Caminhos para uma consciência mais elevada, de Ken O’Donnell

maio 15, 2013

Como uma energia, a alma tem dentro de si qualidades que são tanto masculinas quanto femininas. Apesar de a alma ser, sem dúvida, afetada pelo sexo de seu corpo na forma de condicionamentos e influências sociais, esses aspectos são relativamente superficiais. O eu verdadeiro não tem gênero.

 

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          As duas palavras mais comuns na maioria das línguas são, provavelmente, eu e meu. Nossos mundos pessoais giram quase exclusivamente ao redor delas. É preciso entender suas implicações mais profundas se quisermos delinear novamente nossos limites.

          Normalmente, uso a palavra meu para referir-me a todas as coisas que não são eu — minha mão, meu rosto, minha perna ou até meu cérebro, minha mente, minha personalidade, e assim por diante. Da próxima vez que eu disser minha alma, talvez me lembre de que realmente não posso dizer minha alma, pois eu sou uma alma. A diferença entre eu e meu é a mesma que existe entre alma e corpo.

 

Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

 

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Caminhos para uma consciência mais elevada, por Ken O’Donnell

abril 12, 2013

Não importa quão elevada é a meta ou quão profunda é a filosofia: a base da espiritualidade sempre será a qualidade de minhas atitudes na vida prática. A lacuna que separa o ideal da prática atinge a todos nós em maior ou menor extensão e deixa bem clara a diferença entre satisfação e frustração. A felicidade pessoal está relacionada com a coerência entre o que acredito ser verdade e minhas ações. Se os ideais fornecem o fator motivador que impulsiona minha jornada à cons- ciência mais elevada, a prática é a metodologia que me leva adiante.

 

          Se eu assim escolher, a vida pode ser uma constante batalha, da manhã à noite, sete dias por semana. A vida passa como um relâmpago, muito rapidamente. Os anos fazem marcas em meu rosto, mãos e coração, enquanto persigo um número cada vez maior de objetivos e tento conciliá-los. A agitação constante entre casa e trabalho consome, um a um, os meus ideais, e me confor- mo com o panorama de uma vida difícil e uma aposentadoria nada confortável. Se eu deixar, a vida também pode tornar-se a fonte de minhas tensões se permanecer buscando bodes expiatórios para minhas culpas. É como se o caminho fosse salpicado de pedregulhos bloqueando minha passagem. Em vez de dar a volta ou passar por cima, eu os acuso. As palavras vêm à mente e à boca de forma fácil: “Se não fosse fulano de tal ou isso ou aquilo, eu seria capaz de…”. Em vez de amenizar meu infortúnio, essas queixas me afastam da real responsabilidade de mudar a situação. Eu simplesmente estaria delegando minha capacidade de mudar a pessoas ou objetos sobre os quais obviamente não tenho nenhum controle. Em outras palavras, eu só mudaria se mudasse também o bode expiatório.

 

            A vida pode também apresentar-me tantas escolhas e interesses que tenho de passar superficialmente de um para outro enquanto deixo escapar a profundidade do prazer real de viver. Oscilo entre fascínio e tédio, envolvimento total e desânimo, pois não abordo as questões mais profundas. Será que essa ou aquela atividade são de fato convenientes para mim e para os outros? Será que esse ou aquele interesse realmente me conduzirá a um estado de contentamento? Novamente os anos passam, eu olho para trás e vejo o que poderia ou deveria ter sido feito e não foi. O remorso torna-se o único troco do tempo, dinheiro, energia ou talento desperdiçados.

          Se eu tiver sorte, a vida se tornará uma grande escola. Por trás das dificuldades aparentes, existem lições maiores. Disfarçados de interesses transitórios e tarefas rotineiras estão os indicadores que podem levar-me de volta à verdade. Os relacionamentos que trazem consigo cenas repetitivas de ninharias ou amargura, com a mesma pessoa e pelas mesmas razões, servem para me mostrar fraquezas que tenho de trabalhar. Evidentemente, até poder transformá-las, estou condenado a repeti-las.

          Os desafios aparecem simplesmente para que eu revele o que de melhor existe em mim. Se eu tiver olhos para ver e coragem para avançar, a vida será uma experiência constante de motivos e incentivos para mover-me progressivamente no caminho de minha consciência mais elevada.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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LANÇAMENTO! Caminhos para uma consciência mais elevada, de Ken O’Donnell

março 29, 2013

Vivemos um momento de constantes crises: econômica, ecológica, de valores… Mas isso não quer dizer que devemos ou podemos nos abater diante das dificuldades. A crise é sempre uma oportunidade de repensar atitudes e promover mudanças necessárias. E se os problemas ao nosso redor são o resultado de nossas ações, então a única solução possível está dentro de nós.

            Não importa sua crença ou nível de conhecimento, Caminhos para uma consciência mais elevada vai levá-lo diretamente à transformação. Reveladora para iniciantes e estimulante para quem deseja aprofundar-se no assunto, esta é uma leitura obrigatória para aqueles que buscam uma atuação mais consciente e uma vida mais equilibrada.

 

“O equilíbrio entre o espiritual e o físico é a única resposta válida para as demandas da vida moderna.”

Ken O’Donnell

 

           A forma como lidamos com os desafios nos fazem, muitas vezes, infelizes e insatisfeitos. Mas a verdadeira origem dessa tristeza e insatisfação está no desconhecimento sobre nós mesmos.

            Caminhos para uma consciência mais elevada convida a um revigorante mergulho interior nas instâncias do verdadeiro eu e seus atributos inatos.

