Não, não é errado sentir ciúme. Conheça os 2 tipos de ciúmes. (por Eugenio Mussak)

abril 13, 2015

Só os insensíveis não sentem. O errado é transformar o ciúme em uma compulsão irracional, subproduto da desconfiança ou da baixa autoestima. Olhando mais de perto, os teóricos dividiram em duas as origens do ciúme: causas externas e causas internas.

O ciúme de causa externa é o provocado pela pessoa que é o objeto do ciúme, ou por alguém que dela se aproxime de modo inconveniente. Se o comportamento de sua namorada, por exemplo, desperta cuidados, está na hora de “discutir a relação”. É claro que ninguém aguenta sua namorada, ou namorado, desrespeitando os limites do bom senso e abrindo espaço para que outro ou outra se sinta convidado(a) a entrar em sua intimidade. Civilização pressupõe limites, sim. Relações civilizadas também.

Já o ciúme de causa interna é o que nasce da insegurança e da baixa autoestima. É o ciúme do indivíduo que tem certeza da infidelidade da namorada apenas porque ela cumprimentou um ex-colega de classe, ou sorriu educadamente para um cavalheiro que lhe deu passagem na entrada do elevador. É o ciúme que estraga a lua-de-mel, que tira o prazer do final de semana na praia, que pode chegar à fronteira da patologia. O ciumento que tem medo de perder porque carrega uma insegurança inconsciente. Com frequência, também sente ciúme de coisas, e não apenas de pessoas. Não lhe peça um livro emprestado nem se ofereça para dirigir seu automóvel. Você se arrisca a levar um “não” e a criar, sem querer, uma situação constrangedora.

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Fonte: livro “Caminhos da mudança”, de Eugenio Mussak – Integrare Editora

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Informação e integração para que os colaboradores sejam engajados. (por Analisa de Medeiros Brum)

abril 8, 2015

As empresas desejam ter colaboradores engajados para obterem maiores níveis de qualidade, maiores índices de produtividade e, principalmente, um excelente atendimento ao público.

Como não existe uma fórmula pronta para a motivação e o engajamento, e as farmácias ainda não começaram a vender o spray tão desejado pelos diretores e demais líderes de empresas, o que fazer?

Através da comunicação, a empresa pode estimular as pessoas trabalhando dois aspectos: informação e a integração.

É importante lembrar que a informação deve ser priorizada no sentido de contribuir para a integração. Sempre sugiro para as empresas que, primeiro, desenvolvam um bom processo de informação para, depois, realizarem ações de integração.

Além de um movimento interno com o foco na informação e na integração, o endomarketing deve ser visto como um processo capaz de tornar comum, entre as pessoas que compõem o público interno de uma empresa, objetivos, estratégias e resultados.

Estou falando de:

objetivos = informação;

estratégias = informação; e

resultados = integração.

Isso significa que deve ser informação, mais informação e, depois, integração.

Para entender a informação como um dos principais fatores de motivação, basta lembrar que ninguém luta por uma meta sem saber que ela existe. Sempre que um alto nível de informação é disseminado internamente, seja através de canais, instrumentos e ações, seja através das lideranças, os colaboradores passam a ter aquilo que chamamos de envolvimento espiritual com a empresa.

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Fonte: livro “Endomarketing de A a Z: como alinhar o pensamento das pessoas à estratégia da empresa”, de Analisa de Medeiros Brum – Integrare Editora

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Não se deve fazer pelos filhos o que eles deveriam fazer sozinhos. (por Içami Tiba)

abril 6, 2015

A mãe de um filho que não arruma seu quarto pode querer usar outra técnica: “Não vou mais ligar para o seu quarto. Vou fazer de conta que não enxergo suas bagunças”. E o quarto continua uma baderna, pois o filho também não a enxerga. Se nada muda, essa técnica cairá num comportamento estilo animal.

É bastante comum a mãe não conseguir manter a nova postura por muito tempo. O seu “não ligar” dura até o dia em que não aguentará mais. Haverá uma festa na casa, é final de ano, véspera de viagem, volta das férias… Seja qual for a justificativa, ela se põe a arrumar o quarto furiosamente, como um raivoso animal.

