Dicas para uma boa apresentação pessoal

junho 12, 2013

Seja original: A espontaneidade é sua maior aliada. Seja autêntico, não use frases prontas e respostas padronizadas. Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet. Saiba que o destino de 99,9% deles é a gaveta, pois não auxiliam a apresentar sua trajetória de forma a ser considerado relevante para o avaliador. Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo: Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Ser objetivo não é apenas discriminar as empresas onde trabalhou e os cargos que ocupou. Melhor que isso é apresentar os resultados que você gerou e as atividades que desenvolveu, se possível de forma discursiva. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo: Não exagere no estilo das roupas. Nem tente mostrar estilo de vanguarda. Tente se adequar ao estilo do local onde pretende ser admitido mas não perca a sua essência. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco. O resultado nesses casos é sempre óbvio. No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

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Fonte: livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Mude para ter uma saúde perfeita

junho 10, 2013

Meu amigo Mark Tough, da Lifephorce, diz: “A dor de cabeça não é resultado do mau funcionamento da aspirina”. Ele tem razão. Hoje, pensamos do seguinte modo: “Não me sinto bem, então vou tomar algo para reparar esse mal”. A indústria farmacêutica ganha muito dinheiro com isso. Mas e se você mudasse, concentrando-se em não se “quebrar”?

 

Na próxima vez em que pressentir a aproximação de uma dor de cabeça, tente beber um copo de água antes de dirigir-se ao armário dos remédios. Se perceber que essa dor tem sido frequente, reduza drasticamente a quantidade de cafeína e aumente de modo significativo a quantidade de água.

Uma das descobertas mais brilhantes, capazes de “reparar” o corpo, se deu quando eu soube de um novo modo de tratar a indigestão. Eu tinha crises quase diárias e, na tentativa de tratar a dor, engolia todo tipo de cápsulas para indigestão. Fiz isso até o dia em que resolvi adotar a dieta mude e descobri o vinagre de maçã. É bem provável que você esteja pensando, como aconteceu comigo, que a última coisa que tomaria ao sofrer de indigestão seria vinagre de maçã.

Caso você esteja lendo esse trecho segue uma advertência: não sou médico, não tenho qualquer formação na área médica e minha teoria sobre o porquê dessas coisas funcionarem é mera especulação.

Porém, se você sofre de indigestão, refluxo, azia ou seja lá qual for o nome dado a esse mal, talvez queira experimentar isso. Quando tiver problemas com digestão, simplesmente beba uma colher de chá de vinagre de maçã orgânico; em segundos, o incômodo terá passado.

A teoria simples que uso para explicar o porquê de isso funcionar é que o corpo está tentando produzir uma quantidade extra de ácido para compensar tudo o que você usou para alimentá-lo nas horas anteriores. Assim que você bebe o vinagre de maçã, seu organismo diz: “O.k., já tenho ácido suficiente. Não preciso de mais”. Desde então, descobri que o velho vinagre de maçã tem ainda outros benefícios para a saúde, mas deixarei que você os pesquise por conta própria.

Pare de visualizar a si mesmo como uma pessoa frágil à medida que envelhece. Mude e imagine-se cada vez mais forte com o passar dos anos. Até mesmo algumas das mais simples ideias do estilo mude, como ajustar levemente o espelho retrovisor do carro – de modo a ter de sentar ereto para poder usá-lo e, assim, melhorar sua postura –, podem exigir explicações demais.

“Mudar em relação à saúde” é um capítulo com a intenção de inspirá-lo a agir, a fazer algumas coisas simples para ter uma vida completamente saudável. Um brinde à mudança em direção à saúde plena!

Se lhe pedissem para escolher entre saúde ou riqueza, qual você escolheria? A resposta no estilo mude é: você pode ter ambas!

É hora de…

 

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Fonte: livro “Mude! Como ajustar seu ponto de vista e tirar o melhor de todas as situações”, de Michael Heppell – Integrare Editora

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A onda de consumismo e permissividade, por Leo Fraiman

junho 7, 2013

As crianças e adolescentes de hoje querem cada vez mais e se mostram cada vez menos pacientes. Os pais dão cada vez mais e treinam cada vez menos os filhos em habilidades que promoceriam um amadurecimento sustentável. Se há vinte anos era comum esperar o Natal para pedir aquela bicicleta ou um brinquedo especial, hoje, a cada passeio ou ida à videolocadora ganha-se um mimo.

            Os supermercados já descobriram o poder de persuasão dos filhos e oferecem carrinhos especiais e gôndolas mais baixas para que eles mesmos escolham os produtos que desejam levar para casa.

            Durante um curto espaço de tempo, houve um investimento em salas de entretenimento, nas quais os filhos ficavam brincando, muitas vezes até com profissionais como recreadores, psicólogos e outros cuidadores. Não demorou muito para que os profissionais de marketing percebessem que valia muito mais a pena que as crianças circulassem junto com os pais no supermercado.

