Família e amigos no processo de separação. (por Maria Tereza Maldonado)

fevereiro 12, 2016

O processo de “digerir” o término do casamento é demorado, não apenas para o casal e os filhos, mas também para os familiares. Em muitos aspectos, é idêntico ao processo de luto pela perda de uma pessoa querida: fala-se sobre o assunto muitas vezes, há períodos em que a sensação de perda é aguçada, há a possibilidade de redimensionar os acontecimentos com o passar do tempo ou a possibilidade de paralisar-se na tristeza e no inconformismo. As repercussões no círculo de amigos, são também bastante extensas, com o término de algumas amizades, a permanência de outras e o início de novas relações.

 

 

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Fonte: livro “Casamento, término e reconstrução”, de Maria Tereza Maldonado. Integrare Editora

 

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Relacionamento: a diferença de expectativas. Por Maria Tereza Maldonado

novembro 8, 2013

Um dos motivos mais comuns do desencontro é a diferença de expectativas. Em todo vínculo, há um contrato explícito e um implícito, e o que está nas entrelinhas tem muito mais peso do que aquilo que é dito: “Quando eu propus morarmos juntos, ele aceitou naquela de que não ia mudar muita coisa. Achou que poderia continuar saindo com os amigos até altas horas e levar a vida dele como sempre. Mas eu comecei a me revoltar contra isso. Passei a me intitular mulher dele e ele continuou a me tartar como namorada, sem maiores obrigações”. A base desse casamento é um grande mal-entendido.

            Difícil é construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se complementem, em que ambos possam ser o que são, duas individualidades em uma parceria. O jogo de fazer um parecer forte e definido e o outro inexpressivo e amorfo dá uma ilusão de segurança e de controle, mas também dá a sensação de estar levando o barco sozinho, sem proteção e sem companhia.

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Fonte: livro “Casamento, término & reconstrução – O que acontece antes, durante e depois da separação”, de Maria Tereza Maldonado – Integrare Editora

 

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Por que eu te amo? Por Alfredo Simonetti

julho 3, 2013

Por que nos apaixonamos por uma determinada pessoa? Pelo que ela é, pela sua essência – responderíamos de pronto, levados pelas ilusões do amor romântico. Mas é bem pouco provável que seja por isso.

            Em primeiro lugar, a paixão é rápida; quando vem é quase instantânea, e para se conhecer a essência de uma pessoa, se é que isto é possível, leva-se muito tempo. Aliás, quando depois de longo tempo de convivência chegamos mesmo a conhecer a fundo o outro muitas vezes nos surpreendemos com o que encontramos e, assustados, reclamamos: “mas você é isso ?”, “nunca imaginei que você fosse capaz disso”.

            O que causa a paixão são pequenas coisas, um detalhe do jeito da pessoa nos captura num enlaçamento vertiginoso. A psicanálise propõe que a pulsão é sempre parcial, e Roberto Carlos está certo ao cantar “… detalhes tão pequenos de nós dois…” Roland Barthes, no livro Fragmentos de um discurso amoroso , descreve este arrebatamento tão claramente que melhor é passar logo a palavra para ele:

 

No mundo animal, o que dá partida à mecânica sexual não é o indivíduo em todos os detalhes, mas apenas uma forma, um fetiche colorido do outro, que ‘me’ toca bruscamente. É a voz, a queda dos ombros, a silhueta esbelta, a quentura da mão, o jeito de sorrir. Posso me sentir atraído por uma pose ligeiramente vulgar, feita para provocar, por trivialidades sutis e móveis, que passam rapidamente pelo corpo do outro: um jeito rápido mas expressivo, de afastar os dedos, de abrir as pernas, de mexer os lábios carnudos ao comer, de se ocupar de algo muito prosaico, de tornar o corpo idiota por um segundo.

 

Quem diria que escolhemos a pessoa com quem queremos viver o resto de nossas vidas de maneira tão prosaica? Pois é… E mais: encantamo-nos com um detalhe da pessoa, mas casamos com a pessoa inteira, com todas as suas outras partes de que não gostamos, e às vezes nem conhecemos. Sem dúvida esta é uma das muitas causas do nó no casamento.

 

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Fonte: livro “O nó e o laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Para um casamento ser feliz! Por Içami Tiba

julho 1, 2013

Para um casamento ser feliz são necessários basicamente dois componentes: saúde psíquica de cada um deles e saúde relacional. Uma pessoa muito comprometida como psicóticos ou neuróticos graves não tem disponibilidade nem disposição psíquica para se relacionar com outras pessoas.

