Ser ativamente interessado no que os outros tem a dizer. (por Douglas Miller)

dezembro 23, 2015

Estar ativamente interessado nas necessidades, pensamentos, sentimentos e crenças das outras pessoas é uma habilidade vital. Isso dá suporte àquelas margens-chave de efetividade pessoal, como autoconfiança, exercício de influência, negociação e atuação em redes.

 

Quando você mostra ativamente um interesse por outras pessoas, elas não apenas serão atraídas por você, mas também lhe responderão em um nível mais profundo, porque compreenderão que não só está interessado nelas mas também compreende suas necessidades e interesses. Isso torna-se predominante, por exemplo, em situações de negociação nas quais há conjuntos conflitantes de interesses. Se você compreender a pessoa com quem está negociando e as necessidades que estão impulsionando o comportamento dela, estará numa posição muito melhor para encontrar uma solução.

 

Em um nível mais direto, todos nós temos um tipo de pensamento que sugere: “O que vou ganhar com isso?”. Se você compreender esse aspecto e procurar estabelecer isso com aqueles com que interage, poderá influenciar melhor a conversa (a outra pessoa estará pensando: “O.k., você quer que eu faça isso, o que ganho com isso?”); poderá também negociar melhor (você diz: “Se isso é importante para você, então podemos entrar num acordo…”); e poderá atuar melhor em redes, pois compreenderá as necessidades de seus contatos.

 

Dentro dessa “viagem para outros mundos” está implícita uma habilidade central, sem a qual é impossível desenvolver relacionamentos produtivos e significativos com as pessoas – saber como ouvir com mais comprometimento do que a maioria das pessoas.

 

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller – Integrare Editora

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Por que é mais fácil motivar os outros do que a nós mesmos? (por Douglas Miller)

fevereiro 20, 2015

Fico sempre surpreso pelo modo como erguemos muralhas em torno de nossas próprias ambições (“Não consigo fazer isso agora porque…”) e, no entanto, aplicamos um pensamento muito diferente à vida dos nossos amigos e colegas (“Vai fundo! Você consegue fazer isso”). Se você usa o Facebook, provavelmente verificou como os amigos incentivam uns aos outros (embora esse encorajamento por vezes pareça ter uma certa superficialidade).

Com os amigos, vemos razões para fazer as coisas antes de buscar razões para não fazer. A conquista dos grandes objetivos e as mudanças de vida não são bem-sucedidas sem planejamento e um pensamento cuidadoso. Mas a perspectiva positiva do “Consigo fazer isso” vem primeiro.

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Fonte: livro “A sorte como hábito: o que pensam, sabem e fazem as pessoas que tem sorte no dia a dia”, de Douglas Miller. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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Qual o seu objetivo de vida? (por Douglas Miller)

outubro 31, 2014

Para muitas pessoas ter um “objetivo de vida” – com frequência definido quando eram bem jovens – jamais se move realmente da fantasia para a realidade. As circunstâncias assumem o controle, sendo muitas vezes usadas como desculpa para não executar o trabalho extremamente duro necessário para a materialização do sonho. O sonho é encantador; a ideia de trabalhar duro, nem tanto. Sua disposição para realizar esse esforço é determinada pelo quanto você realmente quer fazer a coisa com que sonha. A pessoa que vacila diante do trabalho duro ou dá um jeito de encontrar coisas melhores para fazer provavelmente não deseja realmente aquele sonho.

Para ter êxito você precisa de um claro equilíbrio entre o coração (que proporciona o impulso emocional) e a cabeça (que fornece o pensamento lógico, de visão límpida, que transforma o objetivo de vida – o sonho, a fantasia – em um plano de ação). Haverá reveses ao longo do caminho, que também testarão seu “desejo”.

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Fonte: livro “A sorte como hábito”, de Douglas Miller. Integrare Editora

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Papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos. Qual é o seu? Por Douglas Miller

dezembro 20, 2013

Tantos de nós operam em grupos – em equipes de trabalho, clubes, academias e até mesmo como parte de uma família –, que é importante ter clareza sobre o que você traz para o grupo.

Os papéis gerais que precisam ser desempenhados nos grupos incluem:

✤ Líder. Isso não tem nada a ver com ser um gerente. É sobre os outros olharem para você em busca de orientação porque o respeitam: você tem boa reputação, sua credibilidade é alta ou você tem experiência (ou tudo isso junto). Esse papel é dividido em dois – a abordagem “ordene e diga” e o método mais colaborativo, mais consensual. Os líderes tendem a ter uma preferência por um ou pelo outro.

✤ Pensador. Você tem ideias novas ou oferece perspectivas diferentes? Por exemplo, gosta de atuar como advogado do diabo? Mas sempre expressa suas ideias? Às vezes os pensadores podem ser os mais quietos em um grupo – mas lembre-se de sempre apresentar suas ideias.

✤ Harmonizador. Aqui você fornece a cola emocional para o grupo, reparando relacionamentos, resolvendo desavenças, mostrando empatia e gerando coesão, talvez até mesmo diversão.

✤ Fazedor. Os fazedores se baseiam na ação. Eles veem possibilidades em vez de perigos, e geram positividade em torno do grupo.

✤ Realizador/consertador. Enquanto os fazedores fazem coisas, os realizadores fazem a coisa certa. Eles também são com frequência os consertadores: têm um alto grau de inteligência prática e conseguem chegar ao cerne da questão quando o grupo apresenta problemas.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Você estava no lugar certo, mas na hora errada? Por Douglas Miller

novembro 1, 2013

Você estava no lugar certo, mas na hora errada?

Estava no lugar certo, na hora certa?

Não é o que você conhece, mas sim quem você conhece que importa?

Será que é isso mesmo ou, então, podemos mudar o nosso caminho?

Existem certos aspectos da vida sobre os quais você não tem controle algum. Mas se você pensa que o destino rege seu futuro, sempre comprovará estar certo porque ficará sentado em uma poltrona confortável esperando que os eventos aconteçam com você.

Eles vão controlá-lo porque você escolheu não os controlar.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Idéias que, pela correria do dia a dia, se perdem! Por Douglas Miller

outubro 4, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Este Fator da sorte não diz respeito a minúcias de como gerar ideias, resolver problemas ou detectar oportunidades. Diz respeito a como criar as condições que lhe permitem fazer as coisas que são vitais para suas chances de ser feliz. Para isso, você precisará abrir a mente e pensar em meios que talvez ainda não tenha considerado.

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Fonte: livro “A sorte como Hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia” de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado! Por Douglas Miller

setembro 6, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado!

✤ Desacelere – permita que seus pensamentos o alcancem.

✤ Diminua a pressão e dê tempo para que seus melhores pensamentos

amadureçam.

✤ Não deixe seus pensamentos jogados à toa até serem esquecidos.

✤ Reformule e repense seus problemas.

✤ Evite dizer para tudo: “Não cabe neste caso”.

✤ Aprecie o que o torna diferente.

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Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

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