O bebê vai à praia. (por Lô Galasso)

janeiro 15, 2016

Até ter seu primeiro filho, a mãe provavelmente tinha tempo e disposição para empastelar-se com loções ou cremes de bronzear, ler, fazer palavras-cruzadas ou simplesmente ficar preguiçosamente sentada sob o guarda-sol, observando a galeria de tipos que desfilam por uma praia.

 

Com um filho pequeno, outros passatempos e jogos farão parte de seus momentos à beira-mar. Um desses jogos consiste em segurar as mãozinhas do bebê sempre antes de ele levá-las (cheias de areia, natural mente) à boca ou aos olhos. Para conseguirem um bom escore nesse jogo, é preciso que a mãe e o pai tenham perfeita coordenação psicomotora, boa capacidade de concentração e, principalmente, que como num jogo de tênis, não se deixem distrair por qualquer outro foco de atenção.

 

Outro passatempo a que a grande maioria das mães se dedica é o “segura-bebê”. Consiste em estar sempre junto do bebê, segurando-o pela cintura ou pelas mãos, na beirada da água. Esse passatempo pode ser praticado de duas formas:

 

a mãe fica sentada, ajoelhada ou acocorada junto do bebê, e ambos se divertem a valer ao verem-se literal mente empanados, com uma mistura de 90% de areia e 10% de água salgada (isso se estiverem numa praia não poluída);

 

a mãe fica em pé, com o tronco curvado para a frente, segurando o bebê pelas mãozinhas (posição preferida pela maioria). Como essa brincadeira costuma agra dar sobremaneira o bebê, podendo portanto durar horas, convém que a mãe proteja certas partes de seu corpo, que, por não estarem comumente tão expostas ao sol, podem sofrer queimaduras indesejáveis.

 

E bom divertimento!

 

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Fonte: livro “Ser mãe é sorrir em parafuso”, de Lô Galasso. Integrare Editora

 

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Uma mensagem para todas as mulheres! :)

março 8, 2014

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Onipotência infantil para não dormir

agosto 22, 2012

É cada vez maior o número de pais que reclamam que os filhinhos se recusam a dormir. Analisando essas reclamações, notei que o problema maior está nos pais, pois, se estes estabelecem o “ritual do sono”, os filhos dormem muito bem. Repetir não custa: o normal para uma criança é dormir sozinha, e o que não é normal é resistir a dormir.

São muitas as causas que levam hoje uma criança a não querer dormir sozinha. Mesmo estando com sono, ela acha que tem “o direito” de fazer o que deseja, mesmo contrariando a sua fisiologia. Os pais geralmente alimentam estes “direitos” quando não a contrariam nos seus desejos inadequados nem a educam para as suas próprias necessidades fisiológicas. Portanto, se não quiser dormir sozinha quando está com sono, a criança demonstra uma falta de educação pela falta de limites à onipotência infantile – sensação da criança de poder controlar os pais, não importa que armas vai usar.

O recurso infantil mais comum é fazer os pais sentirem-se mal por não atenderem os pedidos dela. É muito difícil para os pais deixar de ceder aos pedidos da criança, principalmente pelo temor de não atender suas reais necessidades. Pode ser fingimento dela, mas… e se for verdade? Surgem, assim, as necessidades mais estapafúrdias e contraditórias: sede, fome, não dormir, chupeta, música, colo, ouvir histórias, calor, frio, fazer xixi, estar com medo, estar assustado, fazer birra, gritar, chorar, choramingar, ter dor de barriga – e a lista continua conforme a criatividade dela.

Quem dá forças a essa manipulação são os pais que tiram a criança do berço para atendê-la. Ou seja, alimenta a onipotência infantil. Nessa fase, ela aprende rapidinho as palavras que escravizam seus pais.

Fonte: livro “Quem Ama, Educa! Formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Desabafo de mãe

agosto 8, 2012

Cérebro de mãe é uma loucura, funciona 24 horas por dia, non-stop. Se fosse possível ampliar o som de dentro da nossa cabeça, seria um barulho ensurdecedor, montes de vozes ao mesmo tempo, falando milhões de coisas diferentes. Voz post-it, voz ranzinza, voz saco cheio, voz amorosa, voz culpada, voz explosiva, voz que sussurra…

Vamos ficando atordoadas, começamos 500 coisas e ficam todas inacabadas. Onde foi parar o celular? No banheiro. E a bolsa? Em algum canto da casa. A chave do carro? Essa tem um poder de desaparecimento sem igual. Na hora de sair de casa, é sempre aquela correria. Quando o elevador chega, um dos filhos… “precisa ir ao banheiro”.

