Sobre revisar aquilo que se aprende. (por Tony Buzan)

novembro 30, 2015

Um dos pontos mais significativos da revisão adequada é o efeito acumulativo que ela tem em todos os aspectos do aprendizado, pensamento e lembrança. Se você não revisa, joga fora o esforço empregado em qualquer tarefa de aprendizado, além de se colocar em posição de desvantagem.

 

Cada vez que você se aproxima de uma nova situação de aprendizado, suas lembranças de um conhecimento prévio estarão em um nível muito baixo, e todas as conexões que poderiam ser feitas automaticamente serão perdidas. Isso significa que seu entendimento do novo assunto não será tão completo como poderia, e a eficiência e velocidade com que trabalharia esse novo assunto também serão reduzidas. Quando um processo tão negativo é repetido, ele resulta em uma espiral descendente que termina no sentimento de desespero de nunca ter capacidade de aprender. Cada vez que um novo assunto é aprendido, ele é esquecido; e cada vez que um novo assunto é abordado, ele traz uma sensação ruim. O resultado é que muitas pessoas, após fazerem as provas finais, raramente chegam perto dos livros novamente.

 

Não revisar é igualmente ruim para a memória. Se cada nova informação é descartada, ela não permanecerá em nossas memórias em um nível consciente, portanto não estará disponível para formar novas conexões de memória. Como a memória é um processo baseado em ligações e associações, quanto menos itens estiverem em nossa “loja de memórias”, menor será a possibilidade de registro de novos itens.

 

Do outro lado dessa moeda, as vantagens de revisar são enormes. Quanto mais você mantém seu corpo atualizado de conhecimentos, mais será capaz de absorver e lidar com o novo. Quando você estuda, a grande quantidade de conhecimento que possui lhe dá a habilidade de digerir o novo conhecimento muito mais facilmente, cada pedaço da nova informação é absorvido no contexto de sua “loja de informações relevantes”. O processo é bem parecido com o de fazer uma bola de neve, começamos rolando uma bolinha no chão, ela fica maior rapidamente conforme rola e, por fim, continua a rolar por si mesma. Bons hábitos de revisão terão um efeito de bola de neve, melhorando sua confiança, seu trabalho e sua vida.

 

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Fonte: livro “Use sua mente”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Transforme sua habilidade de memorizar e aprender informações. Por Tony Buzan

agosto 21, 2014

Um dos aspectos de memória e aprendizado menos compreendidos ou valorizados é aquilo que você se lembra durante e imediatamente após aprender – isto é, o que você armazena durante o aprendizado e o que se lembra depois que o aprendizado acaba. Na verdade, entender sua “compreensão” e “incompreensão” é vital para fazer um uso otimizado de sua fantástica memória. Você também verá que, “memória” e “entendimento” não trabalham da mesma forma e que, você pode entender tudo sobre o assunto em que vai ser testado, mas é possível que não se lembre nem a metade de tudo isso.

Nem mesmo quando envelhecemos a memória piora. Esse é um pensamento falso. Não acredite também que, se você tem momentos em que lembrar de algo é um desafio, nunca mais será capaz de guardar alguma coisa em sua mente por muito tempo. Isso tem mais a ver com não dar tempo a si mesmo para parar e pensar e com métodos ruins de recordação.

 

Sua memória é, na verdade, muito efetiva, mas seu processo de recordação das informações pode não ser tão efetivo quanto você gostaria que fosse. Você precisa somente refinar a forma de acessar a informação armazenada em seu cérebro.

 

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Fonte: livro “Use sua mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, por Tony Buzan. Integrare Editora

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Você sabe fazer MAPAS MENTAIS? Aprenda! Por Tony Buzan

agosto 2, 2013

 

BLOG: Já está nos rascunhos do BLOG!

Os Mapas Mentais têm uma estrutura que encoraja a mente a ser o mais livre possível. A intenção é memorizar tudo o que sua mente pensa a respeito da ideia central. Como sua mente vai gerar ideias mais rápido do que você pode escrever, não deveria haver praticamente nenhuma pausa. Na verdade, se você parar, provavelmente vai notar que a caneta vagará pela página. No momento em que notar que isso está acontecendo, olhe novamente para baixo e continue. Não se preocupe com ordem e organização, pois, na maioria dos casos, isso acontece naturalmente. Se não acontecer, uma pincelada de ordenação pode ser feita no fim do exercício.

• Comece com uma imagem colorida no centro. Na maioria das vezes, uma imagem vale mais que mil palavras e encoraja o pensamento criativo enquanto aumenta signifi cativamente a memória. Coloque o papel na horizontal, para que esteja na orientação de paisagem.

• Inclua imagens ao longo de seu Mapa Mental. Isso serve também para estimular todos os processos córticos, atrair seus olhos e melhorar a memória.

• As palavras devem ser desenhadas em vez de simplesmente escritas. Isso é para propósitos de revisão. Uma palavra desenhada tem uma imagem mais fotográfica, clara e legível, e um feedback mais compreensível. O pequeno tempo extra que você leva para desenhá-las é amplamente compensado pelo tempo que você economiza quando está revisando.

• As palavras desenhadas devem estar em galhos, e cada galho conectado a outros galhos mais finos. Isso garante que o mapa mental tenha uma estrutura básica.

• As palavras devem estar em “unidades”: uma por “galho”. Isso deixa cada palavra com mais ganchos livres e permite que você anote com mais liberdade e flexibilidade.

• Use cores ao longo de seu Mapa Mental, pois elas aumentam a memorização, são prazerosas aos olhos e estimulam os processos córticos.

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Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony  – Integrare Editora

 

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Por um equilíbrio entre os dois lados do cérebro!

janeiro 16, 2013

Os estudos da neurociência mostraram que a divisão de tarefas é única para cada um de nós, mas há algumas funções comuns à maioria dos seres humanos.

