Entendendo a nós mesmos para alcançar a mudança que desejamos. (por Dulce Magalhães)

dezembro 9, 2015

Para promover a mudança que almejamos precisaremos, portanto, investigar nossos bloqueios e mecanismos internos. Essa tarefa não é fácil nem poderá ser realizada sozinha. Teremos de contar com o feedback de outras pessoas.

 

Achamos que conseguimos lidar com tudo por conta própria, mas, se quisermos arrumar o cabelo, fazer a barba ou a maquiagem, enfim, mexer em nossa aparência, precisaremos de um espelho. Ao lidar com a aparência de nossas personagens na vida, precisaremos do outro como um espelho para enxergar a nós mesmos.

 

Para superar uma resistência à mudança devemos pedir e abrir‑nos para os feedbacks. Porém, isso não é suficiente, temos de exercitar a real intenção de aprender e rever conceitos e atitudes. Esse processo exigirá que duvidemos de nossas certezas arraigadas e nos coloquemos em posição de aprendizagem. Pense o seguinte: se o que você sabe não lhe permite mudar o que deseja, é porque o que você sabe não é suficiente para os seus propósitos. Abra mão de seu “saber” e comece a se perguntar sobre o que você ainda não sabe.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

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Aprenda a duvidar de suas dúvidas! (por Dulce Magalhães)

fevereiro 6, 2015

Para superar uma resistência à mudança é preciso começar a duvidar das certezas e formular novas perguntas. Naturalmente, isso também não será suficiente.

Em alguns casos você, inclusive, já chegou a esse ponto. O nó da questão está no passo seguinte, isto é, aceitar os novos modelos de mundo e acreditar que você é capaz de vivenciá‑los.

Por vezes percebemos que as mudanças são possíveis adotando determinadas práticas ou métodos, mas nos sentimos incapazes de adotá‑los, como se aquilo só fosse possível para os outros.

Se isso ocorrer, duvide de sua dúvida. Isso parece engraçado, mas é muito sério e de alto impacto. Nosso cérebro funciona a partir de nossos estímulos e vai confirmar todas as nossas certezas e percorrer caminhos para buscar respostas para todas as nossas dúvidas, até que a pergunta seja resolvida. Se duvidarmos de nós mesmos, o cérebro usará todo o seu potencial para encontrar respostas desmobilizadoras na direção a que a dúvida conduz.

Em vez de nos perguntarmos: “Será que sou capaz?”, devemos formular a pergunta: “Como ser capaz?” Precisamos nos perguntar: “Como aprender o novo?” Muitas vezes colocamos o foco da mudança na ação por não compreendermos que a ação emana da consciência e que, sem modificá‑la, por mais esforço e rigor que empreguemos, não conseguiremos efetivar uma transformação de fato. O caminho é transformar nossa consciência a partir do autoconhecimento. A mudança será uma consequência

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Fonte: livro “O foco define a sorte – a forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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Sorte (por Dulce Magalhães)

dezembro 12, 2014

Há resultados que consideramos ruins, indesejáveis, malévolos ou, até, insuportáveis. Perdas são constantemente vistas como intoleráveis ou injustas; e aí começa nossa viagem pelo campo da percepção. O foco, a forma como enxergamos alguma coisa, nosso ângulo de visão, determina o resultado.

Não é apenas o resultado em si que conta, mas a valoração: o sentido e o significado dados aos eventos é o que realmente os define. Para ilustrar essa ideia, em minhas palestras criei uma pequena história sobre um homem preso em uma caixa de tijolos. Tudo o que ele via era a partir de uns tijolinhos tirados de sua frente. Ele via um pedacinho de céu, um fragmento de montanha e um pássaro que passava de vez em quando. E, quando lhe perguntavam como era o mundo, ele o descrevia dessa forma. À medida que conseguia tirar mais tijolos de sua frente e via mais coisas, sua descrição do mundo também mudava.

Até que, um dia, um grande terremoto abalou toda a região onde ele morava e os tijolos foram todos ao chão. O homem olhou ao redor e viu muita coisa que nunca tinha visto antes: lagos, animais, pessoas, povoados, plantas, flores, uma infinidade de coisas. Então, ele exclamou espantado: “Como o mundo mudou!”

Não é o mundo que muda, é o nosso olhar sobre ele que precisa se transformar, pois o mundo contém todas as possibilidades de vida que existem, incluindo as que ainda vamos descobrir. Mudar de mundo, verdadeiramente, é mudar de olhar.

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Fonte: livro “O foco define a sorte”, de Dulce Magalhães. Integrare Editora

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Não dá para mudar sem muda! Por Dulce Magalhães

agosto 7, 2014

A VIDA É UM BEM PRECIOSO, mas morrer não é um fracasso. Aliás, é preciso aprender a deixar morrer tudo o que não contribui mais para a vida plena. Pensamentos, lembranças, hábitos, atitudes, formas de relacionamento, métodos, manias, certezas, enfim, há uma infinidade de coisas que depois de vividas devem simplesmente seguir o curso natural e sair de nossas vidas. Aquilo que habitualmente chamamos de desapego.

