Da paixão para o amor…

julho 2, 2012

 

A passagem da paixão ao amor é da ordem do tropeço: é sempre desconcertante descobrir que as coisas mudaram. Por mais que se saiba que isso costuma acontecer na maioria dos relacionamentos, quando as coisas esfriam um pouco ou se tornam muito complicadas, os amantes se surpreendem: “Hum? Como assim? O que é que aconteceu com a gente?”. Este é um momento importante, é um momento de decisão.

Pode ser um ponto final, ou então um ponto de mutação. Às vezes a relação termina aí, mas, muitas vezes, é exatamente nessa hora que acontece uma transformação, uma mudança para outro tipo de relacionamento.

 

As coisas podem não ser mais como antes, mas cada instante tem seus encantos, e cabe aos amantes ir além dos desencantos do fim da paixão e descobrir as trilhas do novo amor.

 

Fonte: livro “O nó e o Laço – Desafios de um relacionamento amoroso”, de Alfredo Simonetti – Integrare Editora

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Conhecimento, habilidade e atitude: a transformação dos talentos em pontos fortes

março 31, 2011

O saber advindo do conhecimento é matéria-prima fundamental à competência. Sem ele, como dotarmos de consistência nossos propósitos, nossos objetivos e nossos desempenhos? Tecnicamente impossível, não? Você concebe, por exemplo, um vendedor que não conheça as características e, especialmente, os benefícios do produto ou do serviço que vende? Fica difícil, para não dizer impossível, comprar de alguém assim.

Igualmente o saber fazer é imprescindível. A habilidade a esse fim pode ser muito mais bem desenvolvida se formos dotados de talento na execução. Porém, o simples fato de possuirmos dons herdados, por si, não assegura excelência executiva. É preciso mais, muito mais, para que possamos traduzir nosso talento em habilidades indiscutíveis. Nesse sentido, a prática é a senha para o sucesso.

Praticar, em síntese, significa treinar a melhora de desempenhos, aperfeiçoar valências e buscar a excelência pessoal. E, nisso, a atitude é essencial. Fazer, errar; refazer, acertar. Círculo vicioso – ou melhor, virtuoso – que nos leva a melhorias contínuas e resultados exitosos. Visão de processo infinita, audição permanente de mercado, tato no discernimento das melhores práticas, olfato voltado ao sucesso, paladar apurado para grandes realizações. Praticar, portanto, figurativamente falando, é como adaptar os cinco sentidos na busca da competência. Praticar é fazer e acontecer.

Fonte: “Você é o Cara”, Carlos Alberto Carvalho Filho – Integrare Editora

Depois de obter mais conhecimento e informação, você pode conferir uma entrevista especial que o autor, Carlos Alberto Carvalho Filho, concedeu à rádio Jovem Pan FM: Ouça aqui


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