Mesmo sem ser gravemente comprometidas, as chamadas pessoas “normais” também têm uma tal “incompatibilidade de gênios” que torna o relacionamento inviável. São pessoas que podem se relacionar muito bem com certas pessoas, mas não conseguem nem ficar perto de outras.

Podem se amar apaixonadamente, mas uma pessoa tremendamente bagunceira torna a vida de outra regularmente ordeira um tormento. Podem sair, passar poucos dias juntos num hotel, porém morar juntos pode ser um inferno para a pessoa ordeira.

Para o bagunceiro, a ordem não incomoda em nada, pois até facilita sua vida. Mas para a pessoa ordeira, mesmo sem nenhuma mania de limpeza ou rituais de ordenar tudo, o que poderia ser engraçado no começo torna impossível a convivência.

De normais a psicóticos todos somos “normóticos”, me dizia um professor de psicoterapia, parafraseando a já conhecida frase “de médico e louco, todos temos um pouco”. Mesmo os bastante alterados psiquicamente podem exercer funções “normalmente” desde que não se mexa com os seus problemas.

Assim também são os relacionamentos. Se os pontos atingidos pelo cônjuge não lhe forem essenciais, este pode manter bom relacionamento, por tempo indeterminado. Mas este precário equilíbrio não comporta a vinda de filhos e o casamento em geral acaba afundando.

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Fonte: livro “Família de Alta Performance – Conceitos contemporâneos na Educação”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Até que ponto as “DRs” são úteis? Por Alfredo Simonetti

março 18, 2013

E como termina a conversa amorosa? A conversa amorosa, como vimos, serve a vários propósitos. Assim, um bom momento para encerrar é quando o problema, o nó em questão, tiver sido resolvido, e é isso mesmo o que acontece, pelo menos em alguns casos.

 

            A conversa amorosa efetivamente é muita boa para acertar as coisas entre o casal, seja pela descarga emocional que ela provoca, diminuindo assim a tensão entre os parceiros, seja proporcionando uma solução satisfatória para os desencontros, ou, no mínimo, favorecendo acordos comportamentais que satisfaçam as necessidades dos dois parceiros.

            Mas acontece que muitos problemas de uma relação amorosa não podem ser resolvidos no sentido exato do termo, ou seja, muitas vezes não é possível chegar-se a uma conclusão ou a uma mudança de comportamento ou de situação.

            Por causa disso, tem gente que acha até que nem vale a pena conversar, dizem “…não vai dar em nada mesmo… de que adianta falar, as coisas não vão mudar mesmo”.

            Isto é um grande equívoco porque a conversa amorosa não termina em uma solução. Ela é valiosa porque no amor não se conversa apenas para resolver problemas, conversa-se porque é preciso falar, até sobre aquilo que não pode ser resolvido, porque é preciso falar confiando que aquilo que não se resolve se dissolve.

            Na prática, a conversa amorosa termina assim: vai mudando de ritmo, vai ficando mais devagar, começa a esfriar e para, pronto, acabou, na maioria das vezes sem grandes conclusões ou soluções, simplesmente terminou.

            Na verdade ela não termina, ela é interrompida, para ser retomada depois, pois uma conversa amorosa é mesmo coisa de momento, ela tem ponto de partida, mas não tem ponto de chegada definido.

 

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Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

 

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Da paixão ao amor

novembro 5, 2012

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas, muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento.

As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

O amor pode não ser paixão, mas tem a ver com ela, não é a ausência dela: existem no amor momentos de paixão, só que mais calma e mais duradoura.

Paixão, por definição, é sentimento em ápice, é como uma montanha, vai subindo, subindo até um pico lá no alto, e depois vai descendo, descendo, e finda. Um gráfico da paixão é agudo, intenso, mas também é breve e com final certo: termina. Por outro lado, o gráfico do amor lembra mais uma cordilheira, uma cadeia de montanhas entremeadas de vales, planícies e platôs, é longo, flutuante e de final aberto: não é tão certo o que vai acontecer.

 

Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso” de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Sobre as famosas “DRs”: são mesmo necessárias no relacionamento?

outubro 5, 2012

No campo do casamento, parece que não há muito jeito, ou o casal discute minimamente a relação, ou vai acabar discutindo intensamente na relação. Quem olha de fora e vê um casal discutindo irritada e raivosamente sobre pequenas bobagens, sobre assuntos sem importância não vê – e o casal na maioria das vezes também não vê – que o sofrimento é outro.

