Está em dúvida sobre qual carreira deve seguir?

setembro 11, 2017

2017-09-11_Carreira_Post Blog

Você já pensou que o modelo atual surgiu há mais de 50 anos e não reflete mais a atualidade? Muitos estão procurando soluções para a nova realidade, mas fórmulas mágicas ainda não existem. Por isso, avesso à simples manuais, Felipe traz aqui a esperança de que, se algumas das dicas ou aprendizados compartilhados forem colocados em prática, você poderá se tornar um profissional ainda mais realizado.

 

Você pode refletir sobre a sua carreira, mas tem que entender que isso depende de um posicionamento pessoal que exige protagonismo. A era da informação exige filtros, inteligência emocional e principalmente AÇÃO para concretizar projetos.

O futuro não lhe pertence, e isso é o que faz a vida se tornar incrível. Se tudo estivesse previsto, perderia a graça, a magia. Viver é aprender a lidar com incertezas e principalmente aprender a fazer escolhas.

A sua carreira pode lhe trazer realização e felicidade, que serão resultados das suas escolhas. Mas você tem que fazer essas escolhas aqui e agora. E você: vai ou fica?

Fonte: Carreira – O começo certo em um futuro incerto, de Felipe Maluf. Integrare Editora.

 

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Desconfiança: proteção ou muralha? Por Leila Navarro

junho 18, 2014

Nossa falta de confiança é generalizada e se estende a estranhos, colegas de trabalho, governos, instituições, projetos, empresas, mudanças, enfim, qualquer coisa que possa representar algum tipo de ameaça à nossa estabilidade ou segurança.

E assim fazemos da desconfiança a muralha que nos separa dos perigos do mundo exterior. Mas até que ponto ela nos protege e até que ponto nos aprisiona? Enquanto vivemos seguros aqui dentro, o que estamos deixando de viver lá fora? Poderemos ser pessoas autoconfiantes, realizadas e felizes nos limites de nossa muralha ou para isso teremos de nos aventurar para além dela?

A situação é no mínimo contraditória, pois enquanto desconfiamos para não sermos passados para trás não conseguimos ir em frente. A desconfiança nos aconselha a ficar nos limites do conhecido, a evitar riscos e a nos fechar para os outros, ao passo que o mundo de hoje – especialmente no que diz respeito à carreira profissional – requer abertura para o desconhecido, coragem para arriscar e integração com as pessoas.

 

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Fonte: livro “Confiança – A chave para o sucesso pessoal e empresarial”, de Leila Navarro e José María. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


Será que estamos diariamente um NOVO EU? Pense nas suas atitudes, agora, especialmente com a sua família e tenha um Feliz Natal! Por Içami Tiba

dezembro 23, 2013

Final de Ano, exaustão à vista, para quem ainda não estiver pré-comatoso. 2013 foi muito pesado a todos nós.

Quem de nós não retornou à casa cansado, necessitando desintoxicar-se do dia, tomar um belo banho, encontrar os familiares que já chegaram e os que ainda não saíram, refazer as energias e prontinho para o amanhã, que sempre temos a esperança de que seja um  NOVO DIA…

… mas será que estamos diariamente um NOVO EU? Ou já acordamos meio cansados, com um dia inteiro a ter que ser enfrentado, pensando naquela incomodativa pendência a ser resolvida, o trabalho a ser entregue, saldar aquela indevida dívida? Há dias longos demais e noites extremamente curtas? Acho que estou precisando é de férias. Talvez fazer algo muito diferente, mudar de atividade?

Uma questão que me surge à mente com muita frequência é: será que não estou usando a minha família como um grande despoluente? Falando mais diretamente: será que nossa família não está sendo um latão de lixo, onde descarrego tudo o que fui acumulando durante o dia? São tantos os “sapos engolidos” por dias, semanas, pela vida que levamos? É onde largo a raiva, contrariedade, falta de educação, os palavrões, que não soltaria se estivéssemos com visitas?

