Quem compartilha prospera! Por David Jones

novembro 13, 2013

Há aqueles que veem o mundo de transparência radical que as mídias sociais criaram – e com ela a capacidade dos grandes grupos de consumidores de colaborar e impulsionar os negócios na direção que desejam – como uma ameaça extremamente preocupante. Porém, ao mesmo tempo, isso apresenta uma oportunidade única e sem precedentes de trabalhar com pessoas para criar os produtos, as experiências e os serviços do futuro, e é uma das fronteiras mais empolgantes nos negócios da atualidade.

Os líderes e as empresas que entendem isso e aproveitam o imenso potencial de colaboração que a era digital possibilita terão um futuro muito promissor. Uma empresa pode não ter sido originalmente criada para ser como o Facebook, Groupon ou Wikipedia, mas pode se beneficiar aprendendo com eles.

Cada vez mais os consumidores influenciam as ações das empresas, fazendo-se ouvir ao informar o que querem e esperam delas. Eles querem que as empresas sejam responsivas. Querem que elas sejam mais sustentáveis e tenham maior responsabilidade social. Juntos, eles vão conduzir as empresas para o caminho que desejam.

E eles não querem mais apenas aceitar o que lhes é oferecido: querem fazer parte da criação, concepção e adaptação dos produtos que compram. A arquitetura do mundo digital atrai colaboração. Afinal, a própria origem da Internet vem do desejo de compartilhar informações. Creio que a marca social é o modelo do futuro, aquele que vai deixar as pessoas mais próximas das marcas, incitar a colaboração e estimular a participação criativa.

Imagem

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

Anúncios

Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

março 1, 2013

O novo mundo colaborativo reflete uma mudança na sociedade, na qual o poder é distribuído e compartilhado. E onde, de fato, as pessoas mais influents são aquelas que mais compartilham, e não as que tentam manter o controle e restringir o fluxo de informações.

            Para as empresas, as oportunidades comerciais de alavancar o poder da colaboração estão apenas começando a ser exploradas, e os que estão à frente vão colher os frutos.

            Embora não entremos em um mundo de consumo perfeito, no qual a criação satisfaz a fabricação, que por sua vez satisfaz o consumo, sem gerar nenhum desperdício, há uma grande oportunidade para todas as empresas e líderes.

            No final das contas, nós temos uma escolha – aceitar o emocionante mundo novo e sermos empresas e líderes abertos, transparentes e colaborativos e, com isso, mais bem-sucedidos. Ou observar as pessoas usarem o poder das mídias digitais e sociais para nos forçar a ser.

            Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

 

Imagem

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jone. Integrare Ed.

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

 


O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

4_Empresas que cuidam prosperam_David Jones_Integrare Ed

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


Transparência Radical

novembro 28, 2012

Se eu tivesse que escolher uma palavra como diretriz para administrar um negócio nesta nova era, seria “transparência”. E a pesquisa entre os líderes das empresas, na qual 67% acreditam que o sucesso empresarial se baseia na transparência corporativa, apoia isso. As empresas que são transparentes, autênticas e rápidas estarão melhores em todos os níveis e em uma posição mais fortalecida para enfrentar a terceira idade.

No mundo antigo, as pessoas com mais poder eram aquelas que tinham mais informações. Elas mantinham essas informações para si mesmas, exceto se a divulgação servisse aos seus propósitos. As grandes instituições podiam dizer coisas distintas a diferentes grupos de pessoas; investidores, funcionários e consumidores recebiam mensagens diferentes, que podiam ser mantidas com tais diferenças. Isso já não é possível porque agora todos podem ver tudo.

E, à medida que entramos em uma nova década, as mudanças podem ser sentidas: agora, as pessoas com mais poder são aquelas que mais compartilham. As informações estão em toda parte e podem ser acessadas por praticamente qualquer um. A hipocrisia e a incoerência são certamente desmascaradas. O anonimato não é uma opção.

Fonte: trecho do livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


A responsabilidade social como estratégia de negócio

outubro 29, 2012

            Tornar um negócio mais socialmente responsável envolve trabalho árduo e afeta todos os aspectos de uma empresa, desde como os funcionários são tratados até as ações nos ambientes locais e globais, além do compartilhamento e tratamento das comunidades locais e globais. Não se trata apenas de generosidade ou ações corretas isoladamente; a empresa como um todo não pode simplesmente ser “banhada em bondade”. A responsabilidade social deve ser a base da estratégia de negócios.

O Walmart se submeteu a esse processo e está colhendo os frutos. Na primeira metade da década de 2000, estava perdendo 8% dos compradores devido a sua reputação desfavorável. A expectative era de que os negócios aumentassem e o Walmart não estava conseguindo satisfazê-la.

Em 2005, o então chefe executivo, Lee Scott, fez um importante discurso para os funcionários da empresa, no qual estipulou várias metas ambiciosas. Dentre elas, eles deveriam aumentar a eficiência da frota de veículos, uma das maiores dos EUA, no prazo de três anos e dobrar a eficiência dentro de dez anos; reduzir em 30% a energia utilizada nas lojas; reduzir os resíduos sólidos em 25% no período de três anos… e a lista continua.

 

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

 


%d blogueiros gostam disto: