O que realmente conta – Os 5H (Por Jõao Roberto Gretz)

janeiro 7, 2015

Quais são os 5 H? Humor, humildade, humanidade, harmonia e honestidade.

Ter humildade não é sentir-se inferior, nem mostrar-se submisso. É ter consciência das próprias limitações e, ao mesmo tempo, ter vontade de se aprimorar. É aceitar críticas, acolher sugestões e compartilhar com os outros o que se conhece.

           Humanidade é a realização plena da natureza humana. Envolve os sentimentos de bondade e benevolência em relação aos semelhantes, ou de compaixão e piedade, em relação aos desfavorecidos. É uma atitude que faz bem a todos, e mais ainda a quem a pratica.

          Harmonia é a capacidade de bem conviver, gerando um ambiente agradável e solidário, com verdadeiro espírito de equipe, totalmente afinado no alcance de objetivos comuns.

          Honestidade é a valorização da verdade e da ética em todos os relacionamentos – pessoais, funcionais, comerciais etc. Uma equipe de trabalho que se fundamenta também na honestidade é mais sólida, mais confiante, mais segura e mais positiva em todas as suas ações e atitudes.

As pessoas com senso de humor tendem a ser mais criativas, menos rígidas, mais flexíveis e mais dispostas a considerar e incorporar novas idéias e novos métodos. O segredo do humor é ver as coisas por um outro ângulo. Situações que parecem sérias e difíceis tornam-se às vezes simples de lidar, quando vistas de modo bem-humorado.

Pensamento estatégico_João Roberto Gretz_Integrare_Edit

Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã”, Vários autores – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


O que o mercado quer mesmo é a verdade! (por Lígia Fascioni)

outubro 15, 2014

É melhor você assumir suas características e torná-las um diferencial positivo do que investir muito tempo, muito dinheiro e muito desgaste para mudar a sua essência (sem garantias de conseguir) e ficar igualzinho ao que todo mundo diz que é (inovador, ético, valorizador de pessoas, respeitador do meio ambiente, blá, blá, blá…).

Essas frases marketeiras sobre as querências do mercado se parecem muito com as daqueles livros bobinhos de autoajuda que ensinam “o que as mulheres querem”, “o que os homens desejam”, “o que fazer para agarrar um solteiro” e outras bobagens afins. “O que o mercado quer” é uma afirmação muito genérica. O tal do mercado é uma entidade complexa e cheia de nichos. Cabe a cada empresa encontrar um para chamar de seu, justamente aquele que gosta dela tal como é.

O sucesso depende mais da atitude e das estratégias corretas para conquistá-lo do que de fazer sempre o que se acredita que “o mercado queira”.

DNA Empresarial_Lígia Fascioni_Integrare Ed

 

Fonte: livro “DNA Empresarial – Identidade corporativa como referência estratégica”, de Lígia Fascioni – Integrare Editora

Saiba mais sobre o livro!


Pensar estrategicamente é se tornar a mudança… Por Dulce Magalhães

julho 10, 2014

O pensamento estratégico se desenvolve quando, ao invés de caminharmos pelos cenários com pré-concepções das possibilidades vindouras, abrimos nossos sensores para, a cada instante, redefinir nossa posição e rever nossos passos, dentro da mutação constante do caminho, sem perder de vista o propósito.

A essência do pensamento estratégico não é a capacidade de previsão, mas da mutabilidade necessária na imprevisibilidade da existência. Dessa forma, estratégia torna-se sinônimo de flexibilidade e faz parceria com criatividade.

Pensar estrategicamente é se tornar a mudança, é ser absorvido pela realidade a cada passo do caminho, sem se apegar ao mapa das expectativas, que, muitas vezes, forma uma névoa em que não conseguimos enxergar o verdadeiro território.

