Dicas para uma boa apresentação pessoal

junho 12, 2013

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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A raiz da timidez! Por Içami Tiba

março 20, 2013

Conforme o filho vai crescendo, os pais mostram-lhe o que ele deve ou não fazer. Aos poucos, vão concedendo algumas permissões. Quando estas faltam, e no seu lugar há censuras sucessivas, críticas e reprovações às suas iniciativas, a criança pode crescer sentindo-se tão “proibida”, a ponto de ela mesma proibir-se de fazer algo. Daí resulta a timidez, um transtorno no comportamento do ser humano.

 

“A criança hipersaciada também pode tornar-se tímida. Afinal, os pais hipersolícitos atendem a todas as suas vontades, e ela não aprende a se virar sozinha.”

 

Basta a ela sentir-se desacompanhada dos pais, em ambiente diferente ou diante de qualquer pessoa estranha, que logo se vê atacada pela timidez. A timidez é antinatural. o primeiro sinal de contato – isto é, de manifestação de relacionamento – do bebê com o mundo é o sorriso. O adulto desarma-se diante do sorriso de uma criança, pois sabe que não existem segundas intenções. Trata-se apenas de um sorriso. Pura expressão de alegria.

            Uma criança sorridente é uma criança simpática, o orgulho dos pais. Por volta do oitavo mês de vida, quando passa a não querer ir para o colo de estranhos, torna-se antipática. Alguns pais não admitem essa reação, forçando o bebê a aceitar a pessoa que lhe é estranha, como se fosse seu amigo íntimo. É assim que começa o mecanismo de auto-repressão da criança. Cada vez que os pais a reprovam por não aceitar alguém, ela mesma a aciona, reprimindo suas defesas naturais para receber a aprovação dos pais. E assim deixa de ser espontânea. A timidez é a perda da espontaneidade.

            A criança aprende fazendo tentativas. Erros e acertos são fundamentais. Se os pais não aceitarem os erros, criticando duramente o filho, ele próprio deixará de aceitar seus erros, perdendo, então, a liberdade de arriscar. Resta-lhe a obrigação de acertar sempre.

          Acertar é agradar aos pais. Logo, esse acerto é subjetivo, pois depende do critério que os pais utilizam para aprovar ou não a atitude dos filhos. A timidez é a perda da liberdade de tomar iniciativa.

 

“Uma educação severa, em que o erro é castigado e o acerto nem sempre é premiado, gera pessoas tímidas. Portanto, a timidez pode ser resultado de pais muito exigentes.”

 

Quando a repressão é muito grande, a criança amolda-se e sofre calada. Caso não se adapte à repressão, ela seleciona ambientes em que pode ficar quieta e nos quais pode bagunçar. Essa é a explicação para aquelas crianças tímidas na escola e superbagunceiras em casa ou tremendamente obedientes em casa e indisciplinadas fora dela. Elas obedecem parcialmente à repressão na presença dos repressores. Na ausência deles, passam a reprimir os outros, a “delinquir”. E o método da gangorra: de um lado senta a timidez, do outro, a delinquência.

 

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Fonte: livro “Disciplina – Limite na medida certa”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Sou mais forte do que pareço! Por Eugenio Mussak

março 13, 2013

Cada pessoa é um adam que pode se tornar He-Man invocando seu poder, mas isso deve ser feito com convicção. O personagem de desenho animado que animou as crianças das décadas de 1980 e de 1990 não levantava a espada e anunciava “Pelos poderes de Grayskull… eu tenho a força!”, a não ser que fosse necessário. Era o perigo que liberava a energia que transformava o fracote no fortão, o medroso no herói.

          Na sociedade atual, podemos dizer que praticamente não corremos perigos físicos, como acontecia em Eternia, o planeta onde viviam He-Man e She-Ra. Em compensação corremos perigos emocionais ainda maiores, pois todos os dias somos assombrados pela possibilidade de fracasso, pelas perdas afetivas, pelos problemas profissionais e financeiros, pelas dúvidas existenciais. E todos os dias temos a chance e a necessidade de acionar nossa força, ainda que, às vezes, algumas pessoas não o façam.

