Seja criativo na hora certa. (por Max Gehringer)

janeiro 7, 2016

Esta história é verdadeira, e me foi contada por um selecionador de pessoal de uma empresa multinacional. Foi assim. A empresa tinha duas vagas em aberto, uma para chefe e outra para assistente. E apareceram muitos candidatos, bem mais para assistente do que para chefe, na proporção de cinco por um, tornando bem difícil a missão dos candidatos a assistentes, porque a concorrência era enorme. Aí, entra candidato e sai candidato, e nenhum parecia ser bom o suficiente. Os que queriam ser chefes não tinham liderança e os que queriam ser assistentes eram muito limitados. O selecionador já estava ficando preocupado, quando chegou um candidato a chefe. E o selecionador fez aquelas perguntas de sempre. Por exemplo, “Por que você acha que conseguiria ser um chefe eficiente?”

 

E o candidato respondeu: “Bom, eu tenho todas as características que um chefe precisa ter. Eu gosto de mandar nas pessoas. Eu gosto de ficar sem fazer nada enquanto os outros trabalham. Eu gosto de ficar escrevendo relatórios em vez de tomar decisões. E, acima de tudo, eu adoro reuniões. Sou capaz de passar horas numa sala de reunião, só falando e escutando, sem perder o pique. Tudo o que eu preciso é de um assistente eficiente que faça todo o trabalho por mim”. O selecionador, é claro, ficou pasmo. E disse para o candidato que, falando daquele jeito, ele não seria contratado como chefe em nenhuma empresa do mundo.

 

E o candidato respondeu: “É verdade. Mas o senhor deve concordar comigo que eu entendo muito bem o que é ser chefe. Por isso mesmo, qualquer chefe gostaria de ter um assistente como eu”. E o candidato conseguiu a vaga que realmente estava querendo: a de assistente. Ele só havia se candidatado a chefe para mostrar que sabia o que um chefe esperava de um bom assistente. Menos de um ano depois, ele foi promovido a chefe.

 

Fonte: livro “Aprenda a ser chefe”, de Max Gehringer – Integrare Editora

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Ideias geniais (por David Jones)

março 11, 2015

O novo mundo para a marca social está repleto de possibilidades interessantes, assim como desafios. O marketing sofreu grandes mudanças, influenciado por muitos fatores – desde o poder cada vez maior do consumidor até o desaparecimento dos limites geográficos, a perda de controle e a necessidade de se expor muito mais.

Inúmeros fatores representam grandes mudanças para a marca social de hoje. No entanto, uma coisa que não mudou é o poder e a necessidade de ideias geniais. Uma das principais funções do marketing sempre foi e continuará sendo a geração de ideias poderosas, que cativam os consumidores. Abrangendo desde os bebês de patins da Evian até a campanha “Refresh” da Pepsi, da Domino’s Pizza ao Gatorade, da promoção de tweet da Uniqlo à marcação dos móveis da Ikea – a criatividade social impulsiona a marca social. E os profissionais de marketing que entenderem e alavancarem esse poder terão êxito, independentemente dos novos canais e desafios que possam surgir.

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Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam: por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

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O que impulsiona a criatividade?

novembro 27, 2012

Criatividade é o desenvolvimento de ideias, imagens e soluções originais baseadas em ideias já existentes com o uso de imaginação e associação. A força que impulsiona a criatividade é a imaginação.

Criatividade envolve jornadas imaginativas que levam seu cérebro a campos originais e ainda não explorados. Essas novas associações dão origem a novas realizações que o mundo chama de “avanços criativos”.

Fica claro que a memória é o uso de imaginação e de associação para manter o passado no lugar apropriado e recriá-lo no presente, enquanto criatividade é o uso de imaginação e de associação para colocar o pensamento presente no futuro e recriar na realidade o pensamento presente em um tempo futuro.

            Trabalhar de forma criativa produz múltiplas ideias, que podem ser totalmente avaliadas e analisadas, com a melhor parte dessas inovações sendo processadas e transformadas em “soluções” e realidade. É nesse momento que se pode colher os frutos de tal criatividade em comportamentos criativos e aumentando seu valioso “capital intelectual”.

Foi o gênio Leonardo da Vinci quem propôs que, para ser verdadeiramente criativo, você precisa:

« desenvolver seus sentidos;

« estudar a arte da ciência;

« estudar a ciência da arte;

« perceber que tudo, de alguma maneira, conecta-se a tudo.

Dedicação e energia são necessárias para firmar esse novo modo de entender como você pensa, estuda, aprende e memoriza.