Que culpa ou responsabilidade tem a minha família pelos “sapos” que eu engulo? Epa! Vou ter que engolir também a família? A família me virou um “sapo”?

Então está mais que na hora de revermos nossos conceitos e retornarmos a ter uma vida sem “sapos”. A família não é “sapo”. É dela que nascemos e ela que constituímos, e nela que iremos morrer. Aliás, não é a família que morrerá, serei eu…  A minha família é muito maior que eu. Eu deveria é me nutrir da família, ser acolhido.

Temos que ser mais sábios para lidar com os “sapos” da vida. Não os aceitar. Mas se aceitar não engolir. Mas se engolir não digerir para não nos transformarmos em “sapos”. Não se vomita o que já passou do estômago. Eles digeridos, absorvidos e transformados em depressão, em pessoas verdes e amargas… Ou vivemos soltando “diarreias batráquias” em casa? Engolir “sapos” não é sustentável!

Celebrar alegrias e sucessos, abraçar, sorrir, cantar, comer, presentear é tão sustentável, que até data temos para isso e é chamada até “noite feliz”! Isso sim é sustentável para a existência da família. Comemoremos o Natal!

Estou bem no final do meu 31º livro, um tanto atrasado para ser um presente de Natal, mas é exatamente sobre esta sustentabilidade da saúde! Um Feliz Natal!

Içami Tiba

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Fonte: Coluna na revista Viva SA, edição de Dezembro

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Você estava no lugar certo, mas na hora errada? Por Douglas Miller

novembro 1, 2013

Você estava no lugar certo, mas na hora errada?

Estava no lugar certo, na hora certa?

Não é o que você conhece, mas sim quem você conhece que importa?

Será que é isso mesmo ou, então, podemos mudar o nosso caminho?

Existem certos aspectos da vida sobre os quais você não tem controle algum. Mas se você pensa que o destino rege seu futuro, sempre comprovará estar certo porque ficará sentado em uma poltrona confortável esperando que os eventos aconteçam com você.

Eles vão controlá-lo porque você escolheu não os controlar.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Pare de falar… e aprenda a OUVIR! Por Dean Cunningham

outubro 18, 2013

Você já notou que as pessoas que falam pouco tendem a dizer coisas mais profundas? Talvez seja o caso de afirmar que elas são mais bem remuneradas por isso. Muitos não conseguem perceber que o ato de ouvir é um dom pelo qual somos remunerados, já que fazemos isso naturalmente. Porém, o que não compreendemos é a diferença entre escutar e ouvir. Pois, se a escuta é involuntária, o ato de ouvir não é. Isso está resumido no velho provérbio chinês: “Olhamos, mas não vemos; escutamos, mas não ouvimos…”. Para ouvir, é preciso atenção.

Na verdade, a plena atenção é o presente mais valioso que você pode dar a alguém. É um ato de amor. Se você prestar pouca atenção em seu parceiro, muito em breve ele prestará pouca atenção em você. Se der pouca atenção aos seus filhos, em breve eles darão pouca atenção a qualquer coisa. Sua atenção confirma a existência do outro. Ninguém gosta de ser ignorado ou de ter a sensação de que não é importante.

Em certo sentido, o amor não passa de atenção. Ser chamado de “bom ouvinte” é sempre um elogio. E não há como fingir: as pessoas percebem quando você não está ouvindo. Quando ouvimos, compreendemos profundamente as necessidades do outro, reduzimos o número de mal-entendidos e construímos relacionamentos sólidos. O ato de ouvir está no centro da comunicação, e tudo o que contribui para que você seja um bom comunicador também é valioso em termos profissionais.

Infelizmente, as pessoas com ambições profissionais geralmente acreditam que falar muito as ajudará mais do que ouvir. Isso porque, na percepção delas, os profissionais bem remunerados costumam ser autoconfiantes, articulados, eloquentes, além de ter muitas coisas interessantes a dizer. Porém, ao se esforçarem para parecer inteligentes, elas usam uma linguagem complexa, uma terminologia ambígua, criticam as ideias dos colegas em reuniões e interrompem no meio as frases de seus interlocutores. Elas simplesmente falam demais e ouvem de menos.

