Está em dúvida sobre qual carreira deve seguir?

setembro 11, 2017

2017-09-11_Carreira_Post Blog

Você já pensou que o modelo atual surgiu há mais de 50 anos e não reflete mais a atualidade? Muitos estão procurando soluções para a nova realidade, mas fórmulas mágicas ainda não existem. Por isso, avesso à simples manuais, Felipe traz aqui a esperança de que, se algumas das dicas ou aprendizados compartilhados forem colocados em prática, você poderá se tornar um profissional ainda mais realizado.

 

Você pode refletir sobre a sua carreira, mas tem que entender que isso depende de um posicionamento pessoal que exige protagonismo. A era da informação exige filtros, inteligência emocional e principalmente AÇÃO para concretizar projetos.

O futuro não lhe pertence, e isso é o que faz a vida se tornar incrível. Se tudo estivesse previsto, perderia a graça, a magia. Viver é aprender a lidar com incertezas e principalmente aprender a fazer escolhas.

A sua carreira pode lhe trazer realização e felicidade, que serão resultados das suas escolhas. Mas você tem que fazer essas escolhas aqui e agora. E você: vai ou fica?

Fonte: Carreira – O começo certo em um futuro incerto, de Felipe Maluf. Integrare Editora.

 

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

junho 12, 2013

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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As principais características de um líder. Por Ken O’Donnell

março 22, 2013

Descobri um site que transforma blocos de texto em “nuvens” que relacionam a frequência das palavras ao tamanho da fonte. Quanto maior a fonte, mais vezes a palavra ocorre no texto.

          Por curiosidade, selecionei pelo menos cem textos de sites sobre liderança ou qualidades de líderes que eu tinha gravado no meu computador, passei para o programa que cria uma lista de frequência de palavras e ele selecionou apenas as virtudes ou valores.

          Finalmente, submeti a nova lista ao site mencionado e ele gerou a seguinte nuvem de cinquenta valores:

 

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          Vemos que “respeito” é a palavra em corpo maior pois é o valor que ocorreu mais vezes nos textos. “Confiança” está em segundo lugar e “resultados”, em terceiro. Sei que esse exercício tem pouco valor científico, mas pelo menos para mim confirmou algo em que sempre acreditei: o respeito é o valor mais imprescindível de um líder. É impossível criar um ambiente de confiança sem respeito. Igualmente, sem confiança e respeito, como seria possível conseguir os resultados esperados de um líder? Sem produzir resultados práticos, a conversa sobre ser um bom líder é meramente acadêmica.

          A palavra “respeito” vem do latim respicere, que significa “olhar de novo ou olhar por trás”. Implica examinar uma situação ou pessoas de maneira especial, com mais profundidade. No sentido das capacidades de liderança mencionadas no quadro acima, o respeito se torna a chave para tudo o que está na lista.

 

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Fonte: livro “O espírito do líder 2 – Lidando com a incerteza permanente”, de Ken O’Donnell. Integrare Ed.

 

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A raiz da timidez! Por Içami Tiba

março 20, 2013

Conforme o filho vai crescendo, os pais mostram-lhe o que ele deve ou não fazer. Aos poucos, vão concedendo algumas permissões. Quando estas faltam, e no seu lugar há censuras sucessivas, críticas e reprovações às suas iniciativas, a criança pode crescer sentindo-se tão “proibida”, a ponto de ela mesma proibir-se de fazer algo. Daí resulta a timidez, um transtorno no comportamento do ser humano.

 

“A criança hipersaciada também pode tornar-se tímida. Afinal, os pais hipersolícitos atendem a todas as suas vontades, e ela não aprende a se virar sozinha.”

 

Basta a ela sentir-se desacompanhada dos pais, em ambiente diferente ou diante de qualquer pessoa estranha, que logo se vê atacada pela timidez. A timidez é antinatural. o primeiro sinal de contato – isto é, de manifestação de relacionamento – do bebê com o mundo é o sorriso. O adulto desarma-se diante do sorriso de uma criança, pois sabe que não existem segundas intenções. Trata-se apenas de um sorriso. Pura expressão de alegria.

            Uma criança sorridente é uma criança simpática, o orgulho dos pais. Por volta do oitavo mês de vida, quando passa a não querer ir para o colo de estranhos, torna-se antipática. Alguns pais não admitem essa reação, forçando o bebê a aceitar a pessoa que lhe é estranha, como se fosse seu amigo íntimo. É assim que começa o mecanismo de auto-repressão da criança. Cada vez que os pais a reprovam por não aceitar alguém, ela mesma a aciona, reprimindo suas defesas naturais para receber a aprovação dos pais. E assim deixa de ser espontânea. A timidez é a perda da espontaneidade.

