O verdadeiro amor não causa cansaço (por Mike George)

março 27, 2015

Algumas pessoas acreditam estar sempre doando, doando, doando, e têm a sensação de que isso lhes rouba a energia, que é cansativo. Esse sentimento revela apenas que o “verdadeiro amor” não está em ação. Enquanto o coração se esforça para demonstrar amor, a mente pensa: “Você está sempre tirando de mim, porque não me dá nada em troca, porque não reconhece o meu amor?”. Se existir o menor desejo de obter algo em troca, não se trata de doar, mas de receber. Por trás da aparente expressão de generosidade, existe o “desejo” de conquistar. E o amor não alimenta desejos em relação a si mesmo. É a intenção de “receber” algo, que está por trás do gesto de doar, que cria o pensamento negativo quando não há reciprocidade. E essa é a verdadeira razão do sentimento de energia roubada, de exaustão.

Um sinal claro de que a energia do amor está fluindo de verdade é que ele nunca provoca cansaço, só lhe dá energia, só o fortalece.

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Fonte: livro “Os 7 mitos sobre o amor: uma viagem da mente ao fundo da alma ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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Por que a raiva é sempre destrutiva? Por Mike George

junho 5, 2013

Inúmeros estudos revelam que a raiva produz um efeito totalmente prejudicial ao bem-estar físico. Um deles, apresentado numa conferência recente sobre o perdão e a paz nos Estados Unidos, demonstrou que o abandono da raiva alimentada por um sentimento de rancor traz alívio e redução da dor crônica nas costas. Outro estudo constatou que as mulheres que lutam contra o consumo abusivo de drogas foram capazes de reduzir a frequência de suas recaídas por meio da prática do perdão. Uma pesquisa da Universidade de Standford sobre o perdão revelou que é impossível ser feliz e saudável se ao mesmo tempo alimentarmos o sentimento de amargura e raiva em relação ao modo injusto como fomos tratados, por exemplo.

            Aparentemente, temos sido condicionados a enxergar qualquer evento desencadeador de tensão, seja a sirene de um carro de polícia, seja um conflito com um parceiro ou colega, como uma crise. Nesses momentos, o corpo produz e libera os hormônios do estresse, a adrenalina e o cortisol. O coração acelera, a respiração fica alterada e a mente, bastante agitada. A liberação de açúcar que acompanha essa reação causa a aceleração dos músculos e os fatores de coagulação do sangue ficam mais ativos. Tudo isso é inofensivo se a tensão ou o medo forem breves e infrequentes, como no caso de um quase acidente ao volante, mas os distúrbios emocionais causados pela raiva e pelo ressentimento são como acidentes que não terminam, e os hormônios transformam-se em toxinas. O efeito depressivo do cortisol sobre o sistema imunológico tem sido associado a sérias doenças e distúrbios.

            Segundo o professor Stafford Lightman, da Universidade de Bristol, “o cortisol enfraquece o cérebro, levando à atrofia das células e à perda de memória. Também eleva a pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias e causando doenças cardíacas”. A raiva não tem uma publicidade favorável no ambiente médico.

 

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria”, de Mike George – Integrare Editora

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A justiça percorre um caminho próprio

agosto 6, 2012

Você tem, naturalmente, consciência de que a justiça verdadeira é… natural? Tem a consciência intuitiva de que a justiça percorre um caminho próprio, tem seu ritmo próprio e causa seus próprios impactos? Todos nós reconhecemos que existe uma justiça natural inerente aos assuntos humanos quando nos referimos à ideia de carma, quando reconhecemos que aquilo que plantamos é o que colheremos, quando reconhecemos que para cada ação existe uma reação igual e uma oposta e quando dizemos, com frequência: “Os atos têm consequências”.

No momento em que você sente raiva em relação aos atos de alguém, está mandando ao mundo a mensagem de que não pode esperar a justiça chegar e que nomeou a si próprio como policial, juiz, membro do júri ou carcereiro, para acelerar o processo!

