Criando condições para a mudança!

novembro 19, 2012

Há um território que chamamos de realidade e um mapa de nossas expectativas. Quando a realidade não está de acordo com nossas expectativas, tendemos a dizer que está errada. É como se, comparando o território com o mapa, afirmássemos que o território está errado por não coincidir com o mapa. Nessa situação, ficaremos em conflito com esse território até que ele se modifique para ficar igual ao mapa.

Ao termos consciência de que o que É simplesmente É, somos capazes de olhar o território com objetividade e verificar que modificações são possíveis a partir daquela demografia e não de nossas projeções. Essa transformação será real, ou um salto quântico, como nos ensina a física moderna.

Colocando isso na vida prática: digamos que alguém quer mudar um hábito, mas sua rotina e sua forma de organização interna produzem empecilhos para isso. Quem se baseia em ilusões sobre como deveria ser a realidade dará todas as justificativas para não mudar de hábito, afirmando que a vida está uma correria, que as pressões são muitas, que a rotina é pesada etc., com a esperança de que, ao mudar a realidade, ela, então, seja capaz de alterar o hábito. Isso é o mais comum.

Em outra possibilidade, em que a pessoa reconhece que sua realidade é uma correria e que precisará adequar e aprender coisas para fazer a mudança de hábito dentro desse contexto, essa realidade não será mais condicionante para a vida, mas material-prima da transformação. O indivíduo exercita seu poder de escolha e faz valer seus desejos, independentemente da realidade vigente, criando uma nova realidade. Isso é o extraordinário que está ao alcance de todos.

Um desejo bem formulado, com uma consciência desperta que o possa implementar, é a profecia de uma vida renovada, plena do novo texto que nenhum contexto condiciona ou limita. O fundamento da mudança é a percepção, não a condição. Não seria o momento certo para trocar de lentes? Revisar o foco para ampliar a sorte na vida.

 

 

Fonte: livro “O foco define a sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos” de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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TEMPO: 24 horas

novembro 9, 2011

O tempo diário tem uma energia de começo e fim de ciclo, de renovação, que não podemos desperdicar. Ao final de cada dia há uma espécie de  fechamento de contas e balanço do dia, um tempo para olhar o que fizemos e pensar no que desejamos fazer. É sempre tempo de avaliação e de planejamento.

Todos os dias são oportunidades em potencial para planejar e realizar mudanças; contudo, devemos nos colocar no espírito certo, de pensar sobre o que foi e o que queremos que seja, enfim, cada dia é um tempo propício para exercitar o maravilhoso poder de escolher o futuro que queremos viver.

Fonte: Trecho do Livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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