Geralmente há algum tema ou algum sentimento que foi evitado, ou que não foi resolvido, que não foi dito, mas que insiste em retornar por outros caminhos. Não é assim mesmo que acontece no dia a dia do casamento? Pense na última discussão que você e seu cônjuge tiveram, veja se foi mesmo em torno do verdadeiro problema, será que foi? Ou foi apenas uma maneira momentânea de descarregar a irritação? O que você acha?

É preciso esclarecer, desde já, um equivoco muito comum sobre essa questão de conversa amorosa. Enganase quem pensa que “discutir a relação” serve para resolver problemas. Não é nada disso, resolver problemas é motivo para reuniões – e olhe lá. Não se discute a relação para trocar informação ou resolver problemas (os problemas são só o pretexto). Discute-se a relação para criar um sentimento de ligação, para se sentir ouvido, sentir-se amado, pedir garantias, desfazer e às vezes fazer fantasias, e coisas assim. Discutir a relação não é uma transação cognitiva, é uma transação afetiva, uma espécie de relação sexual não corporal, não no sentido do prazer evidentemente, mas no sentido da intimidade, do envolvimento, do enlaçamento.

Certa vez um paciente me disse que agora, depois

de anos de casamento, ele estava aprendendo

a conversar com sua mulher, e explicou:

“Agora eu consigo escutar o que ela tem para

dizer sem querer ficar resolvendo tudo”. É essa

a arte da conversa amorosa.

Existem pessoas e casais que conseguem afrouxar o nó em silêncio, mas estes são alguns poucos sortudos, já que a maioria de nós tem mesmo de recorrer à palavra, esse instrumento tão frágil e tão confuso. Acontece que não é uma coisa simples este negócio de falar-no-amor, algumas pessoas não gostam, e não querem nem saber da história de discutir a relação, outras não sabem como fazer isso, enquanto outras têm muita ilusão, e outras ainda parecem que só sabem fazer isso.

Por causa dessas dificuldades, e numa tentativa de transformar “a briga” em “um diálogo” este livro apresenta algumas ideias sobre como começar uma conversa, onde pode ser melhor conversar, quando conversar e quando adiar; e também sobre o que conversar e se convém ou não evitar algum tema, e finalmente sobre como terminar um conversa, se é que existe tal coisa em um casamento.

 

Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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O companheiro e a Vida

julho 6, 2012

Em um casamento, considero que haja três possibilidades de parceria. A 1ª é quando o casal tem um projeto comum; a 2ª é quando um se engaja no projeto do outro; e a 3ª é quando ambos têm seus projetos próprios, mas um colabora com o projeto do outro.

 

 

Companheiros compartilham o mesmo pão e não importa se o pão é fresco, macio e abundante; ou se está endurecido, passado e escasso. Companheiros compartilham o que têm, o pão e os sonhos; o presente e o futuro.

 

Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Homem Cobra e Mulher Polvo vão à praia

abril 20, 2012

O sol brilha maravilhosamente nesse domingo em que o cobra e a polvo levam seus dois filhinhos à praia.

Logo ao chegar, ela tem de lançar seus tentáculos para segurar as crianças afoitas, que quase já entravam na água. Ela sabe que, em primeiro lugar, é preciso protegê-los do sol. Assim, lambuza de protetor solar os inquietos corpinhos, coroando-os com um bonezinho, tal qual uma cereja sobre o sorvete… A polvo aproveita e passa protetor também no cobra. E só então, finalmente passa nela mesma, nas partes do corpo que consegue alcançar. Depois, pede a ele – que está arrumando o território onde a família vai ficar – que passe a loção em suas costas.

Os filhinhos correm para o mar. A polvo os segue com o olhar, pois sabe que criança e água não combinam: uma engole a outra, e vice‑versa, sempre. Se ela pudesse, estenderia todos os seus tentáculos para evitar os perigos que ameaçam sorrateira e ostensivamente seus amados filhinhos. Bloquearia as ondas maiores, diminuiria a intensidade do sol, afastaria as pessoas indesejáveis, aqueceria a água, impediria que um filho jogasse água no outro, provocaria a união entre os dois, faria que se dessem as mãos para proteger um ao outro – e, assim, aproveitassem o memorável passeio, registrando para sempre que tiveram uma infância feliz. Ela nunca foi à praia quando criança, o que lhe aperta o coração até hoje.