           De forma didática, Ken O’Donnell transmite a base de um eficiente método para ativar nossas qualidades espirituais: a meditação Raja Yoga, com a qual teve contato na Universidade Espiritual Brahma Kumaris, ONG filiada às Nações Unidas com status consultivo no rol do Conselho Econômico e Social e no Unicef.

 

Um pouco sobre o autor:

Ken O’Donnell é australiano radicado no Brasil e autor de 12 livros sobre desenvolvimento pessoal e organizacional alguns publicados em 9 idiomas. Como consultor internacional trabalhou com algumas das maiores empresas nos cinco continentes, bem como com muitas repartições municipais, estaduais e federais em diversos países. É diretor para a América do Sul da Organização Brahma Kumaris (www.bkumaris.org.br), que trabalha na área de desenvolvimento do ser humano, além de ser o presidente para o Brasil.

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Como os pensamentos criam atmosfera, por Ken O’Donnell

março 27, 2013

A palavra “atmosfera” possui dois significados. Um refere-se ao ar físico a nossa volta e o outro aos aspectos mais sutis que as vibrações dos pensamentos criam num espaço específico. Ninguém pode negar que a atmosfera de um bar lotado é diferente da atmosfera de uma igreja. Isso se deve principalmente ao efeito de tipos diferentes de pensamentos e sentimentos nesses recintos. Mesmo alguém surdo e cego teria capacidade de perceber a diferença.

As vibrações do som são invisíveis, mas seu impacto não é. Uma broca de ar comprimido ou um jato que rompe a barreira do som sacode nossas mentes e as paredes de nossas casas. As vibrações dos pensamentos não podem ser vistas, mas seu impacto é até mais pungente. O pânico das pessoas durante uma tragédia e a euforia da vitória num campeonato de futebol são exemplos de como os pensamentos criam uma atmosfera.

Em nível mais sutil, muitos de nós temos a experiência de telepatia rudimentar: “Puxa! Eu estava exatamente pensando em você e você ligou”. Os pensamentos conectam os indivíduos a longas distâncias. Os médicos nos informam que cerca de 90% das doenças do corpo têm origem psicossomática. Isso torna o corpo humano o exemplo principal de como os pensamentos afetam a matéria.

Como o mundo é feito dos mundos coletivos e pessoais de todos os indivíduos, é fácil compreender como a atmosfera internacional política, econômica e social nada mais é do que os efeitos coletivos de todos os nossos pensamentos.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Um equilíbrio entre o espiritual e o físico… por Ken O’Donnell

março 25, 2013

Durante o último século ou mesmo nos últimos anos, temos testemunhado uma desintegração sem precedentes de muitos de nossos valores, sistemas, costumes e estruturas. Porém a desintegração de tantas coisas que nos são tão caras tem um lado positivo: ela faz com que reconsideremos nossa abordagem da vida.

          Nossos sistemas de apoio, muitas vezes de curta duração, não surtiram os efeitos esperados. Há um clamor sem paralelo por um entendimento mais profundo dos assuntos referentes ao espírito, como se disséssemos: é o suficiente, basta!

          A busca de novos caminhos nos leva de volta a nós mesmos e às dimensões escondidas de uma consciência mais elevada.

          Já que os problemas ao nosso redor são os resultados de nossos atos, é um passo lógico querer examinar a semente da ação — nossa própria consciência. Esses outros aspectos da realidade podem ser descobertos pelo experimento prático dentro de nós mesmos.

          Apesar de tanta beleza e inspiração das parábolas e exemplos de nossas tradições, as condições do mundo parecem estar piorando com o tempo. No nível individual, nossas vidas práticas raramente se equiparam aos nossos ensinamentos mais nobres.

          Por isso, devemos equilibrar razão e emoção de forma a dar rédeas aos meus sentimentos mais verdadeiros sob a direção da mão firme da sabedoria: preciso estar ciente do que está acontecendo a minha volta sem perder a cabeça.

 

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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setembro 2, 2011

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

 

 Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 

 


Carregando a bateria

agosto 31, 2011

O fato de meus pensamentos serem exclusivamente fruto de minha concepção permite-me também afastá-los de minha consciência corporal a fim de conduzi-los à percepçãovde minha identidade eterna.

E, desse modo, usando o poder da minha mente, acesso qualidades de paz e positividade inerentes a meu ser, originais da minha natureza, mas que se ocultam em razão das maneiras limitadas e excessivamente materialistas de pensar e agir que adoto usualmente.

Ao fazer isso, redescubro sentimentos benevolentes, uma boa vontade natural advinda dessas qualidades afirmativas. Os sentimentos, por sua vez, influenciam de maneira benéfica o meu comportamento e, quanto mais forte a experiência, maior o efeito. Enquanto minha mente e meu corpo se carregam como uma bateria com essa energia, um brilho natural de amor e felicidade se desenvolve.

Além disso, o meu comportamento influencia a minha meditação. Se eu agir de acordo com as minhas qualidades interiores, com o meu verdadeiro “eu”, sou capaz de vivenciar facilmente essas qualidades na forma e no momento em que desejar.

Gradualmente, à medida que me torno confiante o suficiente para abrir mão de tendências egoístas e sábio o bastante para reconhecer e compreender essas disposições em outras pessoas, aprendo a ser fiel a mim mesmo enquanto estiver empenhado em atividades e relacionamentos, bem como durante os momentos de meditação.

Fonte: Trecho do livro “O Poder da Cura de Deus – Como encontrar  verdade interior através da meditação, de B.K. Jayanti

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