 

Post_FB_10_07_Pensamento-estrategico

 

Fonte: livro “Pensamento estratégico para líderes de hoje e amanhã”, de Carlos Alberto Julio, Cesar Romão, César Souza, Clóvis Tavares, Eugenio Mussak, Içami Tiba, João Roberto Gretz, Leila Navarro, Luiz Almeida Marins Filho, Marco Aurélio Ferreira Vianna, Reinaldo Polito, Waldez Luiz Ludwig. Integrare Editora

 

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

 

 


janeiro 13, 2012

Shakespeare disse que “Nós somos feitos da mesma matéria que compõe os nossos sonhos!”. Com essa afirmação, ele confere um caráter de nobreza à qualidade humana de sonhar. Entretanto, se todos sonhamos, pois não se trata de uma prerrogativa e sim de uma qualidade, por que nem todos realizamos os nossos sonhos? É que os sonhos são como os deuses, só existem enquanto acreditamos neles, e é muito forte a tendência de as pessoas sonharem sonhos nos quais elas não crêem.

É aqui, neste átimo que separa a esperança do desespero, que reside a inteligência humana. O sonho precisa da inteligência para se realizar, senão ele vira frustração. Pensar estrategicamente é dedicar inteligência à realização de um ideal, e, para isso, é necessário começar transformando o sonho – algo etéreo – em um objetivo – algo mais denso –, e chegar ao plano de ação.

Quem não sonha e não tem objetivos claros tateia na escuridão da incerteza.

Eugenio Mussak

Fonte: trecho do livro “Pensamento Estratégico para Líderes de Hoje e Amanhã” Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.


20% de ação + 80% de resultado?

junho 8, 2011

Há um conceito na economia conhecido como Princípio de Pareto por ter sido identificado no início do século XX  pelo economista italiano Vilfredo Pareto. O princípio traz reflexões que são bastante oportunas quando se busca focar  resultados. Ele ressalta o desequilíbrio entre causa e efeito e  entre esforço e resultado, afirmando, de forma genérica, que  80% dos resultados que obtemos estão relacionados a 20%  dos nossos esforços. Ou seja: apenas algumas ações levam a  maior parte dos resultados; em contrapartida, a maioria das  ações leva a menor parte dos resultados. Existem diversos  exemplos que podem ilustrar esse princípio:

É evidente que a “regra” dos 80/20 não é um índice absoluto e rigorosamente científico, trata-se apenas de uma referência quantitativa. Porém, serve para estabelecer uma estratégia de atuação, principalmente quanto a estabelecer prioridades.

Afinal, basta identificar os 20% de esforços e ações que são responsáveis pela geração de 80% dos resultados e concentrar-se neles, procurando garantir que ocorram como previsto, o que  implica constante melhoria e aperfeiçoamento do processo.

 

Fonte: trecho do livro “Geração Y – Ser potencial ou ser talento? Faça por merecer”, de Sidnei Oliveira – Integrare Editora 


Contruindo sua Marca Pessoal

abril 12, 2011

Alguns pontos do bate-papo:

• A palavra chave para pensar em Personal Branding é reputação e reputação vem de confiança. Nós vivemos hoje como pessoas, como consumidores, como verdadeiras máquinas de descarte, porque a sociedade oferece coisas demais e nós temos tempo de menos para fazer escolhas. Assim, o nosso balizador acaba sendo a confiança. No mínimo sinal de desconfiança, você descarta: tanto marcas corporativas quanto marcas pessoais. Escolhemos médicos assim, advogado… e confiança é esse somatório de coerência e consistência dos sinais que nós emitimos o tempo todo.

• Eu sempre tento provocar a reflexão. A reflexão de “o quanto você está trabalhando mal a sua marca” é que pode gerar um resíduo mais duradouro para que te leve à transformação.

• Se você não está feliz com a sua marca: o que você pode fazer, até onde pode aguentar, quais são as estratégias para mudar? Boa parte das pessoas está infeliz e fica postergando, sofrendo… e isso leva ao mal atendimento, trabalho infeliz e incompetente, mas isso acontece porque a pessoa não está feliz.

• Você tem que se encontrar como marca e fazer a grande transformação da sua vida.

Fonte: Entrevista com Arthur Bender sobre o livro “Personal Branding – Construindo sua marca Pessoal” na TV Com, com a apresentadora Tânia Carvalho.

 


%d blogueiros gostam disto: