Participação dos Pais na educação escolar

dezembro 12, 2011

Quais são os benefícios do envolvimento dos pais na educação escolar?

De que forma uma boa aliança entre a casa e a escola impactam nos resultados escolares?

A união entre os pais e a escola contribui diretamente para a melhoria do cotidiano escolar em vários sentidos. Com um senso de aliança casa-escola, forma-se uma equipe que atua em conjunto. Há uma partilha de interesses, um fortalecimento das falas de ambos e maior organização da vida dos filhos. Quando cada parte indica uma direção a seguir, os filhos se perdem no meio do caminho e tendem a estacionar.

É interessante que a escola ofereça serviços de orientação familiar por seus próprios profissionais ou por especialistas. Se, por um lado, isso pode ser levado como mais uma “sobrecarga”, mais uma atribuição à escola, pode ser visto também como uma forma de esta obter uma elevação nos níveis de comunicação com as famílias que atende e em seus resultados.

Desejar que os pais participem mais sem oferecer motivação e sem pensar em estratégias para formar e gerenciar essa aliança não é eficaz e gera frustração em todos os envolvidos. Os pais se sentem excluídos, os educadores se sentem frustrados e os alunos ficam abandonados, perdidos e, não raro, confusos.

Orientar as famílias e aproximar os pais da educação de seus filhos traz, ainda, outros benefícios:

➥ provê estratégias para os pais poderem melhorar sua relação com os filhos;

➥ ajuda o educador a conhecer a família, saber como os pais reagem às atitudes dos filhos, formam e gerenciam suas expectativas e resultados alcançados;

➥ permite ajudar a definir com mais clareza o papel dos pais no estabelecimento de limites com os filhos e ajudá-los a se sentirem mais seguros nas suas orientações;

➥ coloca a escola como promotora de um importante serviço a sua comunidade, estabelecendo assim um papel de prevenção no atendimento aos pais, e claro, aos alunos;

➥ ocorre uma melhoria do rendimento em notas, participação e andamento escolar (comportamentos e atitudes gerais).

A escola proativa passa a não receber os pais somente quando os filhos apresentam problemas, mas sim para desenvolver um trabalho sério, profundo e comprometido, que gera um vínculo de mais confiança, reciprocidade e proximidade.

Um importante senso de continuidade é o que a criança sente quando seus pais e sua escola têm um bom relacionamento. Isso permite que a criança deseje ir mais a fundo no que faz, assuma mais riscos e se desenvolva intelectualmente com mais afinco. O envolvimento dos pais na educação é um dos fatores mais importantes para o aumento considerável de possibilidades de sucesso na vida escolar.

O recebimento de informações ocorre dentro da sala de aula, mas a construção de hábitos, principalmente os de esforços, disciplina e respeito, começam dentro das casas, no seio da família, que também deve fazer sua parte.

Fonte: trecho do livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

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Adversidades e frustrações – Elas existem!

novembro 28, 2011

Pais participativos devem treinar a mente de seus filhos a lidar com as adversidades e as frustrações com criatividade e paciência, além de espírito inovador. Quando isso não é feito, a química cerebral pode viciar o adolescente em uma série de hábitos perigosos, como:

Pais que entendem que o treino para lidar com a frustração é parte fundamental da formação de seus filhos estão fazendo um grande favor a eles. Esses pais os ensinam a regular seus desejos de acordo com as possibilidades reais e a buscar alternativas sadias, criativas e dignas de ser gratificados. Com isso há uma chance muito maior de não se habituarem a ser sempre atendidos, o que é algo impossível na vida real.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora?”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Adolescência: o “bode”, a irritação, os riscos

outubro 31, 2011

O adolescente com frequência é desconfiado, tendendo a se mostrar repentinamente chateado ou irritado, além, claro de um tanto inconsequente.

Já viu isso em algum lugar? Isso lhe aborrece?

Toda essa inquietação é quase impossível de ser dominada por completo. Quem tem filho nessa idade sabe que eles têm rodinhas nos pés e língua afiada. Isso é um reflexo da redução das conexões de uma área do cérebro chamada “núcleo acumbente”, a área responsável pela recepção da dopamina. Nessa idade, os jovens perdem cerca de um terço dos receptores desse neurotransmissor e por isso frequentemente se mostram irritadiços e “de bode”, ou de “saco cheio”.

Nesse momento, muitos pais, não aguentando a cara feia, o mau humor repentino e não entendendo que justamente nessa fase os modelos estão sendo revistos e que rever nossas verdades é fundamental para formar nossa identidade, tendem a se afastar dos filhos. Numa idade em que estar presente é essencial, apostando no imediatismo e no espontaneísmo, no fazer o que se tem vontade, os pais dizem que seus filhos não têm limites, mas são eles que se limitam cedo demais.

Limitando seu afeto e sua presença, os pais perdem a conexão de confiança com os filhos, deixando de ser para eles um bom modelo, uma boa figura de autoridade, uma referência sadia e estável, justamente numa hora delicadíssima. Isso pode gerar diversas consequências danosas, seja na vida escolar ou em outras áreas.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Meu filho chegou à adolescência, e agora?

outubro 14, 2011

Desmotivados, insatisfeitos e infelizes. É cada vez maior o número de crianças e adolescentes que se sentem assim, numa fase da vida que deveria ser plena de possibilidades e desejos. Enquanto os pais encaram a tarefa de educar um fi lho como um enorme sacrifício, boas escolas não conseguem obter sucesso em suas ações por falta de apoio da família. E a grande questão que fica é: quem e como se está educando essa geração de jovens? Nesta obra, a psicologia cognitiva, a neurociência e a educação unem-se para ajudá-los.

Em Meu filho chegou à adolescência, e agora?, o psicoterapeuta Leo Fraiman, que possui mais de 20 anos de experiência no assunto, oferece uma espécie de GPS interno, um instrumento para orientar pais e educadores na busca dos melhores caminhos para ser bem-sucedido na desafi adora missão de formar um ser humano ético, íntegro e empreendedor.

Todos os pais querem o melhor para seus fi lhos. Todos querem acertar. Mas como saber qual é a melhor direção? Como perceber se as regras da casa são duras demais, livres demais ou se as vias do diálogo estão muito estreitas? Não existem fórmulas que garantam 100% de acerto, mas as refl exões de Leo Fraiman mostrarão, claramente, que há algo a ser feito para que você construa a família que deseja e merece ter.

“Para mim, o valor de nossas vidas não pode

ser medido por medalhas ou títulos, e sim pelo

número de pessoas que medem a vida delas

em termos do que deixamos como legado.”

Leo Fraiman

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? – Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Você sabe para quem são as ações dos seus filhos?

outubro 10, 2011

Bons professores não fazem mágica sozinhos, eles precisam do apoio da família para obter sucesso em suas ações.

É preciso que você saiba: as crianças dançam nas festinhas, cantam nos corais, jogam nos campeonatos escolares e estudam para suas provas para aprenderem, sim, mas também para perceberem nos colegas e nos familiares o sorriso, a validação e o reconhecimento.

Sim, muitas das ações do seus filhos são realizadas principalmente para que você, pai ou mãe, os reconheça. Eles aprendem as coisas para pertencer ao mundo que você valoriza.

Fonte: Trecho do Livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? – Como construir um projeto de vida Juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

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Quem aprende a aprender nunca mais deixa de aprender!

maio 31, 2011

Nossa mente pode se acomodar muito bem com o que já sabe e não sentir falta do que não conhece. Veja:

 

 

 

É atribuída a Oliver Wendell Holmes (1809-1894) esta frase: “A mente humana uma vez ampliada por uma nova ideia, nunca mais volta a seu tamanho original.” Eu ousaria complementar que é mais o usufruto de uma nova ideia de que uma simples ideia, pois muitas delas não saíram da mente e não passaram de fantasias e imaginações, muito próprias dos jovens. A ideia precisa ter uma realização palpável. O jovem tem a ilusão de poder vencer na vida sem estudar. A vida vai lhe comprovar que isso não é tão possível quanto se imagina. Pena que ele descubra essa verdade somente depois que deixar a escola.

 

Qualquer funcionário pode se tornar obsoleto e ser despedido do seu emprego. Essa obsolescência lhe tira a competência necessária para trabalhar no mundo de hoje. Ou ele vai para um subemprego, ou se atualiza e busca uma recolocação no mercado. Dessa mesma maneira, também os educadores podem estar obsoletos e seus métodos já não estarem condizentes com as necessidades dos alunos de hoje. Ou eles se atualizam, ou caem na ineficiência. Como os pais são para sempre, não há como não se atualizarem – sob o grave risco de os filhos perderem seu futuro.

 

Pais que aplicam a Cidadania Familiar, e a escola, a Cidadania Escolar, preparam melhor o jovem para ser Cidadão Ético, com valores internos e conhecedor dos seus direitos e obrigações. E a Cidadania Familiar começa desde muito cedo, quando a criança já toma iniciativas próprias. É a ocasião mais oportuna para aprender que, antes do poder fazer, avalie se deve ou não fazer.

 

 

 

Fonte: trecho do livro “Pais e Educadores de Alta Performance”, de Içami Tiba – Integrare Editora

Ainda essa semana, disponibilizaremos no Blog o primeiro capítulo do livro para download!

 


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