Os 3 pilares da sabedoria (por Ken O’Donnell)

setembro 26, 2014

Existem três principais criadores e sustentáculos do líder sábio. O primeiro é a compreensão. Ela envolve não só a habilidade para enxergar as coisas por outra perspectiva, mantendo um distanciamento imparcial dos fatos e, a partir disso, entender o contexto dos eventos. Requer, também, a percepção do que acontece além e sob sua aparência superficial. Em outras palavras, é compreender o contexto geral dos acontecimentos e não prender-se a pormenores.

O segundo ponto é a habilidade para refletir, interiorizar e tocar a essência de nosso verdadeiro valor, despertando nossa intuição adormecida.

O terceiro é o desempenho consciente dos valores, no tempo certo e de acordo com as necessidades do momento.

FB_26_09_O_espitiro_do_lider_vol01

Fonte: livro “O espírito do líder – Lições para tempos turbulentos”, de Ken O’Donnell. Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, Consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro!

janeiro 23, 2013

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na Era dos Danos é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor. “O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

 

4_Empresas que cuidam prosperam_David Jones_Integrare Ed

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


A responsabilidade social como estratégia de negócio

outubro 29, 2012

            Tornar um negócio mais socialmente responsável envolve trabalho árduo e afeta todos os aspectos de uma empresa, desde como os funcionários são tratados até as ações nos ambientes locais e globais, além do compartilhamento e tratamento das comunidades locais e globais. Não se trata apenas de generosidade ou ações corretas isoladamente; a empresa como um todo não pode simplesmente ser “banhada em bondade”. A responsabilidade social deve ser a base da estratégia de negócios.

O Walmart se submeteu a esse processo e está colhendo os frutos. Na primeira metade da década de 2000, estava perdendo 8% dos compradores devido a sua reputação desfavorável. A expectative era de que os negócios aumentassem e o Walmart não estava conseguindo satisfazê-la.

Em 2005, o então chefe executivo, Lee Scott, fez um importante discurso para os funcionários da empresa, no qual estipulou várias metas ambiciosas. Dentre elas, eles deveriam aumentar a eficiência da frota de veículos, uma das maiores dos EUA, no prazo de três anos e dobrar a eficiência dentro de dez anos; reduzir em 30% a energia utilizada nas lojas; reduzir os resíduos sólidos em 25% no período de três anos… e a lista continua.

 

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam prosperam – Por que negócios que praticam o bem são os melhores negócios”, de David Jones – Integrare Editora

 Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!

 


O desempenho no passado não é garantia de sucesso no futuro

julho 20, 2012

Sim, os líderes empresariais têm uma série de dúvidas. Meus clientes e consumidores vão realmente valorizar a minha empresa por isso? E o conselho diretor? Os meus acionistas, também?

Basicamente, creio que sim. O risco de ser uma das empresas punidas na ‘Era dos Danos’ é muito maior que o desafio de mudar e ser uma empresa melhor.

“O desempenho do passado não é garantia de sucesso no futuro” é o aviso escrito em todos os comunicados da indústria de serviços financeiros na última década, e para o futuro do mundo dos negócios isso é mais verdadeiro que nunca.

Progressos importantes e substanciais já estão sendo feitos. Uma geração de líderes visionários entendeu a necessidade e a oportunidade de mudança. Pessoas que eu chamaria de “capitalistas de sangue verde” estão conduzindo esta revolução.

 

Sim, eles querem fazer o bem, mas também querem prosperar. Eles compartilham a crença de que uma empresa pode ser bem-sucedida e responsável ao mesmo tempo.

Uma das coisas mais emocionantes e animadoras é que a maioria desses líderes dirige grandes empresas. Então, enquanto no passado as boas intenções ficavam restritas às ONGs e empresas de pequenos negócios, atualmente são algumas das maiores empresas do mundo que estão dando o exemplo. E, sem dúvida, quanto maior a empresa, maior o impacto positivo que ela é capaz de causar.

Você não pode compartilhar prejuízos mas, quanto maior o lucro, maior o bem que você pode fazer. Considerando-se a dimensão de algumas multinacionais e a qualidade de sua administração, seu potencial para exercer um impacto positivo é imenso.

À medida que esses líderes mostram o caminho e são apoiados por gente como Warren Buffett e Bill Gates – através de sua filantropia bem pública – ou pelos novos empreendedores sociais, com seus modelos de negócio baseados em franqueza e transparência, o restante do mundo empresarial acompanhará.

Você pode agarrar a oportunidade para se destacar da concorrência através de uma conduta correta, mas só se conseguir superá-la nesse quesito. Encontre o seu conceito de empresa social (Social Business IdeaTM) antes dela!

As empresas socialmente responsáveis vão se sair melhor não só porque os consumidores vão reconhecer isso e se tornar poderosos defensores da marca e da empresa, mas também porque os profissionais mais talentosos vão querer trabalhar para elas.

 

O conceito de lealdade do empregado vai se tornar cada vez mais importante no futuro, à medida que uma nova geração de trabalhadores leva seus valores ao local de trabalho – a fidelidade às empresas será impulsionada cada vez menos por incentivos financeiros e recompensas e cada vez mais por valores compartilhados e orgulho da contribuição social que a empresa está dando.

Ao conversar recentemente com um professor da Universidade de Harvard, ele disse que a maioria de seus alunos mais inteligentes não queria mais ir para os setores bancário, empresarial ou jurídico; eles desejavam trabalhar em organizações como a Teach for America, pois fazer o bem tornou-se para eles tão importante quanto ganhar dinheiro. Na verdade, 70% dos jovens da geração Y equiparam uma carreira de sucesso com um trabalho significativo para eles. Este foi também o fator número um de classificação, ainda acima de “salários mais altos”, na pesquisa de Carreiras da Geração Y no Futuro, realizada pela Harris Interactive.

 

Fonte: livro “Empresas que cuidam Prosperam – Por que negócios que fazem o bem são melhores negócios” de David Jones – Integrare Editora

Para mais informações sobre o tema, consulte o livro ou entre contato conosco.

Saiba mais sobre o livro!


%d blogueiros gostam disto: