SOMENTE humano?

março 14, 2012

Um pesquisa que tenho realizado durante os últimos trinta e cinco anos e, em cinquenta países diferentes, pede que as pessoas se imaginem na seguinte situação:

Eles “terminaram” uma atribuição no trabalho e os resultados foram total e incontestavelmente desastrosos. Tentam se esquivar da responsabilidade dando algumas desculpas tradicionais para a falha: “Eles não me mandaram um e-mail a tempo”, “Precisei ir ao médico exatamente no momento mais crucial do projeto”,

“Foi culpa deles. Se os sistemas de informação desta companhia tivessem sido bem gerenciados, tudo teria corrido bem”, “Meu chefe não deixou fazer a tarefa da maneira como sugeri”, e assim por diante.

Depois, é pedido que imaginem que, apesar de todas as desculpas brilhantes, eles acabam ficando acuados e precisam admitir que toda a catástrofe é, na verdade, responsabilidade deles.

Finalmente, pedimos que completem a frase de “admissão de culpa” que as pessoas normalmente usam: “Tudo bem, tudo bem, foi minha culpa. Mas o que você esperava? Eu sou…!”.

Em todos os grupos pesquisados, em todos os países, em todas as línguas, a frase unânime usada para completar a sentença acima foi “… somente humano!”.

Por mais engraçado que isso possa parecer, é um reflexo do mito mundial e seriamente errado de que nós humanos somos, de alguma forma, fundamentalmente inadequados e defeituosos, e é por isso que somos responsáveis por uma enorme lista de “enganos” e “falhas”.

Em outra perspectiva do cenário descrito acima, considere estes opostos: você fez um trabalho maravilhoso. As pessoas estão começando a lhe chamar de “extraordinário, maravilhoso, incrível, um gênio, brilhante” e a descrever seu trabalho como “notável, o melhor que eles já viram, incrível e sem paralelos em sua excelência”. Por algum tempo, você segue as rotinas tradicionais da negação, mas, no final, acaba admitindo sua excelência.

Quantas vezes você viu ou viveu situações de orgulho, seguidas da seguinte frase: “Sim! Eu sou brilhante, eu sou um gênio e o trabalho que eu fiz é realmente incrível – tão incrível que surpreendeu até a mim! E a razão para isso é que eu sou humano!”. Provavelmente nunca.

Porém, é esse segundo cenário que é o mais natural e apropriado dos dois.

Os seres humanos são, na verdade, uma criação extraordinária e, muitos diriam, milagrosa. Longe de ser uma admissão de falha, ser “somente humano” é uma frase incrível! Precisamos entender como nossos cérebros operam, com o intuito de aproveitar ao máximo nossas extraordinárias capacidades.

Fonte: trecho do livro “Use Sua Mente – Como desenvolver o poder do seu Cérebro”, Tony Buzan  – Integrare Editora

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A mente criativa e os devaneios

agosto 24, 2011

Onde você está fisicamente quando acontecem as explosões de ideias criativas?

Quando encontra as soluções que procurava para seus problemas? Quando tem aqueles repentinos lampejos de memória? Anote-os.

Dentre as respostas mais comuns estão:

sozinho, em meio à natureza;

enquanto caminha ou corre longas distâncias;

na cama;

deitado na praia;

na banheira ou no chuveiro;

em voos longos ou durante viagens.

A razão para que esses episódios criativos ocorram em tais cenários é que nossas mentes estão relaxadas, estão física ou conceitualmente em solidão.

Esses ambientes encorajam as ideias criativas. Divagar, então, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

Fonte: Trecho do livro “Use Sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Na verdade, o que é leitura?

agosto 19, 2011

Leitura, frequentemente definida como “absorver do livro o que o autor queria” ou “assimilar a palavra escrita”, merece uma descrição mais completa. Pode ser definida como uma inter-relação total do indivíduo com a informação simbólica.

É usualmente o aspecto visual do aprendizado e contém sete passos, conforme segue:

Fonte: Trecho do livro “Use Sua Mente “, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Por que treinar a memória é bom para você?

agosto 8, 2011

Experimentos com técnicas de mnemônicos mostraram que, se uma pessoa se lembra de nove entre dez coisas usando tal técnica, a mesma pessoa irá se lembrar de novecentas coisas entre mil, 9 mil em 10 mil e 900 mil em um milhão. Da mesma forma, alguém que se lembra perfeitamente de dez coisas, irá se lembrar perfeitamente de um milhão de coisas. Esses resultados indicam novamente a capacidade aparentemente infinita do cérebro de armazenar e criar informações.

Tradicionalmente, essas técnicas foram consideradas meros truques, mas esse pensamento mudou. Percebeu-se que os métodos que habilitam a mente a lembrar algo mais facilmente, e por mais tempo, estão na verdade usando as habilidades naturais do cérebro.

O conhecimento atual sobre como nossas mentes trabalham mostra que princípios mnemônicos estão, na verdade, totalmente conectados com os procedimentos básicos nos quais nossos cérebros funcionam. O uso de princípios mnemônicos tem consequentemente ganhado respeito e popularidade, e esses princípios atualmente são ensinados em universidades e escolas como técnicas tradicionais no processo geral de aprendizado. O aperfeiçoamento da memória que se pode alcançar  é notável, e a gama de técnicas que podem ser usadas é extensa.

Fonte:  Trecho do livro “Use sua Mente”, de Tony Buzan – Integrare Editora

 


Criando uma mente criativa

agosto 3, 2011

Todos temos uma mente criativa – eu tenho, você tem. A questão é como chegar a ela. Como se faz isso, então?

Já percebemos que a criatividade floresce quando conseguimos harmonizar os lados direito e esquerdo do cérebro. Indivíduos criativos fazem algumas coisas que os distinguem de pessoas com pensamento normal não treinado ou destreinado.

Esses elementos podem ser desenvolvidos facilmente assim como os músculos do corpo.

 

Fonte: Trecho do livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro, de Tony Buzan – Integrare Editora


Livro reúne técnicas exclusivas capazes de elevar a performance do cérebro humano

julho 22, 2011

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Best-seller mundial, traduzido em mais de 30 idiomas e que já vendeu mais de meio milhão de exemplares em 200 países chega ao Brasil pela Integrare Editora, com a promessa de elevar o potencial do cérebro humano 

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“Este livro é um manual de instruções para o cérebro. Ele foi idealizado para ajudar o leitor a entender como utilizar, com eficiência, o potencial do cérebro, independente dos desafios….” Tony Buzan.

 

Cerca de 100 bilhões de células cerebrais, os chamados neurônios, são responsáveis por monitorar as funções mentais do ser humano. Assim, por meio de trilhões de conexões realizadas por estes neurônios, o cérebro é capaz de controlar sensações como o sono, a fome, a sede e todos os movimentos que realizamos. Mais do que isso: ele é o centro de controle de emoções como tristeza, raiva, alegria, amor, medo e muitas outras. Entretanto, neurocientistas são unânimes ao afirmar que os seres humanos utilizam apenas 10% da capacidade do cérebro.

• Potencializar o poder da memória;

• intensificar a velocidade da leitura;

• aperfeiçoar técnicas de estudo e trabalho.

Estas são apenas algumas das atividades que Buzan descreve no livro. Ao lado de tudo isso, o autor detalha as técnicas de produção do chamado mapa mental, diagrama voltado à gestão de informações, utilizado hoje por mais de 250 milhões de pessoas para liberar o potencial do cérebro.

O autor reconhece que ter uma memória capaz de armazenar o máximo de informações não é tarefa das mais simples, mas defende ações como imaginação e associação para ajudar nesse processo. Segundo ele, tais iniciativas são fundamentais para efetivar as técnicas de memorização. Assim, quanto mais eficiente for o uso do que classificamos como dispositivos-chaves, ou seja, palavras, números, imagens, maior será o potencial da memória. Na prática, isso significa que quanto mais o indivíduo ouvir, experimentar, visualizar, cheirar ou sentir o que está tentando memorizar, maiores serão as chances de reforçar sua habilidade de lembrar e de buscar na mente a informação quando necessário.