Você mal se dá conta de que a raiva que está sentindo é, em si, a justiça que está lhe fazendo uma visita! Você é que está sofrendo nesse momento. É você que está se vingando de si mesmo… literalmente! Você é que está fazendo um apelo. Apelo para obter o quê? Para que a sabedoria o liberte de sua ignorância e para que o amor carregue para longe as lágrimas da infelicidade. Mas você não consegue perceber a verdadeira natureza desse clamor, pois não enxerga a raiva como uma forma de sofrimento. As crenças que aprendeu – que a raiva, além de não trazer problemas, é boa – ainda são muito poderosas.

 

Fonte: livro “Viva com Sabedoria – Uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George – Integrare Editora

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Ego e apego – como interferem nas discussões

fevereiro 10, 2012

Uma maneira certeira de desarmar a si mesmo e também ao outro antes que uma discussão se inicie é simplesmente dizer: “Interessante, posso perceber por que você acredita nisso. Eu mesmo não consigo, meu ponto de vista é diferente. Mas me diga mais sobre o seu ponto de vista a respeito desse assunto”.

No momento em que se desapega e para de se identificar com a própria crença, o “calor” desaparece, a sua resistência em relação à crença da outra pessoa se dissolve, e a comunicação normal é restabelecida. Sempre funciona. Tudo o que tem a fazer é desapegar o self da crença que está criando e sustentando em sua mente. A menos, é claro, que você seja uma dessas pessoas que gostam de provocar uma discussão a fim de ter um pretexto para ficar zangado (plano emocional), para então poder satisfazer sua dependência emocional.

A compreensão do ego e de como você o cria lhe permite compreender por que as pessoas fazem o que fazem, por que se comportam de determinadas maneiras, por que você se comporta de determinado modo, particularmente nos momentos em que “reage”, em vez de “responder”.

 

 

Fonte: trecho do livro “Os 7 mitos sobre o amor – Uma viagem da mente ao fundo da alma”, de Mike George – Integrare Editora

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O que o amor não é!

novembro 16, 2011

Essas quatro confusões elementares a respeito do amor são assimiladas bastante cedo, na vida. São inocentemente transmitidas de uma geração para outra, fortalecidas e amplificadas por Hollywood, de modo particular, e pelo marketing, de modo geral. São incorporadas à linguagem e à cultura e, no entanto, servem apenas para dar sustentação ao estresse dentro de nós mesmos, bem como ao conflito nos relacionamentos.

Fonte: Trecho do Livro “Os 7 mitos sobre o amor”, de Mike George – Integrare Editora

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Em busca do AMOR e da FELICIDADE

outubro 3, 2011

Isso nos leva à seguinte questão: o AMOR não é uma emoção? A FELICIDADE não é uma emoção? E, diante dessa pergunta, a maioria das pessoas tende a assentir com a cabeça, dizendo: “Claro que são”.

É isso que foi ensinado à maioria de nós e que continuamos a transmitir aos outros.

Porém, mais de 25 anos de pesquisas, muita contemplação, meditação e conversas profundas e significativas deixaram claro que é aqui que tem início uma das mais onipresentes confusões da vida. Você chamaria isso de origem da “confusão emocional”. É nessa fronteira interna entre as emoções e os sentimentos que as definições são deturpadas, as descrições são distorcidas e o significado é perdido.

Se investigar a fundo o verdadeiro significado do amor e da felicidade, perceberá que essas são as palavras mais mal-empregadas e abusadas da linguagem. Quando usamos a palavra AMOR, geralmente o que “queremos dizer” é outra coisa, tal como desejo, apego, dependência ou identificação.

Fonte: Trecho do Livro “Os 7 mitos sobre o amor – Uma viagem da mente ao fundo da alma”, de Mike George – Integrare Editora

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Fiquei profundamente ofendido com o que você disse

maio 13, 2011

Fonte: trecho do livro “Viva com Sabedoria – Uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George – Integrare Editora


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