 

            Na maioria das pessoas, o córtex esquerdo lida com a lógica, palavras, listagens, números, linearidade, análise e ações do gênero – as atividades denominadas “acadêmicas”.

            Enquanto o córtex esquerdo está engajado nessas atividades, o direito está mais na “onda alfa”, ou estado de repouso, pronto para ajudar. O cortex direito lida com ritmo, imaginação, cores, devaneios, percepção espacial, gestalt (tendência auto-organizacional) e dimensões.

            Pesquisas subsequentes mostraram que, quando as pessoas eram encorajadas a desenvolver uma área mental que consideravam fraca, em vez desse desenvolvimento desviar outras áreas, ele parecia produzir um efeito sinérgico com todas as áreas do desempenho mental em evolução.

 

Parece, então, que, quando nos descrevemos como talentosos em certas áreas e não em outras, o que estamos realmente descrevendo é que nessas áreas nosso potencial foi desenvolvido com sucesso e as outras ainda estão dormentes, mas que podem, com o tratamento adequado, florescer.

 

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Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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O que impulsiona a criatividade?

novembro 27, 2012

Criatividade é o desenvolvimento de ideias, imagens e soluções originais baseadas em ideias já existentes com o uso de imaginação e associação. A força que impulsiona a criatividade é a imaginação.

Criatividade envolve jornadas imaginativas que levam seu cérebro a campos originais e ainda não explorados. Essas novas associações dão origem a novas realizações que o mundo chama de “avanços criativos”.

Fica claro que a memória é o uso de imaginação e de associação para manter o passado no lugar apropriado e recriá-lo no presente, enquanto criatividade é o uso de imaginação e de associação para colocar o pensamento presente no futuro e recriar na realidade o pensamento presente em um tempo futuro.

            Trabalhar de forma criativa produz múltiplas ideias, que podem ser totalmente avaliadas e analisadas, com a melhor parte dessas inovações sendo processadas e transformadas em “soluções” e realidade. É nesse momento que se pode colher os frutos de tal criatividade em comportamentos criativos e aumentando seu valioso “capital intelectual”.

Foi o gênio Leonardo da Vinci quem propôs que, para ser verdadeiramente criativo, você precisa:

« desenvolver seus sentidos;

« estudar a arte da ciência;

« estudar a ciência da arte;

« perceber que tudo, de alguma maneira, conecta-se a tudo.

Dedicação e energia são necessárias para firmar esse novo modo de entender como você pensa, estuda, aprende e memoriza.

Criatividade pode – e deve – ser aplicada em todas as áreas do aprendizado. Ser criativo pode ser difícil quando se é obrigado a trabalhar sob códigos de conduta, regras e regulamentos que parecem atingir todos os níveis do pensamento. É exatamente nesse momento que você precisa procurar novas perspectivas. Mesmo sentindo-se ansioso, logo tudo vai ficar excitante e livre.

Como você pode chegar a esse ponto? Aplicando técnicas que, ao se tornar naturais, darão suporte a todo tipo de empenho.

 

Fonte: livro “Use sua Mente –  Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Treinando a memória

outubro 31, 2012

Princípios básicos da memória:

Imaginação e associação são as pedras fundamentais em que se baseiam as técnicas de memorização. Quanto mais eficiente for o uso delas – por dispositivos-chave de memorização como palavras, números e imagens –, mais potentes e efetivas serão sua memória e sua mente.

Para aprimorar a memória e ativar o campo mental de associações e ligações, desenvolvi algumas técnicas de memória.

Uma delas é a associação.

Seja o que for que você queira memorizar, certifique-se de associá-lo ou ligá-lo a algo que já esteja em seu campo mental, algo como “um dois, feijão com arroz…”. Se você ligar suas imagens a coisas que façam parte da sua realidade e associá-las a algo familiar, elas ficarão fixas em um local e você então conseguirá se lembrar dessa informação com mais facilidade. A associação trabalha ligando ou pescando informações com outras informações, como o uso de números, símbolos, ordens e padrões.

 

Fonte: trecho do livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Elementos-chave da CRIATIVIDADE

outubro 8, 2012

Divagar, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

 

OS QUE ACREDITAM EM DEVANEIOS

Se divagar é bom, qual a diferença entre os devaneios cotidianos e os devaneios de mentes bem-sucedidas ou de gênios? Pense nisso. A mente do gênio divaga o dia todo, exatamente como você faz, ele gosta de divagar tanto quanto você, mas tem uma vantagem muito significativa: o gênio trabalha para fazer o sonho se tornar realidade. Você deveria fazer o mesmo.

Todos os gênios criativos, sem exceção, em todos os campos, fi zeram exatamente a mesma coisa: sonharam e trabalharam para fazer seu sonho se tornar realidade. O devaneio de Thomas Edison, por exemplo, era iluminar o planeta Terra à noite por toda a eternidade. Após 6 mil experimentos, ele alcançou seu sonho.

CRIANDO UMA MENTE CRIATIVA

Todos temos uma mente criativa – eu tenho, você tem. A questão é como chegar a ela. Como se faz isso, então?

Já percebemos que a criatividade floresce quando conseguimos harmonizar os lados direito e esquerdo do cérebro. Indivíduos criativos fazem algumas coisas que os distinguem de pessoas com pensamento normal não treinado ou destreinado.

Os elementos-chave da criatividade incluem:

• imaginação;

• associação;

• capacidade de pensar rápido;

• capacidade de ser original;

• flexibilidade;

• capacidade de produzir um grande volume de coisas.

Esses elementos podem ser desenvolvidos facilmente assim como os músculos do corpo.

 

Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora 

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