Imaturidade para fornecer e receber feedback. (por Alexandre Prates)

janeiro 13, 2016

É muito comum encontrarmos profissionais que não conseguem, por imaturidade, fornecer feedback de qualidade aos colegas de trabalho. Digo imaturidade, pois muitos profissionais fogem desse momento por receio de ofender os colegas e, assim, desmotivá-los ou criar alguma situação desconfortável.

 

Esse receio é frequente, pois muitas vezes os profissionais são amigos e isso pode prejudicar o relacionamento. Da mesma forma, isso ocorre quando o feedback é dos liderados para o líder. Primeiro, é muito difícil um líder aceitar um feedback dos seus colaboradores, automaticamente os liderados não o fazem por medo de represálias e as deficiências continuam a prejudicar a empresa. Sem contar que isso se estende aos pares de trabalho quando o gerente de uma área quer corrigir determinada ação de outra área. É muito comum que um líder se ofenda quando recebe um feedback negativo sobre o trabalho de um de seus colaboradores, pois isso conota que não está cuidando dos seus liderados. E o que isso acarreta? Simples, cada um cuida do seu e ninguém se intromete na área de ninguém. Logo, os problemas continuarão crescendo.

 

Solução: É preciso que o líder e seus colaboradores adquiram maturidade para compreender que existe algo maior do que o próprio ego e encarar o feedback como uma proposta de crescimento e mudança. Todos estão ali para atingir uma única missão: fazer a empresa prosperar. Quando coloco o meu ego acima desta proposta, o resultado é simples: teremos um agrupamento de pessoas que só produzem um resultado – a estagnação.

 

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Fonte: livro “Resultado”, de Alexandre Prates- Integrare Editora

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Fazendo amizade com o tempo. (por Eugenio Mussak)

dezembro 16, 2015

O tempo está à nossa disposição, mas é ele que dispõe de nós. Por isso estabelecer com ele uma relação de paz é um ato de sabedoria. Sentir e medir o tempo são aparentados, pois ambos nos permitem perceber seu andar ininterrupto. Como? Bem, sentir e medir o passar das horas são iniciativas úteis, pois nos ajudam a decidir o que faremos com o tempo de que dispomos. Assim, nossa paz com o tempo será diretamente proporcional à paz que estabelecemos com nossas escolhas e nossas decisões. E estas são pessoais, relativas aos valores de cada um.

 

O cientista inglês Stephen Hawking, que ocupa na Universidade de Cambridge a mesma cadeira que já foi de Isaac Newton, escreveu um livro chamado Uma breve história do tempo. Em dado momento, em meio a intrincados conceitos científicos, ele pondera que o tempo tem de ser analisado a partir de três setas: a seta cosmológica, que explica a expansão do universo, a seta termodinâmica, que explica a modificação constante das coisas, e a seta psicológica. Sim, o físico mais importante da atualidade não consegue analisar os fatos do tempo sem recorrer à psicologia. Os enigmas intrincados da matéria relacionam‑se com os mistérios do tempo desde sempre, mas quando o homem passou a protagonizar essa peça no palco no Universo, seus pensamentos e sentimentos acrescentaram novos ingredientes ao roteiro, às vezes de comédia, às vezes de tragédia.

 

A maior contribuição da física nesse assunto é a ideia da relatividade. As sofisticadas descobertas de Einstein sobre a velocidade da luz nos levaram a abandonar a ideia de tempo único e absoluto. Então “o tempo se tornou um conceito mais pessoal, relativo ao observador que o está medindo”, diz Hawking. Nossa relação com o tempo se faz a partir de nossos valores, opções, decisões e culpas. É o tempo psicológico. Eu dedico mais tempo ao que tem mais valor para mim. O problema é conhecer seus valores.

 

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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A busca da simplicidade. (por Arthur Bender)

fevereiro 25, 2015

Cada vez mais a simplicidade terá um peso mais importante na vida de todos nós. A simplicidade será cada vez mais valiosa nas nossas vidas sabendo que elas serão cada vez mais conectadas, certamente mais disponíveis e, ao que tudo indica, mais estressadas. Nesse contexto, que por alguns anos acredito que ainda irá piorar, a simplicidade funcionará como uma espécie de Santo Graal para as nossas curas e para manter a sanidade das nossas famílias.

Acredito que boa parte das pessoas levará cada vez mais em conta o fator simplicidade em suas escolhas. E nessas escolhas se perguntarão o tempo todo: isso vale a pena? Por que eu continuaria a fazer isso? Ou, por outro lado, perguntarão a si mesmas: por que eu faria isso?

Tudo o que acrescentar mais complexidade à nossa vida tende a ser refutado, porque já estamos saturados de tanta complexidade.

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Fonte: livro “Paixão e Significado da Marca”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Escolhas! (por Sidnei Oliveira)

fevereiro 18, 2015

Tudo começa com as escolhas. Vivemos momentos fantásticos e também momentos terríveis. Independente da forma como as coisas ocorrem, sempre seremos responsáveis pelas consequências, pois ao tomar nossas decisões influenciamos tudo o que nos acontece. Somos aquilo que escolhemos ser!