            Com medo de “pagar mico” por causa de uma birra, ou por não perceberem os perigos do consumo desenfreado, os pais entram na onda de serem “legais”. Muitos acabam não dando bola e atendem às chantagens dos filhos, comprando tudo o que eles querem para evitar brigas ou conflitos. Cada vez mais os pais fazem as vontades das crianças nos mais diversos contextos: nos supermercados, nas locadoras, nos postos de gasolina e onde mais existir uma possibilidade de agradar.

            Só se percebem os males dessa onda de permissividade quando o consumo sem freio chega a formar a apatia, quando conduz a níveis de alcoolismo altos demais ou a outras drogas. Só que aí pode ser tarde demais. Tratamentos contra vícios ainda são raros e de eficácia ainda muito baixa. Isso gera diversos problemas que culminam em um ciclo vicioso e altamente prejudicial: a família gasta ainda mais do que pode, e com isso os pais tenderão a trabalhar cada vez mais para poderem pagar as despesas. Assim, tenderão a ficar mais tempo longe dos filhos, trabalhando para honrar essas mesmas contas.

 

Educar de forma participativa, formar filhos com autonomia e atitude empreendedora custa muito menos e vale muito mais.

 

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Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Por que a raiva é sempre destrutiva? Por Mike George

junho 5, 2013

Inúmeros estudos revelam que a raiva produz um efeito totalmente prejudicial ao bem-estar físico. Um deles, apresentado numa conferência recente sobre o perdão e a paz nos Estados Unidos, demonstrou que o abandono da raiva alimentada por um sentimento de rancor traz alívio e redução da dor crônica nas costas. Outro estudo constatou que as mulheres que lutam contra o consumo abusivo de drogas foram capazes de reduzir a frequência de suas recaídas por meio da prática do perdão. Uma pesquisa da Universidade de Standford sobre o perdão revelou que é impossível ser feliz e saudável se ao mesmo tempo alimentarmos o sentimento de amargura e raiva em relação ao modo injusto como fomos tratados, por exemplo.

            Aparentemente, temos sido condicionados a enxergar qualquer evento desencadeador de tensão, seja a sirene de um carro de polícia, seja um conflito com um parceiro ou colega, como uma crise. Nesses momentos, o corpo produz e libera os hormônios do estresse, a adrenalina e o cortisol. O coração acelera, a respiração fica alterada e a mente, bastante agitada. A liberação de açúcar que acompanha essa reação causa a aceleração dos músculos e os fatores de coagulação do sangue ficam mais ativos. Tudo isso é inofensivo se a tensão ou o medo forem breves e infrequentes, como no caso de um quase acidente ao volante, mas os distúrbios emocionais causados pela raiva e pelo ressentimento são como acidentes que não terminam, e os hormônios transformam-se em toxinas. O efeito depressivo do cortisol sobre o sistema imunológico tem sido associado a sérias doenças e distúrbios.

            Segundo o professor Stafford Lightman, da Universidade de Bristol, “o cortisol enfraquece o cérebro, levando à atrofia das células e à perda de memória. Também eleva a pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias e causando doenças cardíacas”. A raiva não tem uma publicidade favorável no ambiente médico.

 

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria”, de Mike George – Integrare Editora

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Conseguir bons resultados sem que o filho os mereça equivale a falsificar o mundo para ele! Por Içami Tiba

junho 3, 2013

            Se, em casa, a família perdeu a chance de educar, a escola é uma excelente oportunidade, ainda que isso não seja obrigação dela, pois a escola é a única instituição em que quase todas as famílias brasileiras sempre tiveram algum tipo de contato.

            Pais e mães devem respeitar as regras da escola, e não tentar adaptá-las à falta de competência do filho, seja mudando-o para uma escola menos exigente, seja incentivando a aprovação sistemática, ou mesmo arquitetando em favor da reclassificação do aluno reprovado.

            Conseguir bons resultados sem que o filho os mereça equivale a falsificar o mundo para ele. Com isso, mais tarde, ao entrar no mercado de trabalho, ele não conseguirá produzir o que se espera. Terão os pais que pedir ao chefe do filho um salário melhor, ou promoção para ele?

 

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Fonte: livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Quem está na média não está em lugar algum! Por Gabriel Carneiro Costa

junho 1, 2013

31/05 SEXTA:

 

Não nos lembramos das pessoas medianas em nossa vida, mas das extremidades. Seja por bem ou por mal, é esse tipo de professor e colega que fica na nossa memória da época escolar. Os amados e os odiados. Não nos lembramos daquele professor que era mais ou menos.

            As pessoas usam a posição mediana como uma espécie de defesa e justificativa para aquilo que estão com medo de enfrentar e resolver. Dizem que sua vida não está tão boa, mas também não está ruim.

            Não raro, escuto de clientes que sua vida poderia estar pior, então não têm do que reclamar.

            Ter saúde é muito diferente de não estar doente. Estar feliz na carreira é diferente de não estar mal empregado. Ter um casamento satisfatório não é a mesma coisa que não querer o divórcio. Estar feliz é muito diferente de não ter do que reclamar.

 

Como podemos definir nossa vida como feliz porque poderia estar pior?

 

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Fonte: livro “O encantador de Pessoas – Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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