Espaços vazios. (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 5, 2016

Nada é mais urgente do que a necessidade de parar. Os espaços vazios se tornaram luxo em nossas vidas aceleradas. Temos a percepção da escassez do tempo, quando, na verdade, o tempo não mudou. O que mudou é a forma como vivemos diante do tempo. Como já dizia Shakespeare, o bom e o ruim são produzidos apenas pelos pensamentos.

 

Nesses últimos anos, tenho aprendido a dar pausas na minha vida. Tenho aprendido a desenvolver o olhar apreciativo. E a única forma de apreciar o mundo a nossa volta é estarmos conectados com o aqui e o agora. Nada mais. Viver o que estamos vivendo. Observar o que estamos observando. Explorar os momentos de silêncio, de vazio, de nada.

 

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Fonte: livro “Ponto Ágape”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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O dinheiro compra a felicidade? (por Gabriel Carneiro Costa)

fevereiro 27, 2015

Sempre gostei e gosto de dinheiro. Porém, acredito que ele compra prazer, que é diferente de felicidade. O que nos confunde é que, quanto maior a frequência de compras para ter prazer, mais parecido esse prazer fica com a felicidade.

O problema é que muitas pessoas passam a vida apenas correndo atrás do dinheiro e se esquecem de que ele sozinho traz apenas momentos de felicidade, uma experiência finita, que não garante o sentido da vida.

O prazer às vezes é muito complexo, mas a felicidade é sempre simples. É a capacidade de curtir cada etapa que dá sentido maior à vida. E hoje, infelizmente, somos de uma geração que se sente refém de um falso modelo ideal para alcançar o sucesso. O sucesso não é alcançar aquilo que seu vizinho julga ser sucesso, e sim o que lhe produz a sensação de satisfação pessoal.

Se você almeja ter muito dinheiro na vida, não deixe de desejar. Não precisa mudar o destino, muitas vezes é suficiente mudar o caminho e então fazer dessa jornada algo com real sentido.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas: como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

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A dieta dos pensamentos (por Gabriel Carneiro Costa)

outubro 22, 2014

Vivi boa parte da vida com problemas de sobrepeso. E foi justamente nessa questão que comecei a pôr em prática tudo o que estudei nos últimos anos sobre comportamento humano.

Como a maioria das pessoas que está acima do peso, já tentei diversas vezes fazer dieta. Acabo sempre emagrecendo, mas depois o peso volta. E assim foi por anos… Emagrecer é ótimo, o difícil é fazer dieta! Pensando dessa forma, iniciei um longo processo de reflexão sobre o assunto.

Mas, antes de refletir a respeito da capacidade de emagrecer, é importante observar alguns conceitos sobre crenças, pois são elas que constituem o pilar central que interfere em nosso comportamento. São as crenças que temos sobre a vida que determinam nossos pensamentos diários. Estes influenciam diretamente nosso comportamento, atitudes e até mesmo a falta de ação. E a forma como agimos na prática é que determina os resultados que obtemos.

Essa é a cadeia que nos leva das crenças mais profundas à vida que temos hoje. Se algo não está saindo como queremos, é bom avaliar de trás para a frente e descobrir quais comportamentos estão gerando esses resultados, quais pensamentos nos levam a nos comportar de determinada forma e quais crenças alimentam esses pensamentos. Entender essa lógica explica muita coisa, amplia muito a nossa consciência e nos possibilita provocar mudanças mais concretas para posteriormente obter resultados realmente diferenciados.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

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O foco não é ter uma vida feita de coisas boas ou ruins. A vida é completa, portanto tem coisas boas e ruins! Por Gabriel Carneiro Costa

agosto 28, 2014

A ansiedade também é uma emoção temporal, porém no sentido inverso. Não ficamos ansiosos por algo que já aconteceu. Elevamos a ansiedade quando projetamos o futuro, seja de curto ou de longo prazo. E, geralmente, depois que o fato que nos preocupava passa, nos damos conta de que nem foi tão difícil. Os pontos se ligam e tudo passa a fazer sentido. Encontramos explicação e alinhamento com a nossa vida e voltamos a ficar tranquilos.

Por isso, sempre acreditei que é importante ter fé. Não me refiro a uma religião específica, mas à fé de que lá na frente tudo fará sentido.

 

Para todo novo ciclo que se encerra, um novo se abre. E é assim com tudo aquilo que julgamos perdido. Seja algo material ou até mesmo uma pessoa amada. Toda perda gera uma transformação. Seja com pouca ou com muita dor, nós nos obrigamos a mudar em algum aspecto. Um ciclo de convívio com um familiar que falece se encerra para abrir um novo formato de convívio na família. Um grande amor que acaba abre espaço para um novo estilo de vida. Uma perda significativa de dinheiro, ou de algo material, é a oportunidade para recomeçar de forma diferente.