Porém, o ato de ouvir não se limita às outras pessoas. Tem a ver com a capacidade de ouvir a si próprio, também. Se aprendermos a fazer pausas e a intercalar a fala com períodos de silêncio, seremos capazes de descobrir um guia interior. Todos nós temos um, mas nem sempre o desfrutamos completamente. Em geral, há ruído demais na mente. Porém, quanto mais você ouvir, mais silencioso será. Não há necessidade de buscar esse guia. Tudo o que você precisa é estar consciente dele. A verdade é que todos nós escutamos, sentimos ou sabemos qual é a melhor coisa a ser feita. Mas poucos realmente ouvem.

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos. Por Dean Cunningham

agosto 23, 2013

Existe uma percepção comum no universo da autoajuda: a de que somos capazes de manipular ou controlar a vida. Criar nossa própria realidade. Fazer com que as coisas aconteçam. E mais: se não conseguimos isso, é porque devemos tentar com mais afinco. Tenha mais fé, use mais os seus sentimentos e assim por diante. Porém, todos esses conselhos induzem a erros.

Com certeza, a sensação de que se pode ter algum controle sobre a vida é saudável. Sem ela, não haveria nenhum motivo para fazer planos, estabelecer objetivos e partir para a ação. E, ainda que tal sensação de controle seja uma ilusão, ela tem utilidade. O problema é que o mantra “Você é capaz de criar sua própria realidade” passa a impressão de que o controle pode ser total. O que, realmente, não é o caso. Lembre-se: a vida é sinônimo de mudança, e ela nem sempre mudará na direção que escolhermos.

Ainda assim, buscamos um controle absoluto. Tentamos conduzir o mundo em determinadas direções. É como se nos julgássemos capazes de impedir que o mundo gire, segurando-o nos braços. Claro que isso não é possível. O universo nos levará para onde bem entender. Porém, em nossos esforços de adquirir o controle, ficamos tensos, aceleramos o ritmo, nos empenhamos mais, acumulamos coisas para fazer ao mesmo tempo. No entanto, a vida jamais poderá ser submetida a um controle total.

“Quem é que não deseja ter boa saúde, ter dinheiro e se divertir? Porém, quando não é possível fazer com que nossas preferências se materializem, devemos estar dispostos a aceitar esse fato e seguir adiante. Isso não significa abandonar a esperança de ter um futuro melhor, e sim aproveitar o máximo aquilo que obtemos. É claro que não seremos capazes de controlar o mundo exterior, mas podemos sempre escolher a melhor atitude a adotar diante dele.”

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Fonte: livro “Pura Sabedoria – Coisas simples que transformam o dia a dia”, de Dean Cunningham – Integrare Editora

 

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Dica: comportamento gera comportamento! Por Douglas Miller

agosto 16, 2013

Cerca de 80% das pessoas que você conhece na vida vão oferecer-lhe relacionamentos satisfatórios e produtivos. Com outros 5% será o contrario: não importa o que você fizer, jamais terá um convívio feliz com elas. É fácil ter confrontos emocionais com essas pessoas, mas, com toda a honestidade, é mais fácil e um uso mais produtivo do seu tempo simplesmente cortar os laços.

✤ Lembre-se de que o mundo abrange 7 bilhões de personalidades únicas e interessantes (isso não significa que você tem de gostar de todas elas) em vez de uns poucos estereótipos genéricos.

✤ Use a audição compromissada e perguntas para compreender os “mundos” internos das outras pessoas.

✤ Na vida, existem apenas umas poucas pessoas com que, não importa o que você faça, simplesmente não vai conseguir se relacionar razoavelmente. Não se preocupe com isso. Use a sua energia remanescente para contorná-las.

✤ Há um grupo maior (uns arbitrários 15% daqueles com os quais você depara) com que, se estiver preparado para trabalhar a questão, poderá desenvolver um relacionamento produtivo – ainda que vocês não sejam exatamente amigos.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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