Você é feliz? Por Michael Heppell

setembro 27, 2013

A maioria das pessoas se coloca à espera de uma boa razão para ser feliz; só então elas optam por ficar contentes. Mas você não precisa se sentir feliz antes para que só depois a felicidade apareça nos eventos diários. Na verdade, é possível criar um estado de felicidade a qualquer momento que desejar.

            No entanto, ser feliz pelo simples prazer da felicidade requer algumas estratégias. Esta seção tem o intuito de apresentar alguns passos iniciais.

            Não fique analisando estas perguntas. Apenas responda sim ou não.

 

– Você consegue ficar feliz e triste no mesmo dia?

– Você consegue ficar feliz e triste numa mesma hora?

– Você já passou por situações em que o mesmo acontecimento o deixou feliz num primeiro momento e triste no seguinte?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes do que outras?

– Você já notou como algumas pessoas parecem ser mais felizes o tempo todo?

– Há momentos de sua vida em que, mesmo tendo muitas razões para estar feliz, você sente que é mais fácil ficar meio mal-humorado, mostrando certa tristeza?

– Na verdade, estar mal-humorado é uma questão de escolha pessoal?

– Mal-humorado… não é um belo adjetivo, esse?

– Agora, a melhor de todas… se estar mal-humorado é uma escolha pessoal, é possível optar pelo estado de felicidade?

 

            Imagino que tenha respondido sim à maioria das questões. Essas perguntas simples têm a mera intenção de fazê-lo começar a pensar que você tem, de fato, a possibilidade de escolher. Tal escolha torna-se ainda mais clara no momento em que você dispõe das ferramentas adequadas.

 

Você pode escolher ficar mal-humorado ou ser feliz.

 

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Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

 

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Não dá para mudar, sem mudar!

fevereiro 18, 2013

Nosso cérebro é altamente moldável e pode ser alterado a todo instante com novas sinapses, as ligações entre os neurônios. Se algo concreto é tão mutável, podemos, por analogia, perceber que toda maleabilidade é uma característica da vida. Assim, como nos ensinava Lao‑tsé, o filósofo fundador do taoísmo, os flexíveis e frágeis são aliados da vida, enquanto os duros e fortes são aliados da morte. É preciso mudar para não morrer. É preciso deixar morrer para viver plenamente.

E esse viver não tem um roteiro pré‑programado, não está previamente definido, não possui métodos absolutos nem fórmulas de conduta com as quais podemos estar seguros de sempre acertar. Há uma imprecisão natural na vida. “Navegar é preciso, viver não é preciso.” Fernando Pessoa já nos apontava o cerne da questão da vida. Para navegar temos mapas, bússolas, roteiros, orientações, condições climáticas, previsões meteorológicas, enfim, toda uma cartografia a ser seguida.

Mas viver não é uma experiência tão precisa. Por mais planos que façamos, por melhores que sejam nossas leituras das tendências e das oportunidades, a vida sempre nos surpreende com algo que n.o foi nem pensado, nem previsto, nem antecipadamente preparado.

Buda nos fala sobre a ilusão de ter expectativas, pois elas servem apenas para provocar frustrações. Lançar‑nos ao fluxo da vida e confiar na nossa capacidade de encontrar respostas para o desafio de cada dia é o maior dos desafios.

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Fonte: livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

julho 25, 2012

Ocorre algo verdadeiramente libertador quando se para de inventar desculpas. A necessidade de justificar as ações (ou a falta delas) é significativamente reduzida. As pessoas passam a ver um outro lado seu, e você notará que elas reagem de modo diferente e mais positivo.

O melhor vem a seguir.

 

Pare um instante e pense no que direi a seguir. Certa vez, tive uma chefe divertida (digamos que incomum, mas não tão bem-humorada), para quem e em nome de quem eu vivia inventando desculpas. Como eu não queria deixá-la zangada, não podia dizer a verdade. Eu vivia me metendo em encrencas por causa disso. Então, um dia, num momento em que eu hesitava para falar, ela me olhou diretamente e disse: “A verdade é libertadora”.

Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça por alguns momentos. Então, respirei fundo e lhe disse a verdade. Ninguém jamais havia lhe dito nada sobre os problemas que ela criava, e de que modo eles afetavam as pessoas. O clima ficou um pouco pesado, mas assim que as nuvens se dissiparam, ela me agradeceu.

 

Deixemos de lado as desculpas esfarrapadas!

 

 

Fonte: livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Mudança de Paradigmas

maio 14, 2012

Considerando que podemos nos tornar bastante familiarizados com o que nos rodeia (os amigos, a família e as maneiras de fazer as coisas), uma mudança de paradigma geralmente é uma boa forma de adquirir um novo ponto de vista e, em alguns casos, um poderoso chamado ao mundo real.

A oportunidade de vivenciar situações a partir de variados pontos de vista pode lhe dar a possibilidade de compreender melhor as pessoas e seus comportamentos. Ao fazer isso regularmente, você poderá tirar o melhor de cada situação, compreender com maior clareza e ter mais recursos para lidar com qualquer obstáculo que a vida lhe colocar no caminho.

Fonte: livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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Desenvolvendo a intuição

dezembro 23, 2011

O que acontece quando se lança uma moeda ao ar a fim de tomar uma decisão? Centenas de pensamentos passam pela mente do momento em que a moeda deixa a mão até o resultado final: cara ou coroa. Oculto nessas mensagens está o verdadeiro resultado que você deseja obter.

Se estou trabalhando ao lado de alguém que não consegue decidir entre A e B, digo: “O.k., vamos tirar na moeda”. E então decidimos: cara será A, coroa será B. Então, jogo a moeda para o alto, com força. Assim que a recolho, eu a cubro e pergunto a essa pessoa: “Que lado você estava esperando como resultado?”. Em 90% dos casos, ela me dará a resposta. Nesse momento, coloco a moeda no bolso e jamais revelo o lado em que ela caiu.

Quando você sabe de algo, você realmente sabe.

Se você aprender a desenvolver essa intuição, não terá mais a necessidade de tomar decisões por meio da moeda.

 

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Mude!” de Michael Heppell – Integrare Editora

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Como relaxar de modo adequado

agosto 12, 2011

1. Reserve 15 minutos de seu dia. Sim, isso é possível: não assista ao telejornal, levante 15 minutos mais cedo, falte a uma reunião. Se realmente quiser, você encontrará 15 minutos.

2. Escolha um lugar onde você não será incomodado. Desligue seus telefones, feche as janelas etc.

3. Caso não se sinta confortável com o silêncio, coloque um CD relaxante para tocar. Recomendo White Island, de Michael Heppell. É muito bom!

4. Permaneça sentado. Se deitar, seu cérebro entenderá a mensagem de que você pretende tirar uma soneca, o que seria bom, mas não é esse o objetivo.

5. Respire profundamente duas vezes e feche os olhos.

6. Concentre-se em relaxar sua respiração, desacelerando-a.

7. Ao dar início ao relaxamento, concentre a mente em ideias, sons e imagens relaxantes.

8. À medida que estiver cada vez mais relaxado, concentre-se neste sentimento maravilhoso que é o estado de relaxamento.

9. Se sua mente começar a divagar, aceite o movimento criativo que ela faz mas retorne ao relaxamento.

10. Quando estiver relaxado, perceba-se transformando-se numa pessoa em forma e mais saudável. Visualize-se fazendo boas escolhas, ativo e com saúde e energia vibrantes.

11. Quando sentir que é a hora, conte lentamente de um a cinco e, a cada número, perceba-se cada vez mais alerta.

12. Chegando ao número 5, abra os olhos, faça um leve alongamento e aprecie o sentimento de completo relaxamento que acaba de criar.

Um relaxamento adequado requer disciplina e prática, mas os resultados são fantásticos. Esta é uma daquelas coisas que sabemos que são necessárias, mas para as quais geralmente não encontramos tempo. Bem, que tal perder o telejornal ou uma das novelas?

Fonte: trecho do livro “Mude! – Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell


Raciocine como uma criança

julho 25, 2011

E que tal mudar, passando a raciocinar mais como uma criança?

As crianças pensam de modo diferente. Também aprendem com maior rapidez, testam novas ideias e se divertem mais. Pensam de modo eficiente. Desde cedo, elas são estimuladas a explorar, a correr riscos e a ir à luta. Posteriormente, à medida que crescem, essas características vão sendo deixadas de lado, devido a uma combinação entre o sistema escolar e a competição com colegas. É uma tragédia constatar quão pouco criativos os adolescentes se tornam ao deixar a escola em comparação com o mundo mágico das crianças pequenas.

Lanço um desafio. Na próxima vez que você deparar com um problema, aborde-o da mesma forma que uma criança. Caso você tenha esquecido o que as crianças fazem ao aprender, aqui vão algumas ideias:

Fonte: Trecho do livro – Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações, de Michael Heppell


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