A polvo não descuida dos filhotes um segundo sequer, nem para piscar. A intensidade do sol aumenta e a brisa resseca seus olhos, que começam a reclamar, a arder e lacrimejar. Mas ela está lá, a vontade mais firme do que o corpo – que já não aguenta mais. Ela precisa fechar os olhos um segundinho… Então, lembra-se do marido.

Ele está de pé, de braços cruzados, varrendo a praia com o olhar e sentindo a brisa no corpo. É uma figura imponente: o senhor da praia.

Ele ouve a esposa chamar: Benhê, você fica de olho nas crianças para que eu possa fechar os olhos um pouquinho? Ela fala em tom de súplica, para comover o marido. E ele responde: Pode deixar, meu bem! Eu olho as crianças! E, com seu olhar de cobra – entenda‑se em tubo –, fixa os olhos no alvo: as crianças.

Mesmo tombada, a polvo não abre mão do controle. Vai perguntando ao marido: Onde estão as crianças? O que elas estão fazendo? Conforme o modo como o cobra responde – tom de voz, rapidez, precisão das palavras, vacilações ou humor –, ela avalia a situação. Ao mínimo sinal de anormalidade, ela abriria imediatamente os olhos para reassumir o controle de tudo…

O cobra responde de acordo com o esperado, nem percebe que a polvo desconfia de sua capacidade de cuidar das crianças. Ele continua a olhar os filhos em tubo até que, entre seus olhos e as crianças, passa algo balouçante, um tanto quanto rebolante… Aí o olhar em tubo muda de alvo. Agora, acompanha instintivamente os movimentos do novo alvo até que ele quase desapareça de vista. Mas, de repente, ele se lembra: Xi, e as crianças? O cobra se volta rapidamente para o ponto onde estavam as crianças. Mas onde elas estão que ele não as encontra? Sumiram… As danadas sumiram!

Pânico geral. A polvo levanta‑se como se uma mola a empurrasse e corre em direção ao mar, desesperada. O mar engoliu os filhinhos dela, com certeza! Será que alguém os raptou? Seria um sequestro?

Ela grita com o marido: Faça alguma coisa!

Mas eis que as crianças estão sentadinhas na areia fazendo buracos. A polvo as abraça como se elas tivessem se afogado e Deus as tivesse devolvido, tamanha a sua devoção… Passado o susto, ela não sossega: um dos seus tentáculos vai enforcar aquele pai desnaturado.

Onde já se viu perder os filhos? Nem para olhar os próprios filhos ele serve, aquele folgado…

As crianças continuam felizes, brincando e vivendo a pura inocência de não saber dos grandes perigos que passaram pela mente da mãe, de cujos olhos brotam lágrimas de ternura, agora indiferentes ao sol abrasador…

A polvo jura que nunca mais vai confiar SEUS filhos àquele cobra desalmado.

O cobra se queixa da mulher: Para que tanto escândalo? Encontrou as crianças? Então está bom. Para ele, não há motivo para se preocupar com o que não aconteceu. Tudo volta a ser como antes daquele sufoco, e ele é novamente o Senhor da praia.

Tudo não passou de uma chuva emocional de verão…

 

 

Fonte: trecho do livro “Homem Cobra Mulher Polvo – Divirta-se com as diferenças e seja muito mais feliz”, de Içami TIba  – Integrare Editora

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Ah, as diferenças!!!

março 12, 2012

Como sem essas diferenças o amor e o casamento seriam muito tediosos, então as diferenças efetivamente servem para alguma coisa. Antes de tudo, são ideias bastante interessantes que abrem novas maneiras de se lidar com as dificuldades de relacionamento entre homens e mulheres, e também servem de matéria-prima para a conversa amorosa, como pretexto, como aquecimento para temas mais particulares e individualizados dentro da relação.

Acima de tudo, as diferenças são divertidas, e conseguem afrouxar um pouco a tensão dos nós, através do antagonismo, que mais aproxima do que afasta: de modo geral tanto os homens quanto as mulheres gostam de brincar com essas diferenças, e todos sabemos a importância das brincadeiras entre meninos e meninas, entre homens e mulheres .

 

Fonte: trecho do livro “O nó e o laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, Alfredo Simonetti  – Integrare Editora

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