As nossas escolhas criam a nossa realidade

outubro 22, 2012

É interessante compreender como nomeamos as coisas para conhecer melhor seus significados. A palavra “azar”, em português, é literalmente o oposto de sorte, mas em francês significa “acaso”. Denominamos os jogos aleatórios como “jogos de azar” e uma das expressões de nossa língua é “deixar ao azar”. Se analisarmos esses significados, veremos que, enquanto azar é aquilo que não elegemos, que deixamos acontecer ao acaso, seu oposto, a sorte, é o exercício de nossas escolhas. Quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

Sorte não é algo aleatório, casual. É fruto de um plano mestre de seguir um roteiro prévio, de estabelecer padrões e parâmetros e segui‑los.

Sorte é uma construção produto de nossas escolhas. Assim, vale a pena refletir um pouco sobre o assunto: quando definimos o que queremos e nos colocamos nessa trilha, estamos exercitando nossa sorte.

 

 

Fonte: livro “O foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Foco não é monotonia!

novembro 25, 2011

Ter foco não é se tornar monótono, um samba de uma nota só. Ao contrário, é ser mais diverso, mais criativo, mais curioso, um buscador por excelência. É preciso acolher e viver o novo, ao menos de vez em quando. E, especialmente, é preciso ser capaz de abrir mão do que nao se quer para chegar ao que se quer. Por vezes, o melhor que podemos fazer por nós mesmos é, simplesmente, parar. Deixar de levar e deixar-se levar. Desistir nao quer dizer fracassar, pode ser o reconhecimento de que algo apenas deixou de ter sentido.

Mudar de curso, como um rio, para continuar em direção à união com o vasto mar. Tornar-se maior depende de ser capaz de fluir pela vida, sem se estagnar em certos modelos rotinas, compromissos ultrapassados, deveres impostos.

Há uma missão maior: alcançar a si mesmo, realizar-se.

 

Fonte: Trecho do Livro “O Foco define a Sorte – A forma como enxergamos o mundo faz o mundo que enxergamos”, de Dulce Magalhães – Integrare Editora

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O mundo corporativo e a Geração Y, por Milton Jung e Sidnei Oliveira

junho 20, 2011

A chegada de jovens que nasceram na era digital ao mercado de trabalho impõe uma série de desafios para eles, seus chefes e as empresas. A Geração Y tem ritmo e conceitos diferentes e o Mundo Corporativo precisa se ajustar a este momento. Na entrevista com o consultor de empresas Sidnei Oliveira, Milton Jung fala como esta turma pode explorar da melhor maneira possível seu talento e suas diferenças. A conversa também é interessante para você que está bem estabelecido na função que ocupa há alguns anos e precisa ficar atento para não ser atropelado por esta garotada que tem idade para ser seu filho.

 

No vídeo, você encontrará:

 As empresas brasileiras já estão sob o domínio da Geração Y?

 

Essas empresas estão sendo influenciadas pela Geração Y? É possível identificar mudanças dentro das corporações em função disso?

 

O mundo corporativo estava mais bem preparado do que os jovens para entrarem nesse mercado ou os jovens que estão chegando no mercado estão mais bem preparados do que o mundo corporativo para recebê-los?

 

O desafio para as corporações será fazer com que essas diferentes gerações consigam conviver em um mesmo ambiente?

 

E muito mais!

 Fonte: Milton Jung entrevista Sidnei Oliveira, no programa “Mundo Corporativo”, da rádio CBN. 


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