Essa é a minha rotina de mãe e sei que de tantas outras mulheres. Amigas que desabafam! Mães que chegam exauridas ao consultório! Questionam-se: “Sou eu que não dou conta?” Não! Não é você! Somos todas nós! Nossas avós davam conta? Sim, mas acho uma comparação sem sentido, dado o contexto, o estilo de vida, as exigências do dia a dia. Nossas mães davam conta? Médio. Cumpriam o papel, mas já ficavam exaustas. Nós damos conta? Se quisermos fazer tudo sozinhas, definitivamente não.

A psicologia vem se desenvolvendo e nas últimas décadas muito se aprendeu sobre as crianças, seu desenvolvimento, a importância da autoestima, o que os traumatiza ou não, o que os sobrecarrega ou não. Mas e a psicologia dos pais? Não falo do papel que devemos desempenhar como pais, mas de nós mesmos, como manter nossa autoestima, como nos preservar, como sobreviver.

Sinto que foi criada uma grande armadilha.

Fonte: livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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Mulher sem Script

maio 9, 2012

Quero ter uma vida própria, um trabalho,

algo que me realize,

mas não quero ter que provar pra ninguém

do que sou capaz.

Eu sei do que sou capaz, e é isso que importa!

Sou capaz de amar incondicionalmente,

viver intensamente.

Sou capaz de ser elegante e

seguir regras de etiqueta.

Mas sou também capaz de quebrar as regras

sem ferir ninguém.

Sou capaz de sentir o mundo pulsando

em minhas veias,

sentir e chorar as dores do mundo.

As minhas próprias dores?

Sou capaz de chorar compulsivamente!

Minhas alegrias?

Posso gargalhar alucinadamente!

Sou capaz de me adaptar

às novas regras ortográficas,

mas quando estou emocionada

quebro todas elas sem culpa!

Quero sair de Havaianas quando meus pés

estiverem cansados dos saltos.

Parar de contar calorias, devorar um chocolate

e ser feliz mesmo assim.

Quero sair com cabelos ao vento,

deixar o rímel borrado ao chorar.

Maquilar-me lindamente ou sair de bobes se precisar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Fonte: trecho do livro “Mulher sem Script”, de Natércia Tiba – Integrare Editora

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Alguns direitos da mulher que amamenta

fevereiro 8, 2012

As diversas leis para a gestante, a parturiente e a mulher que amamenta deveriam ter como objetivo o nascimento e crescimento de um cidadão ou cidadã saudável, para o bem de toda a sociedade. Assim, informe-se sobre todos os seus direitos e não vacile em exercer os que beneficiam você e seu bebê e em lutar pelo aperfeiçoamento da legislação.

 

Direitos determinados pela CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas

• Os estabelecimentos em que trabalham pelo menos 30 mulheres com mais de 16 anos de idade devem ter local apropriado onde seja permitido às empregadas terem sob vigilância e assistência os seus filhos durante a amamentação. Em substituição à exigência de ter creche própria, as empresas e empregadores ficam, porém, autorizados a fazer convênio com creches mantidas por entidades públicas ou privadas ou a adotar o sistema de reembolso-creche, que é o pagamento de uma quantia para que a empregada pague uma creche para seu filho. Os locais destinados à guarda dos filhos das empregadas deverão ter, no mínimo, um berçário, uma saleta de amamentação, uma cozinha dietética e uma instalação sanitária. Não se pode cobrar nenhuma taxa da empregada pela prestação deste serviço.

• A mulher que está amamentando, durante os seis primeiros meses, tem direito a dois descansos, de meia hora cada um, além de intervalos normais para repouso e alimentação durante a jornada de trabalho. Este período ainda pode ser dilatado a critério médico.

Fonte: trecho do livro “Da gravidez à amamentação – O dia a dia de um importante período de nossas vidas”, de Vitória Pamplona, Tomaz Pinheiro da Costa e Marcus Renato Carvalho – Integrare Editora

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Adversidades e frustrações – Elas existem!

novembro 28, 2011

Pais participativos devem treinar a mente de seus filhos a lidar com as adversidades e as frustrações com criatividade e paciência, além de espírito inovador. Quando isso não é feito, a química cerebral pode viciar o adolescente em uma série de hábitos perigosos, como:

Pais que entendem que o treino para lidar com a frustração é parte fundamental da formação de seus filhos estão fazendo um grande favor a eles. Esses pais os ensinam a regular seus desejos de acordo com as possibilidades reais e a buscar alternativas sadias, criativas e dignas de ser gratificados. Com isso há uma chance muito maior de não se habituarem a ser sempre atendidos, o que é algo impossível na vida real.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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