Ah, as diferenças!!!

março 12, 2012

Como sem essas diferenças o amor e o casamento seriam muito tediosos, então as diferenças efetivamente servem para alguma coisa. Antes de tudo, são ideias bastante interessantes que abrem novas maneiras de se lidar com as dificuldades de relacionamento entre homens e mulheres, e também servem de matéria-prima para a conversa amorosa, como pretexto, como aquecimento para temas mais particulares e individualizados dentro da relação.

Acima de tudo, as diferenças são divertidas, e conseguem afrouxar um pouco a tensão dos nós, através do antagonismo, que mais aproxima do que afasta: de modo geral tanto os homens quanto as mulheres gostam de brincar com essas diferenças, e todos sabemos a importância das brincadeiras entre meninos e meninas, entre homens e mulheres .

 

Fonte: trecho do livro “O nó e o laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, Alfredo Simonetti  – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.


Homem se realiza, mulher se relaciona

fevereiro 23, 2012

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são

muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são

muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

O homem tem uma tendência para encontrar respostas que se ajustem perfeitamente às perguntas, e a mulher, porque não consegue isso, ou porque desconfia de respostas tão certinhas assim, suporta mais as incertezas e assim sustenta por mais tempo as perguntas em aberto. O mundo masculino tem referências claras como as margens de um rio, e o mundo feminino de que referências dispõe já que é mar? Pense: quantas margens tem o mar?

 

Fonte: Tredo do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.



Conversa com ou sem platéia?

julho 27, 2011

Conversar na frente dos outros pode modificar muito a reação das pessoas. Existem coisas que suportamos ouvir a dois, mas que nos deixariam muito incomodados se outras pessoas escutassem.

Então cuidado, uma conversa amorosa funciona melhor a dois, não precisa de plateia, muito menos de juízes. É que algumas pessoas buscam a opinião de um terceiro como um reforço para seus pontos de vista ou como forma de pressionar e convencer o parceiro para alguma coisa. Esta é uma estratégia perigosa; além de não trazer ganhos para o entendimento do casal, costuma ser vivenciada como chata pelos terceiros envolvidos.

Este jogo chama-se “tribunal”, e não é uma boa maneira de tratar dos problemas do casamento. É fácil imaginar o desconforto e a irritação do marido com a estratégia da esposa. A conversa amorosa é a dois. O ser humano é assim em geral, e não vai ser no casamento, tão repleto de fantasias e “neuras”, que ele vai escapar deste “poder do outro”. Deve ser por isto que os namorados, quando começam uma relação, pedem com tanta veemência: “se acontecer alguma coisa, me conte, não deixe eu saber pelos outros”.

 

Fonte: O nó é o Laço – Desafios de um Relacionamento Amoroso, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora


Homem se realiza, mulher se relaciona

julho 13, 2011

Os homens focalizam as realizações, pensam em termos de poder, são competitivos, funcionam no reino do sucesso e de seus correlatos como fraqueza e fracasso, são muito bons para resolver problemas, fazer coisas, alcançar objetivos e competir. Entretanto, naquelas situações da vida quando nada mais pode ser feito, quando não há com quem competir, quando não existe objetivo algum para ser alcançado, geralmente o homem se sente perdido e angustiado.

 Parece que a mulher suporta melhor essas situações, talvez porque, apesar de não haver nenhuma luta a ser travada, ainda há relações a serem vividas, e as mulheres são muito interessadas e eficientes em termos de relações humanas, de qualquer tipo. Os soldados vinham primeiro e conquistavam as novas terras, depois vinham as mulheres e a família para a colonização dos novos domínios.

 Se os homens precisam sentir-se conquistadores, donos da situação, poderosos, as mulheres não costumam ter problemas em conceder-lhes essa ilusão, essa aparência de poder, já que elas mesmas não precisam funcionar e responder ao impulso fálico que rege o mundo masculino.

 Parece que há vida e poder além do falo; os homens é que não descobriram isso, ou simplesmente nem chegam a entender os mistérios do poder contido no feminino. Este é um campo ainda não conquistado.

Fonte: Trecho do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti


Título: Paixão x Amor: qual o equilíbrio?

maio 9, 2011

O amor pode não ser paixão, mas tem a ver com ela, não é a ausência dela: existem no amor momentos de paixão, só que mais calma e mais duradoura.

Paixão, por definição, é sentimento em ápice, é como uma montanha, vai subindo, subindo até um pico lá no alto, e depois vai descendo, descendo, e finda. Um gráfico da paixão é agudo, intenso, mas também é breve e com final certo: termina. Por outro lado, o gráfico do amor lembra mais uma cordilheira, uma cadeia de montanhas entremeadas de vales, planícies e platôs, é longo, flutuante e de final aberto: não é tão certo o que vai acontecer.

Fonte: trecho do livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora


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