O que o mercado quer mesmo é a verdade! (por Lígia Fascioni)

outubro 15, 2014

É melhor você assumir suas características e torná-las um diferencial positivo do que investir muito tempo, muito dinheiro e muito desgaste para mudar a sua essência (sem garantias de conseguir) e ficar igualzinho ao que todo mundo diz que é (inovador, ético, valorizador de pessoas, respeitador do meio ambiente, blá, blá, blá…).

Essas frases marketeiras sobre as querências do mercado se parecem muito com as daqueles livros bobinhos de autoajuda que ensinam “o que as mulheres querem”, “o que os homens desejam”, “o que fazer para agarrar um solteiro” e outras bobagens afins. “O que o mercado quer” é uma afirmação muito genérica. O tal do mercado é uma entidade complexa e cheia de nichos. Cabe a cada empresa encontrar um para chamar de seu, justamente aquele que gosta dela tal como é.

O sucesso depende mais da atitude e das estratégias corretas para conquistá-lo do que de fazer sempre o que se acredita que “o mercado queira”.

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Fonte: livro “DNA Empresarial – Identidade corporativa como referência estratégica”, de Lígia Fascioni – Integrare Editora

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Ensine o seu filho a “cuidar” (por Içami Tiba)

outubro 13, 2014

Muitos filhos estão acostumados a serem cuidados mas não foram ensinados a cuidar dos pais, de outros adultos, dos funcionários, etc. Pelo contrário, o que os filhos estão aprendendo é maltratar os pais, explorar a culpa da mãe, ofender o pai porque “nunca está em casa”, etc. Eles estão na idade de aprender tudo. Se os pais não ensinam, o que eles aprendem é o que eles mais praticam: egoísmo e egocentrismo.

Quando os filhos desenvolvem empatia, percebem que os pais estão cansados ou precisando de ajuda. Se não, nem isso os filhos percebem. Como esperar, então, que os filhos cuidem dos pais? Filhos agredindo os próprios pais estão aprendendo a agredir professors e outros adultos fora de casa. A base dessas agressões é a falta de educação, a falta de respeito ao próximo e à autoridade.

Em palestras, quando apropriado, falo que a longevidade está alcançando os pais de hoje. De fato, há muitos senis cadeirantes, que já não têm nem condições de cadeirar. Assim, um dia o filho se lembra de levar o pai para tomar sol. Leva‑o com todo o carinho, mas esquece o pai esturricando ao sol. Diante disso, eu resumo: “Se ele nunca cuidou do pai, não vai ser agora que vai cuidar, e o pai vai morrer de pneumonia da noite…”

Os pais não devem ser os super‑heróis dos filhos. Mesmo sendo humanos, afetivos, vulneráveis, os pais são líderes educadores em casa. Os líderes não só instigam o aprendizado mas também cobram resultados. Para os filhos cuidarem dos pais é preciso que os pais ensinem os filhos a ajudá‑los. Peçam auxílio para atividades simples, companhia para sair, ir ao jornaleiro, dar uma volta com o cachorro, não importa qual a atividade, pois o interesse primeiro é mostrar companheirismo.

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Fonte: livro “Educação Familiar – Presente e Futuro”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Curioso, não conseguimos descartar o hábito de descartar… (por Eugenio Mussak)

outubro 10, 2014

A palavra “descartar” vem do baralho e significa “devolver à mesa a carta que não serve ao jogo”, que é inútil; mas, com o tempo, foi ampliando sua aplicação. Costumamos descartar um imenso número de produtos feitos de plástico, alumínio, borracha, tecido e papel. Embalagens, latas de refrigerantes, pratos, talheres, baterias, roupas, celulares – a lista é longa. Antigamente, eletrodomésticos que estragavam eram consertados, hoje é mais barato comprar um novo e descartar o velho, que muitas vezes nem é tão velho assim.

A cultura do descartável começou com um homem chamado King no comecinho do século XX. Em uma manhã, fazendo a barba, ele teve a ideia (afinal, quem nunca teve uma ideia fazendo a barba?): “Por que não produzir uma lâmina bem pequena, fininha e barata que substitua a tradicional navalha?”, pensou. “Ela seria mais fácil para transportar, e poderia ser simplesmente jogada fora após fazer algumas barbas”.

Essa ideia, no começo, não fez sentido para a maioria das pessoas, que só compreendiam a existência de coisas duráveis, como uma navalha. Mas foi com ela que King Camp Gillette ficou rico alguns anos depois. Em 2005, seus herdeiros venderam a Gillette Company para a gigante Procter & Gamble por 55 bilhões de dólares.

Esta é uma entre muitas histórias de empreendedores do capitalismo, mas ela tem um componente a mais. Seu personagem principal não criou apenas um novo produto e uma empresa milionária. Ele criou um conceito – o de objetos descartáveis. Sim, o descartável trouxe conforto para a humanidade, mas acabou por criar um novo problema – o que fazer com as toneladas de lixo não degradável que produzimos atualmente, especialmente nas grandes cidades? O descartável é um conforto que cobra um pedágio caro. O velho King não poderia imaginar…

E este lado negativo dos descartáveis não é o único. Há também o fato de que os descartáveis viraram cultura, são pop, modernos, ou pós-modernos. Descartar é um hábito contemporâneo, do qual não conseguimos nos livrar. Curioso, não conseguimos descartar o hábito de descartar. Os descartáveis não são descartáveis! Não temos mais como não descartar coisas que ficam velhas rapidamente, pois foram feitas para isso, para durar pouco, apenas enquanto dura sua utilidade.