Mudar de ideia não quer dizer estar errado e, portanto, estar se retratando, mas ter avançado na percepção. Mudar é ver e sentir diferente aquilo que se apresenta a

cada instante. Como todo instante é novo, deveríamos ser capazes de continuamente fluir na mudança. Se a única constante é a mudança, como já nos afirmava Heráclito de Éfeso, em 500 a.C., então mudar é parte integrante da realidade de cada instante.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães. Integrare Editora.

 

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Temos que ser capazes de escolher! Por Dulce Magalhães

janeiro 16, 2014

É preciso ser capaz de abrir mão do que não se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar‐se levar. Desistir não quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

Para isso é preciso autoconhecimento, percepção plena, coragem para empreender mudanças, desapego para largar o que não é e, principalmente, clareza de valores, para não perder o rumo. Em algum lugar está o grande mar da consciência pura, contudo é fundamental seguir em sua busca com fluidez, flexibilidade e tolerância.

Que se comece o que há para começar. E para isso precisamos ir ao antes do começo, abrir espaço, respirar fundo, largar de mão, parar o que não deve continuar, mudar. Que hábito não queremos mais, que imagem queremos transformar, que relacionamento almejamos ter, que empreendimento sonhamos realizar, que viagem queremos fazer – tudo é possível desde que sejamos capazes de escolher.

Não há tempo, nem recurso, nem capacidade, nem nada que possa nos impedir de atingir quem queremos ser, pois, como nos ensina Goethe, se você é capaz de sonhar, é porque já é capaz de realizar.

E antes do início é o fim. Parar com aquilo que não é mais. Temos mania de acreditar que a vida é o que estamos fazendo. Não, o que estamos fazendo se transforma na vida que levamos. Se mudarmos o que fazemos, a vida, que é uma massa modelável de tempo e energia, também se modifica. Aprenda a parar seja o que for que não serve mais. Pare agora mesmo. Recomece de outra forma. Experimente fazer, viver, construir, planejar, realizar, se relacionar, ou o que seja, de outra forma. E não fique espantado se as coisas ao redor também se modificarem.

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos” de Dulce Magalhães – Integrare Ed.

 

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Há alguma perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar? Por Dulce Magalhães

junho 19, 2013

Não há perda, desafio, problema ou circunstância com a qual não possamos lidar. Tudo é possível de ser integrado a novos níveis de consciência e, dessa forma, seremos capazes de transcender o desafio sem transgredir com nossos valores e posicionamentos. Aliás, só resolveremos verdadeiramente uma questão se estivermos em alinhamento com nossa própria consciência e guiados por nossos valores mais caros.

            Respeito e generosidade são as chaves do convívio harmonioso e próspero. É fundamental estar em perfeita integração com o melhor e o mais elevado sentimento e pensamento, pois é nessa faixa mais ampla que se encontram todas as soluções para os desafios que nos são colocados.

            Há muitas formas, além daquela que usamos, de perceber a mesma realidade. A separação entre a causa e o efeito, entre indivíduos ou entre perspectivas é ilusória. Tudo

está interligado e funcionando em uma grande e harmoniosa intenção correta. Por vezes somos incapazes de percebê-la, mas o tempo, o grande curador de todas as feridas, sempre revela que nada está sem sentido e que nenhuma ação está desconectada da fonte.

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

 

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Aprenda a duvidar! Por Dulce Magalhães

maio 8, 2013

Para superar uma resistência à mudança é preciso começar a duvidar das certezas e formular novas perguntas. Naturalmente, isso também não será suficiente. Em alguns casos você, inclusive, já chegou a esse ponto.

            O nó da questão está no passo seguinte, isto é, aceitar os novos modelos de mundo e acreditar que você é capaz de vivenciá‐los. Por vezes percebemos que as mudanças são possíveis adotando determinadas práticas ou métodos, mas nos sentimos incapazes de adotá‐los, como se aquilo só fosse possível para os outros.

            Se isso ocorrer, duvide de sua dúvida. Isso parece engraçado, mas é muito sério e de alto impacto. Nosso cérebro funciona a partir de nossos estímulos e vai confirmar todas as nossas certezas e percorrer caminhos para buscar respostas para todas as nossas dúvidas, até que a pergunta seja resolvida. Se duvidarmos de nós mesmos, o cérebro usará todo o seu potencial para encontrar respostas desmobilizadoras na direção a que a dúvida conduz. Em vez de nos perguntarmos: “Será que sou capaz?”, devemos formular a pergunta: “Como ser capaz?”

 

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Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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