É evidente que há pedras no caminho, desafios que não conhecemos, momentos de pouca energia, enfim, não é fácil fazer escolhas… Contudo, uma coisa é bastante interessante – não importa o quanto erremos em nossas escolhas, sempre podemos recomeçar, pois na verdade nossa vida é feita de ciclos e sempre que um acaba outro tem início.

Nossa vida é dominada por nossas escolhas, mesmo quando inocentemente acreditamos que não escolher nos isenta das consequências. Bobagem! Não escolher também é uma escolha, mas com resultados muitas vezes inesperados. Por isso você deve fazer escolhas e estabelecer metas que levem a um efetivo envolvimento com elas.

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Fonte: livro “Geração Y: ser potencial ou ser talento? faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Valorize o que você faz, não importa o que você faça (Por Max Gehringer)

fevereiro 11, 2015

No começo da carreira, é comum a gente reclamar que poderia estar fazendo algo mais desafiador do que aquilo que estamos fazendo. Por um lado, isso mostra ambição. Mas, por outro, desprestigiar o próprio trabalho não vai ajudar a conseguir outro mais importante.

Então, vou contar uma historinha rápida. Um dia, tive a oportunidade de participar de um congresso brasileiro que reuniu técnicos de laboratório clínico. Um pessoal especializado em análises. E, lá pelas tantas, eu me vi fazendo parte de um grupo no qual havia vários técnicos especialistas em exames de fezes. Com certeza, esse não era o assunto mais apropriado para uma conversa após o jantar, mas o assunto acabou girando em torno daquela atividade que, no mínimo, não cheira bem. E eu percebi que existiam três opiniões bem diferentes entre os especialistas ali presentes. Um deles foi claro e direto, e disse que seu trabalho era todo dia aquela mesma “eme”. Outro foi mais científico e disse que sua tarefa consistia em análises parasitológicas em equipamentos de última geração tecnológica. Mas foi o terceiro que mais me chamou a atenção. Ele disse que sua função era muito nobre porque dela dependiam a prevenção e o tratamento de doenças em seres humanos.

“Incrível”, pensei comigo, enquanto traçava meu pudim. A mesma atividade, e três visões diferentes. Exatamente a mesma coisa que acontece com qualquer função em qualquer empresa. Tem gente que prefere enxergar só o lado negativo daquilo que faz. Outros gostam de florear. E tem gente que vê o trabalho que faz como parte de um objetivo muito maior e mais importante. A experiência mostra que as pessoas do primeiro tipo, os que só reclamam, vão ficar fazendo o mesmo trabalho a vida inteira. As pessoas do tipo dois, as mais científicas, viram chefe dos que só reclamam. Mas são os que enxergam mais à frente que se tornam chefe das outras duas.

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Fonte: livro “Aprenda a ser chefe: um manual de dicas e sugestões para chefes presentes e futuros”, de Max Gehringer – Integrare Editora

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Dicas para saber cumprir aquilo com o que nos comprometemos! (por Leila Navarro e José María Gasalla )

fevereiro 4, 2015

► Jamais prometa para agradar ou iludir.

► Não prometa o que sabe que não poderá cumprir.

► Calcule os riscos.

► Nunca use a promessa como propaganda.

► Não abandone promessas. Pague as dívidas assumidas por você ontem.

► Assuma seus erros. Faça correções imediatas.

► Envolva‑se nos assuntos do grupo e assuma a responsabilidade também pelas decisões coletivas.

► Planeje suas ações com base numa relação de ganha‑ganha.

► Socorra o outro se sua decisão o prejudicou.

► Assuma os erros da equipe como seus. Jamais atire culpa nas costas dos colegas.

► Renuncie ao benefício pessoal se puder favorecer o coletivo.

► Ofereça‑se para participar de novos projetos. Mas, se assumir tarefas, cumpra‑as a risca.

► Saiba que voluntários não são menos responsáveis que aqueles designados para uma função. Também é preciso cumprir.

► O significado do voluntariado é “ir além do dever”, como diz Vicente Ferrer.

► Estabeleça seus limites e faça com que os outros os conheçam.

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Fonte: livro “Confiança, o diferencial do líder : a formidável e intrigante história de um desafio de gestão”, de Leila Navarro e José María Gasalla – Integrare Editora

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Construa alianças (por Waleska Farias)

janeiro 28, 2015

No contexto da construção de aliança as responsabilidades devem ser compartilhadas. Quando me comprometo com a indicação de alguém para compor o quadro funcional da empresa do meu cliente me torno corresponsável.

Nos trabalhos em parceria, em que construímos um vínculo de confiança, méritos e riscos devem ser compartilhados. Unir-se ao outro faz parte do processo, afinal, trata-se de uma aliança.

As pessoas, dada a enorme dificuldade de aceitar pontos de vista divergentes dos seus, tornam-se reféns da grande resistência de trabalhar em conjunto, pois não sabem como estreitar ligações e conservá-las.

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Fonte: livro “O líder integral : porque o bom ser humano precede o bom líder”, de Waleska Farias – Integrare Editora

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