Não alimente a raiva! (por Mike George)

junho 5, 2015

Então, você consegue libertar-se dos padrões habituais de raiva, não importando a forma que eles adquiram? O primeiro passo é reconhecer esse inimigo emocional. Isso significa cultivar profundamente a autoconsciência, com a qual você observa, de modo delicado, mas sem tensão, seus pensamentos e sentimentos à medida que aparecem. Isso requer prática.

O segundo passo é assumir responsabilidade absoluta por sua raiva. Não é uma tarefa tão fácil, se você tiver passado a vida inteira acreditando que são as pessoas, os eventos e as circunstâncias os responsáveis pela raiva que você sente.

Assim, quando a raiva aparecer, não perca tempo com ela, alimentando-a. Lembre-se de que você não é a sua raiva, você não é as suas emoções; separe-se delas e retorne ao centro de sua consciência para se reconectar com a paz interior e com a sabedoria inata.

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Fonte: livro “Viva com sabedoria: uma viagem que parte da raiva com destino à paz e ao perdão”, de Mike George. Integrare Editora

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Por que a raiva é sempre destrutiva? Por Mike George

junho 5, 2013

Inúmeros estudos revelam que a raiva produz um efeito totalmente prejudicial ao bem-estar físico. Um deles, apresentado numa conferência recente sobre o perdão e a paz nos Estados Unidos, demonstrou que o abandono da raiva alimentada por um sentimento de rancor traz alívio e redução da dor crônica nas costas. Outro estudo constatou que as mulheres que lutam contra o consumo abusivo de drogas foram capazes de reduzir a frequência de suas recaídas por meio da prática do perdão. Uma pesquisa da Universidade de Standford sobre o perdão revelou que é impossível ser feliz e saudável se ao mesmo tempo alimentarmos o sentimento de amargura e raiva em relação ao modo injusto como fomos tratados, por exemplo.

            Aparentemente, temos sido condicionados a enxergar qualquer evento desencadeador de tensão, seja a sirene de um carro de polícia, seja um conflito com um parceiro ou colega, como uma crise. Nesses momentos, o corpo produz e libera os hormônios do estresse, a adrenalina e o cortisol. O coração acelera, a respiração fica alterada e a mente, bastante agitada. A liberação de açúcar que acompanha essa reação causa a aceleração dos músculos e os fatores de coagulação do sangue ficam mais ativos. Tudo isso é inofensivo se a tensão ou o medo forem breves e infrequentes, como no caso de um quase acidente ao volante, mas os distúrbios emocionais causados pela raiva e pelo ressentimento são como acidentes que não terminam, e os hormônios transformam-se em toxinas. O efeito depressivo do cortisol sobre o sistema imunológico tem sido associado a sérias doenças e distúrbios.

            Segundo o professor Stafford Lightman, da Universidade de Bristol, “o cortisol enfraquece o cérebro, levando à atrofia das células e à perda de memória. Também eleva a pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue, enrijecendo as artérias e causando doenças cardíacas”. A raiva não tem uma publicidade favorável no ambiente médico.

 

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Fonte: livro “Viva com Sabedoria”, de Mike George – Integrare Editora

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