Você estava no lugar certo, mas na hora errada? Por Douglas Miller

novembro 1, 2013

Você estava no lugar certo, mas na hora errada?

Estava no lugar certo, na hora certa?

Não é o que você conhece, mas sim quem você conhece que importa?

Será que é isso mesmo ou, então, podemos mudar o nosso caminho?

Existem certos aspectos da vida sobre os quais você não tem controle algum. Mas se você pensa que o destino rege seu futuro, sempre comprovará estar certo porque ficará sentado em uma poltrona confortável esperando que os eventos aconteçam com você.

Eles vão controlá-lo porque você escolheu não os controlar.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!


Pais participativos não apostam na sorte! Por Leo Fraiman

outubro 11, 2013

Pais participativos não apostam na sorte, e sim em sua própria atitude diante de uma família que é sua. Eles são os capitães do lar, os mestres de seu destino.

Por que admiramos um diamante? Por que gostamos tanto de uma casa construída com uma arquitetura diferenciada? O que nos faz apreciar um quadro executado nos detalhes, ou uma jogada ensaiada que resulta em perfeição de nosso time no campeonato?

O que nos encanta na música tocada com maestria, ou no passo de dança dificílimo, que para aquele dançarino parece tão fácil? Admiramos essas situações pois sabemos que por trás do brilhantismo há uma lapidação constante, há suor, esforço, persistência e, muitas vezes, até dor.

Como podemos perceber, educar é um treino de conexões cerebrais, que funciona como uma academia de ginástica. Quanto mais uma conexão é reforçada, mais rapidamente e automaticamente ela é acionada e tende a se tornar uma “verdade”. Cada comportamento, cada palavra, cada abraço dos pais dispara conexões relacionadas a bem-estar, ao amor, a segurança. Da mesma forma, o abandono, o afastamento, a violência também disparam conexões relacionadas a isso. Por isso, ao participar da educação dos filhos, os pais colaboram com a saúde mental dos filhos, na medida em que estes têm seu cérebro acostumado a sentir-se bem estimulado e podendo funcionar em um estado favorável ao estudo e à autoestima.

Imagem

Fonte: livro “Meu filho chegou à adolescência, e agora? Como construir um projeto de vida juntos”, de Leo Fraiman – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 


Idéias que, pela correria do dia a dia, se perdem! Por Douglas Miller

outubro 4, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Este Fator da sorte não diz respeito a minúcias de como gerar ideias, resolver problemas ou detectar oportunidades. Diz respeito a como criar as condições que lhe permitem fazer as coisas que são vitais para suas chances de ser feliz. Para isso, você precisará abrir a mente e pensar em meios que talvez ainda não tenha considerado.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como Hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia” de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 


Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado! Por Douglas Miller

setembro 6, 2013

Jamais há tempo suficiente. Os prazos finais se aproximam, o correio eletrônico geme sob o peso dos e-mails não lidos, as listas do que fazer cobrem páginas e páginas e, em algum lugar em meio a tudo isso, vem nosso “tempo livre” para os amigos, a família e os hobbies.

Colocamos tamanha pressão sobre nós mesmos por estarmos constantemente fazendo coisas, que deixamos escapar todas as possibilidades que poderíamos ter imaginado se tivéssemos nos dado tempo para pensar adequadamente.

Abra a mente e pense em meios que talvez ainda não tenha pensado!

✤ Desacelere – permita que seus pensamentos o alcancem.

✤ Diminua a pressão e dê tempo para que seus melhores pensamentos

amadureçam.

✤ Não deixe seus pensamentos jogados à toa até serem esquecidos.

✤ Reformule e repense seus problemas.

✤ Evite dizer para tudo: “Não cabe neste caso”.

✤ Aprecie o que o torna diferente.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!


Dica: comportamento gera comportamento! Por Douglas Miller

agosto 16, 2013

Cerca de 80% das pessoas que você conhece na vida vão oferecer-lhe relacionamentos satisfatórios e produtivos. Com outros 5% será o contrario: não importa o que você fizer, jamais terá um convívio feliz com elas. É fácil ter confrontos emocionais com essas pessoas, mas, com toda a honestidade, é mais fácil e um uso mais produtivo do seu tempo simplesmente cortar os laços.

✤ Lembre-se de que o mundo abrange 7 bilhões de personalidades únicas e interessantes (isso não significa que você tem de gostar de todas elas) em vez de uns poucos estereótipos genéricos.

✤ Use a audição compromissada e perguntas para compreender os “mundos” internos das outras pessoas.

✤ Na vida, existem apenas umas poucas pessoas com que, não importa o que você faça, simplesmente não vai conseguir se relacionar razoavelmente. Não se preocupe com isso. Use a sua energia remanescente para contorná-las.

