Há alguma perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar? Por Dulce Magalhães

junho 19, 2013

Não há perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar. Tudo é possível de ser integrado a novos níveis de consciência e, dessa forma, seremos capazes de transcender o desafio sem transgredir com nossos valores e posicionamentos. Aliás, só resolveremos verdadeiramente uma questão se estivermos em alinhamento com nossa própria consciência e guiados por nossos valores mais caros.

            Respeito e generosidade são as chaves do convívio harmonioso e próspero. É fundamental estar em perfeita integração com o melhor e o mais elevado sentimento e pensamento, pois é nessa faixa mais ampla que se encontram todas as soluções para os desafios que nos são colocados.

            Há muitas formas, além daquela que usamos, de perceber a mesma realidade. A separação entre a causa e o efeito, entre indivíduos ou entre perspectivas é ilusória. Tudo

está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção correta. Por vezes somos incapazes de percebê-la, mas o tempo, o grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e que nenhuma ação está desconectada da fonte.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

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Falar menos e escutar mais

dezembro 3, 2012

Às vezes,  embriagados pelo som das nossas próprias vozes, falamos, argumentamos e discutimos, sem perceber que não damos aos outros oportunidade de fazer o mesmo. A comunicação entre duas partes é um processo bilateral.

Muitos dos problemas que existem nos relacionamentos surgem da incapacidade de dialogar — que implica falar e  ouvir. Uma discussão verbal entre duas pessoas acaba se tornando, de fato, dois monólogos.

A comunicação deve ser algo tão simples quanto comer, dormir e vestir-se. Ela une-me ao mundo que me rodeia, às pessoas com quem convivo.

Não se resume apenas às palavras, pois adentra o campo dos pensamentos, das vibrações, dos olhares e dos gestos, da postura, enfim, de tudo o que pode emanar/captar algo.

Quando estou expressando algo, preciso me concentrar em:

1.  O que estou comunicando está claro para mim?

2.  A maneira pela qual me comunico é a ideal?

3.  Comunico-me de modo que o outro entenda?

4.  Estou aberto para receber o feedback  ou a reação do outro?

 Reflexões para uma vida plena_Ken O'Donnell_Integrare Ed

Fonte: livro “Reflexões para uma vida plena”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Transformando o amor em realidade…

junho 29, 2012

As coisas que buscamos já estão em nós. Mas talvez você esteja pensando: “Espere um pouco. Façamos aqui um confronto com a realidade.

Se o amor, a paz e a felicidade já estão sempre dentro de mim, por que não os sinto o tempo todo?”. Talvez pelo fato de ter aprendido a “acreditar” que, para sentir essas coisas, precisa ir buscar algo, ser algo ou encontrar alguém. Mas, na verdade, a única maneira de sentir essas coisas é “dando” alguma coisa, pois, quando você dá algo com amor, quem é que sente primeiro esse amor? Você mesmo! Mas não me interprete mal: não estou sugerindo que vá para o escritório amanhã e saia dizendo “Eu te amo” para todos ao redor. Bem, pode fazer isso, se quiser, mas eu não recomendaria (se fi zer, conte-me como foi!).

Porém, que aparência tem a energia do amor, quando posta em ação? Que tipos de comportamento são motivados, moldados e estimulados pelo amor? Reserve um momento para compor uma lista, numa folha à parte, a qual, provavelmente, será parecida com a seguinte.

 

 

As suas ações nascem daquilo que é verdadeiro dentro de você, a partir da energia do seu coração. Você está usando a energia do seu coração, que é o amor, e, à medida que a usa, que a partilha, não importa de que maneira, você é a primeira pessoa a senti-la e a sentir-se fortalecido com ela.

 

Fonte: livro “Os sete mitos sobre o Amor”, de Mike George – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Clique aqui para baixar o 1º capítulo do livro!

 


A necessidade da CONSISTÊNCIA

abril 13, 2011

Ser consciente é atuar de forma que o outro se sinta bem, deixando que se expresse livremente. Ser consciente é formular perguntas que demonstrem genuíno interesse, aceitando o limite das respostas. É alegrar‑se com os êxitos do outro. É oferecer apoio para que corrija suas falhas. Mas aí há um perigo. Não podemos confundir essa postura generosa com a inocente complacência, com a transigência em questões essenciais. Nessas situações, podemos negar nossa própria consciência. E isso não vai ajudar o outro. Pelo contrário, essa postura vai estimulá‑lo a se manter no mesmo lugar.

Fonte: Trecho retirado do livro “Confiança – O diferencial do líder” de Leila Navarro e José María Gasalla


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