Ideias geniais (por David Jones)

março 11, 2015

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Inúmeros fatores representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores. Abrangendo desde os bebês de patins da Evian até a campanha “Refresh” da Pepsi, da Domino’s Pizza ao Gatorade, da promoção de tweet da Uniqlo à marcação dos móveis da Ikea – a criatividade social impulsiona a marca social. E os profissionais de marketing que entenderem e alavancarem esse poder terão êxito, independentemente dos novos canais e desafios que possam surgir.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam: por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Procure não controlar! Procure criar valor! Por David Jones

janeiro 30, 2014

Como líderes, somos em geral usados para controlar as coisas a tal ponto que poderíamos quase acreditar que é uma das atividades fundamentais da gestão. Mas não é. O papel da gerência não é controlar, é criar valor. As mídias sociais oferecem uma série de maneiras eficazes para se criar valor: desde aumentar a colaboração, “escutar”, melhorar a comunicação, compartilhar ideias, até basicamente utilizar essa ferramenta rápida, gratuita e onipresente com grande proveito.

De fato, os líderes mais bem-sucedidos não serão aqueles que tentam controlar tudo, mas aqueles que relaxam e aproveitam essa revolução midiática em benefício de seus negócios. No entanto, a única forma de realmente entender essa revolução é fazer parte dela. Envie tweets, mensagens, escreva um blog, escute e interaja com funcionários, amigos, clientes e meios de comunicação.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam”, de David Jones – Integrare Ed.

 

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Quem compartilha prospera! Por David Jones

novembro 13, 2013

Há aqueles que veem o mundo de transparência radical que as mídias sociais criaram – e com ela a capacidade dos grandes grupos de consumidores de colaborar e impulsionar os negócios na direção que desejam – como uma ameaça extremamente preocupante. Porém, ao mesmo tempo, isso apresenta uma oportunidade única e sem precedentes de trabalhar com pessoas para criar os produtos, as experiências e os serviços do futuro, e é uma das fronteiras mais empolgantes nos negócios da atualidade.

Os líderes e as empresas que entendem isso e aproveitam o imenso potencial de colaboração que a era digital possibilita terão um futuro muito promissor. Uma empresa pode não ter sido originalmente criada para ser como o Facebook, Groupon ou Wikipedia, mas pode se beneficiar aprendendo com eles.

Cada vez mais os consumidores influenciam as ações das empresas, fazendo-se ouvir ao informar o que querem e esperam delas. Eles querem que as empresas sejam responsivas. Querem que elas sejam mais sustentáveis e tenham maior responsabilidade social. Juntos, eles vão conduzir as empresas para o caminho que desejam.

E eles não querem mais apenas aceitar o que lhes é oferecido: querem fazer parte da criação, concepção e adaptação dos produtos que compram. A arquitetura do mundo digital atrai colaboração. Afinal, a própria origem da Internet vem do desejo de compartilhar informações. Creio que a marca social é o modelo do futuro, aquele que vai deixar as pessoas mais próximas das marcas, incitar a colaboração e estimular a participação criativa.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 

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Do “falar com” ao “saber ouvir”. Por David Jones

junho 26, 2013

Embora gerar uma mídia conquistada se refira geralmente ao envio de uma mensagem, o poder das mídias sociais para receber mensagens não deve ser subestimado.

Ao receber conselhos sobre como ser um bom gerente de contas, ouvi o seguinte de um dos meus primeiros chefes: “David, você tem dois ouvidos e uma boca, e deve usá-los nessa proporção”. Eu provavelmente não segui esse conselho em vários momentos da minha carreira, mas se é um excelente conselho para a carreira, é melhor ainda para o mundo das mídias sociais.

Para aqueles que não sabem exatamente como agir e interagir com as mídias sociais, um conselho é saber ouvir. É grátis, fácil e seguro. A marca social entende que é fundamental afastar-se do hábito de falar para os consumidores e começar a ouvi-los de fato.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 

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Mídias sociais + Responsabilidade social, por David Jones

maio 17, 2013

A meu ver, mídias sociais e responsabilidade social não são temas distintos – na realidade, eles estão totalmente interligados. Na próxima década, as empresas com maior responsabilidade social serão as mais bem-sucedidas e vão se beneficiar muito do poder das mídias sociais, à medida que funcionários, acionistas e consumidores tornarem-se defensores entusiasmados de suas marcas e empreendimentos.

O risco de ser uma das empresas punidas pelos consumidores com poder de decisão, por não agir corretamente, supera de longe as desvantagens de mudar e ser uma empresa melhor. Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência.

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. A conduta socialmente responsável vai tornar a minha empresa mais bem-sucedida e lucrativa? Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas também? Estou convencido de que sim. As mídias sociais atribuíram enorme poder de decisão às pessoas. E acredito que as pessoas são fundamentalmente boas e vão usar esse poder para tornar o mundo um lugar melhor.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

março 1, 2013

O novo mundo colaborativo reflete uma mudança na sociedade, na qual o poder é distribuído e compartilhado. E onde, de fato, as pessoas mais influents são aquelas que mais compartilham, e não as que tentam manter o controle e restringir o fluxo de informações.

            Para as empresas, as oportunidades comerciais de alavancar o poder da colaboração estão apenas começando a ser exploradas, e os que estão à frente vão colher os frutos.

            Embora não entremos em um mundo de consumo perfeito, no qual a criação satisfaz a fabricação, que por sua vez satisfaz o consumo, sem gerar nenhum desperdício, há uma grande oportunidade para todas as empresas e líderes.

            No final das contas, nós temos uma escolha – aceitar o emocionante mundo novo e sermos empresas e líderes abertos, transparentes e colaborativos e, com isso, mais bem-sucedidos. Ou observar as pessoas usarem o poder das mídias digitais e sociais para nos forçar a ser.

            Eu sei qual a opção que prefiro! E você?

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jone. Integrare Ed.

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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