Não quero aqui diminuir a dor das perdas. Muitas vezes carregamos essas dores por anos, para somente depois se tornarem saudade. Mas o fato é que em todas as perdas sempre há a oportunidade de ter um ganho, mesmo que só venhamos a reconhecer isso mais tarde.

  

O processo de autoconhecimento tem início, meio, mas não tem fim. E uma vida feliz não é uma vida sem problemas, mas sim uma vida em que temos capacidade de resolvê-los.

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa. Integrare Editora

 

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“Somos os responsáveis por provocar a mudança daquilo que queremos ver em nossa vida” Por Gabriel Carneiro Costa

maio 1, 2014

Conseguir se divertir, se soltar e vivenciar momentos de prazer exige treino. Ser feliz no casamento, na relação com os filhos, no círculo de amizades igualmente requer prática.

            Há quem já venha ao mundo com certas habilidades sociais, e esse processo se torna mais simples e rápido. Ainda assim, em determinado momento da vida precisou aprender um hábito. Formar uma boa rede de amizades e ter um bom diálogo nas relações íntimas são ações cognitivas. Todos nós temos a capacidade de ser bons nisso, basta querermos e entendermos que, assim como na vida profissional, isso exigirá dedicação.

            Nesse processo evolutivo, duas palavras têm alta relevância: sequência e frequência.

            Sequência é a capacidade que temos de valorizar cada pequeno passo e dessa forma nos sentirmos andando. Tão importante como saber quanto falta é saber quanto já se andou. A capacidade de sequência não nos permite a zona de conforto e, ao mesmo tempo, amplia a consciência sobre o fato de que sempre há um caminho a ser percorrido.

            Frequência é a disciplina de que precisamos para evoluir em algum aspecto da vida. É o ato repetitivo de ensaiar, treinar e evoluir. É entender que a mudança não se dá em um fato único, e sim no conjunto de mudanças pequenas e cotidianas. É o exercício de lembrar que tal atividade precisa ser realizada em prol de uma vida melhor.

Essas duas palavras — sequência e frequência — estão sob o nosso domínio, por isso estão ligadas ao jogo interno. Ninguém pode nos propiciar sequência e frequência.

 

“Somos os responsáveis por provocar a mudança daquilo que queremos ver em nossa vida.”

 

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar a sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

 

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Que vida você quer para os próximos anos? Por Gabriel Carneiro Costa

fevereiro 20, 2014

Vencer na vida é vencer naquilo que você sabe que o deixa feliz.

Fixe a sua idade de vida hoje, neste exato momento. Agora reflita sobre a possibilidade de fazer um contrato com Deus e firmar um pacto a respeito da idade com a qual gostaria de morrer. Cruel? Não. É a vida. Particularmente, só tenho duas certezas: a de que estou vivo hoje e a de que vou morrer. A questão é o que farei entre esses dois pontos.

De posse da sua idade “desejada” de morte, subtraia a da sua idade atual e então terá uma expectative de tempo de vida. Exemplo: digamos que você tenha 47 anos e “deseje” morrer com 90. Nesse caso, o seu tempo restante de vida é de 43 anos.

Que vida você quer para esses anos?

Que história vai contar?

Não podemos mudar o que já foi vivido, mas podemos mudar o rumo previsto!

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

 

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Pais equilibrados, filhos realizados! Por Gabriel Carneiro Costa

dezembro 11, 2013

Lembro-me de uma cliente que, no meio do contrato de coaching, pediu para mudar o foco e falar a respeito de seu filho, que estava passando por dificuldades de relacionamento na escola e às vezes com ela mesma.

Ela começou a listar uma série de características que seu filho tinha e que incomodava as pessoas com quem ele convivia. Quanto mais eu escutava, mais percebia que se tratava das mesmas características que atrapalhavam a jornada pessoal dela. O filho estava apenas reproduzindo o modelo aprendido.

Antes de discutir as dificuldades do menino em ser mais obediente à mãe e em se relacionar com mais fluidez, resolvi questioná-la a respeito da mãe que ela era e da mãe que queria ser.

Como na maioria das vezes, a cliente nunca tinha parado para pensar na profundidade dessa questão. Ela sabia muito bem que tipo de filho queria ter, mas não investira tempo e energia para pensar a respeito da mãe que queria ser.

Ela ficou intrigada com o questionamento e comentou que gostaria de ser uma mãe com mais paciência, mas que isso não era para ela. Que ela jamais conseguiria.

Educar filhos dá trabalho, e não basta apenas amar. Aliás, amor é o sentimento básico para qualquer processo de educação. Sem amor, uma relação entre pais e filhos nunca será realmente saudável. Mas esse amor, por maior que seja, não basta. É necessário ter disciplina para poder dar uma boa educação, mais do que satisfação.

Se a criança não

aprendeu, é porque ninguém

a ensinou. Pelo menos não o

suficiente para que

fosse aprendido.

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Fonte: livro “O encantador de pessoas – Como trabalhar sua vida em busca da felicidade e realização pessoal”, de Gabriel Carneiro Costa – Integrare Editora

 

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