O que o filho aprende com isso? Muita coisa. Aprende que, se tolerar a bagunça mais do que a mãe, um dia ela acaba arrumando o quarto para ele. Quem é que está sendo inteligente?

E essa necessidade começa a surgir quando a criança não encontra mais nada do que quer no quarto, quando se vê privada de uma camiseta limpa, não acha o tênis, por exemplo. Não é porque o filhinho quer ir a uma festa importante que a mãe, às pressas, vai logo dar um jeito para ele sair em ordem. Esse é um jeitinho que deseduca. Nessa hora, mesmo vendo o filho desarrumado, a mãe deve se manter impassível e ainda comentar quanto ele está feio. Precisa resistir ao impulso de querer arrumá-lo todo. O filho deve sentir por si só na pele, a importância e as vantagens de ter tudo em ordem.

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Fonte: livro “Quem Ama, Educa! formando cidadãos éticos”, de Içami Tiba – Integrare Editora

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Como se manter ativo na melhor idade. (por Vânia Figueiredo)

abril 3, 2015

Pode parecer depreciativo ver idosos jogando damas ou dominó na praça, mas eles estão muito mais ativos que aqueles outros, na mesma praça, que se limitam a ver as pessoas indo e vindo, sem sequer comentar a esse respeito.

Senhoras fazendo tricô no salão de beleza estão em pleno exercício de atividade e lazer, muito mais do que as que se refugiam diante da televisão horas a fio. Não que a tevê seja condenável, mas, para manter- se atualizado e conectado com o mundo, é preciso alternar as novelas com os noticiários, programas de culinária com talk shows de qualidade.

Ser idoso não pode significar ser alienado, e ainda que o inverno às vezes se torne monótono sempre há o que fazer para preencher o tempo. De preferência com coisas vivas (animais, plantas etc.) ou coisas úteis para os outros, como os belos xales de crochê que minha mãe tecia aos 90 e poucos anos, vendendo-os a parentes e amigos, com uma alegre sensação de ainda estar sendo produtiva. Guardo um desses xales como recordação e incentivo.

Interessar-se pela informática, mergulhar na aventura de e-mails e redes sociais pode iluminar muito o inverno de quem não quer ficar à margem da vida. É uma ótima alternativa para quem tem problemas de locomoção. Tudo vale a pena para que a alma não envelheça e se torne pequena.

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Fonte: livro “Nozes para o inverno – como se preparar para a melhor idade antes que ela chegue”, de Vânia Figueiredo. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

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A importância de se fazer aquilo o que se diz. (por Ken O’Donnell)

abril 1, 2015

Certa vez, uma mulher muito pobre da Índia tinha um filho de 5 anos que era diabético e, portanto, proibido de consumir açúcar. Como ele não conseguia ou não queria parar de comer doces, ela disse ao marido que levaria o filho a Delhi para ver Gandhi. Ela partiu e, depois de andar muito, pegar trens, implorar por caronas e ainda ter de esperar em uma longa fila, finalmente chegou até ele. Explicou-lhe sua história. Gandhi fez um sinal com a cabeça e disse a ela que voltasse em dois meses com o garoto.

Dois meses mais tarde, após outra exaustiva jornada, ele finalmente chegaram a Gandhi. Ele pediu à mulher que deixasse o garoto com ele por meia hora. Quando ela voltou, o garoto estava sentado no joelho de Gandhi, com os olhos arregalados. “Ele não comer açúcar novamente”, disse Gandhi. “Mas, Mahatma, por que você não me falou o que acabou de dizer a ele? Por que precisei voltar depois de dois meses?”, perguntou a mulher.

Gandhi respondeu que ele não podia dizer à criança para parar de comer açúcar já que ele mesmo não estava preparado para fazer isso. Naqueles dois meses, o próprio Gandhi não ingerira nada que tivesse açúcar.

Fazer o que se diz é uma das qualidades que um líder deve ter.

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Fonte: livro O espírito do líder : lições para tempos turbulentos, volume 1”, de Ken O’Donnell – Integrare Editora

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