✤ Há um grupo maior (uns arbitrários 15% daqueles com os quais você depara) com que, se estiver preparado para trabalhar a questão, poderá desenvolver um relacionamento produtivo – ainda que vocês não sejam exatamente amigos.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 


Fatores da Sorte! Por Douglas Miller

julho 26, 2013

Os slogans da aprendizagem estão por toda parte. Seu empregador talvez tenha um “centro de recursos da aprendizagem” e fale sobre a “cultura da aprendizagem” que está tentando desenvolver.

Os governos nacionais e os empresários também falam sobre “aprendizagem ao longo da vida”. Temos “experiências de aprendizagem” e “oportunidades de desenvolvimento”. Tudo isso é bom, está claro, mas sua aprendizagem é importante demais para ser enrolada em uma trouxa de jargões corporativos ou governamentais. E é importante demais para ser deixada ao capricho de outros que a proporcionam a você, em configurações formalizadas. Aprender é algo que acontece todos os dias. De fato, na maior parte de cada dia.

O grau em que você aprende é totalmente dependente de sua atitude diante da vida. Um bom começo consiste em ter senso de humildade, de modo que você admita que não sabe tudo (Fator da sorte 5). Uma disposição para avaliar reveses e fracassos de uma maneira que construa a confiança é um segundo passo muito bom (Fator da sorte 4). O modo como você responde aos feedbacks quando o que é dito vem como uma surpresa (Fator da sorte 6) e de quem você busca conhecimento e inspiração (Fator da sorte 7) continuam o processo de aprendizagem.

Mas onde o aprender realmente começa é na maneira pela qual você apresenta suas experiências na sua cabeça. Como foi ditto na introdução deste livro, trata-se do diálogo interior sobre si próprio.

Exemplos de como essas conversas podem se desenrolar estão incluídos neste capítulo, juntamente com uma caminhada exploratória sobre como você pode transformar a ansiedade em relação a uma atividade ou evento vindouro em algo que você anseia, por meio do tipo correto de conversa interior (Fator da sorte 8). O foco deste capítulo recai sobre o modo como você pode ajustar seu pensamento e a subsequente conversa interior. Com frequência são necessários apenas pequenos ajustes, mas que lhe permitem ter um controle muito maior sobre o seu próprio aprendizado. Estou propenso a admitir que este bem poderia ser o capítulo mais importante do livro.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!


SORTE = reconhecer uma oportunidade e investir nela! Por Douglas Miller

julho 19, 2013

A sorte existe. Existe por toda parte. Usamos a palavra o tempo todo, mas em geral não refletimos muito sobre o que ela significa na prática. A “sorte” está implícita quando usamos velhos clichés como “No lugar certo, na hora certa” ou “No lugar certo, na hora errada” ou aquele clássico ditado fatalista: “Não é o que você conhece, e sim quem você conhece”.

Como acontece com a maioria dos clichês, eles contêm uma pitada de verdade. A Sorte como Hábito diz respeito a aceitar esses antigos clichês como truísmos parciais, no sentido de que existem aspectos da vida sobre os quais você não tem controle algum. Contudo, se você acreditar que “quem você conhece” é importante, a pessoa que tem os hábitos da sorte chegará a conhecer “as pessoas certas” em vez de simplesmente assumir que não as conhece… e jamais vai conhecê-las. Além disso, também devemos admitir que “o que você conhece” é tão importante quanto “quem você conhece”.

Com demasiada frequência, porém, confundimos “sorte” e “destino”. Destino sugere que existe uma mão orientadora controlando não apenas nossos pensamentos, ações e comportamentos mas também, no limite, todas as coisas que nos acontecem ao longo da vida. Existem diversas religiões baseadas por inteiro nessa premissa. Nossos pensamentos neste livro são sobre a sorte que você pode criar e não sobre os “eventos” que teriam ocorrido independentemente do que você fez ou deixou de fazer, ou de estar em determinado lugar em determinado momento.

Os fatalistas falam sobre a sorte como se alguns de nós a tivessem inserida no DNA e outros não. Nós “nascemos sortudos” ou não. A aceitação cega de que seu destino decorreu do feliz encontro de um espermatozoide com um óvulo (e aqui tudo bem dizer que o ato efetivo de sua própria criação prende-se à definição “de velho estilo”, tradicional, de sorte) e da consequente criação de um “você” predeterminado é francamente um dos moldes mentais mais nocivos que você pode levar consigo ao longo da vida.

Os fatalistas nunca estão errados. Se você pensa que o destino rege seu futuro – seja por causa dos talentos (ou falta deles) com que nasceu, seja porque a vida é uma sucessão de eventos além do seu controle –, sempre comprovará estar certo porque ficará sentado em uma poltrona confortável esperando que os eventos aconteçam com você. Eles vão controlá-lo porque você escolheu não os controlar.

Imagem

Fonte: livro “A sorte como hábito – O que pensam, sabem e fazem as pessoas que têm sorte no dia a dia”, de Douglas Miller – Integrare Editora

 

Saiba mais sobre o livro!

 


%d blogueiros gostam disto: