Invista na sua marca pessoal!

outubro 10, 2012

Eu falo aqui de coisas simples. De investimentos práticos que dependem muito mais de boa vontade do que de recursos financeiros. De iniciativas que podem lhe dar visibilidade e novas oportunidades. Você acha que é difícil fazer isso? Que não existem essas oportunidades gratuitas, assim? Então eu lhe pergunto o seguinte: quantas vezes você foi à universidade em que se formou e se ofereceu para dar uma palestra gratuita para os alunos do curso em que se graduou, levando um pouco da sua experiência de mercado e de conhecimento prático?

Quantas vezes no ano passado você parou num fim de semana para pensar num tema da sua área e montar, por iniciativa própria, um curso na empresa para os colegas e funcionários?

Quantos projetos para solucionar problemas da empresa você montou, organizou e mostrou à diretoria no ano passado? E neste ano? Refiro-me àqueles de iniciativa própria, não àqueles óbvios, que lhe pediram (e que, se você não fizesse, seria despedido). Quantos? Dos que foram aprovados, quantos você abraçou com garra, esforçando-se a todo custo, e levou adiante porque acreditava neles?

Quantos cursos você solicitou à empresa e, como ela não liberou a verba, você, numa atitude corajosa, sabendo que era muito importante para VOCÊ, pagou do próprio bolso (ou pegou emprestado), inscreveu-se e foi fazer sozinho?

Você leu algum livro na semana passada? Quantos interessantes leu no mês passado? E no ano passado? O quê?!! Só o livro Quem mexeu no meu queijo?

Dentre os livros que leu e adorou, quantos você comentou com os colegas de trabalho para que eles também pudessem ter acesso a esse conhecimento?

Quantos artigos interessantes já escreveu e procurou publicar nos veículos do seusegmento?

Quanto tempo você dedicou à reflexão sobre novas ideias ou projetos ou à implementação de projetos de terceiros na sua entidade de classe, clube, igreja ou associação comercial?

Para qual instituição colaborou no ano passado, aplicando seus conhecimentos e habilidades em favor de uma causa social?

Quantas viagens fez no ano passado, em busca de conhecimento profissional? Nenhuma? Só foi para a praia?

Você se juntou a alguma entidade empresarial da sua área, buscando mais conhecimento ou relacionamentos no setor? Certo, eu sei. Sua cidade não tem nenhum grupo de profissionais, e o seu segmento é muito desorganizado. Ótimo. Já pensou em tomar a iniciativa de reunir profissionais do seu setor emontar um programa para ampliar conhecimentos e trocar experiências?

Quantas palestras gratuitas você realizou no ano passado? Quantas, mesmo? Quantas reuniões de informação e treinamento promoveu na empresa – sem a ajuda dela –, somente pelo prazer de repartir seu conhecimento com sua equipe e trocar experiências?

Você pertence a alguma rede na web de profissionais interessados em temas do seu segmento que possam ser discutidos a distância?

Eu sei. Você vai dizer que não tem tempo e que tudo é sempre difícil na sua vida. Que tem 200 e-mails para responder diariamente, uma agenda sempre lotada e nem um minuto livre. Você acha que a vida dos outros é diferente?

O tempo é o mesmo para todos. O que faz a diferença entre fracasso e sucesso é a forma como você aplica seu tempo. É como diz um amigo meu: “O Bill Gates tem as mesmas 24 horas que nós”. É bom pensar no que você faz com o seu tempo e quanto dele aplica naquilo que realmente vai gerar valor para a sua marca pessoal e para a sua carreira a longo prazo.

As estatísticas provam que mais de 90% do nosso tempo profissional é aplicado naquilo que, a longo prazo, não vai gerar nada de valor para nossa marca pessoal e nossa carreira. Operação. Reação. Operação. Reação. E assim vamos, mergulhados numa rotina estressante, sem pensar muito no que vai acontecer lá na frente. É uma viagem cega rumo ao futuro.

A pergunta é: que tipo de investimento de longo prazo você está fazendo na sua marca e na sua carreira?  

 

Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Quais os seus objetivos para o próximo ano?

dezembro 19, 2011

Diga sem pestanejar: quais são seus objetivos para este ano? Vamos!

Rápido, sem pestanejar! Vamos! Pelo menos três. Concretos, rápido!

Não! Não vale dizer que quer ser feliz. Todos nós queremos ser felizes.

Exercite um pouco a imaginação. Se você tivesse, hipoteticamente, o poder de decidir o que quer conquistar e se isso fosse conseguido agora, num estalar de dedos, o que seria? Fama? Fortuna? Reconhecimento?

Reputação? Quanto é uma fortuna para você? Dobrar o salário? Triplicar?

A força dos objetivos:

Existem várias teorias sobre o assunto. Uma delas é que, ao escreve suas metas e objetivos numa folha de papel, você se compromete com eles e o universo conspira a seu favor. Uma teoria meio à Paulo Coelho, concordo, mas que pode funcionar se você acreditar nisso.

Outros dizem que, se escrever suas metas e objetivos numa folha de papel e olhar todos os dias para eles, você se comprometerá com isso.

Criará uma atitude mental favorável que o ajudará a se concentrar naquilo que quer. No mínimo, vai decorar isso de tanto ler e repetir, o que pode ajudá-lo a manter a mente focada nos seus objetivos.

Eu não descarto nenhuma das duas. Acredito nessa “conspiração cósmica” com aquilo que está escrito, mas acredito também que o poder maior é do seu próprio compromisso. Quando você escreve, é obrigado a pensar no assunto. Ao escrever, automaticamente está mentalizando e se comprometendo com o que quer. E isso passa a ser um compromisso pessoal com a sua marca e com você mesmo.

A cada objetivo alcançado, faça um grande risco sobre ele com um pincel atômico colorido e anote ao lado: “Conquistado!”.

Você vai o descobrir o imenso prazer de fazer isso. É quase como o de uma criança que ganha um brinquedo novo no Natal! É genial ir até o seu quadro de objetivos e dizer: “Estou aqui assinalando mais uma das minhas conquistas!”. Você vai achar fantástico fazer isso! Pode acreditar.

Isso lhe dará forças para ir atrás das conquistas seguintes. Quando sentimos essa força ao conquistar os primeiros objetivos, tudo se torna mais palpável e ganha corpo. ACREDITE!

 

 

Fonte: trecho do livro “Personal Branding” de Arthur Bender – Integrare Editora

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Algumas dicas para uma boa apresentação pessoal, seja por meio de currículo seja durante uma entrevista

maio 5, 2011

• Seja original.  Abandone o currículo que você utiliza, principalmente se ele está baseado em modelos encontrados em sites da internet.  Utilizar currículos em forma de formulários, normalmente comprados em papelarias, é jogar dinheiro e tempo no lixo. Não cometa esse pecado!

• Seja objetivo. Resuma ao máximo o que pretende dizer, mas não se sinta pressionado a ficar em silêncio ou a escrever todo o currículo em apenas uma página. Se para contar a sua trajetória forem necessários mais tempo e páginas, utilize-os sem preocupação, mas sempre com objetividade.

• Seja contemporâneo. Não exagere no estilo das roupas, nem tente mostrar estilo de vanguarda. Se você gosta de tatuagens e tem orgulho de mostrá‑las o tempo todo, certifique‑se de que não está tentando arrumar emprego em um escritório de advocacia ou em um banco.  No caso do currículo, lembre‑se de que ele é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas etc.

• Seja encontrado. No currículo, coloque em lugar de destaque seu nome, endereço, e‑mail, telefones e endereços de blogs, twitter e perfis em sites de redes sociais. Não se preocupe em divulgar esses perfis, pois eles serão encontrados de qualquer forma.

• Seja conectado. Ter intimidade com a tecnologia é uma característica de todo jovem profissional, por isso não há por que apresentar os conhecimentos no pacote “Microsoft Office”, “Windows” e “internet” como qualificação especial.  Só devem ser mencionados os conhecimentos específicos no uso de algum software se ele realmente for diferenciado e se você estiver concorrendo a uma vaga que exija essa qualificação.

• Seja coerente. Tenha certeza de que sua vida virtual será acessada. Por isso, muita atenção ao que publica em seus perfis em redes sociais. Não adianta apresentar‑se na entrevista como uma pessoa discreta e reservada, enquanto tem publicadas em seu perfil fotos em que você realiza performances acrobáticas com bebidas ou atua como personagem principal em baladas e festas.

• Seja maduro. Não dá para acreditar na seriedade de alguém que utiliza um endereço de e‑mail do tipo “badboy12@mail.com” ou “gatamimosa21@mail.com”. Tudo o que se publica na internet recebe o status de domínio público.  O conselho parece redundante, mas vale lembrar: se quer que algum aspecto de sua vida pessoal seja mantido de forma privada, então não publique, não a torne virtual.

• Seja verdadeiro. Em essência, o avaliador tem o interesse de identificar a pessoa correta para a posição certa, por isso mentir ou exagerar em qualificações. Se algum fato precisar ser comprovado e ele for falso, seu conceito receberá a pior avaliação possível, que é a de falta de caráter. Para isso, não há solução nem emprego.

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora


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