 Traduzido em mais de 30 idiomas, com mais de meio milhão de exemplares em 200 países, o livro traz propostas de exercícios exclusivos e métodos revolucionários para treinar o cérebro que, além da memória, potencializam o QI e a criatividade, auxiliam o leitor a conhecer detalhes do potencial do cérebro humano e a desenvolver habilidades intelectuais diferenciadas. 

Leia aqui o 1º capítulo do livro

Fonte: Trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora


Memorizar durante e depois de aprender

julho 20, 2011

Um dos aspectos de memória e aprendizado menos compreendidos ou valorizados é aquilo que você se lembra durante e imediatamente após aprender – isto é, o que você armazena durante o aprendizado e o que se lembra depois que o aprendizado acaba. Na verdade, entender sua “compreensão” e “incompreensão” é vital para fazer um uso otimizado de sua fantástica memória.

Você também verá que, “memória” e “entendimento” não trabalham da mesma forma e que, você pode entender tudo sobre o assunto em que vai ser testado, mas é possível que não se lembre nem a metade de tudo isso.

Sua memória é, na verdade, muito efetiva, mas seu processo de recordação das informações pode não ser tão efetivo quanto você gostaria que fosse. Você precisa somente refinar a forma de acessar a informação armazenada em seu cérebro. Para começar o processo, tente o exercício a seguir:

No exercício, quase todos têm os mesmos resultados:

uma a sete palavras do começo da lista;

uma a duas palavras do final da lista;

a maioria das palavras que aparece mais de uma vez (nesse caso, “o”, “e” e “de”);

a palavra ou frase diferente (nesse caso, “Shakespeare”);

relativamente poucas, se se lembrar de alguma, das palavras do meio da lista.

Por que ocorre similaridade de resultados? Esse padrão mostra que memória e aprendizado não trabalham da mesma forma – apesar de todas as palavras terem sido entendidas, nem todas foram lembradas.

Nossa habilidade de recordar a informação que entendemos está relacionada a vários fatores:

Tendemos a recordar as “primeiras coisas” (conhecido como o efeito primário) e as últimas coisas (conhecido como efeito da regência) com mais facilidade que as “coisas do meio”. Por isso, lembramos mais de informações do começo e do final do período de aprendizagem que do meio dele. No caso do teste de memória das palavras, “casa” e “cachorro” aparecem no começo e no final da sequência, respectivamente.

Nós aprendemos mais quando as coisas estão associadas ou ligadas de algum modo, usando uma rima, repetição ou algo que se conecte com nossos sentidos

No caso do teste de memória, as palavras repetidas incluem “o”, “e” e “de”; as palavras associadas são “árvore” e “flor” ou “casa” e “telhado”.

Nós também aprendemos mais quando as coisas são diferentes ou únicas. O nome “Shakespeare” se destaca das outras palavras e atiça a imaginação. Isso é conhecido como efeito Von Restorff.

Esse padrão de resultado mostra explicitamente que memória e entendimento não funcionam exatamente da mesma forma com a passagem do tempo – todas as palavras são entendidas; somente algumas são recordadas. As diferenças entre o modo em que a memória e o entendimento funcionam ajudam a explicar por que tantas pessoas acham que não se lembram de muita coisa após horas de aprendizado e entendimento. A razão é que a memorização tende a ficar progressivamente pior com o passar do tempo, a menos que proporcionemos breves descansos à mente.

Para que a memorização seja mantida em um nível razoável, é necessário achar o ponto em que memorização e entendimento trabalham em harmonia. Em um estudo ou trabalho normal, esse ponto ocorre em um tempo entre vinte e cinquenta minutos. Um período menor não é suficiente para que a mente aprecie o ritmo e a organização do material, enquanto um período mais longo resulta no contínuo declínio da quantidade memorizada.

 Fonte: Trecho do livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan

 


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