Criatividade pode – e deve – ser aplicada em todas as áreas do aprendizado. Ser criativo pode ser difícil quando se é obrigado a trabalhar sob códigos de conduta, regras e regulamentos que parecem atingir todos os níveis do pensamento. É exatamente nesse momento que você precisa procurar novas perspectivas. Mesmo sentindo-se ansioso, logo tudo vai ficar excitante e livre.

Como você pode chegar a esse ponto? Aplicando técnicas que, ao se tornar naturais, darão suporte a todo tipo de empenho.

 

Fonte: livro “Use sua Mente –  Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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Elementos-chave da CRIATIVIDADE

outubro 8, 2012

Divagar, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

 

OS QUE ACREDITAM EM DEVANEIOS

Se divagar é bom, qual a diferença entre os devaneios cotidianos e os devaneios de mentes bem-sucedidas ou de gênios? Pense nisso. A mente do gênio divaga o dia todo, exatamente como você faz, ele gosta de divagar tanto quanto você, mas tem uma vantagem muito significativa: o gênio trabalha para fazer o sonho se tornar realidade. Você deveria fazer o mesmo.

Todos os gênios criativos, sem exceção, em todos os campos, fi zeram exatamente a mesma coisa: sonharam e trabalharam para fazer seu sonho se tornar realidade. O devaneio de Thomas Edison, por exemplo, era iluminar o planeta Terra à noite por toda a eternidade. Após 6 mil experimentos, ele alcançou seu sonho.

CRIANDO UMA MENTE CRIATIVA

Todos temos uma mente criativa – eu tenho, você tem. A questão é como chegar a ela. Como se faz isso, então?

Já percebemos que a criatividade floresce quando conseguimos harmonizar os lados direito e esquerdo do cérebro. Indivíduos criativos fazem algumas coisas que os distinguem de pessoas com pensamento normal não treinado ou destreinado.

Os elementos-chave da criatividade incluem:

• imaginação;

• associação;

• capacidade de pensar rápido;

• capacidade de ser original;

• flexibilidade;

• capacidade de produzir um grande volume de coisas.

Esses elementos podem ser desenvolvidos facilmente assim como os músculos do corpo.

 

Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Mude!

agosto 24, 2012

Que tipo de rotina você poderia mudar em busca de inspiração? Aqui estão algumas ideias, só para começar:

Quando você muda uma determinada rotina, também vale a pena ampliar seu nível de consciência. Você pode fazer isso com a prática do “autodiálogo consciente”, obtendo maior consciência de seu diálogo interior. Ao notar alguma coisa adversa acontecendo, em vez de ficar frustrado, diga a si mesmo: “Que interessante! De que modo posso adaptar isso, fazer funcionar a meu favor etc?”.

Esse método de autoanálise é bastante distinto de nosso processo mental comum, que tende a permitir que os pensamentos vagueiem sem que tiremos proveito deles.

Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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A mente criativa e os devaneios

agosto 24, 2011

Onde você está fisicamente quando acontecem as explosões de ideias criativas?

Quando encontra as soluções que procurava para seus problemas? Quando tem aqueles repentinos lampejos de memória? Anote-os.

Dentre as respostas mais comuns estão:

sozinho, em meio à natureza;

enquanto caminha ou corre longas distâncias;

na cama;

deitado na praia;

na banheira ou no chuveiro;

em voos longos ou durante viagens.

A razão para que esses episódios criativos ocorram em tais cenários é que nossas mentes estão relaxadas, estão física ou conceitualmente em solidão.

Esses ambientes encorajam as ideias criativas. Divagar, então, que já foi visto como algo ruim, como um comportamento negativo, especialmente em sala de aula – ou seja, indesejável academicamente –, agora é visto como um comportamento fundamental e um magnífico exercício criativo. Seus devaneios diários poderiam lhe dar um Oscar se você pudesse concretizá-los!

Fonte: Trecho do livro “Use Sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

 Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

 Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!


Criando uma mente criativa

agosto 3, 2011

Todos temos uma mente criativa – eu tenho, você tem. A questão é como chegar a ela. Como se faz isso, então?

Já percebemos que a criatividade floresce quando conseguimos harmonizar os lados direito e esquerdo do cérebro. Indivíduos criativos fazem algumas coisas que os distinguem de pessoas com pensamento normal não treinado ou destreinado.

Esses elementos podem ser desenvolvidos facilmente assim como os músculos do corpo.

 

Fonte: Trecho do livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu cérebro, de Tony Buzan – Integrare Editora


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