Transforme sua habilidade de memorizar e aprender informações. Por Tony Buzan

agosto 21, 2014

Um dos aspectos de memória e aprendizado menos compreendidos ou valorizados é aquilo que você se lembra durante e imediatamente após aprender – isto é, o que você armazena durante o aprendizado e o que se lembra depois que o aprendizado acaba. Na verdade, entender sua “compreensão” e “incompreensão” é vital para fazer um uso otimizado de sua fantástica memória. Você também verá que, “memória” e “entendimento” não trabalham da mesma forma e que, você pode entender tudo sobre o assunto em que vai ser testado, mas é possível que não se lembre nem a metade de tudo isso.

Nem mesmo quando envelhecemos a memória piora. Esse é um pensamento falso. Não acredite também que, se você tem momentos em que lembrar de algo é um desafio, nunca mais será capaz de guardar alguma coisa em sua mente por muito tempo. Isso tem mais a ver com não dar tempo a si mesmo para parar e pensar e com métodos ruins de recordação.

 

Sua memória é, na verdade, muito efetiva, mas seu processo de recordação das informações pode não ser tão efetivo quanto você gostaria que fosse. Você precisa somente refinar a forma de acessar a informação armazenada em seu cérebro.

 

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Fonte: livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, por Tony Buzan. Integrare Editora

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Conhecer, entender, conectar…

setembro 10, 2012

Em um tempo em que é possível acessar qualquer tipo de informação com uma simples busca na internet, o conhecimento está cada vez mais superficial e, em alguns casos, até mesmo sendo dispensável.

O conceito por trás dessa realidade é arriscado, mas traz uma lógica pragmática que é difícil de contestar diante da competitividade social cada vez mais intensa. Como não concluir que, com todas as informações acessíveis e disponíveis, é uma perda de tempo acumular informações? Será que ainda há necessidade de aprender?

A resposta é sim. A necessidade existe e sempre existirá. Contudo, a forma, a quantidade e a qualidade do que se aprende estão em transformação, por isso são cada vez mais necessários processos de aprendizados intuitivos e interativos. Como o indivíduo precisa lidar com quantidades enormes de informações, deve desenvolver um olhar muito mais sistêmico e ao mesmo tempo mais seletivo, buscando identificar os temas que são relevantes para suas expectativas e somente focar neles.

Essa transformação altera o modo de obter o conhecimento e exige avanços tecnológicos que privilegiem as formas e ações mais intuitivas. Isso significa que o aprendizado tradicional está chegando ao fim. Em vez de aulas expositivas, os professores devem promover debates e estimular pesquisas e diálogos. No lugar de manuais de instruções, os equipamentos devem apresentar sistemas interativos e intuitivos para que sejam assimilados com mais facilidade pelo indivíduo.

 

Fonte: livro “Jovens para Sempre – Como entender os conflitos de gerações”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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Palavras-chave e imagens-chave

março 28, 2012

O termo “chave”, junto dos termos “palavra” ou “imagem”, significa muito mais que “importante”. Significa que é uma “chave de memória”. A palavra-chave ou imagem-chave tem sido desenvolvida como um elemento criticamente importante para estimular sua mente e destrancar e recuperar suas memórias. Você escuta cada palavra e a coloca no contexto de seu conhecimento, assim como as outras palavras ao redor. Não precisar ter ouvido toda a gama de frases antes de formar uma resposta. Palavras-chave são, portanto, placas ou letreiros para seu selecionador de dados multidimensional: o cérebro.

Uma palavra-chave é uma palavra especial, escolhida ou criada para se tornar um ponto de referência singular para algo importante que se deseje lembrar.

Palavras estimulam o lado esquerdo do cérebro e são um componente vital para dominar a memória, mas elas não são tão poderosas sozinhas como quando você tem tempo para desenhá-las e transformá-las em imagens-chave. Imagens-chave estão no coração dos Mapas Mentais e do programa TEOB®.

Aqui está um exemplo simples de como uma palavra-chave e uma imagem-chave podem impulsionar sua memória.

• Quando tentamos achar uma imagem para encapsular o conceito de água no meio ambiente, gerenciamento de resíduos e problemas de escassez de água, podemos escolher a palavra “torneira”.

• A palavra “torneira” irá, como palavra-chave, ativar a memória analítica do lado esquerdo do cérebro.

• Desenhar uma torneira com uma gota de água pingando vai criar uma imagem-chave, o que irá conectar a memória visual no lado direito do cérebro.

• A figura vai se tornar um estímulo visual que representará a palavra escrita, além de água e gerenciamento de resíduos como uma indústria, com sua proibição do uso de mangueiras, canos vazando e baixa nos níveis dos reservatórios.

Sozinha, a palavra “torneira” não é suficiente para estimular a lembrança de todos os seus estudos sobre energia da água, pois ela não se conecta com o cérebro inteiro. A palavra como parte de uma frase não vai estimular a experiência também, pois a frase define e limita. No entanto, o propósito de uma palavra-chave transformada em imagem-chave é conectar tanto as funções do lado direito do cérebro quanto do lado esquerdo.

Essa ação irradia conexões e estimula a lembrança da informação completa associada.

Palavras-chave e seus contextos são elementos essencialmente importantes para a memória e para a rede dentro de sua mente, que são muito importantes para ajudar a entendê-las e interpretá-las.

Para se compreender quanto as palavras-chave são efetivas no quadro de um Mapa Mental, é necessário conhecer os princípios do Pensamento Irradiante e ordenação básica de ideias.

Fonte: trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”,  Tony Buzan  – Integrare Editora

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Pais x Estudos dos Filhos

agosto 10, 2011

Se os pais quiserem oferecer um bom preparo aos filhos, têm de aposentar o antigo esquema, que era cobrar que estudassem somente às vésperas das provas e que passassem o ano.

 

Pais que se tornam exigentes e rigorosos com a decoreba poderiam gastar muito melhor sua energia e teriam melhores resultados se aprendessem a cobrar e exigir adequadamente, ou seja, incentivar o estudo diário.

 

Os filhos são mais produtivos quando se exige retorno; e, se eles o derem, serão gratificados com o reconhecimento.

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora


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