O que é consciência? (por Ken O`Donnell)

novembro 23, 2015

A consciência é, essencialmente, a percepção que a alma tem de sua própria existência. É o que está por trás do pensamento “eu existo” ou “eu sou”. Normalmente, junto com essa afirmação há algo mais — eu sou alguma coisa ou alguém. Esse acréscimo, que afeta a forma como a consciência funciona, pode ser chamado de autoidentidade. Como o que eu sinto que sou geralmente não permanece estável, o estado de consciência está sempre oscilando.

 

Num momento posso ter a consciência de que “sou um homem” ou “sou uma mulher” e, no próximo, “sou um engenheiro” ou “sou um alemão”. Num nível mais profundo, posso ter consciência de que “eu sou uma alma, um filho de Deus”.

 

Ao examinar qualquer processo de pensamento-decisão-ação, descobrirei que por trás dele sempre existe o sentimento de que eu sou uma coisa ou outra. A consciência é o trampolim de pensamentos, decisões e ações. Em outras palavras, a alma reage às circunstâncias externas de acordo com tudo o que ela sente ser naquele momento específico.

 

Por exemplo, um cirurgião é capaz de fazer uma cirurgia quando existe a consciência de ser um cirurgião. Essa mesma consciência destrava ou dá à alma acesso a toda informação e experiência relacionadas a ser um cirurgião.

 

Meu estado de consciência afeta meu estado mental, minha atitude e visão e, por fim, afeta as ações que desempenho e as situações nas quais eu me encontro. Se quero transformar todas as outras coisas, primeiro tenho de mudar meu estado de consciência.

 

As duas categorias básicas de consciência referem-se à alma ou ao corpo.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Criação de um ambiente poderoso (por Ken O`Donnell)

julho 17, 2015

Se meu intelecto estiver fraco, estarei à mercê do ambiente, seja ele qual for. Emoções e pensamentos específicos surgem dos sanskars, não necessariamente os de minha escolha.

Para ficar protegido de um ambiente negativo e criar outro, poderoso e positivo, eu devo:

• manter atenção profunda em minha natureza verdadeira;

• usar o intelecto para clarear a mente e tornar-me introspectivo;

• entrar profundamente no eu e escolher as emoções mais puras e mais elevadas de paz, poder, alegria ou qualquer qualidade necessária para uma situação específica, retendo essa qualidade na mente.

Em vez de esperar que as situações sempre me tragam benefício pessoal, devo mudar minhas atitudes para trazer benefício a todas as situações. Isso cria um ambiente poderoso de crescimento espiritual.

Onde há expectativa há sempre a possibilidade de desapontamento. A atitude de criar benefícios significa o fim da frustração. A natureza inata da alma é a paz. Por meio da Raja Yoga, desenvolvo o poder de manter a experiência de paz por longos períodos, mesmo enquanto falo ou ajo. Isso tem efeito muito natural sobre o meio ambiente, onde quer que eu esteja — numa sala, no elevador, num ônibus ou na rua. Por fim, posso afetar o mundo inteiro de forma positiva.

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O`Donnell. Integrare Editora

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Aprender a se amar. (por Ken O’Donnell)

maio 8, 2015

A vida sem a experiência do amor verdadeiro parece bagaço sem caldo. Por isso o buscamos tanto ao tentar restaurar a inteireza do coração do ser.

Ele não é comum nem barato, não se encontra no mercado das relações, onde tudo tem preço: “Compre aqui! Está em oferta! Se você me der tanto, eu lhe dou tanto”. O vendedor recebe seu dinheiro e o comprador, um produto que dura até a semana seguinte.

O amor acaba sendo quantificado e se torna a moeda das interações humanas.

O mar interno de emoções e sentimentos às vezes parece tão agitado que a falta de ordem e de direção inspira um pedido de ajuda: “Há alguém aí fora que me entende, que me aceita, que me ama?” Esse pedido contém em si a resposta do dilema.

Eu preciso:

Entender como eu sou.

Aceitar o que há de bom em mim.

Reconhecer o que pode ser melhorado.

Aprender a me amar.

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Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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Autoavaliação Profissional (por Ken O’Donnell)

abril 22, 2015

Desenvolver o potencial mais elevado requer um processo de desaprendizagem de uma série de percepções, hábitos e padrões que foram adquiridos ao longo da vida. Ser um líder verdadeiramente efetivo em um mundo caótico exige coragem para destravar a sala interior da alma. O engraçado é que temos a chave, vemos o cadeado e ainda reclamamos de nosso potencial andar trancado.