E o pior ainda está por vir. Ideias, valores e, suprema ironia, até pessoas são descartados com frequência, após vencer seu prazo de utilidade. É o “efeito Geni”. As pessoas também são descartadas quando perdem o fio, como as lâminas de barbear.

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Fonte: livro “Com gente é diferente – Inspirações para quem precisa fazer gestão de pessoas”, de Eugenio Mussak. Integrare Editora

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Se você não tem objetivos nem metas, você não tem nada! (por Arthur Bender)

outubro 8, 2014

Diga sem pestanejar: quais são seus objetivos para este ano? Vamos! Rápido, sem pestanejar! Vamos lá! Pelo menos três. Concretos, rápido! Não! Não vale dizer que quer ser feliz. Todos nós queremos ser felizes.

Exercite um pouco a imaginação. Se você tivesse, hipoteticamente, o poder de decidir o que quer conquistar e se isso fosse conseguido agora, num estalar de dedos, o que seria? Fama? Fortuna? Reconhecimento? Reputação? Quanto é uma fortuna para você? Dobrar o salário? Triplicar?

É fama que você quer? Quanto de fama lhe basta? Isso representa um cargo novo? Uma promoção? Uma nova empresa? O seu próprio negócio? Em que setor você quer brilhar? Como quer ser reconhecido? O que é reconhecimento para você?

Você não tem isso muito claro na mente, neste momento? Precisa de um tempo para pensar? E para os próximos cinco anos? E para a próxima década?

Você consegue visualizar onde quer estar e o que gostaria de fazer daqui a dez anos? Não?

         Como assim, não?

Já imaginou que pode estar com a carreira desgovernada andando ao sabor do vento? Se você não tem metas nem objetivos claros, desculpe-me, mas você não tem nada! Está indo, somente. E, como dissemos no capítulo 1: quem não sabe para onde está indo vai parar em qualquer lugar.

Essa é a parte vital do seu plano de marca pessoal. Você tem de ser a pessoa que mais sabe dos seus objetivos e metas pessoais. Por quê? Porque você é a pessoa mais importante para a sua marca, e seus objetivos são o ponto de partida para qualquer virada que você queira dar, seja ela qual for.

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Fonte: livro “Personal Branding – Construindo sua marca pessoal”, de Arthur Bender – Integrare Editora

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Não adianta só pensar e não fazer! (por Içami Tiba)

outubro 6, 2014

O ser humano vive em dois mundos em constante interação: mundo interno e mundo externo.

O mundo interno é tudo o que está dentro do ser e é constituído por um tripe formado pelo que ele pensa (área mente), sente (área corpo) e percebe do ambiente ao seu redor (área percepção do ambiente).

O mundo externo é tudo o que ele percebe e com que se relaciona, mas está fora dele, formado por outro tripé, que são os relacionamentos (familiares e sociais), atividades (escola e trabalho) e seu ecossistema (território e pertences).

“Penso, logo existo”, do grande filósofo francês René Descartes, soa para mim como uma afirmação incompleta, pois posso sentir, pensar, fantasiar, sonhar acordado que sou um nadador, e não saber nadar. Para ser nadador, tenho que saber nadar. O que me qualifica como nadador é saber nadar.

Pensar precede o fazer, mas não adianta só pensar e não fazer. É a ação de nadar que me torna um nadador. Portanto, para eu existir, eu preciso agir. É no agir integrado com o pensar que o ser humano existe.

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Fonte: livro “Adolescentes – Quem Ama, Educa!”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Da paixão para o amor : um ponto final ou um ponto de mutação? (por Alfredo Simonetti)

outubro 3, 2014

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas, muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento. As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

O amor pode não ser paixão, mas tem a ver com ela, não é a ausência dela: existem no amor momentos de paixão, só que mais calma e mais duradoura.

Paixão, por definição, é sentimento em ápice, é como uma montanha, vai subindo, subindo até um pico lá no alto, e depois vai descendo, descendo, e finda. Um gráfico da paixão é agudo, intenso, mas também é breve e com final certo: termina. Por outro lado, o gráfico do amor lembra mais uma cordilheira, uma cadeia de montanhas entremeadas de vales, planícies e platôs, é longo, flutuante e de final aberto: não é tão certo o que vai acontecer.

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Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti. Integrare Editora

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Tenha devaneios produtivos! (por Tony Buzan)

outubro 1, 2014

Se divagar é bom, qual a diferença entre os devaneios cotidianos e os devaneios de mentes bem-sucedidas ou de gênios? Pense nisso. A mente do gênio divaga o dia todo, exatamente como você faz, ele gosta de divagar tanto quanto você, mas tem uma vantagem muito significativa: o gênio trabalha para fazer o sonho se tornar realidade. Você deveria fazer o mesmo.

Todos os gênios criativos, sem exceção, em todos os campos, fizeram exatamente a mesma coisa: sonharam e trabalharam para fazer seu sonho se tornar realidade. O devaneio de Thomas Edison, por exemplo, era iluminar o planeta Terra à noite por toda a eternidade. Após 6 mil experimentos, ele alcançou seu sonho.

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Fonte: livro “Use sua Mente – Como desenvolver o poder do seu Cérebro”, de Tony Buzan – Integrare Editora

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