            A criança aprende fazendo tentativas. Erros e acertos são fundamentais. Se os pais não aceitarem os erros, criticando duramente o filho, ele próprio deixará de aceitar seus erros, perdendo, então, a liberdade de arriscar. Resta-lhe a obrigação de acertar sempre.

          Acertar é agradar aos pais. Logo, esse acerto é subjetivo, pois depende do critério que os pais utilizam para aprovar ou não a atitude dos filhos. A timidez é a perda da liberdade de tomar iniciativa.

 

“Uma educação severa, em que o erro é castigado e o acerto nem sempre é premiado, gera pessoas tímidas. Portanto, a timidez pode ser resultado de pais muito exigentes.”

 

Quando a repressão é muito grande, a criança amolda-se e sofre calada. Caso não se adapte à repressão, ela seleciona ambientes em que pode ficar quieta e nos quais pode bagunçar. Essa é a explicação para aquelas crianças tímidas na escola e superbagunceiras em casa ou tremendamente obedientes em casa e indisciplinadas fora dela. Elas obedecem parcialmente à repressão na presença dos repressores. Na ausência deles, passam a reprimir os outros, a “delinquir”. E o método da gangorra: de um lado senta a timidez, do outro, a delinquência.

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Felicidade: o melhor alimento! Por Ken O’Donnell

março 15, 2013

A felicidade é o melhor alimento.

            Para criar e manter uma disposição feliz, preciso saber ser positivo. Isso não quer dizer andar com a cabeça nas nuvens achando que tudo é maravilhoso. Enquanto vejo as diversas situações, boas e más, preciso manter a equanimidade. A feiura não me torna feio nem a tristeza me faz triste; os sucessos não preenchem a mente nem os fracassos me arrasam. Se é assim, a vida não se alterna entre grandes expectativas e grandes decepções.

            Os altos transitórios de alegria, pagos por baixos de depressão na montanha-russa existencial, só levam ao desgaste. O cansaço, o tédio e a solidão são sintomas da incapacidade de extrair felicidade do que é simples. A insatisfação nasce da falta de aproveitamento do que nós já temos.

            Algumas dicas:

 

1.            Observe suas especialidades e as dos outros e encoraje-as conscientemente.

2.            Aproveite os momentos em que você está só para acessar seu próprio fundo interior de felicidade.

3.            Lembre que o sucesso é uma combinação de entusiasmo e determinação.

4.       Se você for divertido, tudo poderá ser também.

 

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Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell. Integrare Ed.

 

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Sou mais forte do que pareço! Por Eugenio Mussak

março 13, 2013

Cada pessoa é um adam que pode se tornar He-Man invocando seu poder, mas isso deve ser feito com convicção. O personagem de desenho animado que animou as crianças das décadas de 1980 e de 1990 não levantava a espada e anunciava “Pelos poderes de Grayskull… eu tenho a força!”, a não ser que fosse necessário. Era o perigo que liberava a energia que transformava o fracote no fortão, o medroso no herói.

          Na sociedade atual, podemos dizer que praticamente não corremos perigos físicos, como acontecia em Eternia, o planeta onde viviam He-Man e She-Ra. Em compensação corremos perigos emocionais ainda maiores, pois todos os dias somos assombrados pela possibilidade de fracasso, pelas perdas afetivas, pelos problemas profissionais e financeiros, pelas dúvidas existenciais. E todos os dias temos a chance e a necessidade de acionar nossa força, ainda que, às vezes, algumas pessoas não o façam.

          O destino nos obriga. Ele não pergunta se estamos dispostos: simplesmente apronta das suas. Eu estava em Florianópolis na grande enchente de 1983 e presenciei cenas explícitas de gran- deza humana. No final das contas, aquela situação era um emba- te entre a força dos elementos da natureza e a força da alma das pessoas. Foi quando eu conheci José Carlos, um jovem pai que, ao chegar em casa naquele dia, ela – a casa – não estava mais lá. Havia sido levada pela enxurrada, que por pouco não levara jun- to sua mulher e seus dois filhos pequenos. Por sorte, eles tiveram tempo de sair. Quando lhe perguntei “E agora?”, ele me olhou com gravidade, suspirou e disse “Agora é começar tudo de novo”. E ele recomeçou, persistiu e reconquistou sua casa, aliás, melhor que anterior.

 

          Sim, a necessidade obriga. “Sapo não pula por boniteza, mas porém por precisão”, diz o provérbio que o entendido da alma humana, Guimarães Rosa, usou na epígrafe de seu famoso conto A hora e a vez de Augusto Matraga. A força interior existe, mas é virtual. Não pode ser percebida a não ser quando é solicitada de verdade. E isso pode acontecer por dois motivos: por exigência do destino ou por ingerência da vontade. Ou por ambos. “Ferramenta tens, não procures em vão”, escreveu Fernando Pessoa em um de seus belos poemas que nos colocam em contato conosco mes- mos. “Tenha o coração sensível e use a força da mente”, termina seu verso. Sim, temos a ferramenta em nós, só precisamos usá-la.

