Passos para a retomada de consciência da alma (por B.K. Jayanti)

setembro 18, 2015

Estar consciente de minha alma é uma disciplina que me liberta. Quando pratico e vivencio a consciência de mim mesmo como uma alma em meditação, meus atributos positivos se tornam acessíveis e fico mais próximo de expressar todo o meu potencial. Aprendo como escapar do círculo vicioso em que pensamentos, sentimentos, ações e sanskaras da consciência do corpo me puxavam para baixo por meio de uma espécie de entropia espiritual e recupero o valor para mim.

O objetivo é retomar uma consciência da alma tão natural que ela permaneça comigo durante o dia todo, em tudo que faço. Encontrei três métodos úteis no desenvolvimento dessa consciência:

  1. Reservo apenas alguns segundos, a cada hora, para anotar em um caderno por quanto tempo fui capaz de manter a consciência de mim mesmo como uma alma. Se a resposta for zero, tudo bem. Ela estimulará a atenção para o próximo período.
  1. De tempos em tempos, ao longo do dia, paro o que estou fazendo por dois ou três minutos e volto a minha atenção para o interior, criando a consciência e o sentimento da alma. Nos centros de Raja Ioga ao redor do mundo uma música toca em horários fixos para marcar essa pausa, que nós chamamos de controle de tráfego. Isso diminui o fluxo de nossos pensamentos, reduzindo o risco de acidentes.
  1. Toda vez que eu alimentar meu corpo, paro por um momento para igualmente nutrir a alma com pensamentos divinais, sobre a dimensão imaterial do ser e a paz e o amor a ela associados.

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Fonte: “O poder da cura de Deus”, de B.K. Jayanti. Integrare Editora

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Criação de um ambiente poderoso (por Ken O`Donnell)

julho 17, 2015

Se meu intelecto estiver fraco, estarei à mercê do ambiente, seja ele qual for. Emoções e pensamentos específicos surgem dos sanskars, não necessariamente os de minha escolha.

Para ficar protegido de um ambiente negativo e criar outro, poderoso e positivo, eu devo:

• manter atenção profunda em minha natureza verdadeira;

• usar o intelecto para clarear a mente e tornar-me introspectivo;

• entrar profundamente no eu e escolher as emoções mais puras e mais elevadas de paz, poder, alegria ou qualquer qualidade necessária para uma situação específica, retendo essa qualidade na mente.

Em vez de esperar que as situações sempre me tragam benefício pessoal, devo mudar minhas atitudes para trazer benefício a todas as situações. Isso cria um ambiente poderoso de crescimento espiritual.

Onde há expectativa há sempre a possibilidade de desapontamento. A atitude de criar benefícios significa o fim da frustração. A natureza inata da alma é a paz. Por meio da Raja Yoga, desenvolvo o poder de manter a experiência de paz por longos períodos, mesmo enquanto falo ou ajo. Isso tem efeito muito natural sobre o meio ambiente, onde quer que eu esteja — numa sala, no elevador, num ônibus ou na rua. Por fim, posso afetar o mundo inteiro de forma positiva.

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Fonte: livro “Caminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O`Donnell. Integrare Editora

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Não alimente a raiva! (por Mike George)

junho 5, 2015

Então, você consegue libertar-se dos padrões habituais de raiva, não importando a forma que eles adquiram? O primeiro passo é reconhecer esse inimigo emocional. Isso significa cultivar profundamente a autoconsciência, com a qual você observa, de modo delicado, mas sem tensão, seus pensamentos e sentimentos à medida que aparecem. Isso requer prática.

O segundo passo é assumir responsabilidade absoluta por sua raiva. Não é uma tarefa tão fácil, se você tiver passado a vida inteira acreditando que são as pessoas, os eventos e as circunstâncias os responsáveis pela raiva que você sente.

Assim, quando a raiva aparecer, não perca tempo com ela, alimentando-a. Lembre-se de que você não é a sua raiva, você não é as suas emoções; separe-se delas e retorne ao centro de sua consciência para se reconectar com a paz interior e com a sabedoria inata.

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Fonte: livro “Viva com sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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A importância de se fazer aquilo o que se diz. (por Ken O’Donnell)

abril 1, 2015

Certa vez, uma mulher muito pobre da Índia tinha um filho de 5 anos que era diabético e, portanto, proibido de consumir açúcar. Como ele não conseguia ou não queria parar de comer doces, ela disse ao marido que levaria o filho a Delhi para ver Gandhi. Ela partiu e, depois de andar muito, pegar trens, implorar por caronas e ainda ter de esperar em uma longa fila, finalmente chegou até ele. Explicou-lhe sua história. Gandhi fez um sinal com a cabeça e disse a ela que voltasse em dois meses com o garoto.

Dois meses mais tarde, após outra exaustiva jornada, ele finalmente chegaram a Gandhi. Ele pediu à mulher que deixasse o garoto com ele por meia hora. Quando ela voltou, o garoto estava sentado no joelho de Gandhi, com os olhos arregalados. “Ele não comer açúcar novamente”, disse Gandhi. “Mas, Mahatma, por que você não me falou o que acabou de dizer a ele? Por que precisei voltar depois de dois meses?”, perguntou a mulher.

Gandhi respondeu que ele não podia dizer à criança para parar de comer açúcar já que ele mesmo não estava preparado para fazer isso. Naqueles dois meses, o próprio Gandhi não ingerira nada que tivesse açúcar.

Fazer o que se diz é uma das qualidades que um líder deve ter.

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Fonte: livro O espírito do líder : lições para tempos turbulentos, volume 1”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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Caminhos para uma consciência mais elevada (por Ken O’Donnell)

dezembro 26, 2014

Durante o último século ou mesmo nos últimos anos, temos testemunhado uma desintegração sem precedentes de muitos de nossos valores, sistemas, costumes e estruturas. Porém a desintegração de tantas coisas que nos são tão caras tem um lado positivo: ela faz com que reconsideremos nossa abordagem da vida.

Nossos sistemas de apoio, muitas vezes de curta duração, não surtiram os efeitos esperados. Há um clamor sem paralelo por um entendimento mais profundo dos assuntos referentes ao espírito, como se disséssemos: é o suficiente, basta!

A busca de novos caminhos nos leva de volta a nós mesmos e às dimensões escondidas de uma consciência mais elevada. Já que os problemas ao nosso redor são os resultados de nossos atos, é um passo lógico querer examinar a semente da ação — nossa própria consciência. Esses outros aspectos da realidade podem ser descobertos pelo experimento prático dentro de nós mesmos.

Apesar de tanta beleza e inspiração das parábolas e exemplos de nossas tradições, as condições do mundo parecem estar piorando com o tempo. No nível individual, nossas vidas práticas raramente se equiparam aos nossos ensinamentos mais nobres.

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Fonte: livro “Cminhos para uma consciência mais elevada”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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Algo além da grandeza (por Christina Carvalho Pinto)

novembro 21, 2014

Grandeza é algo tão inerente à vida como o ar que respiramos ou a água que bebemos. Invisível como o ar, disforme como a água, a grandeza está em toda parte.

Podemos reconhecê-la no imenso amor das mães, no poder regenerador do perdão, na generosidade da Natureza, na obstinação inquebrantável daqueles que acreditam na vida como um presente a ser cuidado qualquer que seja a circunstância.

Ao longo de nossa jornada, aqui e ali nos deparamos com a grandeza, seus gestos, seus sinais, seus efeitos milagrosos. Reconhecer a própria grandeza e a do outro (todos os outros), entrar em conexão com ela, nutri-la e compartilhá-la é certamente o sentido maior da história de cada ser humano.

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Fonte: trecho do prefácio de Christina Carvalho Pinto para o livro “Algo além da grandeza”, de Judy Rogers e Gayatri Naraine. Integrare Editora

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Os 3 pilares da sabedoria (por Ken O’Donnell)

setembro 26, 2014

Existem três principais criadores e sustentáculos do líder sábio. O primeiro é a compreensão. Ela envolve não só a habilidade para enxergar as coisas por outra perspectiva, mantendo um distanciamento imparcial dos fatos e, a partir disso, entender o contexto dos eventos. Requer, também, a percepção do que acontece além e sob sua aparência superficial. Em outras palavras, é compreender o contexto geral dos acontecimentos e não prender-se a pormenores.

O segundo ponto é a habilidade para refletir, interiorizar e tocar a essência de nosso verdadeiro valor, despertando nossa intuição adormecida.

O terceiro é o desempenho consciente dos valores, no tempo certo e de acordo com as necessidades do momento.

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Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

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