “Soluções”. A essa altura, não é necessário que você já tenha tais soluções, mas certifique-se de que colocará um breve comentário junto a cada problema.

Passo 4: Leia sua lista de soluções e imagine como você se sentiria se tivesse aplicado todas elas. Escreva, então, sua resolução na coluna correspondente.

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Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

 

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Veja as soluções que se ocultavam por trás de uma visão tradicional e unidimensional, por Michael Heppell

novembro 22, 2013

Ao aprender a apreciar variados pontos de vista, imediatamente você passa a enxergar soluções que se ocultavam por trás de uma visão tradicional e unidimensional.

 

De que modo você age quando tenta fazer a promoção de sua empresa para seu cliente mais influente? O mínimo que se espera é um serviço 5 estrelas, acompanhado de uma série de medidas.

Quando o Milestone Hotel, em Kensington, Londres, deparou com esse desafio, sua administração decidiu mudar. Ao examinar com atenção as demandas de seu cliente Amex, a equipe do Milestone rapidamente descobriu que havia uma competição acirrada no oferecimento de serviços 5 estrelas, então “reconfigurou” seu encontro com os representantes da Amex, fazendo-lhes uma pergunta brilhante: “Se houvesse uma commodity a ser oferecida aos seus clientes que não pudesse ser comprada pelo dinheiro, qual seria?”. A resposta deles foi “o tempo”.

Foi então que o Milestone criou um pacote especial para seus hóspedes da Amex, a “permanência 24 horas”. Não importa a que horas você chega ao hotel, o quarto será seu por 24 horas.

Você consegue imaginar a possibilidade de fazer o check-in às 18h e deixar o hotel às 18h do dia seguinte? Nada de correria para deixar o hotel, nenhuma necessidade de deixar as malas guardadas. Perfeito.

Que tipo de desafio você é capaz de mudar,

“reconfigurar” e enfrentar de “cabeça erguida”,

obtendo resultados incríveis?

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Fonte: livro “Mude – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora Editora

 

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Você é feliz? Por Michael Heppell

setembro 27, 2013

A maioria das pessoas se coloca à espera de uma boa razão para ser feliz; só então elas optam por ficar contentes. Mas você não precisa se sentir feliz antes para que só depois a felicidade apareça nos eventos diários. Na verdade, é possível criar um estado de felicidade a qualquer momento que desejar.

            No entanto, ser feliz pelo simples prazer da felicidade requer algumas estratégias. Esta seção tem o intuito de apresentar alguns passos iniciais.

            Não fique analisando estas perguntas. Apenas responda sim ou não.

 

– Você consegue ficar feliz e triste no mesmo dia?

– Você consegue ficar feliz e triste numa mesma hora?

– Você já passou por situações em que o mesmo acontecimento o deixou feliz num primeiro momento e triste no seguinte?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes do que outras?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes o tempo todo?

– Há momentos de sua vida em que, mesmo tendo muitas razões para estar feliz, você sente que é mais fácil ficar meio mal-humorado, mostrando certa tristeza?

– Na verdade, estar mal-humorado é uma questão de escolha pessoal?

– Mal-humorado… não é um belo adjetivo, esse?

– Agora, a melhor de todas… se estar mal-humorado é uma escolha pessoal, é possível optar pelo estado de felicidade?

 

            Imagino que tenha respondido sim à maioria das questões. Essas perguntas simples têm a mera intenção de fazê-lo começar a pensar que você tem, de fato, a possibilidade de escolher. Tal escolha torna-se ainda mais clara no momento em que você dispõe das ferramentas adequadas.

 

Você pode escolher ficar mal-humorado ou ser feliz.

 

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Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

 

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