          O destino nos obriga. Ele não pergunta se estamos dispostos: simplesmente apronta das suas. Eu estava em Florianópolis na grande enchente de 1983 e presenciei cenas explícitas de gran- deza humana. No final das contas, aquela situação era um emba- te entre a força dos elementos da natureza e a força da alma das pessoas. Foi quando eu conheci José Carlos, um jovem pai que, ao chegar em casa naquele dia, ela – a casa – não estava mais lá. Havia sido levada pela enxurrada, que por pouco não levara jun- to sua mulher e seus dois filhos pequenos. Por sorte, eles tiveram tempo de sair. Quando lhe perguntei “E agora?”, ele me olhou com gravidade, suspirou e disse “Agora é começar tudo de novo”. E ele recomeçou, persistiu e reconquistou sua casa, aliás, melhor que anterior.

 

          Sim, a necessidade obriga. “Sapo não pula por boniteza, mas porém por precisão”, diz o provérbio que o entendido da alma humana, Guimarães Rosa, usou na epígrafe de seu famoso conto A hora e a vez de Augusto Matraga. A força interior existe, mas é virtual. Não pode ser percebida a não ser quando é solicitada de verdade. E isso pode acontecer por dois motivos: por exigência do destino ou por ingerência da vontade. Ou por ambos. “Ferramenta tens, não procures em vão”, escreveu Fernando Pessoa em um de seus belos poemas que nos colocam em contato conosco mes- mos. “Tenha o coração sensível e use a força da mente”, termina seu verso. Sim, temos a ferramenta em nós, só precisamos usá-la.

 

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Fonte: livro “Preciso dizer o que sinto”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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O desafio de educar! Por Içami Tiba

março 6, 2013

Educar não é deixar a criança fazer só o que quer (ou seja, buscar a saciedade). Educar dá mais trabalho do que simplesmente cuidar dela porque é prepará-la para a vida. A vida da criança é regida pela vontade de brincar, de fazer algo. A cada movimento, está descobrindo a vida e os valores, num processo natural de aprendizagem.

            Construir uma casa é muito mais fácil do que reformá-la. Reformar, no caso de um filho, seria o mesmo que sempre dizer “não” para algo que ele já fez muitas vezes. O melhor é ensinar aos poucos.

            Quando quer fazer alguma coisa, a criança observa a reação dos pais; se ouvir um “não”, insiste. Quer testar se o que dizem é mesmo para valer – até incorporar aregra. Leva algum tempo, mas ela aprende. Então aquele critério de valor passa a fazer parte dela.

 

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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O amor que exige, por Içami Tiba

fevereiro 27, 2013

No amor que exige, os educadores (pai, mãe, professores) devem exigir que os aprendizes pratiquem o que aprenderam.

Basta que o aprendiz não pratique o que aprendeu – portanto, falha do aluno e do pai ou educador que deixa de exigir –, e repete‑se a mesma ladainha, a frágil ameaça de sempre:

“Pela milésima e última vez, vou lhe explicar…”

            O amor que exige não traumatiza a filha, ao contrário, não exigir é que deforma a sua personalidade, e ela passa a sofrer diante de qualquer solicitação mais assertiva da vida.

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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A conta do AMOR

fevereiro 20, 2013

Outra ilusão importante no amor é a de que ele resolve nossas mágoas do passado.

 

            O amor de deficiência funciona assim como um amor de caderneta. A pessoa vai anotando ao longo da vida o quanto lhe faltou de amor, até que um dia, quando aparece alguém que a ama, ela apresenta a conta toda.

 

            Acontece que uma pessoa, mesmo dando muito amor, não consegue apagar as dores do passado de outra pessoa, pelo menos não na maioria dos casos. Estas marcas amorosas não costumam se apagar pela compensação, e sim, pela via da elaboração, da superação. Este é um caminho individual que pode até ser facilitado por uma companhia carinhosa e cuidadosa, mas não pode ser percorrido por ela.

            É claro que, se gostamos de uma pessoa, tomamos cuidado para não feri-la, e em especial não feri-la nos mesmos lugares já machucados, mas isto não quer dizer que somos responsáveis pelo seu passado, embora no amor romântico, acabamos prometendo exatamente isto.

            Se uma pessoa foi traída em um relacionamento anterior, isso não significa que o parceiro atual tenha de arcar com as consequências disso e suportar toda a insegurança que vem daí, mas na prática é o que acaba acontecendo.

            Este é o nó que vem do passado.

 

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Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Dicas para uma boa apresentação pessoal

fevereiro 6, 2013

 

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

 

 • Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

 

 • Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

 

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

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