Em tudo na vida precisamos fazer as perguntas certas para revelar as verdades mais profundas. Eis uma série de perguntas que um líder poderá fazer para descobrir se sua equipe anda bem. Peça a cada um para responder as questões de acordo com as instruções e faça o teste você também!

AUTOAVALIAÇÃO: COMO VOCÊ TRABALHA?

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Some os pontos das partes A e B e verifique o resultado:

80-100 Excelente pessoa que inspira os outros sem esforços.

60-79 Bom motivador, mas tem de desenvolver mais virtudes.

40-59 Razoável, mas tem de iniciar um trabalho de autodesenvolvimento.

20-39 Dificilmente você inspira alguém.

0-19 Você está precisando de ajuda.

Fonte: livro “O espírito do líder : lidando com a incerteza permanente, volume 2”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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A importância de se fazer aquilo o que se diz. (por Ken O’Donnell)

abril 1, 2015

Certa vez, uma mulher muito pobre da Índia tinha um filho de 5 anos que era diabético e, portanto, proibido de consumir açúcar. Como ele não conseguia ou não queria parar de comer doces, ela disse ao marido que levaria o filho a Delhi para ver Gandhi. Ela partiu e, depois de andar muito, pegar trens, implorar por caronas e ainda ter de esperar em uma longa fila, finalmente chegou até ele. Explicou-lhe sua história. Gandhi fez um sinal com a cabeça e disse a ela que voltasse em dois meses com o garoto.

Dois meses mais tarde, após outra exaustiva jornada, ele finalmente chegaram a Gandhi. Ele pediu à mulher que deixasse o garoto com ele por meia hora. Quando ela voltou, o garoto estava sentado no joelho de Gandhi, com os olhos arregalados. “Ele não comer açúcar novamente”, disse Gandhi. “Mas, Mahatma, por que você não me falou o que acabou de dizer a ele? Por que precisei voltar depois de dois meses?”, perguntou a mulher.

Gandhi respondeu que ele não podia dizer à criança para parar de comer açúcar já que ele mesmo não estava preparado para fazer isso. Naqueles dois meses, o próprio Gandhi não ingerira nada que tivesse açúcar.

Fazer o que se diz é uma das qualidades que um líder deve ter.

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Fonte: livro O espírito do líder : lições para tempos turbulentos, volume 1”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Caminhos para uma consciência mais elevada (por Ken O’Donnell)

dezembro 26, 2014

Durante o último século ou mesmo nos últimos anos, temos testemunhado uma desintegração sem precedentes de muitos de nossos valores, sistemas, costumes e estruturas. Porém a desintegração de tantas coisas que nos são tão caras tem um lado positivo: ela faz com que reconsideremos nossa abordagem da vida.

Nossos sistemas de apoio, muitas vezes de curta duração, não surtiram os efeitos esperados. Há um clamor sem paralelo por um entendimento mais profundo dos assuntos referentes ao espírito, como se disséssemos: é o suficiente, basta!

A busca de novos caminhos nos leva de volta a nós mesmos e às dimensões escondidas de uma consciência mais elevada. Já que os problemas ao nosso redor são os resultados de nossos atos, é um passo lógico querer examinar a semente da ação — nossa própria consciência. Esses outros aspectos da realidade podem ser descobertos pelo experimento prático dentro de nós mesmos.

Apesar de tanta beleza e inspiração das parábolas e exemplos de nossas tradições, as condições do mundo parecem estar piorando com o tempo. No nível individual, nossas vidas práticas raramente se equiparam aos nossos ensinamentos mais nobres.

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Fonte: livro “Cminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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Os 3 pilares da sabedoria (por Ken O’Donnell)

setembro 26, 2014

Existem três principais criadores e sustentáculos do líder sábio. O primeiro é a compreensão. Ela envolve não só a habilidade para enxergar as coisas por outra perspectiva, mantendo um distanciamento imparcial dos fatos e, a partir disso, entender o contexto dos eventos. Requer, também, a percepção do que acontece além e sob sua aparência superficial. Em outras palavras, é compreender o contexto geral dos acontecimentos e não prender-se a pormenores.

O segundo ponto é a habilidade para refletir, interiorizar e tocar a essência de nosso verdadeiro valor, despertando nossa intuição adormecida.

O terceiro é o desempenho consciente dos valores, no tempo certo e de acordo com as necessidades do momento.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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