 

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Por uma vida bem vivida!

março 8, 2013

Faz muito, muito tempo que li a entrevista de Marcello Mastroianni que tanto me marcou. O belo ator italiano, já em idade avançada, dizia que ao olhar o próprio rosto marcado de rugas apreciava a expressão que estava como que congelada na face. Os vincos lhe faziam constatar que tivera uma vida em que o sorriso foi mais frequente que a angústia e que a preocupação era um pálido rascunho na face marcada pelos traços do riso.

            Jamais me esqueci disso. De lá para cá, observo atentamente a história que meu rosto escreve à medida que o tempo passa e procuro ler em meus contemporâneos os traços que podem dizer tanto sobre eles. A força e a fragilidade, a leveza e a dureza, a rigidez e a flexibilidade, o bom e o mau caráter – tudo isso fica impresso na pele, na bochecha, no cenho. E, claro, no olhar, janela devassável da nossa alma.

            Entretanto, as cirurgias plásticas, o Botox, os preenchimentos não vieram justamente para apagar todos esses vestígios de vida vivida? Não servem exatamente para confeccionar a máscara com que mostramos aos outros uma imagem ideal, opaca de todas as experiências, muda em seu relato de vivências, dores, decepções e frustrações?

            Depende. É preciso só um pouquinho de imaginação para decifrar esses rostos plastificados, de pele esticada além da conta e expressão enrijecida. O que eles nos dizem de seus donos? Refletem autoestima em harmonia com a vida ou uma busca angustiada pela juventude perdida? O que os olhos buscam no espelho? Uma imagem que conserte os desacertos da vida, que lhes devolva a impressão de que tiveram uma história que poderia ter sido e não foi?

            Nosso rosto não esconde coisa alguma. Ele fala de nós o tempo todo, não importa a qualidade da pele ou do médico. E é por isso mesmo que todo aconselhamento de beleza não pode prescindir da receita fundamental: nada é mais belo do que uma vida bem vivida; nada faz tão bem ao rosto e aos olhos do que digerir bem as coisas boas e ruins que nos acontecem, sabendo prolongar o prazo de duração das primeiras e reduzir o efeito das segundas.

            Por isso, se você procura apenas as últimas novidades para tartar da pele e da saúde no livro, saiba que a Dra. Carla Goés vai dizer que não bastam os tubos de cremes de alta tecnologia, os alimentos saudáveis e as atividades físicas. Que os tratamentos, na verdade, são coadjuvantes importantes na busca da alegria, do relaxamento e da longevidade; que uns não andam sem os outros e que beleza está ao alcance de todos, sim. Mas não são tudo.

            A era das celebridades nos faz perder tempo com muita bobagem, mas um ensinamento do nosso tempo é proveitoso. As belas que tanto admiramos nem por isso são felizes. Lembram de Nicole Kidman, magérrima, lindíssima, talentosíssima, lamentando ser abandonada por Tom Cruise? Que homem, meu Deus, largaria a fabulosa Nicole?

            No entanto, quem não conhece pessoas acima do peso, de olhos pequenos, nariz grande e cabelos opacos que exalam alegria de viver e em torno de quem gravitam pessoas de todas as idades, que permitem que sua própria história seja trançada com a de outros em convivência divertida e solidária, abertas para as novidades e as surpresas de cada dia?

            Tudo isso aprendi com o livro. Podemos sair dos consultórios de dermatologistas e cirurgiões plásticos com prescrições exatas e complexas, sofrer alguma dor, ter disciplina no tratamento e, ainda assim, o bom resultado vai depender de leveza e da disposição favorável do espírito.

            A boa notícia é que a experiência num consultório médico pode ser uma dessas experiências agradáveis da vida. É bom saber que adiar os efeitos do tempo está ao alcance da mão, que os princípios ativos de tantos produtos estão cada vez mais acessíveis em formulas manipuladas na farmácia do bairro e não são mais privilégio das atrizes de cinema e de televisão.

            Para mim, a lição de Marcello Mastroianni sobre seu próprio rosto intacto é complementar à autoindulgência sem culpa que os métodos de tratamento de beleza nos permitem. Ambas são faces da mesma moeda com que pagamos o tributo à vida que nos foi dada para viver. Mesmo porque, até onde se sabe, o tempo não para e não volta. E é bom que seja assim. É bom e bonito.

 

Mônica Waldvogel

 

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Fonte: livro “Beleza Sustentável – Como pensar, agir e permanecer Jovem”, de Dra. Carla Góes. Integrare Ed.

 

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